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	<title>Avenida Paulista - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Avenida Paulista - Portal NDC</title>
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		<title>Avenida Paulista volta a ser palco de protesto contra PL do Aborto</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/avenida-paulista-volta-a-ser-palco-de-protesto-contra-pl-do-aborto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Jun 2024 14:07:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Avenida Paulista]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de Lei do Aborto]]></category>
		<category><![CDATA[Protesto]]></category>
		<category><![CDATA[regime de urgência]]></category>
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					<description><![CDATA[Texto que está na Câmara equipara interrupção da gravidez a homicídio Na tarde deste sábado (15), a Avenida Paulista foi palco de mais um ato contra o Projeto de Lei (PL) 1.904/24, que equipara o aborto de gestação acima de 22 semanas ao homicídio. Foi o segundo ato de protesto realizado nesta semana na capital [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2670943304" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Texto que está na Câmara equipara interrupção da gravidez a homicídio</p>
<p>Na tarde deste sábado (15), a Avenida Paulista foi palco de mais um ato contra o Projeto de Lei (PL) 1.904/24, que equipara o aborto de gestação acima de 22 semanas ao homicídio. Foi o segundo ato de protesto realizado nesta semana na capital paulista contra o projeto que tramita em regime de urgência na Câmara dos Deputados.</p>
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<div class="dnd-atom-rendered">
<div class="shadow overflow-hidden rounded-lg d-block w-100">
<div style="width: 526px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Paulo Pinto/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/2pLyO4lYKyabvhGUGpC6FIS-Qk0=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/06/15/ato_masp13.jpg?itok=IMRsRvQY" alt="São Paulo  SP 15/06/202 Ato no MASP contra o Projeto de Lei (PL) 1.904/24, que equipara o aborto de gestação acima de 22 semanas ao homicídio. Foto Paulo Pinto/Agencia Brasil" width="516" height="343" /><p class="wp-caption-text">Ato contra o PL 1904, que criminaliza o aborto. Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil</p></div>
</div>
</div>
</div>
<p>Por lei, o aborto, ou interrupção de gravidez, é permitido e garantido no Brasil nos casos em que a gestação decorreu de estupro da mulher, representa risco de vida para a mãe e também em situações de bebês anencefálicos, sem estabelecer um tempo máximo de gestação para o aborto.</p>
<p>No entanto, o projeto de lei que foi votado para tramitar em regime de urgência na última quarta-feira (12) na Câmara dos Deputados, pretende fixar em 22 semanas de gestação o prazo máximo para abortos legais e aumentar de 10 para 20 anos a pena máxima para quem fizer o procedimento.</p>
<p>“A gente mobilizou novamente este ato. Achamos que era essencial voltarmos no sábado aqui na Avenida Paulista para mostrar que o projeto é um absurdo. Enquanto esse projeto não for arquivado, as feministas não sairão das ruas”, disse Ana Luiza Trancoso, que faz parte do Coletivo Juntas e da Frente Estadual pela Legalização do Aborto.</p>
<p>Para as manifestantes, se aprovado, o projeto de lei afetará principalmente as crianças que são vítimas de estupros, cujos casos de abuso e gestações demoram a ser identificados, resultando em busca tardia aos serviços de aborto legal. Segundo o Fórum de Segurança Pública, 74.930 pessoas foram estupradas no Brasil em 2022. Desse total, 61,4% eram crianças que tinham até 13 anos.</p>
<p>“As principais vítimas são as meninas de 10 a 14 anos. É dentro de casa que acontece essa violência. A criança não tem consciência do corpo. Não sabe o que é estar gestando. Por isso, há a descoberta tardia [da gravidez]. Além disso, sabemos que os serviços de abortamento legal sempre colocam barreiras. Não foi só um ou dois casos em que meninas tiveram que mudar de cidade ou de estado para fazer o aborto. E, quando chegam, sofrem pressão [para não abortar] e daí vão se passando semanas”, afirmou Ana Luiza.</p>
<p>Uma das participantes do ato na Avenida Paulista foi a professora Ana Paula Fernandes de Souza, de 43 anos. “Estou no ato porque acho extremamente importante tentar barrar esse projeto de lei. Eu, enquanto mulher, me sinto ofendida com tudo isso que vem ocorrendo. E este é só o começo de muitas outras coisas piores que podem vir”, disse ela à Agência Brasil.</p>
<p>Para a professora, as crianças e as mulheres periféricas serão as maiores vítimas desse projeto. “Na verdade, a mulher como um todo [é vítima do projeto]. Mas existe uma parcela aí que vai pagar muito mais por toda essa situação”, acrescentou.</p>
<p>A manifestação na Avenida Paulista contou também com a presença de muitos homens. “Tenho exemplos na família de abuso sexual. Sobrinhas que sofreram abuso”, disse René de Barros, de 61 anos, professor aposentado. “Não há como ficar à margem disso. Inclusive, sugiro que se façam passeatas nos bairros. Esse Lira [Arthur Lira, presidente da Câmara dos Deputados] tem que cair fora. Ele não é inimigo das mulheres e das crianças. Ele é inimigo do Brasil”, afirmou.</p>
<p>Para o professor, os homens precisam também reforçar sua participação em atos como este. “Essas mulheres e essas crianças têm família, e as famílias são afetadas também. A gente não pode ser hipócrita”, enfatizou.</p>
<p>Em nota, a Ordem dos Advogados do Brasil Seção São Paulo (OAB-SP) manifesta &#8220;profunda preocupação&#8221; com o projeto. &#8220;Em primeiro lugar, o projeto estabelece limites mais rigorosos para a interrupção da gravidez decorrente de estupro, restringindo-a até a 21ª semana. Esta mudança impõe uma barreira significativa para as meninas e mulheres que foram estupradas, muitas vezes obrigando-as a levar a gravidez a termo, o que pode ser considerado tratamento cruel e degradante&#8221;, diz a nota da OAB.  &#8220;Além disso, essa previsão ignora a realidade de muitas mulheres brasileiras que sofrem estupro e enfrentam um longo caminho até conseguirem um aborto legal, frequentemente ultrapassando as 22 semanas&#8221;, acrescenta o texto.</p>
