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	<title>banco central - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
	<lastBuildDate>Tue, 24 Mar 2026 18:05:43 +0000</lastBuildDate>
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	<title>banco central - Portal NDC</title>
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		<title>Ata do Copom: BC não indica mais cortes na taxa de juros</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ata-do-copom-bc-nao-indica-mais-cortes-na-taxa-de-juros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 18:05:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[COPOM]]></category>
		<category><![CDATA[taxa de juros]]></category>
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					<description><![CDATA[Ata da reunião da semana passada foi divulgada nesta terça O Banco Central (BC) não indicou um novo corte na taxa Selic, os juros básicos da economia. Em meio às tensões em torno da guerra no Oriente Médio, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC afirmou que a magnitude e o “ciclo de calibração” [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-601894685" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Ata da reunião da semana passada foi divulgada nesta terça</p>
<p>O Banco Central (BC) não indicou um novo corte na taxa Selic, os juros básicos da economia. Em meio às tensões em torno da guerra no Oriente Médio, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC afirmou que a magnitude e o “ciclo de calibração” (para cima ou para baixo) da Selic serão determinados “ao longo do tempo”, à medida que novas informações forem incorporadas às análises.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1683284&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1683284&amp;o=node" /></p>
<p><strong>As informações estão na ata da reunião do Copom da semana passada, divulgada nesta terça-feira (24). Na ocasião, o colegiado reduziu os juros em de 0,25 ponto percentual, para 14,75% ao ano.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Essa decisão é compatível com o cenário atual, no qual a duração e extensão dos conflitos geopolíticos, assim como sinais mistos sobre o ritmo de desaceleração da atividade econômica e seus efeitos sobre o nível de preços, dificultam a identificação de tendências claras”, diz a ata.</p>
</blockquote>
<p><strong>Antes da escalada do conflito no Irã, a expectativa predominante era de um corte de 0,5 ponto percentual na taxa. Para o Copom, a atual conjuntura exige “perseverança, firmeza e serenidade” na condução da política monetária e uma restrição maior e por mais tempo do que seria apropriado antes.</strong></p>
<p>“As expectativas de inflação, medidas por diferentes instrumentos e obtidas de diferentes grupos de agentes, que seguiam em trajetória de declínio, subiram após o início dos conflitos no Oriente Médio, permanecendo acima da meta de inflação em todos os horizontes. Foi ressaltado que o custo de desinflação sobre o nível de atividade ao longo do tempo é maior em ambientes com expectativas desancoradas”, explicou o BC.</p>
<p><strong>“No cenário atual, caracterizado por forte aumento da incerteza, o Comitê reafirma serenidade e cautela na condução da política monetária</strong>, de forma que os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo do tempo [principalmente de commodities, como o petróleo]”, diz a ata.</p>
<p>A taxa básica de juros serve de referência para as demais taxas da economia e é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle.</p>
<p>Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5%, e o superior, 4,5%. Para este ano, a previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; referência oficial da inflação no país – subiu para 4,17%, de acordo com o último boletim do BC.</p>
<p><strong>Os analistas também estimam que a Selic termine 2026 em 12,5% ao ano.</strong></p>
<p>Desde junho do ano passado, a Selic estava em 15% ao ano. A última vez em que o Copom reduziu os juros foi em maio de 2024, quando a Selic passou de 10,75% para 10,5% ao ano. Em setembro do mesmo ano, a taxa começou a ser elevada, até chegar aos 15% ao ano.</p>
<h2>Cenários</h2>
<p>De acordo com ata divulgada hoje, até o início dos conflitos, as leituras indicavam algum arrefecimento da inflação e crescimento econômico compatível com a política monetária em curso. Por isso, na reunião de janeiro, o Copom julgou adequado sinalizar o início de um ciclo de calibração da taxa básica de juros, ainda que mantendo seu caráter restritivo.</p>
<p>Mas a incerteza com relação ao cenário externo se elevou consideravelmente, avaliou o colegiado.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Além do agravamento das tensões geopolíticas, novas incertezas com relação à política econômica dos Estados Unidos colaboraram para tornar esse cenário ainda mais incerto”, diz a ata.</p>
</blockquote>
<p><strong>Sobre o ambiente doméstico, o Copom reafirma que a saúde das contas públicas também é fator determinante para o sucesso do controle da inflação</strong>. Segundo o BC, a política fiscal não apenas estimula a demanda no curto prazo, mas molda a confiança dos investidores na sustentabilidade da dívida brasileira.</p>
<p>O Copom enfatizou que uma política fiscal contracíclica — aquela que ajuda a equilibrar a economia em momentos de euforia ou retração — é essencial para reduzir o &#8220;prêmio de risco&#8221;. Quando o mercado percebe incerteza sobre o pagamento da dívida pública, exige juros mais altos para emprestar dinheiro ao país.</p>
<p>“O esmorecimento no esforço de reformas estruturais e disciplina fiscal, o aumento de crédito direcionado e as incertezas sobre a estabilização da dívida pública têm o potencial de elevar a taxa de juros neutra da economia, com impactos deletérios sobre a potência da política monetária e, consequentemente, sobre o custo de desinflação em termos de atividade”, explicou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Veja como checar dados oficiais sobre a saúde financeira do seu banco</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/veja-como-checar-dados-oficiais-sobre-a-saude-financeira-do-seu-banco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Feb 2026 16:37:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[liquidação de bancos]]></category>
		<category><![CDATA[saúde financeira]]></category>
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					<description><![CDATA[Saber identificar fake news é fundamental para proteger o dinheiro Com a liquidação de instituições financeiras pelo Banco Central (BC) desde o fim de 2025, notícias e rumores sobre a saúde de bancos passaram a circular com mais frequência, nem sempre com informações corretas. Para o consumidor e o investidor, saber diferenciar alertas reais de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1166690746" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Saber identificar fake news é fundamental para proteger o dinheiro</p>
