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	<title>Baleia Orca - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
	<lastBuildDate>Sat, 15 Jul 2023 12:52:36 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Baleia Orca - Portal NDC</title>
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		<title>Ataques de orcas a embarcações assombram tripulantes e intrigam cientistas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ataques-de-orcas-a-embarcacoes-assombram-tripulantes-e-intrigam-cientistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Jul 2023 12:52:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Baleia Orca]]></category>
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					<description><![CDATA[Um mistério se desenrola nos mares. Orcas têm abalroado embarcações na Europa, num comportamento até agora sem explicação e que parece se espalhar. Os animais miram especificamente no leme, numa demonstração de que se tratam de ações planejadas, pois após o barco parar vão embora e se dão por satisfeitos. Nenhum ser humano foi morto. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3061604842" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Um mistério se desenrola nos mares. Orcas têm abalroado embarcações na Europa, num comportamento até agora sem explicação e que parece se espalhar. Os animais miram especificamente no leme, numa demonstração de que se tratam de ações planejadas, pois após o barco parar vão embora e se dão por satisfeitos. Nenhum ser humano foi morto. Mas o comportamento observado em Portugal, Espanha, Gibraltar e, agora, na Escócia intriga cientistas e amedronta tripulações.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="55" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Uma possível explicação é que se trate de uma reação a alterações no oceano associadas à ação humana, sejam mudanças climáticas, estresse devido à poluição, à redução da peixes ou pelo número cada vez maior de embarcações. Outra hipótese é que seja uma mania ou “modismo” de orcas que esteja se disseminando pelos mares.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os casos, que cientistas chamam de “interações”, começaram ao que tudo indica em 2020 ao largo da Península Ibérica. As intenções das orcas são desconhecidas. Podem estar reagindo ao que sentem ser uma ameaça, mas podem estar só em busca de diversão.</p>
</div>
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="6">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/5ffKZAiOZV6ka9rsGfEpAU3snsA=/0x0:1221x681/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2023/Y/w/yTIpfAROiBLN5IGdNvmA/103664610.jpg" alt="'Modus operandi' das orcas inclui 'ataque' ao leme das embarcações. — Foto: Reprodução" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">&#8216;Modus operandi&#8217; das orcas inclui &#8216;ataque&#8217; ao leme das embarcações. — Foto: Reprodução</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="58" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em 2023, segundo a ONG portuguesa Orca Atlântica, foram 53 interações só na área do Estreito de Gibraltar, sendo 31 avistamentos e 12 ataques a barcos, três dos quais naufragaram. Mas as orcas não atacaram os tripulantes. No total, desde 2020, os pesquisadores estimam que podem chegar a 500 interações, a maioria sem consequências, mas ainda assim intrigantes.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os casos têm o mesmo modo de ação. Primeiro, se aproximam discretamente do barco. Quase sempre a tripulação nem se dá que está sendo espreitada por gigantes, que podem chegar a oito metros. Elas passam um tempo observando a embarcação.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="30" data-block-id="10">
<p>Então, numa ação orquestrada, mergulham sob o barco. E reaparecem já batendo no leme com a cabeça. Quebram o leme, fazem o barco girar e, em alguns casos, virar. As orcas claramente parecem saber que podem controlar o barco se focarem no leme.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Quanto mais veloz estiver o barco, mais as orcas batem. E a perseguição pode durar até mais de uma hora, com os animais emergindo, batendo e sumindo, até se satisfazerem e desaparecerem de vez.</p>
</div>
