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	<title>Azul - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Azul - Portal NDC</title>
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		<title>Festival de Parintins e sua rivalidade cultural são temas do Enem 2024</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/festival-de-parintins-e-sua-rivalidade-cultural-sao-temas-do-enem-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Nov 2024 14:16:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
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		<category><![CDATA[Exame Nacional do Ensino Médio]]></category>
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					<description><![CDATA[O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste domingo trouxe à tona a emblemática rivalidade cultural dos bois Caprichoso e Garantido, figuras centrais do Festival Folclórico de Parintins, no Amazonas. Em uma questão da prova de Ciências Humanas, o exame explorou o caráter competitivo e a rica tradição do festival, que anualmente reúne milhares de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3423550409" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste domingo trouxe à tona a emblemática rivalidade cultural dos bois Caprichoso e Garantido, figuras centrais do <strong>Festival Folclórico de Parintins,</strong> no <strong>Amazonas</strong>. Em uma questão da prova de Ciências Humanas, o exame explorou o caráter competitivo e a rica tradição do festival, que anualmente reúne milhares de torcedores apaixonados pelo azul e pelo vermelho.</p>
<p>A questão abordou a celebração que divide a cidade em duas &#8220;galeras&#8221; — os fãs do Caprichoso, o boi azul, e os do Garantido, o boi vermelho. Em 2018, o Caprichoso conquistou seu 23º título, enquanto o Garantido acumulava 31 vitórias, uma contagem que reafirma a longa e acirrada disputa entre os dois grupos. O palco desse espetáculo é o Bumbódromo, onde torcedores cantam toadas e gritos de guerra, expressando lealdade a seus bois. O texto da questão destacava, por exemplo, os gritos de apoio: “Meu amor, eu sou feliz, ééé azul meu país”, do Caprichoso, e “Vermelhou o curral, a ideologia avermelhou”, do Garantido.</p>
<div id="attachment_45903" style="width: 710px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-45903" class="wp-image-45903 size-full" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/11/enem-2024-1.webp" alt="" width="700" height="927" /><p id="caption-attachment-45903" class="wp-caption-text">Questão do Enem aborda Festival de Parintins (Reprodução/Redes sociais)</p></div>
<p><strong>Aproximação entre cultura e esporte</strong></p>
<p>A resposta correta, alternativa D, abordava a aproximação entre o universo folclórico e o esportivo. A prova ressaltava que a rivalidade entre Caprichoso e Garantido vai além da cultura local, sendo comparável ao espírito de competições esportivas, em que torcidas se reúnem para apoiar suas equipes, com cantos e símbolos próprios. A questão enfatizou que o festival não é apenas uma celebração artística, mas também um evento competitivo, em que os torcedores demonstram intensa paixão e fidelidade aos bois, semelhante ao que se vê nos estádios esportivos.</p>
<p><strong>Enem explora cultura regional</strong></p>
<p>Além do Festival de Parintins, o Enem deste ano também abordou o Círio de Nazaré, em Belém do Pará, explorando a diversidade cultural do Norte brasileiro. O exame deste ano foi elogiado por trazer questões que conectam os estudantes com a identidade e a pluralidade cultural do país. Especialistas apontam que temas como esses permitem aos alunos refletir sobre tradições e valores regionais, promovendo a valorização do patrimônio cultural do Brasil.</p>
<p>O Festival de Parintins, uma das maiores expressões culturais da Amazônia, é símbolo da rivalidade amigável que representa o orgulho e a herança cultural dos amazonenses. A presença do tema no Enem reforça o papel de eventos como esses no fortalecimento da identidade nacional.</p>
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		<title>Tradição que divide a cidade: como a rivalidade entre Caprichoso e Garantido mudou a paisagem de Parintins</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/tradicao-que-divide-a-cidade-como-a-rivalidade-entre-caprichoso-e-garantido-mudou-a-paisagem-de-parintins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2024 22:31:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Azul]]></category>
		<category><![CDATA[boi caprichoso]]></category>
		<category><![CDATA[boi garantido]]></category>
		<category><![CDATA[Parintins]]></category>
		<category><![CDATA[tradição]]></category>
		<category><![CDATA[vermelha]]></category>
