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	<title>bloqueio de emendas - Portal NDC</title>
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		<title>Amazonas é atingido em R$ 260 milhões no bloqueio de emendas pelo STF</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Dec 2024 12:36:11 +0000</pubDate>
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<p>Valor está incluído na ordem de Flávio Dino que suspendeu pagamento de R$ 4,2 bilhões<br /><br />As prefeituras do Amazonas e de todo o país acordaram neste dia 26 de dezembro com um “presente de grego” no Natal 2024: suas contas estão bloqueadas para receber emendas parlamentares advindas do orçamento da União, especialmente de comissões.<br /><br />De acordo com o presidente da Associação Amazonense de Municípios (AAM), Anderson Sousa, que também é prefeito de Rio Preto da Eva, essa decisão do ministro Flávio Dino bloqueia mais de 150 milhões para a saúde no Amazonas.<br /><br />Na verdade, o total de recursos bloqueados para o Amazonas chega a R$ 260,9 milhões envolvendo recursos aprovados da comissão de saúde (R$ 150 milhões), pecuária e abastecimento rural (R$ 8 milhões), desenvolvimento urbano (R$ 23,7 milhões), integração nacional e desenvolvimento regional (R$ 5,6 milhões), turismo (R$ 72,8 milhões) e esporte (R$ 4,7 milhões).<br /><br />Mas, grande parte desses recursos foi empenhada (autorizados a pagar), liquidada e paga. Nesse caso, só haverá bloqueio, pela decisão judicial, se a prefeitura não tiver tirado o dinheiro da conta para pagar o custeio das obras e ações.<br /><br />Dessa forma, Dino determinou, na última segunda-feira (23), a suspensão imediata do pagamento de 5.449 emendas de comissão, que somam R$ 4,2 bilhões do orçamento da União. E ainda determinou que a Polícia Federal investigue supostas irregularidades cometidas pelos parlamentares nessas liberações de recursos.<br /><br />A suspensão vale até que a Câmara dos Deputados apresente as atas das sessões das comissões permanentes da casa nas quais teriam sido aprovadas as destinações das emendas.<br /><br />Dino atendeu a um questionamento feito pelo Psol referente ao ofício autorizando a execução das emendas, enviado pela Câmara dos Deputados ao poder Executivo.<br /><br />Diante da suspeita de irregularidades nas emendas, o ministro determinou a abertura de investigação pela Polícia Federal.<br /><br />O ministro é relator de todas as ações em tramitação no STF que tratam de emendas parlamentares.</p>
<h4 id="h-emendas-bloqueadas" class="wp-block-heading"><strong>Emendas bloqueadas</strong></h4>
<p>• Comissão de Pecuária, Aquicultura e Abastecimento Rural – R$ 8.022.000 – para apoio e fomento ao setor agropecuário;</p>
<p>• Comissão de Assuntos Sociais –R$ 63.093.314 para o Fundo Nacional de Saúde custear serviços de assistência hospitalar e ambulatorial;</p>
<p>• Comissão da Saúde – R$ 83.298.878 para atenção primária e estruturação de unidades hospitalares;</p>
<p>• Comissão de Desenvolvimento Urbano – R$ 23.700.024 para implantação e qualificação viária;</p>
<p>• Comissão de Integração Nacional e Desenvolvimento Regional – R$ 5.672.180 para apoiar projetos de desenvolvimento sustentável no Amazonas;</p>
<p>• Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo – R$ 67.300.000 para custeio de atenção primária em saúde, política nacional de desenvolvimento urbano e apoio a projetos de Infraestrutura turística;</p>
<p>• Comissão de Turismo – R$ 5.053.786 para apoio a projetos de infraestrutura turística;</p>
<p>• Comissão de Esporte – R$ 4.775.654 para implantação e modernização de Infraestrutura para esporte amador, educacional, recreativo e de lazer.</p>
<p>Portanto, o total de emendas de comissão aprovadas por parlamentares do Amazonas, em 2024, somam R$ 260.915.812.</p>
<p>Caso as prefeituras e órgãos beneficiários não gastaram tais recursos, eles estão bloqueados pela decisão do ministro.</p>
<h4 id="h-prejuizo-aos-municipios" class="wp-block-heading"><strong>Prejuízo aos municípios</strong></h4>
<p>Para o prefeito de Coari, Keitton Pinheiro, o bloqueio judicial das emendas parlamentares individuais, efetivado nesta segunda-feira, causa-lhe enorme preocupação, especialmente por seu impacto nos municípios do Amazonas.</p>
<p>“Essa decisão, que compromete mais de R$150 milhões destinados ao estado, afeta diretamente as finanças municipais, inviabiliza o fechamento dos mandatos atuais e prejudica gravemente o início das novas gestões”, disse o prefeito que está deixando o cargo no próximo dia 31.</p>
<p>Ainda de acordo com o prefeito, os valores bloqueados seriam essenciais à gestão municipal para poder honrar compromissos com fornecedores, contratos em vigor e despesas fundamentais para o funcionamento diário da administração municipal.</p>
<p>Assim, reafirmou que bloqueio dos recursos coloca em risco não apenas a governabilidade, mas também o atendimento às demandas da população.</p>
<p>“Reafirmo meu repúdio a essa decisão e ressalto ainda que a Associação Amazonense de Municípios já está mobilizada e trabalhando ativamente para que os recursos sejam liberados, reconhecendo a urgência dessa situação.</p>
<h4 id="h-transparencia" class="wp-block-heading"><strong>Transparência</strong></h4>
<p>Já o deputado federal Alberto Neto (PL-AM) disse que o papel é de lutar sempre por mais transparência das emendas parlamentares no uso do recurso público, pois, é por meio dela que faz o combate à corrupção.</p>
<p>“Agora, o ministro Flávio Dino, ao tomar essa medida arbitrária, faz com que o recurso não chegue lá na ponta e nem sempre esse recurso, na maioria das vezes, não vai para corrupção. Então, o recurso da saúde pública, que o prefeito vai pagar, o enfermeiro, o médico, pessoas podem morrer por falta desse recurso público, isso é muito grave”.</p>
<p>Do mesmo modo, o parlamentar citou os órgãos de controle dos recursos federais como a CGU (Controladoria-Geral da União, nos estados, os tribunais de contas para fazer esse controle.</p>
<h4 id="h-emendas-ao-amazonas" class="wp-block-heading"><strong>Emendas ao Amazonas</strong></h4>
<p>Em suas redes sociais, o senador Plínio Valério (PSDB-AM) disse que quando foi deputado federal e senador, o ministro utilizou suas emendas para beneficiar seu estado.</p>
<p>Agora, como ministro do Supremo Tribunal Federal, interfere diretamente nesse processo, prejudicando os municípios, que acabam sem os recursos necessários.</p>
<p>“Minhas emendas são totalmente transparentes e faço questão de prestar contas de cada uma delas. Minhas emendas já beneficiaram todos os 62 municípios do Amazonas e todos os hospitais de Manaus. Pela primeira vez, comunidades indígenas que nunca foram beneficiadas estão recebendo atenção. Não é favor, é obrigação. É o dinheiro do povo”.</p>
<p>Mas, quem respondeu os comentários de Valério foi o ex-deputado Marcelo Ramos (PT).</p>
<p>“As emendas de comissão, que foram suspensas pela decisão do STF, não existiam quando o ministro Dino foi deputado. Ele usou emendas individuais impositivas, que têm transparência de quem indicou, quem recebeu e com qual objetivo. Essas não foram suspensas. Estão suspensas as emendas de comissão por falta de transparência”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: BNC Amazonas</p>
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