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="13">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/L91JISBs5Po2B1NH92kU9Q7VZ00=/0x0:1215x489/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2023/B/l/GfHhWwQVuU7TSBG4OiBg/103664682.jpg" alt="Animais agem de forma coordenada em incidentes gravados recentemente. — Foto: Reprodução" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Animais agem de forma coordenada em incidentes gravados recentemente. — Foto: Reprodução</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="62" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Orcas são animais extremamente inteligentes e a repetição desse comportamento em populações distintas desses cetáceos chama a atenção. Pode ser uma reação a alterações associadas à ação humana — afirma José Lailson Brito Junior, oceanógrafo e um dos coordenadores do Laboratório de Mamíferos Aquáticos e Bioindicadores (Maqua) da Faculdade de Oceanografia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Até junho, a explicação mais provável era que se tratasse de um comportamento de defesa de uma população específica de orcas, a Ibérica, iniciado por uma orca batizada por pesquisadores portugueses de Gladys. Ela e seu grupo de 15 cetáceos viralizaram em redes sociais atormentando velejadores.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="26" data-block-id="17">
<p>Líder de um grupo de orcas que vive da costa de Portugal a Gibraltar, Gladys teria sido abalroada por um veleiro e, num mecanismo de defesa, passado a atacar barcos. Como as orcas são altamente sociáveis e aprendem com os mais velhos, o comportamento da matriarca teria sido passado adiante.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="70" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Porém, a hipótese da Gladys vingativa pode ter caído por terra ou ganhado um novo capítulo em águas escocesas. Pois foi lá que outro grupo de orcas, de uma população distinta, sem relação com as ibéricas, atacou um veleiro de sete toneladas no Mar do Norte, nas Ilhas Shetlands, um arquipélago na costa da Escócia, a mais de três mil quilômetros de distância das águas frequentadas por Gladys e família.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="20">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Lembranças de Gladys</span></p>
<p>Em 19 de junho, ao ter barco abalroado por uma orca ao largo das Shetlands, o médico holandês Wim Rutten, de 72 anos, lembrou imediatamente de Gladys. Velejador experiente, Rutten navegava sozinho de Lerwick, única cidade das Shetlands, para Bergen, na Noruega, pescando cavalinhas.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="77" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em entrevista ao jornal britânico Guardian, ele disse que ficou sem ação, atordoado. Lhe vieram à cabeça “os acidentes portugueses”, quando viu uma orca surgir do nada e logo se chocar com força na popa do barco. O animal se lançou várias vezes contra o casco, mas isso nem foi o mais amedrontador. O pior, segundo Rutten contou ao Guardian, foi ouvir o som alto da respiração do animal, que o fitou bem nos olhos.</p>
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="24">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/b5oIYxm6wkheyWhdTic3l7fkVR8=/0x0:1245x667/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2023/S/2/06uWbFRJ6JhRVMLPA86w/103664674.jpg" alt="Orcas filmadas em ataques na Península Ibérica estão a milhares de quilômetros de caso registrado na Escócia. — Foto: Reprodução" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Orcas filmadas em ataques na Península Ibérica estão a milhares de quilômetros de caso registrado na Escócia. — Foto: Reprodução</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="25">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Rutten teve o leme e o casco do barco avariados, mas conseguiu voltar à terra em segurança para contar sua história real de pescador.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="26">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Enquanto isso, especialistas em orcas quebram a cabeça para descobrir a causa dos ataques. Pesquisadores britânicos ressaltam que, mesmo parecendo improvável, não se pode descartar a hipótese de as orcas do Mar do Norte terem aprendido o comportamento de atacar barcos que começou com suas parentes ibéricas.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="7" data-block-id="27">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">A moda do chapéu de salmão morto</span></p>
<p>Não seria a primeira vez que populações de orcas se comunicam e copiam manias e modismos de outras oceano afora. O caso mais notório aconteceu em 1987, quando a fêmea mais velha de um grupo de orcas do Estreito de Puget, na Costa Oeste dos EUA, lançou a moda de usar salmões mortos na cabeça como se fossem chapéus.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="29">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Todo o seu grupo a copiou e, em seis semanas, segundo um estudo na revista Biological Conservation, outras populações do Nordeste do Pacífico estavam fazendo a mesma coisa. No verão seguinte, a moda voltou, mas não bombou.