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					<description><![CDATA[De um lado da cidade, o azul do Caprichoso toma conta das calçadas. Do outro, reduto do Garantido, casas e ruas são tomadas pela cor vermelha. No meio da floresta Amazônica, uma cidade se destaca. Lar de ribeirinhos e morada de quem nasce ou escolhe viver por lá, Parintins é também o berço de uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2991201989" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>De um lado da cidade, o azul do Caprichoso toma conta das calçadas. Do outro, reduto do Garantido, casas e ruas são tomadas pela cor vermelha.<br /><br />No meio da floresta Amazônica, uma cidade se destaca. Lar de ribeirinhos e morada de quem nasce ou escolhe viver por lá, Parintins é também o berço de uma das principais identidades culturais do país. Banhada pelo imponente Rio Amazonas, é possível ver que essas águas e essa terra têm muito em comum.<br /><br />O gigante Amazonas recebe esse nome no estado devido ao encontro das águas dos rios Negro e Solimões e elas não se misturam. Parintins também é assim: ao mesmo tempo que se une pelo boi-bumbá, se divide pelas cores que cada um representa.<br /><br />A divisão não aparece no mapa, nem fica tão clara quando vista do alto, mas há um limite bem definido.<br /><br />“Tem uma linha imaginária que é a catedral. A catedral foi durante muito tempo o ponto mais alto da cidade, onde tem o mirante, então a catedral e a rua que sai dela até o bumbódromo acaba sendo essa linha imaginária e depois isso se transfere para o lado novo da cidade que é o próprio bumbódromo, isso se transfere pintando de um lado azul e do outro vermelho”, explica o professor universitário Diego Omar.<br /><br />A divisão da cidade fica evidente até nos detalhes. Na faixa de pedestre, um lado é vermelho, outro é azul. Bancos de praça, calçadas e placas de sinalização também ganham as cores dos bumbás, reforçando uma dualidade que se intensifica durante a semana do Festival de Parintins.<br /><br />O Boi Caprichoso nasceu na parte central da cidade, região conhecida como “francesa” e “urubuzal”. O Boi Garantido se fez em um bairro mais afastado, na “baixa da xanda”, hoje conhecida como “baixa do São José”. Os redutos ficam em lados opostos da cidade.<br /><br />Do lado do boi vermelho, uma casa azulada destoa da paisagem. Nela vive dona Maria, que junto da família, se mantém resistente em meio a rivalidade entre os bois há 27 anos.<br /><br />“Eu casei, aí tive que mudar. Logo nos primeiros momentos que meu marido disse que era aqui eu falei &#8216;logo no lado do garantido?&#8217;. Ele disse que foi onde achou então eu falei &#8216;bora&#8217;”, relembra ela, que não esconde o amor pelo boi azul. “Ninguém gosta mais desse boi do que eu”, brinca.<br /><br />E foi assim, em 12 de junho, data da tradicional saída às ruas do Garantido, que a família de dona Maria criou um pontinho azul no meio da festa vermelha.</p>
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure">
<div style="width: 658px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/ynwJID5HTLs5cgass9XDwxdgNBU=/0x0:1585x884/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/t/e/kBTBsQTkuThDhPSWAhmg/captura-de-tela-2024-06-27-120725.png" alt="Em clima de descontração, torcedores do Garantido provocam família de torcedores do Caprichoso que moram em reduto vermelho. — Foto: Alexandro Pereira/Rede Amazônica" width="648" height="361" /><p class="wp-caption-text">Em clima de descontração, torcedores do Garantido provocam família de torcedores do Caprichoso que moram em reduto vermelho. — Foto: Alexandro Pereira/Rede Amazônica</p></div>
</figure>
</div>
<p>Pelas ruas da cidade, os triciclos são os principais meios de transporte. Eles levam moradores e visitantes do jeito bem típico de cidade pequena e aqui, são pintados para atender os dois lados.<br /><br />Hoje, cerca de 400 triciclos são cadastrados nas associações que representam esses trabalhadores e na semana do festival eles estão por todo canto da cidade.<br /><br />Muitos dos trabalhadores que pedalam dia e noite transportando as pessoas (popularmente chamados de “tricicleiros”) apostam em triciclos ornamentados para atender até os indecisos.<br /><br />Mesmo tão presente no dia a dia do parintinense, a rivalidade entre as duas torcidas se limita ao imaginário popular. Em uma disputa onde a violência dá lugar ao respeito, vence a cultura popular.</p>
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure">
<div style="width: 658px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/5KWwMlmcVjDymOCiHXTLS2FnWNw=/0x0:1037x736/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/9/d/B98C2iT0GRZ0RdiAZWTQ/captura-de-tela-2024-06-27-131357.png" alt="Meio de transporte mais popular em Parintins, triciclo ganha as cores azul e vermelho para agradar ambas as torcidas. — Foto: Alexandro Pereira/Rede Amazônica" width="648" height="460" /><p class="wp-caption-text">Meio de transporte mais popular em Parintins, triciclo ganha as cores azul e vermelho para agradar ambas as torcidas. — Foto: Alexandro Pereira/Rede Amazônica</p></div>
</figure>
</div>
<p>O Festival de Parintins acontece sempre no último fim de semana de junho. Neste ano, a festa acontece nos dias 28, 29 e 30 de junho. A edição promete ser uma das maiores já realizadas e os bois se preparam com afinco para arrastar os foliões ao longo das três noites.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: G1 AM</p>