<p><strong>Com a liquidação de instituições financeiras pelo Banco Central (BC) desde o fim de 2025, notícias e rumores sobre a saúde de bancos passaram a circular com mais frequência, nem sempre com informações corretas. Para o consumidor e o investidor, saber diferenciar alertas reais de fake news é essencial para proteger seu dinheiro e tomar decisões seguras.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1676618&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1676618&amp;o=node" /></p>
<p>Existem ferramentas oficiais, indicadores públicos e sinais objetivos que permitem avaliar a situação financeira de um banco em funcionamento no Brasil. Nem toda notícia alarmista sobre instituições financeiras é verdadeira. </p>
<p>Antes de agir por medo, o consumidor deve consultar fontes oficiais, analisar indicadores e desconfiar de promessas exageradas. A informação de qualidade continua sendo a melhor defesa contra boatos e prejuízos.</p>
<p>Confira o passo a passo para conferir se uma notícia negativa procede ou se é apenas desinformação.</p>
<h2>1. Consulte se o banco é autorizado pelo Banco Central</h2>
<ul>
<li>O primeiro passo é verificar se a instituição é autorizada e supervisionada pelo Banco Central do Brasil.</li>
<li>Isso pode ser feito no <a href="https://www.bcb.gov.br/meubc/encontreinstituicao" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">site do BC</a>, no caminho: Meu BC → Serviços → Encontre uma instituição.</li>
<li>Bancos não autorizados não podem operar no sistema financeiro nacional.</li>
</ul>
<h2>2. Use bases oficiais de dados</h2>
<p>Três tipos de plataforma concentram informações confiáveis:</p>
<ul>
<li>Central de Demonstrações Financeiras (CDSFN), do Banco Central: na mesma página do serviço Encontre uma Instituição, com o seguinte caminho: digitar o nome da instituição  → clicar no resultado → clicar em Central de Demonstrações Financeiras;</li>
<li><a href="https://bancodata.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Site Banco Data</a>:  organiza dados financeiros de forma acessível, com esquemas visuais e cores (verde, laranja e vermelho) para indicar o risco de cada indicador;</li>
<li>Site de Relações com Investidores (RI) de cada instituição: cada instituição autorizada pelo BC é obrigada a manter uma página de relação com investidores, com todas as informações financeiras e com resumos de fácil leitura. Caminho: digitar em qualquer site de busca o nome da instituição + RI.</li>
</ul>
<p>Esses sistemas permitem analisar balanços, resultados e indicadores de risco.</p>
<h2>3. Avalie os principais indicadores de solidez</h2>
<ul>
<li>
<p>Índice de Basileia: mede a relação entre capital próprio e riscos assumidos.</p>
</li>
</ul>
<p>       &gt;&gt; Mínimo exigido no Brasil: 11% para instituições em geral, 13% para bancos cooperativos;</p>
<p>       &gt;&gt; Índice confortável: acima de 15%;</p>
<p>       &gt;&gt; Um índice de Basileia 11% significa que, para cada R$ 100 emprestados, a instituição tem 11% de recursos próprios (dos sócios e dos acionistas);</p>
<p>       &gt;&gt; Quanto maior, mais capacidade o banco tem de absorver perdas.</p>
<ul>
<li>Lucro líquido recorrente: lucros consistentes ao longo do tempo indicam boa gestão.</li>
<li>Inadimplência da carteira de crédito: percentual de empréstimos vencidos há mais de 90 dias. Índices elevados são sinal de risco.</li>
<li>Índice de imobilização: mostra quanto do capital está preso em ativos fixos (como imóveis que não podem ser vendidos em momentos de crise); valores altos reduzem a liquidez.</li>
<li>Rating de crédito: notas atribuídas por agências como Moody’s, S&amp;P e Fitch. Rebaixamentos sucessivos acendem o alerta. No caso do Banco Master, no entanto, várias agências atribuíam nota alta e risco baixo à instituição.</li>
</ul>
<h2>4. Verifique a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos</h2>
<p>Para quem investe, é fundamental confirmar se o banco é coberto pelo FGC, que garante até R$ 250 mil por Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), com teto global de R$ 1 milhão pago a cada quatro anos.</p>
<p>O FGC cobre os seguintes recursos e investimentos:</p>
<ul>
<li>Contas correntes e poupança;</li>
<li>CDB e RDB;</li>
<li>Letras financeiras dos seguintes tipos: LCI, LCA, LC, LH, LCD;</li>
<li>Depósitos a prazo;</li>
<li>Operações compromissadas com títulos elegíveis.</li>
<li>Em caso de liquidação, o FGC é o caminho para recuperar os valores dentro do limite.</li>
</ul>
<p>Recursos e investimentos não cobertos pelo FGC:</p>
<ul>
<li>CRI e CRA;</li>
<li>Debêntures;</li>
<li>Letras financeiras dos seguintes tipos: LF, LI, LIG; </li>
<li>Títulos públicos, porque esses papéis são cobertos pelo Tesouro Nacional;</li>
<li>Títulos de capitalização;</li>
<li>Fundos de renda fixa: em caso de quebra, têm CNPJ separado da instituição e podem ir para outro gestor;</li>
<li>Depósitos no exterior;</li>
<li>Depósitos judiciais.</li>
</ul>
<p><strong>O correntista deve estar ciente de que perderá esses valores em caso de quebra da instituição.</strong></p>
<h2>5. Desconfie de rentabilidade fora do padrão</h2>
<ul>
<li>Bancos pequenos oferecem taxas maiores que bancos grandes e de baixo risco;</li>
<li>Bancos em dificuldade podem oferecer taxas muito acima da média do mercado para captar recursos rapidamente;</li>
<li>Retornos extraordinários quase sempre vêm acompanhados de maior risco;</li>
<li>No caso de CDBs, a taxa máxima recomendada está em 115% do Certificado de Depósito Interbancário (CDI). O Banco Master oferecia taxas de 140% do CDI.</li>
</ul>
<h2>6. Fique atento aos sinais de alerta</h2>
<p>Não é possível prever com exatidão se um banco será liquidado, mas alguns indícios ajudam:</p>
<ul>
<li>Queda contínua do Índice de Basileia;</li>
<li>Prejuízos recorrentes nos balanços;</li>
<li>Rebaixamento de rating;</li>
<li>Notícias sobre investigações ou intervenção;</li>
<li>Ofertas agressivas de captação;</li>
<li>Entrada em regimes especiais do Banco Central, como o Regime de Administração Especial Temporária (RAET).</li>
</ul>
<p>No caso do Will Bank, liquidado recentemente, o Índice de Basileia estava negativo em 5,3% em junho de 2024. O Índice de Imobilização estava negativo em 1,9% na mesma data, mesmo com lucro líquido de R$ 55,5 bilhões.</p>
<h2>7. Compare com investimentos mais seguros</h2>
<p>Para reduzir riscos, especialistas destacam:</p>
<ul>
<li>Tesouro Direto: risco de crédito considerado o menor do país;</li>
