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	<title>BNDES - Portal NDC</title>
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	<title>BNDES - Portal NDC</title>
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		<title>BNDES aprova R$ 1,2 bi para empresas afetadas pelo tarifaço</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/bndes-aprova-r-12-bi-para-empresas-afetadas-pelo-tarifaco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Sep 2025 17:48:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
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					<description><![CDATA[Quase um terço dos pedidos foram para pequenos e médios negócios Em dois dias após a abertura para pedidos, o plano Brasil Soberano aprovou R$ 1,2 bilhão em financiamento para empresas afetadas pelo tarifaço americano. O plano de socorro a empresas exportadoras prevê um total de R$ 40 bilhões em crédito...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quase um terço dos pedidos foram para pequenos e médios negócios</p>
<p>Em dois dias após a abertura para pedidos, o plano Brasil Soberano aprovou R$ 1,2 bilhão em financiamento para empresas afetadas pelo tarifaço americano.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1659583&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1659583&amp;o=node" /></p>
<p><strong>O plano de socorro a empresas exportadoras prevê um total de R$ 40 bilhões em crédito para negócios afetados pela barreira comercial que aplica taxas de até 50% às exportações brasileiras</strong>.</p>
<p>O balanço de pedido e aprovação foi divulgado na noite de sexta-feira (19) pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), banco de fomento do governo federal.</p>
<p><strong>No período, o total de pedidos de 533 empresas chegou a R$ 3,1 bilhão. Ou seja, 1,9 bilhão anda estão em análise</strong>.</p>
<p>O total de R$ 40 bilhões do Brasil Soberano inclui R$ 30 bilhões do Fundo Garantidor de Exportações (FGE) e R$ 10 bilhões de recursos do próprio BNDES.</p>
<p><strong>Os recursos são emprestados a juros subsidiados, ou seja, mais baixo do que cobram os demais bancos</strong>. Uma das contrapartidas das empresas que se habilitam a receber os empréstimos é não realizar demissões.</p>
<p>Os financiamentos são para linhas de capital de giro (contas do dia a dia, como salário e pagamento de fornecedores), investimentos em adaptação da atividade produtiva, compra de máquinas e equipamentos e busca de novos mercados.</p>
<h2>Quem pediu empréstimo</h2>
<p><strong>Enrte quinta (18) e sexta-feira (19), foram feitas 75 operações de crédito, todas na linha destinada a capital de giro</strong>.</p>
<p>Nos primeiros dias de aprovação, 84,1% dos pedidos aprovados foram empresas da indústria de transformação (seguimento que transforma matéria-prima em um produto final ou intermediário, que vai ser novamente modificado por outra indústria).</p>
<p>Em seguida aparecem agropecuária (6,1%), comércio e serviços (5,7%) e indústria extrativa (4,2%).</p>
<p><strong>Quase um terço do valor total aprovado (30%) foi solicitado por pequenas e médias empresas</strong>.</p>
<p>Ao total, 2.236 empresas acessaram o sistema do BNDES para fazer consultas no Brasil Soberano, sendo 533 elegíveis, isto é, com pelo menos 5% do faturamento bruto total, no período de julho de 2024 a julho de 2025, composto por produto na lista de tarifação.</p>
<p><strong>O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, aponta agilidade na aprovação de recursos e atribui isso ao compromisso do banco e 50 instituições financeiras parceiras</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Nosso objetivo é proteger os empregos e fortalecer as empresas e a economia, inclusive estimulando a participação em novos mercados”, diz.</p>
</blockquote>
<p>Dos valores ainda em análise, R$ 1,7 bilhão são referentes à linha destinada à busca de novos mercados.</p>
<h2>Como acessar</h2>
<p>O primeiro passo para acessar os recursos é consultar se a empresa é elegível para o plano de socorro. A consulta pode ser feita no <a href="https://www.bndes.gov.br/elegibilidade-brasil-soberano" target="_blank" rel="noopener">site do BNDES</a>. </p>
<p>Os interessados precisarão se autenticar utilizando a plataforma GOV.BR, exclusivamente por meio do certificado digital da empresa.</p>
<p><strong>Caso o sistema indique que a empresa é apta ao crédito, a recomendação é entrar em contato com o banco com o qual já tem relacionamento. Grandes empresas podem procurar diretamente o BNDES.</strong></p>
<h2>Efeitos do tarifaço</h2>
<p>Um <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-09/exportacao-de-produtos-alvo-do-tarifaco-americano-cai-22-em-agosto" target="_blank" rel="noopener">levantamento</a> da Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham Brasil), entidade sem fins lucrativos que representa empresas que atuam no comércio entre os dois países, estima que as exportações de produtos afetados pelo tarifaço americano caíram 22,4% em agosto na comparação com o mesmo mês de 2024.</p>
<p><strong>Os Estados Unidos são o segundo principal parceiro comercial do Brasil, perdendo apenas para a China</strong>.</p>
<p>De acordo com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, o tarifaço de 50% incide em cerca de um terço (35,9%) das exportações brasileiras para os Estados Unidos.</p>
<p>O governo de Donald Trump assinou uma ordem executiva que estipulou a cobrança de taxas de até 50% a partir de 6 de agosto, mas <strong>deixou cerca de 700 produtos em uma lista de exceções</strong>. Entre eles estão suco e polpa de laranja, combustíveis, minérios, fertilizantes e aeronaves civis, incluindo motores, peças e componentes. Também ficaram de fora produtos como polpa de madeira, celulose, metais preciosos, energia e produtos energéticos.</p>