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		<title>Por que o azul é provavelmente a sua cor favorita, segundo a Ciência</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/por-que-o-azul-e-provavelmente-a-sua-cor-favorita-segundo-a-ciencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jun 2022 14:03:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Azul]]></category>
		<category><![CDATA[cor favorita]]></category>
		<category><![CDATA[segundo a Ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 1993, o fabricante de giz de cera Crayola perguntou às crianças americanas qual era a sua cor de giz de cera favorita. A maioria delas escolheu diferentes tons de azul. Após sete anos, a empresa repetiu a experiência. E, novamente, sete tons de azul apareceram entre as dez mais escolhidas. Havia também roxo, verde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3340389406" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Em 1993, o fabricante de giz de cera Crayola perguntou às crianças americanas qual era a sua cor de giz de cera favorita. A maioria delas escolheu diferentes tons de azul.<br /><br />Após sete anos, a empresa repetiu a experiência. E, novamente, sete tons de azul apareceram entre as dez mais escolhidas. Havia também roxo, verde e rosa.<br /><br />A predominância do azul não surpreende Lauren Labrecque, professora da Universidade de Rhode Island, nos EUA, que estuda o efeito da cor no marketing. Ela muitas vezes pede a seus alunos qual é sua cor favorita. Depois de ouvir a resposta, ela faz uma apresentação.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="15" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Já tenho um slide pronto que diz &#8216;80% de vocês disseram azul'&#8221;, diz Labrecque.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="4" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">E ela geralmente acerta.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="15" data-block-id="8">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Quando nos tornamos adultos, todos gostamos de azul. E parece ser algo intercultural&#8221;, diz ela.</blockquote>
<p>Curiosamente, <strong><span class="highlight highlighted">o Japão é um dos poucos países onde as pessoas dizem que o branco está entre suas três cores prediletas.</span></strong></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="21" data-block-id="9">
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2497" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/06/azul-ciencia1.jpg" alt="" width="984" height="554" /></p>
<h6 data-track-category="Link no Texto">o Japão é um dos poucos países onde as pessoas dizem que o branco está entre suas três cores prediletas — Foto: Getty Images via BBC</h6>
<h2>O que dizem os estudos?</h2>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="11">
<p>Ter uma cor favorita é algo que tende a aparecer na infância.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Pergunte a qualquer criança qual é sua cor favorita, e a maioria, com giz de cera na mão, estará pronta para responder.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A verdade é que, com o passar do tempo, as crianças começam a criar afinidades com certas cores, de acordo com experiências que associam a elas.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">É provável que as crianças associem cores brilhantes — como laranja, amarelo, roxo ou rosa — a emoções positivas.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2498" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/06/azul-ciencia2.jpg" alt="" width="984" height="554" /></p>
<h6 data-track-category="Link no Texto">com o passar do tempo, as crianças começam a criar afinidades com certas cores, de acordo com experiências que associam a elas — Foto: Getty Images via BBC</h6>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="29" data-block-id="18">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">Um estudo com 330 crianças entre 4 e 11 anos mostrou que elas usavam suas cores favoritas para desenhar personagens &#8220;agradáveis&#8221; e tendiam a usar preto para personagens &#8220;desagradáveis&#8221;.</blockquote>
<p>Outros estudos, no entanto, não encontraram essa mesma relação, porque as associações entre emoções e cores estão longe de ser simples.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Costuma se dizer que quando as crianças passam para a adolescência, <strong><span class="highlight highlighted">suas escolhas de cores assumem um tom mais escuro e sombrio</span></strong>, mas não há muita pesquisa acadêmica sobre isso.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="21">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Essas paletas de cores parecem convergir à medida que as pessoas viram adultas. Curiosamente, <strong><span class="highlight highlighted">enquanto a maioria dos adultos diz preferir tons azuis, os adultos também têm uma cor menos favorita em comum: um marrom amarelado escuro</span></strong>.</p>
</div>