<li>CDBs, LCIs e LCAs de grandes bancos, com alta solidez e proteção do FGC.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Haddad defende BC e diz que país enfrenta sua ‘maior fraude bancária’</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/haddad-defende-bc-e-diz-que-pais-enfrenta-sua-maior-fraude-bancaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 18:03:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriel Galípolo]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministro também afirmou que fala com Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, ‘quase diariamente’ O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu a atuação do Banco Central (BC) durate a liquidação do banco Master. Ele também chamou o caso de “maior fraude bancária” do país e afirmou que conversou com Gabriel Galípolo, presidente do BC, que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1792393430" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Ministro também afirmou que fala com Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, ‘quase diariamente’<br /><br />O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu a atuação do Banco Central (BC) durate a liquidação do banco Master. Ele também chamou o caso de “maior fraude bancária” do país e afirmou que conversou com Gabriel Galípolo, presidente do BC, que determinou a liquidação. “O caso inspira muito cuidado, podemos estar diante da maior fraude bancária do país. Temos que tomar todas cautelas devidas, com as formalidades, garantindo todo espaço para a defesa se explicar, mas ao mesmo tempo sendo bastante firmes em relação àquilo que tem de ser defendido pelo interesse público”. A liquidação ocorreu depois que investigadores descobriram a venda de carteiras de crédito com suspeita de fraudes do Master para o Banco de Brasília (BRB). Os valores são de R$ 12 bilhões.<br /><br />“Tenho falado com o presidente do BC quase que diariamente, dando todo respaldo institucional da Fazenda. Penso que temos feito um trabalho conjunto muito importante, porque envolve a Fazenda também, o caso Reag. Tem uma conexão que está sendo apurada entre os dois casos”, disse a jornalistas. A Reag é um dos fundos investigados na Operação Carbono Oculto, que foi deflagrada em 28 de agosto de 2025 pela Polícia Federal para desarticular o envolvimento do Primeiro Comando da Capital (PCC) com o setor de combustíveis.<br /><br />Haddad também afirmou que mantém contato com Vital do Rêgo, presidente do Tribunal de Contas da União. Vital teve uma reunião nesta segunda-feira (12) com o presidente do Banco Central para discutir a competência do tribunal na fiscalização da liquidação.<br /><br />“Falei com o presidente do TCU algumas vezes ao telefone na semana passada. Eu penso que houve uma convergência como ajudar, como fazer o melhor para o país conhecer a verdade, apurar responsabilidades, eventualmente obter ressarcimento dos prejuízos causados. Penso que as coisas vão caminhar para o lado certo”, disse Haddad.<br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em><br /><br /></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Mercado reduz para 4,05% expectativas da inflação para 2026</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mercado-reduz-para-405-expectativas-da-inflacao-para-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2026 16:52:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[Índice de Preços ao Consumidor Amplo]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[Demais índices do Boletim Focus permanecem estáveis O mercado financeiro reviu para baixo as expectativas de inflação para o ano de 2026. De acordo com o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (12) pelo Banco Central (BC), o ano fechará com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 4,05%.  Na semana passada, este índice, que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3551065405" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Demais índices do Boletim Focus permanecem estáveis</p>
<p>O mercado financeiro reviu para baixo as expectativas de inflação para o ano de 2026. <strong>De acordo com o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (12) pelo Banco Central (BC), o ano fechará com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 4,05%. </strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1674764&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1674764&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Na semana passada, este índice, que serve de referência para a inflação oficial do país, estava em 4,06%. E há quatro semanas em 4,10%.</strong></p>
<p>Para os anos subsequentes (2027 e 2028) as projeções são as mesmas há dez semanas, em 3,80% e 3,50%, respectivamente.</p>
<h2>Meta de inflação</h2>
<p><strong>Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação para 2025 é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</strong> Ou seja, o limite inferior é 1,5%, e o superior, 4,5%.</p>
<p><strong>De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), a inflação medida em dezembro teve alta de 0,33%, ante ao 0,18% registrado no mês anterior. Com isso, o IPCA de 2025 ficou em 4,26%, dentro da meta do governo.</strong></p>
<p>Segundo o IBGE, com exceção do grupo habitação, que registrou queda de 0,33%, os demais grupos de produtos e serviços pesquisados tiveram alta em dezembro.</p>
<p><strong>A maior variação (0,74%) e o maior impacto (0,15 p.p.) vieram dos transportes, </strong>seguido, em termos de impacto, por saúde e cuidados pessoais, com alta de 0,52% e 0,07 p.p.</p>
<h2>PIB</h2>
<p>Os demais índices do Boletim Focus divulgado hoje se mantiveram estáveis em relação às semanas anteriores.</p>
<p><strong>No caso do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no Brasil), o mercado projeta que a economia do país crescerá 1,80% em 2026 – percentual que vem sendo projetado há cinco semanas consecutivas, e o mesmo projetado para 2027.</strong></p>
<p>Para 2028, as expectativas são de que o PIB feche o ano com um crescimento de 2%.</p>
<h2>Câmbio</h2>
<p><strong>Com relação ao câmbio, as projeções do mercado permanecem estáveis há 13 semanas consecutivos, com uma expectativa de que o dólar feche 2026 cotado a R$ 5,50 – o mesmo valor projetado para 2027</strong>.</p>
<p>Para 2028, as expectativas são de que a moeda estadunidense termine o ano cotada a R$ 5,52.</p>
<h2>Selic</h2>
<p><strong>A taxa básica de juros (Selic) deverá ser reduzida dos atuais 15% para 12,25% até o final de 2026, segundo o mercado financeiro; e para 10,50% em 2027.</strong> Para o ano subsequente (2028), as expectativas são de que ela caia ainda mais, para 9,88%.</p>
<p>A Selic, atualmente, está em seu maior nível desde julho de 2006, quando registrou 15,25% ao ano. Após chegar a 10,5% ao ano em maio do ano passado, a taxa começou a ser elevada em setembro de 2024.</p>