<p><strong>Trump alega que os americanos têm déficit comercial (compram mais do que vendem) com o Brasil – o que é desmentido por números oficiais de ambos os países</strong>.</p>
<p>O presidente americano usou como justificativa o tratamento dado pelo Brasil ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que considera ser perseguido. Bolsonaro foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado, em julgamento que terminou na semana passada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>BNDES barra R$ 1,6 mi em crédito por desmate ilegal no AM</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/bndes-barra-r-16-mi-em-credito-por-desmate-ilegal-no-am/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 20:46:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
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					<description><![CDATA[Em todo o Brasil, foram 3.723 alertas entre fevereiro de 2023 e abril de 2025, o equivalente a 1% das solicitações de crédito feitas no período O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) atingiu o volume de R$ 806,3 milhões de financiamentos evitados a produtores rurais que tinham...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em todo o Brasil, foram 3.723 alertas entre fevereiro de 2023 e abril de 2025, o equivalente a 1% das solicitações de crédito feitas no período</p>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) atingiu o volume de R$ 806,3 milhões de financiamentos evitados a produtores rurais que tinham propriedades com indícios de desmatamento ilegal. O MapBiomas monitora os biomas brasileiros via satélite e tem parceria com o BNDES desde 2023. O balanço divulgado nesta quarta-feira (5), Dia do Meio Ambiente, mostra que chegou a quase R$ 1 milhão por dia o volume de solicitações de crédito não contratado a produtores ruais cujas propriedades tiveram alertas de indícios de desmatamento irregular.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">No Amazonas, o volume de crédito evitado chegou a R$ 1,6 milhão, no mesmo período. O estado foi o primeiro do Brasil em percentual de financiamento evitado, com 12,64% de crédito não concedido dos R$ 12,7 milhões solicitados. Do total de 48 solicitações feitas para o Amazonas desde fevereiro de 2023, em 6,25% foram registrados alertas de indícios de desmatamento ilegal.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Em todo o Brasil, os 3.723 alertas ativos de indícios de desmatamento ilegal registrados desde fevereiro de 2023 equivalem a 1% das 337,2 mil solicitações de crédito rural encaminhadas ao BNDES neste período. São consideradas de crédito rural as operações dos programas agropecuários do Governo Federal, com juros equalizados; da linha BNDES Crédito Rural e aquelas que tenham marcação de crédito agrícola pelo Banco Central (BC).</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">“A tecnologia e uma governança rígida nos permitem atuar com agilidade e precisão na análise do crédito e atender a urgente agenda de enfrentamento das mudanças climáticas. Só no mês de abril deste ano, o volume de crédito evitado para quem possui indício de desmatamento ilegal foi de quase R$ 25 milhões. O BNDES é um grande parceiro do agronegócio e da pecuária, mas não é complacente com o agronegócio que destrói o meio ambiente. O banco acredita e apoia a agropecuária que tem o meio ambiente como aliado, que inova e é sustentável. O tempo do crédito para o agro que desmata já passou&#8221;, afirma Aloizio Mercadante, presidente do BNDES.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"> <strong>Regiões</strong> </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"> A região Norte teve o maior percentual de financiamentos evitados (2,2% dos R$ 4,3 bilhões solicitados), com alertas ativos de indícios de desmatamento ilegal em 2,5% das quase 7,2 mil solicitações. O Nordeste foi a região que registrou a maior taxa de alertas ativos de indícios de desmatamento ilegal (2,8% das mais de 9,4 mil solicitações) e segundo maior percentual entre as regiões de financiamentos evitados (1,6% de R$ 5,95 bilhões).</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Os melhores indicadores têm sido registrados no Sudeste, com bloqueio de 0,4% do total de 15,4 bilhões de volume de crédito solicitado e alertas de indícios de desmatamento ilegal de 0,3% das 46,3 mil solicitações de crédito rural. No Centro-Oeste, foram bloqueados 0,8% dos R$ 20,1 bilhões solicitados, e emitidos alertas de indícios de desmatamento ilegal em cerca de 1% das 22,3 mil solicitações. A região Sul teve evitados 0,9% dos R$ 42,3 bilhões solicitados e apresentou 1,1% das 252,1 mil solicitações de alertas de indício de desmatamento ilegal.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Entre os 10 estados com maiores percentuais de financiamentos evitados, quatro são da região Norte (Amazonas, Tocantins, Acre e Rondônia); e seis, do Nordeste (Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Ceará). Entre todos os entes federativos, o Distrito Federal e o Amapá foram os únicos que não tiveram alertas, muito em função do menor número de solicitações de crédito rural ao BNDES</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"><strong>Ferramenta tecnológica</strong></p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">  A plataforma MapBiomas é capaz de validar alertas de indícios de desmatamento ilegal por meio de imagens de alta resolução e produzir laudos de constatação de desmatamentos recentes. A integração totalmente automatizada dos dados do MapBiomas com a plataforma operacional do BNDES permite ao Banco, inclusive, monitorar operações já contratadas, cujas propriedades rurais estão registradas no Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural (SICAR) do Ministério da Agricultura e Pecuária.