<h2 class="content-ads content-ads--reveal" data-block-type="ads" data-block-id="22">Por que temos cores favoritas?</h2>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="23">
<p>Basicamente, todos temos cores favoritas porque temos coisas favoritas.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="25">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Pelo menos essa é a essência da teoria da valência ecológica, uma ideia proposta por Karen Schloss, professora assistente de Psicologia da Universidade de Wisconsin-Madison, nos EUA.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2499" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/06/azul-ciencia3.jpg" alt="" width="984" height="554" /></p>
<h6 data-track-category="Link no Texto">Basicamente, todos temos cores favoritas porque temos coisas favoritas — Foto: Getty Images via BBC</h6>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="27">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">As cores estão longe de serem neutras. Em vez disso, <strong><span class="highlight highlighted">os humanos atribuem significado a elas, principalmente por causa de histórias subjetivas, e assim criam razões pessoais para achar um tom repelente ou atraente.</span></strong></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="28" data-block-id="28">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Isso explica por que pessoas diferentes têm preferências diferentes pela mesma cor e por que sua preferência por uma determinada cor pode mudar com o tempo&#8221;, diz Schloss.</blockquote>
<p>Em um dos experimentos, quadrados coloridos foram exibidos em uma tela. Os voluntários precisavam avaliar o quanto eles gostavam de cada um deles.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="18" data-block-id="31">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em seguida, as mesmas cores foram exibidas novamente, só que desta vez, em vez de quadrados, em objetos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="15" data-block-id="32">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Imagens amarelas e azuladas foram usadas com objetos neutros, como grampeadores ou chave de fenda.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="33">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">As fotos vermelhas e verdes foram deliberadamente distorcidas. Metade dos participantes viu imagens vermelhas que evocavam memórias positivas, como morangos ou rosas no Dia dos Namorados, enquanto as verdes foram projetadas para causar nojo, como saliva ou detritos em um lago.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="17" data-block-id="34">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A outra metade viu associações inversas: feridas vermelhas em carne viva e colinas verdes ou de kiwi.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="35">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Com essas imagens houve uma mudança na preferência de cores. Os voluntários escolhiam qualquer cor que fosse enfatizada positivamente, com pouca diminuição para o tom negativo.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2500" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/06/azul-ciencia4.jpg" alt="" width="984" height="554" /></p>
<h6 data-track-category="Link no Texto">Em um dos experimentos, quadrados coloridos foram exibidos em uma tela. Os voluntários precisavam avaliar o quanto eles gostavam de cada um deles. — Foto: Getty Images via BBC</h6>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="38">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No dia seguinte, o teste foi repetido e a mudança induzida no experimento parece ter sido anulada pelas cores que os participantes experimentaram no mundo real.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="21" data-block-id="39">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Isso nos diz que nossas experiências com o mundo influenciam constantemente a maneira como vemos e interpretamos as cores&#8221;, diz Schloss.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="18" data-block-id="40">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Pense nas preferências de cores como um resumo de suas experiências cotidianas e habituais com essa cor&#8221;, acrescenta.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="41">
<h2 class="content-text__container">O reinado do azul</h2>
<p>A preferência geral pelo azul segue igual desde os primeiros estudos de cores registrados no século 19.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="18" data-block-id="43">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><strong><span class="highlight highlighted">E a maior parte de nossa experiência com cores provavelmente será positiva, como oceanos perfeitos ou céus claros.</span></strong></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2501" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/06/azul-ciencia5.jpg" alt="" width="984" height="554" /></p>