<p><strong>A Selic chegou a 15% ao ano na reunião de junho, sendo mantida nesse nível desde então.</strong></p>
<h2>Variações da Selic</h2>
<p>Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p><strong>Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</strong></p>
<p>Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Banco Central passa a bloquear chaves Pix usadas em golpes e fraudes</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/banco-central-passa-a-bloquear-chaves-pix-usadas-em-golpes-e-fraudes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Oct 2025 14:44:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
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					<description><![CDATA[Procedimento pretende ampliar segurança da ferramenta A partir deste sábado (4), o Banco Central (BC) bloqueará chaves Pix usadas em golpes e fraudes. O bloqueio ocorrerá com base nas informações prestadas pelas instituições financeiras, que atingirão as chaves informadas pelas próprias instituições financeiras que integram o sistema Pix. Segundo o BC, o procedimento pretende fortalecer [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1788093038" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Procedimento pretende ampliar segurança da ferramenta</p>
<p>A partir deste sábado (4), o Banco Central (BC) bloqueará chaves Pix usadas em golpes e fraudes. O bloqueio ocorrerá com base nas informações prestadas pelas instituições financeiras, que atingirão as chaves informadas pelas próprias instituições financeiras que integram o sistema Pix.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1661358&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1661358&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Segundo o BC, o procedimento pretende fortalecer a segurança do Pix.</strong> A novidade foi anunciada na última reunião do Fórum Pix. Comitê consultivo permanente com cerca de 300 participantes do sistema financeiro e da sociedade civil, o Fórum Pix tem como objetivo subsidiar o BC na definição das regras e dos procedimentos que disciplinam o funcionamento do sistema de transferências instantâneas.</p>
<p><strong>A novidade representa mais um reforço nas medidas anunciadas nas últimas semanas para coibir as fraudes e os golpes no Pix.</strong> No início de setembro, o BC limitou a R$ 15 mil as transferências via Pix e TED para instituições de pagamento, que permitem a movimentação de recursos, mas não emprestam, não autorizadas pela autarquia a funcionar.</p>
<p>A medida veio após três operações contra a lavagem de dinheiro pelo crime organizado: Carbono Oculto, Quasar e Tank. <strong>Segundo a Polícia Federal (PF), as investigações alcançam mais de R$ 50 bilhões em movimentações financeiras suspeitas via fintechs (tipo de banco digital).</strong></p>
<h2>Reforço</h2>
<p>Também em setembro, o BC obrigou instituições de pagamentos a negar transações para contas suspeitas de fraudes. As medidas têm de ser implementadas até 13 de outubro.</p>
<p><strong>As instituições devem usar informações de sistemas eletrônicos e bases de dados públicos ou privados para fundamentar a suspeita.</strong> O dono da conta que receberia o dinheiro deve ser informado sobre a rejeição da transferência pela instituição em que tem a conta.</p>
<p>Por fim, desde quarta-feira (1º), o BC obrigou as instituições financeiras a oferecer, em seus aplicativos, o botão de contestação de transações do Pix. A medida tornou 100% digital o atendimento do Mecanismo Especial de Devolução (MED), criado em 2021 para ressarcir vítimas de fraudes e de golpes no Pix.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Maior adesão de empresas é desafio para expansão do open finance</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/maior-adesao-de-empresas-e-desafio-para-expansao-do-open-finance/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 15:01:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[adesão]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[compartilhamento de dados]]></category>
		<category><![CDATA[desafio]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[open finance]]></category>
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					<description><![CDATA[Compartilhamento de dados completou cinco anos na semana passada Pagar um café por Pix sem a necessidade de abrir o aplicativo do banco, aproximando o celular da maquininha. A operação hoje pode parecer corriqueira, mas o Pix por aproximação, lançado em fevereiro, exigiu não apenas o desenvolvimento de tecnologias. A associação da conta do Pix à [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3826387929" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Compartilhamento de dados completou cinco anos na semana passada</p>
<p>Pagar um café por Pix sem a necessidade de abrir o aplicativo do banco, aproximando o celular da maquininha. A operação hoje pode parecer corriqueira, mas o Pix por aproximação, lançado em fevereiro, exigiu não apenas o desenvolvimento de tecnologias. A associação da conta do Pix à carteira virtual do celular envolveu troca confiável de informações entre comércio, bancos e a administradora da máquina.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1656595&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1656595&amp;o=node" /></p>
<p><strong>O compartilhamento de dados entre instituições financeiras de todos os tipos é o conceito central por trás do <em>open finance</em>, que completou cinco anos na semana passada</strong>. Em todos os casos, cabe ao usuário autorizar a utilização das informações pessoais por terceiros, podendo cancelá-la quando quiser. Tudo regulado pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).</p>
<p><strong>O <em>open finance</em> está mais presentes na vida do correntista do que aparenta. O sistema foi essencial para o desenvolvimento do Pix automático, lançado em junho, modalidade que substituirá o boleto bancário</strong>. Para autorizar a cobrança periódica por empresas, basta o correntista entrar no aplicativo do banco uma única vez e consentir o acesso a seus dados financeiros.</p>
<p>O mesmo ocorre com a consulta dos saldos de contas em diversas instituições numa mesma tela. Ou com a oferta de operações de crédito com juros mais baixos a bons pagadores, com o <em>open finance</em> aumentando a taxa de aprovação dos tomadores de crédito em até 30%. Desde abril de 2023, as instituições podem compartilhar dados sobre investimentos, câmbio, seguros, previdência privada, capitalização e credenciamento.</p>
<h2>Obstáculos</h2>
<p>Segundo a Associação dos Iniciadores de Transação de Pagamento (Init), a expansão do <em>open finance</em> enfrenta dois principais gargalos. O primeiro é o aumento no sucesso da taxa de conversão dos pagamentos. Atualmente, segundo a entidade, de 50% a 60% das operações feitas pelo <em>open finance</em> não apresentam erros.</p>