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"><strong>Normativos</strong> </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"> O BNDES tem por norma não contratar operações de crédito rural cujo beneficiário final tenha embargos vigentes listados pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em qualquer propriedade, mesmo que não seja a beneficiada pelo financiamento, sem adoção de medidas efetivas de regularização. A exigência do Banco é mais rígida que a do Manual de Crédito Rural (MCR), do BC, que veda a concessão de crédito rural para produtores rurais com embargos localizados somente na propriedade beneficiada.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Em caso de embargo vigente após a contratação, a liberação de recursos é suspensa até o protocolo de documentos para regularização perante o órgão ambiental. Se isso não ocorrer em até 12 meses, a operação é liquidada antecipadamente. Caso alguma medida de regularização pactuada pelo cliente com o órgão ambiental competente for descumprida, a instituição financeira credenciada para repassar os recursos do BNDES deve liquidar a operação antecipadamente em até 30 dias.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Os empréstimos do BNDES a produtores rurais atendem 95% de todos os munícipios do país, por meio de uma rede parceira de 70 instituições financeiras.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: A Crítica </em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">54663</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Presidente do BNDES propõe taxar bets para aumentar arrecadação</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/presidente-do-bndes-propoe-taxar-bets-para-aumentar-arrecadacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2025 17:13:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aloizio Mercadante]]></category>
		<category><![CDATA[bets]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[IOF]]></category>
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					<description><![CDATA[Para Mercadante, proposta seria uma alternativa ao aumento do IOF O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, defendeu nesta segunda-feira (26), o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), anunciado recentemente pelo governo federal. Em evento sobre a indústria brasileira, Mercadante reagiu às críticas feitas...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Para Mercadante, proposta seria uma alternativa ao aumento do IOF</p>
<p><strong>O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, defendeu nesta segunda-feira (26), o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), anunciado recentemente pelo governo federal. Em evento sobre a indústria brasileira, Mercadante reagiu às críticas feitas por setores como o empresarial, dizendo que é preciso apresentar alternativas e não apenas criticar medidas. </strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1644168&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1644168&amp;o=node" /></p>
<p>No discurso, Mercadante afirmou que uma das alternativas seria aumentar os impostos sobre as apostas esportivas, as chamadas bets.</p>
<blockquote>
<p>“O ministro [da Fazenda, Fernando] Haddad tem que entregar o orçamento fiscal. É a responsabilidade dele. Então, tem que dizer qual é a alternativa. Eu já faço uma sugestão pública aqui: vamos aumentar os impostos das bets, que estão corroendo as finanças populares. A gente poderia, com isso, diminuir, por exemplo, o impacto do IOF e criar alternativa”, disse.</p>
</blockquote>
<p><strong>Em entrevista à imprensa, depois do evento, Mercadante explicou que o aumento da IOF, juntamente com a estabilização do dólar, para que o Banco Central faça uma redução “segura, progressiva e sustentável” da taxa básica de juros, a Selic.</strong></p>
<p>Na última quinta-feira, o governo federal anunciou mudanças nas alíquotas de IOF, entre elas o aumento do imposto sobre crédito para empresas, de 1,88% para 3,95% ao ano. Algumas das medidas anunciadas, foram posteriormente revistas pelo governo, como a decisão de aumentar de 1,1% para 3,5% a alíquota sobre a compra de moeda em espécie e remessa para conta de contribuinte brasileiro no exterior.</p>
<p><strong>Em entrevista nesta segunda-feira, no mesmo evento de Mercadante, Haddad afirmou que o governo definirá até o fim desta semana formas de compensar os recuos sobre o aumento de algumas alíquotas do IOF. </strong></p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered">
<figure style="width: 754px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" title="Valter Campanato/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/cxpsd9OWyRJCiL7vdCfl7tIQTZ0=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/05/22/0d7a5776.jpg?itok=oXdnsbVm" alt="Brasília (DF), 22/05/2025 - O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, durante divulgação dos dados do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias do 2º bimestre de 2025. Foto: Valter Campanato/Agência Brasil" width="754" height="503" /><figcaption class="wp-caption-text">Brasília (DF), 22/05/2025 &#8211; O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, informou que o governo definirá até o fim desta semana formas de compensar recuos sobre aumento de algumas alíquotas do IOF. Foto-arquivo: Valter Campanato/Agência Brasil</figcaption></figure>
</div>
</div>
<blockquote>
<p>“Temos até o final da semana para decidir como vamos compensar, se é com mais contingenciamento ou com alguma substituição”, disse Haddad.</p>
</blockquote>