<h6 data-track-category="Link no Texto">a maior parte de nossa experiência com cores provavelmente será positiva, como oceanos perfeitos ou céus claros — Foto: Getty Images via BBC</h6>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Pelo mesmo motivo, <strong><span class="highlight highlighted">a pesquisa oferece uma pista de por que a cor marrom é a menos popular,</span></strong> pois está associada a resíduos biológicos ou alimentos em decomposição.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="47">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A psicóloga experimental Domicele Jonauskaite estuda as conotações cognitivas e afetivas das cores na Universidade de Lausanne, na Suíça. <strong><span class="highlight highlighted">Ela observou como as crianças costumam enxergar azul e rosa.</span></strong></p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O amor das meninas por formas cor-de-rosa atinge o auge por volta dos 5 ou 6 anos de idade e depois desaparece quando elas viram adolescentes.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="49">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Mas os meninos evitam o rosa a partir dos 5 anos. Elas pensam &#8216;eu posso gostar de qualquer cor, menos de rosa&#8217;. É uma forma de rebeldia um menino gostar de rosa&#8221;, diz.</p>
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<div class="content-media-container glb-skeleton-box"><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2502" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/06/azul-ciencia6.jpg" alt="" width="984" height="554" /></div>
<h6>O amor das meninas por formas cor-de-rosa atinge o auge por volta dos 5 ou 6 anos de idade e depois desaparece quando elas viram adolescentes. — Foto: Getty Images via BBC</h6>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="16" data-block-id="52">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;E entre os homens adultos é difícil encontrar alguém que diga &#8216;rosa é a minha favorita&#8217;.&#8221;</blockquote>
<p>Alguns pesquisadores no passado sugeriram que essa preferência de cor ancorada no gênero é evolucionária: as mulheres, que eram as coletoras nas sociedades de caça, tinham preferência por cores associadas às bagas.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="54">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Isso é uma besteira, diz Jonauskaite, que cita vários artigos recentes que analisam a preferência de cor em culturas não globalizadas, como aldeias na Amazônia peruana e um grupo de camponeses no norte da República do Congo. <strong><span class="highlight highlighted">Em nenhum deles, as meninas demonstraram preferência pelo rosa.</span></strong></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="17" data-block-id="55">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Para se ter essa preferência, ou o contrário, é preciso haver uma codificação de identidade social&#8221;, analisa.</blockquote>
<p>De fato, o rosa era considerado uma cor masculina estereotipada antes da década de 1920 e só passou a ser associada às meninas em meados do século 20.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="6" data-block-id="57">
<h2 class="content-text__container">E quem não gosta de azul?</h2>
<p>Quem se sente atraído por tons impopulares pode ter memórias positivas na infância relacionadas a essa cor, como o caso dos bebês dos anos 1970, que cresceram em uma época em que sofás marrons estavam na moda, diz Alice Skelton, do Sussex Color Group &amp; Baby Lab, da Universidade de Sussex, no Reino Unido.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="4" data-block-id="59">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Mas existe outra possibilidade.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-2503" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/06/azul-ciencia7.jpg" alt="" width="984" height="554" /></p>
<h6 data-track-category="Link no Texto">Quem se sente atraído por tons impopulares pode ter memórias positivas na infância relacionadas a essa cor — Foto: Getty Images via BBC</h6>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="16" data-block-id="62">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Pode ser que enquanto alguns estão tentando alcançar a homeostase (estabilidade), outros buscam sensações&#8221;, diz ela.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="63">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Pense no caso dos artistas, cujo principal trabalho é procurar coisas que desafiem seu sistema visual ou preferência estética.&#8221;</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="11" data-block-id="64">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">São eles que, sem dúvida, não vão escolher o lápis azul.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="11" data-block-id="65">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Leia <a href="https://www.bbc.com/future/article/20220601-what-your-favourite-colour-says-about-you" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">aqui o artigo original em inglês</a>, publicado na BBC Future.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Fonte: G1</p>
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