<blockquote>
<p>“O desafio é elevar essa taxa para 99,5%, como ocorre com os cartões de crédito e débito”, diz Gustavo Lino, diretor executivo da Init.</p>
</blockquote>
<p>Apesar dos problemas de erro ou de transações que não conseguem ser completadas, Lino diz que o <em>open finance</em> tem se revelado mais seguro que as transações com cartões bancários.</p>
<blockquote>
<p>“A segurança das transações no <em>open finance</em> é excelente. Os casos de fraude e golpes são ínfimos”, ressalta.</p>
</blockquote>
<p>Lino cita o Pix por aproximação, em que o cliente pode conferir, na tela do celular, o valor digitado pelo comerciante antes de aproximar o aparelho. Nos cartões de crédito e débito por aproximação, o valor precisa ser conferido na máquina do estabelecimento.</p>
<p>As iniciadoras de pagamentos são empresas autorizadas pelo BC a iniciar transações sem deter recursos das contas envolvidas. Elas facilitam a comunicação entre instituições financeiras e possibilitam aos usuários realizar pagamentos e transferências sem acessar diretamente o aplicativo da instituição financeira.</p>
<h2>Pessoas jurídicas</h2>
<p><strong>Outro gargalo está na adesão das empresas ao compartilhamento de dados. </strong>Segundo a Associação Open Finance Brasil (AOF), entidade privada que reúne os tipos de empresas do setor e participa das discussões com o BC, houve, em 2024, 40,8 milhões de consentimentos de pessoas físicas como receptores e 37,6 milhões como transmissores de dados. Cada indivíduo pode fazer mais de um consentimento.</p>
<p>Entre as pessoas jurídicas, o número é bem menor: 403,2 mil consentimentos de empresas como receptoras de dados e 406,7 mil como transmissoras. Segundo o diretor-presidente da Init, Jonatas Giovinazzo, os entraves para a adesão das empresas ao <em>open finance</em> são burocráticos e tecnológicos.</p>
<blockquote>
<p>“Há empresas com mais de 200 contas bancárias e com duas ou três maquininhas em cada filial. Os pagamentos precisam vir identificados pelo <em>open finance</em> da mesma forma que no internet banking [site do banco] para serem lançados na contabilidade. Também existe uma discussão sobre qual dia devem ser lançadas no extrato as transações em fins de semana e se o consentimento deve ser dado por funcionários ou por sócios da empresa”, explica Giovinazzo.</p>
</blockquote>
<h2>Pix em lotes</h2>
<p>Na semana passada, a Init participou da reunião da Associação Open Finance, no Banco Central, que celebrou os cinco anos do compartilhamento de dados e discutiu melhoras no sistema. Uma das discussões é o processamento dos Pix das empresas em lotes que agreguem várias contas bancárias, para facilitar a adesão de médias e grandes empresas.</p>
<blockquote>
<p>“Por uma questão de segurança, as instituições financeiras travam o Pix quando há várias transações por segundo, como ocorre com grandes empresas. O processamento em lotes ajudaria a superar esse gargalo”, diz Giovinazzo.</p>
</blockquote>
<p><strong>Apesar dos obstáculos, Gustavo Lino destaca as vantagens da adesão das empresas ao <em>open finance</em></strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Para a pequena e a média empresa, esse sistema vem em boa hora. Porque elas ganham poder de barganha para crédito com bancos e diminuem as dificuldades de oferecer garantias. No futuro, a maior parte do volume financeiro do <em>open finance</em> virá de pessoas jurídicas, que movimentam mais recursos que as pessoas físicas”, avalia.</p>
</blockquote>
<h2>Novidades</h2>
<p>Em fevereiro de 2026, o Banco Central pretende dar um passo além e lançar a portabilidade de crédito por meio do <em>open finance</em>, com o correntista usando o compartilhamento de dados para poder transferir operações de crédito entre bancos.</p>
<p>Caso não haja atrasos, a portabilidade será estendida ao crédito consignado. Atualmente, a portabilidade desse tipo de crédito só é possível no caso de trabalhadores da iniciativa privada por meio do aplicativo do próprio banco e, até novembro, estará disponível no aplicativo Carteira de Trabalho Digital. Com o <em>open finance</em>, o processo pode ser feito fora da plataforma Crédito do Trabalhador.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Mercado financeiro reduz projeção de inflação para 5,17% em 2025</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mercado-financeiro-reduz-projecao-de-inflacao-para-517-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 14:29:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[Previsão é de dólar a R$ 5,65 e PIB de 2,23% no fim do ano As expectativas do mercado financeiro estão mais otimistas com relação à inflação do país. Pela sétima semana consecutiva, são registradas quedas nas projeções para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país. De [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2528041822" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Previsão é de dólar a R$ 5,65 e PIB de 2,23% no fim do ano</p>
<p><strong>As expectativas do mercado financeiro estão mais otimistas com relação à inflação do país. Pela sétima semana consecutiva, são registradas quedas nas projeções para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país. </strong>De acordo com o Boletim Focus divulgado pelo Banco Central, nesta segunda-feira (14), em Brasília, é esperado que o ano feche com uma inflação de 5,17%.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1650729&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1650729&amp;o=node" /></p>
<p>Há uma semana esperava-se uma inflação de 5,18% para o ano. Há quatro semanas, o mercado projetava uma inflação de 5,25%. Para os anos subsequentes, as expectativas se mantiveram estáveis, em 4,5% em 2026, e em 4% para 2027.</p>
<p><strong>A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</strong> Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.</p>
<h2>PIB e dólar</h2>
<p><strong>As projeções relacionadas ao Produto Interno Bruto (PIB) &#8211; a soma de todas riquezas produzidas no país &#8211; se mantiveram estáveis para 2025, com um crescimento de 2,23%.</strong> Para 2026, o mercado se mostrou mais otimista do que na semana passada, aumentando as expectativas de crescimento de 1,86% para 1,89%. Para 2027, projeta-se um PIB de 2%.</p>
<blockquote>
<p>Com relação ao câmbio, o Boletim Focus reviu para baixo as expectativas de cotação do dólar. O mercado projeta que, ao final de 2025, a moeda norte-americana custará R$ 5,65. Na semana passada, a projeção era de uma cotação de R$ 5,70 ao final do ano. Há quatro semanas as expectativas estavam em R$ 5,77.</p>
</blockquote>