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="30">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O chapéu de salmão morto não se firmou como tendência. Os cientistas não têm ideia se o mesmo acontecerá com a mania do barco virado. Se desaparecerá ou se firmará para tormento de navegantes.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Foto: Maqua/UERJ</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*O Globo</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>A HISTÓRIA TRÁGICA POR TRÁS DO VÍDEO VIRAL DE UMA ORCA INTERAGINDO COM MERGULHADORES</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/a-historia-tragica-por-tras-do-video-viral-de-uma-orca-interagindo-com-mergulhadores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Dec 2022 14:43:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Baleia Orca]]></category>
		<category><![CDATA[Grande Vitória]]></category>
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					<description><![CDATA[Nas redes sociais, um vídeo viral conseguiu encantar internautas ao mostrar uma curiosa orca interagindo com mergulhadores que estavam em um barco. &#8220;No ES rolou um encontro um pouco incomum entre mergulhadores e uma orca e a reação deles foi ELA ME AMAAAAA&#8221;, escreveu uma internauta ao descrever o vídeo que viralizou. no ES rolou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1230846199" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Nas redes sociais, um vídeo viral conseguiu encantar internautas ao mostrar uma curiosa orca interagindo com mergulhadores que estavam em um barco. &#8220;No ES rolou um encontro um pouco incomum entre mergulhadores e uma orca e a reação deles foi ELA ME AMAAAAA&#8221;, escreveu uma internauta ao descrever o vídeo que viralizou.</p>
<p><div class="embed-twitter"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">no ES rolou um encontro um pouco incomum entre mergulhadores e uma orca e a reação deles foi ELA ME AMAAAAA<a href="https://t.co/rtwmr9k6LO" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">pic.twitter.com/rtwmr9k6LO</a></p>&mdash; Preta 🙂 (@pretademaiss) <a href="https://twitter.com/pretademaiss/status/1605375169962319873?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">December 21, 2022</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></div></p>
<p>O <a href="https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/historia-hoje/video-chef-do-restaurante-da-carne-de-ouro-parece-irritar-messi.phtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">vídeo</a> mostra três colegas mergulhadores, que avistaram o animal na segunda-feira, 19, em Nova Almeida, na Serra, na Grande Vitória, conforme repercutido pelo G1. No entanto, a orca teve um trágico destino. Na terça-feira, 20, <mark>o animal foi encontrado sem vida. </mark></p>
<h2>Plástico</h2>
<p>O Instituto Orca divulgou que o animal<mark> ingeriu um material plástico de quase 80 cm</mark>. O seu estômago também revelou a presença de sacolas plásticas e outros materiais.</p>
<p>&#8220;Encontramos algo como se fosse um tapete de carro, um plástico duro. Também tinha tampa de vasilha plástica, vários tipos de plástico. Não encontramos mais nada dentro do animal além desse material, o que significa que ele não estava conseguindo se alimentar&#8221;, afirmou João Marcelo Ramos, gestor ambiental do instituto, <a href="https://g1.globo.com/es/espirito-santo/noticia/2022/12/21/orca-que-morreu-apos-interagir-com-mergulhadores-no-es-tinha-quase-um-metro-de-plastico-no-estomago.ghtml#1" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">conforme repercutido pelo g1.</a></p>
<p>Já Lupércio Barbosa, atual diretor do Instituto, acredita que a grande quantidade do material presente no estômago do animal pode ter ocasionado a sua morte, afinal, o mesmo já não conseguia se alimentar há muito tempo.</p>
<p>&#8220;Essa grande quantidade de sacolas plásticas dentro da orca, sacolas pretas, significa que esse animal já não vinha conseguindo se alimentar há bastante tempo. O que pode justificar o estado de letargia e o fato dela estar mais magra&#8221;, explicou o diretor.</p>
<p>Lupércio também explica que a aproximação curiosa do animal, que estava magro e com lesões, pode ter sido, na verdade, um &#8216;pedido de socorro&#8217;.</p>
<p>&#8220;É um comportamento atípico permitir aproximação de alguém e deixar tocar. O animal deveria estar em estado bem grave, machucado. As orcas andam em grupo, mas quando um dos animais fica doente, o animal pode se desgarrar e procurar a beira da praia. Provavelmente o de hoje estava com alguma doença que atrapalha a nadar, a flutuabilidade. Lesões externas estranhas, isso tudo vai ter que ser coletado para análise&#8221;, disse o diretor.</p>
<p>*AH</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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