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	<title>biomas - Portal NDC</title>
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		<title>Pantanal poderá ter crise hídrica histórica em 2024, aponta estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jul 2024 14:01:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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<p>Bioma está cada vez mais seco, o que o torna mais vulnerável<br /><br />O Pantanal enfrenta desde 2019 o período mais seco das últimas quatro décadas e a tendência é que 2024 tenha a pior crise hídrica já observada no bioma, de acordo com um estudo inédito lançado nesta quarta-feira (3). Os resultados apontam que, nos primeiros quatro meses do ano, quando deveria ocorrer o ápice das inundações, a média de área coberta por água foi menor do que a do período de seca do ano passado.<br /><br />O estudo foi encomendado pelo WWF-Brasil e realizado pela empresa especializada ArcPlan, com financiamento do WWF-Japão. O diferencial em relação a outras análises baseadas em dados de satélite é o uso de dados do satélite Planet.<br /><br />“Graças à alta sensibilidade do sensor do satélite Planet, pudemos mapear a área que é coberta pela água quando os rios transbordam. Ao analisar os dados, observamos que o pulso de cheias não aconteceu em 2024. Mesmo nos meses em que é esperado esse transbordamento, tão importante para a manutenção do sistema pantaneiro, ele não ocorreu”, ressalta Helga Correa, especialista em conservação do WWF-Brasil que é também uma das autoras do estudo.<br /><br />“De forma geral, considera-se que há uma seca quando o nível do Rio Paraguai está abaixo de 4 metros. Em 2024, essa medida não passou de 1 metro. O nível do Rio Paraguai nos cinco primeiros meses deste ano esteve, em média, 68% abaixo da média esperada para o período”, afirma Helga. “O que nos preocupa é que, de agora em diante, o Pantanal tende a secar ainda mais até outubro. Nesse cenário, é preciso reforçar todos os alertas para a necessidade urgente de medidas de prevenção e adaptação à seca e para a possibilidade de grandes incêndios.”<br /><br />Na Bacia do Alto Rio Paraguai, onde se situa o Pantanal, a estação chuvosa ocorre entre os meses de outubro e abril, e a estação seca, entre maio e setembro. De acordo com o estudo, entre janeiro e abril de 2024, a média da área coberta por água foi de 400 mil hectares, em pleno período de cheias, abaixo da média de 440 mil hectares registrada na estação seca de 2023.<br /><br />De acordo com os autores do estudo, os resultados apontam uma realidade preocupante: o Pantanal está cada vez mais seco, o que o torna mais vulnerável, aumentando as ameaças à sua biodiversidade, aos seus recursos naturais e ao modo de vida da população pantaneira. A sucessão de anos com poucas cheias e secas extremas poderá mudar permanentemente o ecossistema do Pantanal, com consequências drásticas para a riqueza e a abundância de espécies de fauna e flora, com grandes impactos também na economia local, que depende da navegabilidade dos rios e da diversidade de fauna.<br /><br />“O Pantanal é uma das áreas úmidas mais biodiversas do mundo ainda preservadas. É um patrimônio que precisamos conservar, por sua importância para o modo de vida das pessoas e para a manutenção da biodiversidade”, ressalta Helga.<br /><br />Além dos eventos climáticos que agravam a seca, a redução da disponibilidade de água no Pantanal tem relação com ações humanas que degradam o bioma, como a construção de barragens e estradas, o desmatamento e as queimadas, explica Helga.<br /><br />De acordo com a especialista em conservação do WWF-Brasil, diversos estudos já indicam que o acúmulo desses processos degradação, acentuados pelas mudanças climáticas, pode levar o Pantanal a se aproximar de um ponto de não retorno &#8211; isto é, perder sua capacidade de recuperação natural, com redução abrupta de espécies a partir de um certo percentual de destruição.<br /><br />Outra preocupação é que as sucessivas secas extremas e as queimadas por elas potencializadas afetam a qualidade da água devido à entrada de cinzas no sistema hídrico, causando mortalidade de peixes e retirando o acesso à água das comunidades. “É preciso agir de forma urgente e mapear onde estão as populações tradicionais e pequenas comunidades que ficam vulneráveis à seca e à degradação da qualidade da água”, diz ela.