<p><strong>O mercado financeiro reviu também para baixo as expectativas de cotação. Para o final de 2026, a projeção de cotação do dólar caiu de R$ 5,75 (divulgada na semana passada) para R$ 5,70</strong>. É a terceira semana seguida de queda nas expectativas de cotação. Para o final de 2027, a projeção é de que a moeda norte-americana estará cotada a R$ 5,71.</p>
<h2>Juros básicos</h2>
<p><strong>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).</strong></p>
<p>As expectativas do mercado financeiro para a Selic se mantêm em 15% ao ano há três semanas. Para os anos subsequentes, se manteve estável em 12,50% para 2026, e em 10,50% em 2027.</p>
<p>Em ata, o Copom informou que deverá manter os juros no mesmo patamar nas próximas reuniões, enquanto observa os efeitos do ciclo de alta da Selic sobre a economia. No entanto, não descartou mais aumentos, caso a inflação suba.</p>
<p><strong>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</strong> Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>BC prepara alternativa à poupança para financiar imóveis</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/bc-prepara-alternativa-a-poupanca-para-financiar-imoveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 11:55:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[Casa Própria]]></category>
		<category><![CDATA[Poupança]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=54877</guid>

					<description><![CDATA[De janeiro a maio, caderneta perdeu R$ 51,77 bilhões Diante da retirada de recursos da caderneta de poupança, o Banco Central (BC) desenvolve um modelo alternativo de financiamento para a casa própria, disse nesta terça-feira (10) o presidente do órgão, Gabriel Galípolo. Segundo ele, uma proposta está sendo discutida com as instituições financeiras. “Estamos trabalhando nisso, conversando com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1167967577" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>De janeiro a maio, caderneta perdeu R$ 51,77 bilhões</p>
<p>Diante da <strong>retirada de recursos da caderneta de poupança</strong>, o <strong>Banco Central (BC) desenvolve um modelo alternativo de financiamento para a casa própria</strong>, disse nesta terça-feira (10) o presidente do órgão, Gabriel Galípolo.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1646293&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1646293&amp;o=node" /></p>
<p>Segundo ele, uma <strong>proposta está sendo discutida com as instituições financeiras</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Estamos trabalhando nisso, conversando com os bancos, especialmente a Caixa, e pretendemos apresentar em breve um processo ponte que vai utilizar a captação de mercado para normalizar isso [as fontes de financiamento para o setor imobiliário]”, afirmou Galípolo em evento de inovação financeira promovido pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), em São Paulo.</p>
</blockquote>
<p>No mês passado, a <strong>aplicação financeira mais tradicional do país teve mais depósitos que retiradas, num total de R$ 336,87 milhões</strong>. No entanto, de janeiro a maio, os <strong>brasileiros sacaram R$ 51,77 bilhões a mais do que depositaram na caderneta</strong>.</p>
<p>Para o presidente do BC, a <strong>retirada de recursos da poupança representa uma mudança definitiva no comportamento dos investidores</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“Acho que a perda de recursos é mais estrutural, já que é difícil de competir com outras alternativas hoje. Parece natural, com mais educação financeira, a redução de recursos da poupança”, afirmou.</p>
</blockquote>
<p><strong>Desde 2021, a poupança registra mais saques do que depósitos</strong>. Entre as <strong>causas para a perda de interesse na caderneta</strong>, estão os <strong>juros altos</strong>, que provocam a perda de interesse na aplicação, e a <strong>facilidade na oferta de investimentos de baixo risco que rendem mais</strong>, como títulos do Tesouro Direto.</p>
<h2>SBPE</h2>
<p>Atualmente, <strong>65% dos recursos depositados na poupança são destinados ao Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE)</strong>, <strong>modalidade que financia imóveis de até R$ 1,5 milhão com juros de até 12% ao ano</strong>.</p>
<p>Os imóveis acima desse valor são financiados por meio do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), que utiliza recursos de mercado, como as Letras de Crédito Imobiliário (LCI).</p>
<p>A discussão de um modelo alternativo de financiamento ocorre num momento em que o governo propõe a taxação em 5% do Imposto de Renda das LCI.</p>
<p>Atualmente, esses títulos privados são isentos de tributos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">54877</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Banco Central anuncia o Pix automático</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/banco-central-anuncia-o-pix-automatico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jun 2025 16:05:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[Pix]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[Ele estará disponível nos bancos a partir do dia 16 de junho O Banco Central (BC) lançou hoje (4), em São Paulo, o Pix Automático, que vai permitir o agendamento de despesas periódicas e recorrentes, como contas de luz, mensalidades escolares, academias e serviços por assinatura. Por meio dessa ferramenta, informou o Banco Central, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2522477525" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Ele estará disponível nos bancos a partir do dia 16 de junho</p>
<p><strong>O Banco Central (BC) lançou hoje (4), em São Paulo, o Pix Automático, que vai permitir o agendamento de despesas periódicas e recorrentes, como contas de luz, mensalidades escolares, academias e serviços por assinatura.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1645347&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1645347&amp;o=node" /></p>
<p>Por meio dessa ferramenta, informou o Banco Central, o pagador vai precisar autorizar uma única vez a operação, sem precisar fazer um novo pagamento a cada nova cobrança.</p>
<p>“O Pix é o dinheiro que anda na velocidade do nosso tempo”, disse o presidente do BC, Gabriel Galípolo, durante o evento denominado Conexão Pix, realizado durante todo o dia de hoje na capital paulista.</p>
<p><strong>“O Pix é um ativo de todos os brasileiros, da sociedade brasileira, do setor privado, dos indivíduos, das pessoas físicas, do Banco Central, de todo mundo”, ressaltou.</strong></p>
<p>Com essa nova modalidade do Pix, o presidente do Banco Central disse que “as grandes empresas vão poder colocar cobranças recorrentes de maneira automática com muito menos custo e com a segurança de que vão receber”.</p>