<p>Sobre as críticas em relação ao aumento do custo do crédito devido à alta do IOF, <strong>Haddad disse que a elevação da taxa básica de juros também “aumenta o custo do crédito e nem por isso os empresários deixam de compreender a necessidade da medida”.</strong> Ele também fez uma comparação com o governo anterior, dizendo que as alíquotas, naquele momento, eram ainda maiores.</p>
<blockquote>
<p>“Queremos resolver isso o quanto antes, o fiscal e o monetário para voltar a patamares adequados tanto de tributação quanto de taxa de juros para o país continuar crescendo”, disse Haddad, ao deixar o evento, no BNDES.</p>
</blockquote>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Dinamarca faz doação de R$ 127 milhões ao Fundo Amazônia, gerido pelo BNDES</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/dinamarca-faz-doacao-de-r-127-milhoes-ao-fundo-amazonia-gerido-pelo-bndes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Dec 2024 16:58:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[Dinamarca]]></category>
		<category><![CDATA[doação]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[Sob gestão do banco e coordenação do MMA, fundo já apoiou 114 projetos, beneficiando 239 mil pessoas. Instrumento de promoção do desenvolvimento sustentável captou cerca de R$ 4,5 bi desde sua criação, em 2008 O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou na manhã desta sexta-feira, 29, no...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Sob gestão do banco e coordenação do MMA, fundo já apoiou 114 projetos, beneficiando 239 mil pessoas. Instrumento de promoção do desenvolvimento sustentável captou cerca de R$ 4,5 bi desde sua criação, em 2008<br /><br />O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou na manhã desta sexta-feira, 29, no hotel Manhattan Plaza, em Brasília, uma doação do Reino da Dinamarca ao Fundo Amazônia no valor de até 150 milhões de coroas dinamarquesas (cerca de R$ 127 milhões).<br /><br />O anúncio foi feito em reunião entre a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), Marina Silva (por vídeo), a diretora Socioambiental do BNDES, Tereza Campello, o secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), João Paulo Capobianco, do vice-chefe de missão da Embaixada Real da Dinamarca em Brasília, Leif Kokholm, dos embaixadores Odd Magne Ruud (Noruega), Stephanie Al-Qaq (Reino Unido), Pietro Lazzeri (Suíça) e Teiji Hayashi (Japão), além de representantes da Alemanha e dos EUA.<br /><br />&#8220;Quero também agradecer aos colegas do BNDES pela cooperação para chegar a este importante acordo. Eu tive o prazer esse ano de viajar para a floresta amazônica, para Manaus, com sua majestade, a rainha Mary, e mostrar a ela a importante causa que nos une aqui hoje. Ano que vem, o Brasil sediará a Cop 30 aqui em Belém e a Dinamarca assumirá a presidência da União Europeia. Essa é uma oportunidade importante para aprofundar a cooperação entre Brasil e Dinamarca e os demais parceiros, que estão representados aqui hoje”, afirmou Leif Kokholm.<br /><br />“A formalização do contrato com o governo dinamarquês, por meio do Ministério das Relações Exteriores, permitirá ao BNDES avançar ainda mais nas agendas de clima e combate ao desmatamento, além de diversificar ainda mais a participação de outros países no Fundo Amazônia”, disse o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante. Desde sua criação, em 2008, o Fundo Amazônia já recebeu cerca de R$ 4,5 bilhões em doações.<br /><br />A Noruega é a maior doadora do Fundo Amazônia, com aproximadamente R$ 3,5 bilhões. O segundo principal doador é o KfW, banco de desenvolvimento da Alemanha, com R$ 388 milhões. Em terceiro lugar estão os EUA, responsáveis por R$ 291 milhões. O Reino Unido aparece em quarto, com R$ 284 milhões. Em seguida vem a Suíça, que doou R$ 28 milhões. O sexto maior doador é a Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras), com R$ 17 milhões. Completa a lista o Japão, que doou R$ 15 milhões.<br /><br />Gerido pelo BNDES, sob coordenação do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), o Fundo Amazônia tem por finalidade captar doações para investimentos não reembolsáveis em ações de prevenção, monitoramento e combate ao desmatamento, e de promoção da conservação e do uso sustentável da Amazônia Legal. Também apoia o desenvolvimento de sistemas de monitoramento e controle do desmatamento no restante do Brasil e em outros países tropicais.<br /><br />Desde o início das atividades, 652 organizações da sociedade civil acessaram os recursos do Fundo Amazônia, diretamente ou por meio de parceiros, beneficiando 239 mil pessoas com atividades produtivas sustentáveis e garantindo o manejo sustentável em 76 milhões de hectares de áreas de floresta. O fundo já apoiou 114 projetos, que totalizam R$ 2,5 bilhões em apoio, com desembolso de mais de R$ 1,6 bilhão.<br /><br /><br /><br />Fonte: Agência GOV</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>União Europeia doará R$ 120 milhões para o Fundo Amazônia</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/uniao-europeia-doara-r-120-milhoes-para-o-fundo-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2024 13:52:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[Carta foi assinada pelo presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, e pela comissária da União Europeia, Jutta Urpilainen A União Europeia (EU) formalizou ontem (22) a doação ao Fundo Amazônia, no valor de 20 milhões de euros, aproximadamente R$ 120 milhões. Dessa forma, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social...]]></description>