<br /><br />A nota técnica traz uma série de recomendações como mapear as ameaças que causam maiores impactos aos corpos hídricos do Pantanal, considerando principalmente a dinâmica na região de cabeceiras; fortalecer e ampliar políticas públicas para frear o desmatamento; restaurar áreas de Proteção Permanente (APPs) nas cabeceiras, a fim de melhorar a infiltração da água e diminuir a erosão do solo e o assoreamento dos rios, aumentando a qualidade e a quantidade de água tanto no planalto quanto na planície, e apoiar a valorização de comunidades, de proprietários e do setor produtivo que desenvolvem boas práticas e dão escala a ações produtivas sustentáveis.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Desmatamento cresceu 20% em 2021, afetando todos os biomas do país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jul 2022 13:28:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[biomas]]></category>
		<category><![CDATA[cresceu 20%]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 2021, o Brasil perdeu 16,5 mil quilômetros quadrados de cobertura de vegetação nativa. O número representa aumento de 20% em relação a 2020. A velocidade dos eventos também sofreu aceleração: em 2021, o Brasil perdeu 189 hectares por hora. As informações constam no Relatório Anual do Desmatamento no Brasil, lançado nesta segunda-feira (18/7) pela rede MapBiomas. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-917005576" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Em 2021, o Brasil perdeu 16,5 mil quilômetros quadrados de cobertura de vegetação nativa. O número representa aumento de 20% em relação a 2020.</p>
<p data-gtm-vis-recent-on-screen-8752935_845="2687" data-gtm-vis-first-on-screen-8752935_845="2687" data-gtm-vis-total-visible-time-8752935_845="100" data-gtm-vis-has-fired-8752935_845="1">A <a href="https://www.metropoles.com/brasil/meio-ambiente-brasil/junho-bate-recorde-de-desmatamento-ilegal-na-amazonia-pelo-3o-ano" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">velocidade dos eventos também sofreu aceleração</a>: em 2021, o Brasil perdeu 189 hectares por hora. As informações constam no Relatório Anual do Desmatamento no Brasil, lançado nesta segunda-feira (18/7) pela rede <a href="https://mapbiomas.org/o-projeto" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">MapBiomas</a>.</p>
<p>Segundo o estudo, os seis biomas brasileiros tiveram crescimento no índice de desmatamento. A <a href="https://www.metropoles.com/tag/amazonia" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">área mais impactada foi a Amazônia, que concentrou 59% das perdas de 2021.</a></p>
<blockquote>
<p>Foram mais de 977 mil hectares de vegetação nativa destruída no local, um crescimento de quase 155 em relação a 2020.</p>
</blockquote>
<p>Somente neste bioma, foram desmatados 111,6 hectares por hora, ou 1,9 hectare por minuto — o equivalente a 18 árvores por segundo.</p>
<p>Em segundo lugar na lista aparece o Cerrado, com cerca de 500 mil hectares desmatados em 2021. O bioma concentrou 30,2% do desmatamento no Brasil no ano passado. Depois, aparecem a Caatinga (7%), a Mata Atlântica (1,8%), o Pantanal (1,7%) e o Pampa (0,1%).</p>
<p>O relatório também listou os estados com maior índice de desmatamento: Pará (24,3% do total), Amazonas (11,8%), Mato Grosso (11,5%), Maranhão (10,1%) e Bahia (9,2%). Juntas, as unidades federativas responderam por 67% da área desmatada no Brasil no passado.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4204" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Copia-de-3-Cards_Galeria_de_Fotos-37-1024x683-1.jpg" alt="" width="1024" height="683" /></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4205" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/07/280921-IE-painel-do-fogo-combate-ao-fogo-na-amazonia-097.jpg" alt="" width="958" height="639" /></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4207" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/07/Fogo-painel-2-e1644011586511.jpg" alt="" width="600" height="400" /></p>
<h4>Tendência de aumento</h4>
<p>O crescimento dos índices de desmatamento tem sido recorrente, aponta o relatório. Segundo o MapBiomas, entre 2019 e 2021, a área desmatada alcançou 42 mil quilômetros quadrados, quase a área do estado do Rio de Janeiro.</p>
<p>Nos últimos anos, a indústria da agropecuária foi o principal vetor de pressão para o problema, representando 97,8% dos casos registrados.</p>
<p>Em seguida, aparecem outros vetores, como pressão por construção de usinas eólicas e solares (1,3%), garimpo9 (0,6%), expansão urbana (0,2%) e mineração (0,1%).</p>
<p>Fotos: Igo Estrela / Metrópoles</p>
<p>Fonte: Metrópoles</p>
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