<p>Além disso, enfatizou ele, “60 milhões de pessoas que hoje não tem o cartão de crédito vão poder ter acesso a uma série de serviços ou a uma série de facilidades”.</p>
<p><strong>Só no ano passado, o Pix alcançou um marco histórico ao registrar mais de R$ 26 trilhões em transações realizadas. </strong></p>
<h2>Pix automático</h2>
<p>A primeira instituição a utilizar o Pix automático foi o Banco do Brasil, que o implantou no fim do mês de maio. Pelo cronograma oficial, no entanto, a ferramenta só estará disponível nos demais bancos a partir do dia 16 de junho, com pessoas físicas como pagadoras e empresas como recebedoras.</p>
<p>De acordo com o BC, o Pix automático vai funcionar da seguinte forma: o pagador fará a autorização do pagamento e definirá regras, como o valor máximo de cada pagamento. Nos dias anteriores ao pagamento, a empresa deverá enviar a cobrança ao banco do pagador que, por sua vez, fará o agendamento do pagamento e notificará o pagador para que ele possa conferir, antes do dia do pagamento, se o valor cobrado está correto. O Pix Automático será gratuito para a pessoa pagadora.</p>
<blockquote>
<p>Segundo o diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do Banco Central, Renato Gomes, <strong>o Pix automático deverá sintetizar comodidade, facilidade e controle</strong>.</p>
</blockquote>
<h2>Facilidade</h2>
<p>“Comodidade porque o consumidor vai realizar todos seus pagamentos recorrentes de forma automática, sem preocupação. Facilidade porque o consentimento será dado uma vez e aquele serviço vai ficar disponível por um tempo indeterminado. E controle, porque o consumidor não só vai ter que consentir para participar daquele serviço como vai poder estabelecer um limite máximo para cada pagamento recorrente que será realizado, podendo cancelar aquilo a qualquer momento”, disse Gomes.</p>
<p><strong>Com a modalidade de Pix Automático, o BC calcula que as empresas que receberão por essa modalidade de pagamento vão diminuir os custos de cobrança, pois a operação independe de convênios bilaterais, como ocorre atualmente no débito em conta, e usa a infraestrutura criada para o funcionamento do Pix.</strong></p>
<p>Outra vantagem apontada pelo BC é a possível redução da inadimplência porque os pagamentos ficarão programados na conta do cliente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">54613</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Educação e BC são preservados de cortes no Orçamento</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/educacao-e-bc-sao-preservados-de-cortes-no-orcamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Jun 2025 23:13:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[cortes]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[orçamentários]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Cidades, Defesa e Saúde lideram recursos congelados O Ministério da Educação e o Banco Central foram preservados do congelamento de R$ 31,332 bilhões do Orçamento de 2025, anunciou na noite desta sexta-feira (30) o Ministério do Planejamento e Orçamento. Os Ministérios das Cidades, da Defesa e da Saúde lideram os cortes. Os novos limites de gastos constam [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-977381940" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Cidades, Defesa e Saúde lideram recursos congelados</p>
<p>O <strong>Ministério da Educação e o Banco Central foram preservados do congelamento de R$ 31,332 bilhões do Orçamento de 2025</strong>, anunciou na noite desta sexta-feira (30) o Ministério do Planejamento e Orçamento. Os <strong>Ministérios das Cidades, da Defesa e da Saúde lideram os cortes.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1645010&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1645010&amp;o=node" /></p>
<p>Os novos limites de gastos constam do decreto publicado em edição extraordinária do <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/decreto-n-12.477-de-30-de-maio-de-2025-633124272" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"><em>Diário Oficial da União</em></a>, com os valores detalhados dos contingenciamentos e dos bloqueios por ministérios e por órgãos. Pela legislação, o decreto sai oito dias após o envio ao Congresso Nacional do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, documento que orienta a execução do Orçamento.</p>
<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/governo-congela-r-313-bi-do-orcamento-de-2025" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"><strong>Segundo o decreto, dos R$ 31,332 bilhões congelados no último dia 22 </strong></a>, R$ 24,196 bilhões virão de gastos discricionários (não obrigatórios) e R$ 7,135 de emendas parlamentares. Dentro dos gastos discricionários, R$ 7,649 bilhões serão congelados do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).</p>
<p>Os <strong>ministérios e demais órgãos federais têm até 6 de junho para detalharem os programas a serem contingenciados e bloqueados.</strong> Como anunciado na última terça-feira (27), o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2025-05/mec-fara-recomposicao-de-r-400-milhoes-do-orcamento-das-universidades" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Ministério da Educação </a>passou por uma recomposição orçamentária, que liberará R$ 400 milhões para as universidades federais e dos institutos federais de ensino e R$ 300 milhões para outras despesas que estavam retidas.</p>
<h2>Tipos de despesa</h2>
<p>O arcabouço fiscal em vigor divide os recursos congelados em dois tipos: o contingenciamento e o bloqueio. O contingenciamento representa os recursos retidos temporariamente para cobrir falta de receitas do governo que atrapalham o cumprimento da meta fiscal. Para este ano, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) prevê resultado primário zero (nem déficit, nem superávit), com uma margem de tolerância de até R$ 31 bilhões para mais ou para menos.</p>
<p>O bloqueio corresponde aos recursos retidos para cumprir o limite de gastos do arcabouço. <strong>Para 2025, o marco fiscal limita o crescimento das despesas a 2,5% acima da inflação do ano anterior.</strong></p>
<h2>IOF</h2>
<p>Com a revogação parcial dos aumentos do <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-05/fazenda-revoga-parcialmente-aumentos-de-aliquotas-do-iof" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Imposto sobre Operações Financeiras (IOF)</a>, o governo sacou R$ 1,4 bilhão de dois fundos para manter a estimativa de receitas. <strong>Como o dinheiro entrará no caixa do governo em até dois meses, não foi necessário congelar mais que os R$ 31,3 bilhões originalmente anunciados.</strong></p>