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<p>Carta foi assinada pelo presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, e pela comissária da União Europeia, Jutta Urpilainen<br /><br />A União Europeia (EU) formalizou ontem (22) a doação ao Fundo Amazônia, no valor de 20 milhões de euros, aproximadamente R$ 120 milhões.<br /><br />Dessa forma, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a UE assinaram carta de intenções para o fortalecimento de parcerias. Sobretudo, com foco no apoio ao desenvolvimento sustentável e aos investimentos no Brasil.<br /><br />Assim, a carta foi assinada pelo presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, e pela comissária da União Europeia (UE) para Parcerias Internacionais, Jutta Urpilainen.<br /><br />O ato ocorreu no Rio de Janeiro, durante o IV Fórum Brasil – União Europeia – “O Brasil e a União Europeia: Políticas e Economias nas Transições Verde e Digital para um Desenvolvimento Justo e Inclusivo”.<br /><br />Conforme o presidente Mercadante, a disposição da União Europeia em contribuir para o Fundo é resultado da boa gestão dos recursos e do resultado que o Brasil já apresentou ao mundo na redução do desmatamento.<br /><br />Essa sinalização é muito importante porque é uma contribuição do conjunto dos 27 países que fazem a União Europeia. Tem um significado maior, dá muito respaldo e credibilidade ao Fundo Amazônia, que se consolidou por ter uma gestão transparente, eficiente, responsável e por responder a uma das principais demandas, que é dramática crise climática do planeta. Nós reduzimos em 50% o desmatamento, é por isso que essas contribuições estão sendo fortalecidas afirmou Mercadante.<br /><br />O presidente do BNDES destacou a importância da preservação da Amazônia, uma área que abriga 25% da cobertura de florestas tropicais do planeta. Mas que também tem responsabilidade com uma população de aproximadamente 29 milhões de habitantes.<br /><br />“Além de ser a maior floresta tropical existente, a Amazônia é decisiva no equilíbrio do clima e esses recursos permitem, ainda, a conectividade das populações ribeirinhas, comunidades indígenas e quilombolas que vivem na Amazônia”, disse.<br /><br />“A Comissão Europeia vai oferecer 20 milhões de euros ao Fundo Amazônia e está feliz em se juntar aos estados-membros da União Europeia, que recentemente anunciaram contribuições. Nosso compromisso deverá respaldar os esforços do governo brasileiro e vai possibilitar a aceleração da luta contra o desmatamento”, disse a comissária da União Europeia para Parcerias Internacionais, Jutta Urpilainen.<br /><br />Carteira<br />Nesse sentido, o Fundo Amazônia tem hoje R$ 3,9 bilhões em recursos. No ano passado, o Fundo bateu recorde de investimentos em novos projetos, após quatro anos desativado. <br /><br />Hoje o Fundo apoia 114 projetos, que vão do Arco da Restauração (maior projeto de restauro de florestas nativas) ao fortalecimento do Corpo de Bombeiros no enfrentamento a incêndios e o combate ao crime organizado na região.<br /><br />Os recursos destinados aos projetos são não reembolsáveis. Cerca de 240 mil pessoas são beneficiadas com atividades produtivas sustentáveis.<br /><br />Leia mais<br />União Europeia investirá 450 milhões de euros na Amazônia<br />BEI<br />Ao mesmo tempo, além da doação da EU ao Fundo Amazônia, o presidente do BNDES também anunciou que foram concluídas as negociações com o Banco Europeu de Investimentos (BEI).<br />Trata-se do financiamento, “em condições muito favoráveis” de 300 milhões de euros, também vinculado à transição energética, economia verde e transição digital.<br /><br />É um empréstimo bem importante. Nós já concluímos também a garantia soberana do Ministério da Fazenda e, agora, vai para o Senado Federal. Assim que for aprovado pela comissão, estarão liberados os recursos. É mais dinheiro para nossa economia”, explicou Mercadante, destacando que a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no cenário internacional abre o país para novos investimentos. “O Brasil está no centro da diplomacia global e o presidente Lula tem uma liderança que nós nunca tivemos em nenhum momento da história.</p>
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<p><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: BNC AMAZONAS</p>
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		<title>Lula lança programa de recuperação de pastagens degradadas em evento no Palácio do Planalto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Nov 2023 23:42:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[COP28]]></category>
		<category><![CDATA[custos]]></category>
		<category><![CDATA[GST]]></category>
		<category><![CDATA[recuperação de hectares]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve lançar o programa de recuperação e conversão de pastagens degradadas no dia (22) de novembro em evento no Palácio do Planalto. A data foi mencionada pelo ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, esta semana, durante a 6ª edição do Fórum Brasil...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve lançar o programa de recuperação e conversão de pastagens degradadas no dia (22) de novembro em evento no Palácio do Planalto. A data foi mencionada pelo ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, esta semana, durante a 6ª edição do Fórum Brasil de Investimento 2023 (BIF 23), no Palácio Itamaraty, em Brasília.</p>
<p>A pretensão do governo é regenerar até 40 milhões de hectares de pastagens em um período entre 10 e 15 anos. A área equivale a 40 milhões de estádios de futebol. “Vamos incorporar mais 40 milhões de hectares ao sistema produtivo usando áreas de pastagens degradadas. Áreas que estão no sistema produtivo já antropizado, mas que não rendem aquilo que deveriam render, mas têm um bom perfil”, disse Fávaro no evento.</p>
<p>O ministro calcula que a incorporação das áreas degradadas exigirá investimentos. “Se o custo médio de investimento com equipamentos, armazéns, máquinas, precisa-se de US$ 3 mil por hectare, nós estamos falando de US$ 120 bilhões. Por isso, é importante que fundos privados participem e aceleremos os projetos para obtermos ganhos de oportunidades.”</p>
<p>Na avaliação de Fávaro, o papel do governo com o programa será de “oferecer oportunidades de financiamentos pelo BNDES e pelo Banco do Brasil, instituições com capilaridade no agronegócio que podem financiar o manejo ao pequeno e médio produtor.” Carlos Fávaro, no entanto, não descarta instituições financeiras particulares. “Também estamos abertos a outros bancos privados para o financiamento.”</p>
<p>“Por ora, nós vamos regulamentar, e o presidente falará disso no dia 22, no Palácio do Planalto, às 10h, dizendo qual o papel do governo, ou seja, a institucionalidade de boas práticas no agro, buscando a certificação e as boas práticas no mercado de carbono”, adiantou o ministro.</p>
<h3>Total de áreas</h3>
<p>Conforme dados da Embrapa, a área de pastagens naturais e plantadas no Brasil soma cerca de 160 milhões de hectares. Desse total, 58 milhões de hectares são considerados em “boas condições para cultivo”, 66 milhões de qualidade “intermediária” e 35 milhões “em degradação severa”.</p>
<p>A degradação dos solos acontece por causa da atividade humana e da ação natural. “Nós estamos em um ambiente de clima tropical. Temos chuvas bastante intensas”, pontua Marcelo Morandi, chefe da Assessoria Internacional da Embrapa. “Obviamente, que a atividade humana sobre essas áreas, se não for muito bem cuidada, ou se tiver algum evento extremo associado a um manejo não adequado, tem uma tendência de haver degradação”, explica. Em alguns terrenos, conforme declividade, pode ocorrer erosão.</p>
<p>A recuperação de pastagens serve para replantio de florestas, cultivo de lavouras e exploração da pecuária. No caso da criação de gado, a regeneração do solo permite o crescimento de capim de maior qualidade e de forma mais rápida. Mais animais podem pastar na área. O tempo de engorda do boi se acelera e o volume de carne obtido aumenta por hectare. A produtividade cresce sem exigir mais desmatamento.</p>
<h3>COP 28</h3>
<p>O lançamento antecede a 28ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP28), prevista para ocorrer em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, entre os dias 30 de novembro e 12 de dezembro. O presidente Lula deverá participar da COP nos dias 1 e 2 de dezembro, durante a reunião de cúpula com 140 chefes de Estado e de governo.</p>
<p>O Brasil terá uma delegação em torno 1,5 mil participantes da sociedade civil, de empresas privadas, do Congresso Nacional, de governos estaduais e do governo federal. Além do presidente e do ministro da Agricultura e Pecuária, deverão participar da conferência os titulares das pastas da Fazenda, Meio Ambiente e Mudança do Clima, Relações Exteriores, Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Saúde, Minas e Energia e Cidades.</p>
<p>A recuperação de pastagens será tema de painel no Pavilhão Brasil na COP 28. No total, deverão ocorrer 120 painéis promovidos pelo governo, sociedade civil e iniciativa privada. A regeneração de terras é uma das estratégias contidas no Plano de Transformação Ecológica, considerada pelo governo como uma das vitrines que o Brasil deverá exibir para a comunidade ambientalista internacional.</p>
<p>A Embrapa desenvolve tecnologias para a recuperação e conversão de pastagens desde 2010, quando a estatal iniciou o Plano ABC para agricultura de baixo carbono.</p>
<p>A COP 28 deverá fazer um balanço da implementação do Acordo de Paris (2015) no relatório chamado Global Stocktake (GST). Segundo briefing feito pelo Ministério das Relações Exteriores e o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima com jornalistas em Brasília na última quarta-feira, o Brasil deverá reforçar o compromisso de manter o aumento da temperatura média global em 1,5°C acima dos níveis pré-industriais.</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Secretário do Meio Ambiente e Serviço Florestal Brasileiro firmam acordo para avançar nas concessões florestais no Amazonas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Oct 2023 22:20:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[Lei 11.284/2006]]></category>
		<category><![CDATA[Pofe]]></category>
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		<category><![CDATA[Secretaria do Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário de Estado de Meio Ambiente, Eduardo Taveira, esteve reunido, nesta quinta-feira (05), com o diretor-geral do Serviço Florestal Brasileiro (SFB), Garo Joseph Batmanian, acompanhado pelo diretor de Concessão Florestal e Monitoramento do SFB, Renato Rosenberg, para deliberar uma assinatura de Acordo de Cooperação Técnica para avançar nos planos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário de Estado de Meio Ambiente, Eduardo Taveira, esteve reunido, nesta quinta-feira (05), com o diretor-geral do Serviço Florestal Brasileiro (SFB), Garo Joseph Batmanian, acompanhado pelo diretor de Concessão Florestal e Monitoramento do SFB, Renato Rosenberg, para deliberar uma assinatura de Acordo de Cooperação Técnica para avançar nos planos de concessões florestais no Amazonas.</p>
<p>A política de concessões florestais é um dos principais programas da agenda de desenvolvimento do estado. Regido pela Lei de Gestão de Florestas Públicas (Lei 11.284/2006), o sistema objetiva conservar as florestas públicas brasileiras, promover a produção sustentável, estimular o desenvolvimento econômico regional e melhorar a qualidade de vida das populações que vivem no entorno dessas áreas.</p>
<p>A Lei de Gestão de Florestas Públicas permite a Pessoas Jurídicas, incluindo empresas, cooperativas e associações de comunidades locais, a realização do manejo florestal sustentável para extrair produtos madeireiros e não madeireiros, e para oferecer serviços de turismo.</p>