<p><strong>Os dois fundos que terão recursos sacados são o Fundo Garantidor de Operações (FGO) e o Fundo de Garantia de Operações do Crédito Educativo (FGEDUC)</strong>, administrado pela Caixa Econômica Federal e que cobre uma carteira antiga de crédito do banco.</p>
<h2>Detalhamento</h2>
<p>Desconsiderando as emendas parlamentares, a divisão dos contingenciamentos e dos bloqueios ficou a seguinte:</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1">
<tbody>
<tr>
<td>
<p><strong>Órgãos</strong></p>
</td>
<td><strong>Congelamento (R$ milhões)</strong></td>
<td><strong>Contingenciamento (R$ milhões)</strong></td>
<td><strong>Bloqueio (R$ milhões)</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>TOTAL</p>
</td>
<td>24.196,5</td>
<td>15.979,7</td>
<td>8.216,7</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Ministério das Cidades</p>
</td>
<td>4.288</td>
<td>1.927,9</td>
<td>2.360,2</td>
</tr>
<tr>
<td>
<p>Ministério da Defesa</p>
</td>
<td>2.593,4</td>
<td>1.919,9</td>
<td>673,5</td>
</tr>
<tr>
<td>Ministério da Saúde </td>
<td>
<p>2.366,6</p>
</td>
<td>
<p>1.813,7</p>
</td>
<td>552,8</td>
</tr>
<tr>
<td>Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome</td>
<td>2.123,2</td>
<td>1.694,5</td>
<td>428,6</td>
</tr>
<tr>
<td>Ministério dos Transportes</td>
<td>1.487</td>
<td>1.367</td>
<td>120,1</td>
</tr>
<tr>
<td>Ministério da Fazenda</td>
<td>1.414</td>
<td>1.124</td>
<td>290</td>
</tr>
<tr>
<td>Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional</td>
<td>1.302,7</td>
<td>148,4</td>
<td>1.154,4</td>
</tr>
<tr>
<td>Ministério de Portos e Aeroportos</td>
<td>780,8</td>
<td>518,2</td>
<td>262,6</td>
</tr>
<tr>
<td>Ministério da Justiça e Segurança Pública</td>
<td>748,6</td>
<td>595</td>
<td>153,5</td>
</tr>
<tr>
<td>Presidência da República</td>
<td>681,6</td>
<td>493</td>
<td>188,6</td>
</tr>
<tr>
<td>Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação</td>
<td>679,9</td>
<td>540,5</td>
<td>139,4</td>
</tr>
<tr>
<td>Ministério da Agricultura e Pecuária</td>
<td>622,8</td>
<td>124,7</td>
<td>498</td>
</tr>
<tr>
<td>Ministério da Previdência Social</td>
<td>586,4</td>
<td>466,1</td>
<td>120,3</td>
</tr>
<tr>
<td>Ministério das Relações Exteriores</td>
<td>581,8</td>
<td>462,5</td>
<td>119,3</td>
</tr>
<tr>
<td>Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar </td>
<td>502,2</td>
<td>399,2</td>
<td>103</td>
</tr>
<tr>
<td>Ministério do Turismo</td>
<td>489,3</td>
<td>0</td>
<td>489,3</td>
</tr>
<tr>
<td>Ministério do Esporte</td>
<td>333,7</td>
<td>302,2</td>
<td>31,5</td>
</tr>
<tr>
<td>Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos</td>
<td>325</td>
<td>258,4</td>
<td>66,7</td>
</tr>
<tr>
<td>Ministério do Planejamento e Orçamento</td>
<td>301,7</td>
<td>239,8</td>
<td>61,9</td>
</tr>
<tr>
<td>Ministério da Cultura</td>
<td>254,8</td>
<td>208</td>
<td>46,8</td>
</tr>
<tr>
<td>Ministério do Trabalho e Emprego</td>
<td>225,8</td>
<td>179,5</td>
<td>46,3</td>
</tr>
<tr>
<td>Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços</td>
<td>171,9</td>
<td>136,6</td>
<td>35,2</td>
</tr>
<tr>
<td>Ministério das Comunicações</td>
<td>168,8</td>
<td>137,4</td>
<td>31,5</td>
</tr>
<tr>
<td>Ministério de Minas e Energia</td>
<td>152,2</td>
<td>116,9</td>
<td>35,3</td>
</tr>
<tr>
<td>Advocacia-Geral da União</td>
<td>140,2</td>
<td>111,4</td>
<td>28,8</td>
</tr>
<tr>
<td>Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania</td>
<td>87,4</td>
<td>69,5</td>
<td>17,9</td>
</tr>
<tr>
<td>Agência Nacional de Transportes Terrestres</td>
<td>74,1</td>
<td>58,9</td>
<td>15,2</td>
</tr>
<tr>
<td>Agência Nacional de Telecomunicações</td>
<td>73,3</td>
<td>58,2</td>
<td>15</td>
</tr>
<tr>
<td>Ministério das Mulheres</td>
<td>63,4</td>
<td>50,4</td>
<td>13</td>
</tr>
<tr>
<td>Agência Nacional de Vigilância Sanitária</td>
<td>59,2</td>
<td>47,1</td>
<td>12,2</td>
</tr>
<tr>
<td>Ministério da Pesca e Aquicultura</td>
<td>53,7</td>
<td>42,7</td>
<td>11</td>
</tr>
<tr>
<td>Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte</td>
<td>53,6</td>
<td>42,6</td>
<td>11</td>
</tr>
<tr>
<td>Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico</td>
<td>48,4</td>
<td>38,4</td>
<td>9,9</td>
</tr>
<tr>
<td>Ministério da Igualdade Racial</td>
<td>45,4</td>
<td>36,1</td>
<td>9,3</td>
</tr>
<tr>
<td>Ministério dos Povos Indígenas</td>
<td>41,6</td>
<td>33</td>
<td>8,5</td>
</tr>
<tr>
<td>Agência Nacional de Energia Elétrica</td>
<td>38,6</td>
<td>30,7</td>
<td>7,9</td>
</tr>
<tr>
<td>Controladoria-Geral da União</td>
<td>
<p>36,6</p>
</td>
<td>
<p>29,1</p>
</td>
<td>7,5</td>
</tr>
<tr>
<td>Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis</td>
<td>
<p>34,9</p>
</td>
<td>
<p>27,7</p>
</td>
<td>7,2</td>
</tr>
<tr>
<td>Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima</td>
<td>
<p>34,6</p>
</td>
<td>
<p>27,5</p>
</td>
<td>7,1</td>
</tr>
<tr>
<td>Agência Nacional de Saúde Suplementar</td>
<td>
<p>30,7</p>
</td>
<td>
<p>24,4</p>
</td>
<td>6,3</td>
</tr>
<tr>
<td>Agência Nacional de Aviação Civil</td>
<td>
<p>30</p>
</td>
<td>
<p>23,8</p>
</td>
<td>6,1</td>
</tr>
<tr>
<td>Agência Nacional de Mineração</td>
<td>
<p>28,7</p>
</td>
<td>
<p>22,8</p>
</td>
<td>5,9</td>
</tr>
<tr>
<td>Agência Nacional de Transportes Aquaviários</td>
<td>
<p>15,2</p>
</td>
<td>
<p>12,1</p>
</td>
<td>3,1</td>
</tr>
<tr>
<td>Conselho Administrativo de Defesa Econômica</td>
<td>
<p>12,5</p>
</td>
<td>
<p>10</p>
</td>
<td>2,6</td>
</tr>
<tr>
<td>Agência Nacional do Cinema</td>
<td>
<p>11,2</p>
</td>
<td>
<p>8,9</p>
</td>
<td>2,3</td>
</tr>
<tr>
<td>Gabinete da Vice-Presidência da República</td>
<td>
<p>1,3</p>
</td>
<td>
<p>1</p>
</td>
<td>0,3</td>
</tr>
<tr>
<td>Ministério da Educação</td>
<td> 0</td>
<td> 0</td>
<td> 0</td>
</tr>
<tr>
<td>Banco Central</td>
<td> 0</td>
<td> 0</td>
<td> 0</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><em>Fonte: Ministério do Planejamento e Orçamento</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na divisão por tipo de despesa, a distribuição dos recursos contingenciados e bloqueados é a seguinte:</p>
<table border="1" cellspacing="1" cellpadding="1">
<tbody>
<tr>
<td>
<p>Distribuição</p>
</td>
<td>
<p>Congelamento total (R$ bilhões)</p>
</td>
<td>
<p>Contingenciamento (R$ bilhões)</p>
</td>
<td>Bloqueio (R$ bilhões)</td>
</tr>
<tr>
<td>Poder Executivo</td>
<td>31,332</td>
<td>20,692</td>
<td>10,64</td>
</tr>
<tr>
<td>Gastos discricionários</td>
<td>24,196</td>
<td>15,98</td>
<td>8,216</td>
</tr>
<tr>
<td>Novo PAC (dentro dos gastos discricionários)</td>
<td>7,649</td>
<td>5,039</td>
<td>2,61</td>
</tr>
<tr>
<td>Emendas parlamentares</td>
<td>7,135</td>
<td>4,712</td>
<td>2,423</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><em>Fonte: Ministério do Planejamento e Orçamento</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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