<p>“Nesse momento de crise ambiental, temos buscado alternativas econômicas que possam ser mais compatíveis com a floresta em pé, e que ajudem a diversificar a matriz econômica do estado do Amazonas. Nós já temos um registro de oito florestas que estão aptas para estudo de concessão, e viemos aqui no SFB para alinhar essa agenda, e com isso avançar, esse ano ainda, na maioria das concessões que estamos propondo”, disse o secretário da Sema.</p>
<p>Na reunião, foram discutidas as possibilidades de avanço nas outorgas florestais com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com menos riscos e custos para o estado na implementação das concessões.</p>
<p>Também foi proposta a construção de uma agenda de capacitação local das estruturas do Estado sobre processos licitatórios de concessão, além de uma agenda de outorgas de áreas públicas para restauração, tanto ecológica quanto produtiva.</p>
<p>“A concessão florestal é um mecanismo que, ao mesmo tempo que gera renda para os municípios e para o estado, também ajuda muito na conservação ambiental, em especial de áreas que têm maior pressão do desmatamento. Queremos avançar muito no desenvolvimento da economia da floresta”, pontuou Taveira.</p>
<h3>Concessões florestais no Amazonas</h3>
<p>A Floresta Estadual de Maués é uma das oito Unidades de Conservação geridas pela Sema Amazonas aptas para concessões destinadas ao manejo sustentável e, atualmente, está prestes a se tornar a primeira UC a realizar a concessão. Foram realizados, com o apoio do projeto Paisagens Sustentáveis da Amazônia, estudos de precificação, infraestrutura e logística de outorga, além de um serviço de consultoria contratado e em operação, destinado a realizar o Inventário Florestal amostral no município.</p>
<p>Simultaneamente, por meio da Sema, está em elaboração o edital de concessão florestal, bem como de seus respectivos anexos, que totalizam 18 documentos técnicos para embasamento e verificação de viabilidade das etapas posteriores de Concorrência Pública, Assinatura do Contrato, Gestão Administrativa, Monitoramento e Repasse dos Recursos.</p>
<p>Conforme o Plano de Outorga Florestal do Estado (Pofe), também estão aptas as florestas estaduais de Apuí, Aripuanã, Sucunduri, Canutama, Tapauá, Manicoré e Rio Urubu.</p>
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<p>Com informações da assessoria</p>
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		<title>Produtores rurais em áreas de risco terão flexibilidade no crédito agrícola</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/produtores-rurais-em-areas-de-risco-terao-flexibilidade-no-credito-agricola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Aug 2023 13:40:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ajuda no crédito rural]]></category>
		<category><![CDATA[áreas de risco]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Proagro]]></category>
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					<description><![CDATA[Os produtores rurais de áreas classificadas como de riscos climáticos terão mais flexibilidade para contratar operações de crédito rural de custeio agrícola. O Conselho Monetário Nacional (CMN) dispensou a exigência de seguro rural ou de enquadramento obrigatório no Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) para produtores dessas áreas em...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os produtores rurais de áreas classificadas como de riscos climáticos terão mais flexibilidade para contratar operações de crédito rural de custeio agrícola. O Conselho Monetário Nacional (CMN) dispensou a exigência de seguro rural ou de enquadramento obrigatório no Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro) para produtores dessas áreas em empréstimos de até R$ 335 mil com recursos controlados.</p>
<p>A dispensa valerá até junho de 2024 e beneficiará produtores cujas lavouras estejam dentro do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), definido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária. A flexibilização só será aplicada se o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou o Cadastro Ambiental Rural (CAR) do tomador do empréstimo tiver pelo menos sete perdas de safra, consecutivas ou não, nos cinco anos agrícolas (que vão de julho de um ano a junho do ano seguinte) em que ocorreu o pedido de enquadramento no Proagro.</p>
<p>O CMN também autorizou uma nova rodada de renegociações de empréstimos de crédito rural para investimentos (compra de equipamentos ou modernização de propriedades rurais) com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Cada produtor poderá renegociar cada operação três vezes, em vez do limite atual de duas, em caso de incapacidade de pagamento, por dificuldade de comercialização, quebra de safra ou entraves ao plantio e à colheita.</p>
<p>Com a medida, os médios e grandes produtores rurais passaram a ter o mesmo tratamento dos agricultores familiares. Em junho, os financiamentos de investimento concedidos pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) em atraso passaram a ser renegociados até três vezes. Desde 2005, os financiamentos rurais com recursos do BNDES podem prorrogar as operações de investimento em caso de dificuldade de pagamento até o limite de 8% da soma das parcelas com vencimento no respectivo ano em cada instituição financeira.</p>
<p>Na reunião de quinta-feira (24), o CMN também aprovou os preços de referência para os produtos agropecuários e da aquicultura que terão vigência a partir do ano agrícola 2023/2024. Definidos com base nos custos de produção ou dos preços médios de mercado, esses preços são considerados em linhas especiais para estocagem de produtos e nas linhas que garantem o preço mínimo na aquisição por cooperativas, agroindústrias e outras empresas que beneficiam ou industrializam os produtos amparados pela política de preços de referência.</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>BNDES: Venezuela e Cuba devem mais de R$ 2,7 bilhões</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/bndes-venezuela-e-cuba-devem-mais-de-r-27-bilhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2023 14:16:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva e o líder venezuelano Nicolás Maduro Foto: PT/Ricardo StuckertO Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) fez empréstimos para Venezuela e Cuba que não foram pagos. O valor total das dívidas é de 529 milhões de dólares, o que passa de R$ 2,7 bilhões....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Luiz Inácio Lula da Silva e o líder venezuelano Nicolás Maduro Foto: PT/Ricardo Stuckert<br />O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) fez empréstimos para Venezuela e Cuba que não foram pagos. O valor total das dívidas é de 529 milhões de dólares, o que passa de R$ 2,7 bilhões.<br /><br />A quantia é 25% do que foi emprestado aos países durante os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.</p>
<p>Como os países amigos do Partido dos Trabalhadores deram calote, o Tesouro Nacional cobriu as dívidas.</p>
<p>Para se ter uma ideia, dos 656 milhões de dólares emprestados a Cuba, 407 milhões ainda estão por vencer. Vale lembrar que o governo federal aceitou charutos cubanos como garantia para o empréstimo do dinheiro que ajudou a construir o Porto de Mariel.</p>
<p>O Fundo de Garantia à Exportação (FGE), que é custeado pelo Tesouro, teve que quitar 211 prestações atrasadas. Outras 13 ainda estão por pagar.</p>
<p>Já na Venezuela foram 122 milhões de dólares em aberto. O FGE já custeou 641 prestações com dinheiro do contribuinte brasileiro. Outras 41 parcelas estão por pagar.</p>
<p>*Pleno.News</p>
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		<title>Câmara aprova projeto de lei que libera Mercadante no BNDES</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/camara-aprova-projeto-de-lei-que-libera-mercadante-no-bndes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Dec 2022 14:02:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[Mercadante]]></category>
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					<description><![CDATA[Em uma votação relâmpago realizada na noite desta terça-feira (13), a Câmara dos Deputados aprovou um projeto que muda a chamada Lei das Estatais e reduz para 30 dias a quarentena de indicados a ocupar cargos de presidente e diretor de empresas públicas. Atualmente, esse período é de três anos....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em uma votação relâmpago realizada na noite desta terça-feira (13), a Câmara dos Deputados aprovou um projeto que muda a chamada Lei das Estatais e reduz para 30 dias a quarentena de indicados a ocupar cargos de presidente e diretor de empresas públicas. Atualmente, esse período é de três anos.</p>
<p>De acordo com o atual texto da Lei das Estatais, é vedada a indicação de pessoas que tenham atuado, nos últimos 36 meses, como participante de estrutura decisória de partido político, ou em trabalho vinculado à organização, estruturação e realização de campanha eleitoral, para o conselho de administração e para a diretoria das empresas públicas.</p>
<p>A redução para 30 dias aprovada na Câmara pode beneficiar o ex-ministro <a href="http://pleno.news/tag/aloizio-mercadante" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Aloizio Mercadante</a>, indicado nesta terça como presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico Social (BNDES) no governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Mercadante atuou na elaboração do plano de governo do petista.</p>
<p>O texto-base, que tem autoria da deputada Celina Leão (PP-DF), foi aprovado por 314 a 66. Somente PSDB e Novo orientaram contra o projeto. Os deputados rejeitaram um destaque do Novo para mudar a quarentena. Com isso, a proposta segue agora para o Senado.</p>
<p>O projeto de lei foi relatado pela deputada Margarete Coelho (PP-PI), que foi a responsável por inserir às pressas, nesta terça, a alteração envolvendo cargos de presidência e diretor no substitutivo aprovado. Na prática, o texto relatado por Margarete retira a menção aos 36 meses e inclui um trecho que diz apenas que há vedação para a pessoa que atue em estrutura decisória de partido político ou em trabalho vinculado a campanha eleitoral.</p>
<p>No entanto, o projeto estabelece que os novos gestores que comprovarem o seu desligamento da atividade incompatível com antecedência mínima de 30 dias em relação à posse como administrador de empresa pública ou sociedade de economia mista, bem como membros de conselhos da administração, poderão assumir os cargos.</p>
<p>Para justificar a medida, Margarete alegou que existiria um “certo exacerbamento” de prazo com as regras atuais e declarou que a mudança foi pensada para beneficiar políticos de cidades menores. O deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS), porém, discordou da justificativa.</p>
<p>– A emenda tem nome e sobrenome: Emenda Aloizio Mercadante. Não é possível (…). Com todo respeito à relatora, mas é caçoar da inteligência dos colegas. Hoje mesmo Aloizio Mercadante foi anunciado como presidente do BNDES. Hoje mesmo todos estão dizendo que isso é um absurdo sob ponto de vista da lei das estatais – disse o parlamentar.</p>
<p>Além de afetar as empresas públicas, a medida também reduz de 36 meses para 30 dias a quarentena para indicados a conselho diretor ou diretoria colegiada de agências reguladoras. Outra mudança proposta no projeto aprovado é a ampliação de 0,5% para 2% o limite de despesas com publicidade e patrocínio da empresa pública e da sociedade de economia mista.</p>
<p>*Pleno.News</p>
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