<p>Para a OAB-SP, a criminalização severa do aborto &#8220;não reduz a sua ocorrência, mas empurra as meninas e mulheres, principalmente as mais pobres, para procedimentos clandestinos inseguros e com alto risco de vida, aprofundando a discriminação social&#8221;.</p>
<h2>Lula</h2>
<p>Mais cedo, durante a Cúpula do G7, que reúne os países mais ricos do mundo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se manifestou contra o projeto.<br /><br />“Eu, Luiz Inácio, sou contra o aborto. Mas, como o aborto é uma realidade, precisamos tratar como uma questão de saúde pública. Eu acho que é insanidade alguém querer punir uma mulher em uma pena maior do que o criminoso que fez o estupro”, declarou, em entrevista coletiva na região da Puglia, na Itália.</p>
<p>Para Ana Luiza Trancoso, a fala do presidente Lula foi importante, mas precisa ser mais incisiva. “Ele precisa ser um pouco mais enfático. Ele precisa ter uma posição mais firme”, disse Ana Luiza.</p>
<h2>Abaixo-assinado</h2>
<p>Durante o ato na Avenida Paulista, as manifestantes colheram assinaturas de pessoas contra o Projeto de Lei 1.904/24. “É um abaixo-assinado pedindo que esse projeto seja arquivado. Só assim para a gente abandonar as ruas”, afirmou a representante do Coletivo Juntas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência </p>
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		<title>Apoiadores de Bolsonaro fazem ato na Avenida Paulista</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/apoiadores-de-bolsonaro-fazem-ato-na-avenida-paulista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Feb 2024 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
		<category><![CDATA[Avenida Paulista]]></category>
		<category><![CDATA[BENJAMIN NETANYAHU]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Policia Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[Investigado por tentativa de golpe de Estado, ex-presidente convocou manifestação pelas redes sociais e disse que objetivo é defender &#8220;o Estado democrático de direito e a liberdade&#8221;. Apoiadores de Jair Bolsonaro fazem um ato neste domingo (25) na Avenida Paulista em defesa do ex-presidente, investigado pela Polícia Federal por uma tentativa de golpe de Estado para mantê-lo no poder [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1303851293" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Investigado por tentativa de golpe de Estado, ex-presidente convocou manifestação pelas redes sociais e disse que objetivo é defender &#8220;o Estado democrático de direito e a liberdade&#8221;.</p>
<div id="chunk-bhovu">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="9">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Apoiadores de Jair Bolsonaro fazem um ato neste domingo (25) na Avenida Paulista em defesa do ex-presidente, investigado pela Polícia Federal por uma tentativa de golpe de Estado para mantê-lo no poder e evitar a eleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="10">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Bolsonaro, que foi convocado para prestar depoimento à PF na última quinta-feira (22) e ficou em silêncio, é esperado para discursar em um carro de som estacionado perto do Museu de Arte de São Paulo (Masp).</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="11">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Por volta de 13h, a maior concentração estava no quarteirão em que ficam o Masp e o Parque Trianon. A Polícia Militar mobilizou 2.000 homens para fazer a segurança do ato.</p>
</div>
</div>
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<div style="width: 657px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/LQoOEv1i5xzwB1J_SGBc77SUHhM=/0x0:1920x1080/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/s/0/61BL8eTcGKVlO68OQzGA/hn-geral-todos-bolsonaro-baronesa-rosana-2502-tit-20240225-1204-frame-0.jpeg" alt="Imagem aérea da região do Masp, na Paulista, onde apoiadores de Bolsonaro estão reunidos neste domingo (25) — Foto: Reprodução/g1" width="647" height="364" /><p class="wp-caption-text">Imagem aérea da região do Masp, na Paulista, onde apoiadores de Bolsonaro estão reunidos neste domingo (25) — Foto: Reprodução/g1</p></div>
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</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="13">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O ex-presidente anunciou a manifestação em suas redes sociais e disse que seria um &#8220;ato pacífico, pelo nosso Estado democrático de direito, pela nossa liberdade, família e futuro&#8221;.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9lec7">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="14">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Além de Bolsonaro, devem participar a ex-primeira dama Michelle Bolsonaro e políticos aliados. São esperadas as presenças de alguns governadores, entre eles Tarcísio de Freitas, governador de SP.</p>
</div>
</div>
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<div style="width: 657px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/ODV8zGDmlNWDCcVYt7DvDnZfUog=/0x132:960x735/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/E/9/5kdw8nSIunMBTRNazkqg/carro-de-som.jpg" alt="Carro de som em que Bolsonaro deve discursar foi posicionado perto do Masp e do Parque Trianon — Foto: g1" width="647" height="406" /><p class="wp-caption-text">Carro de som em que Bolsonaro deve discursar foi posicionado perto do Masp e do Parque Trianon — Foto: g1</p></div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="77" data-block-id="16">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os apoiadores do ex-presidente chegaram ao local nas primeiras horas da manhã, com bandeiras do Brasil e camisetas amarelas. Alguns portavam bandeiras de Israel. Na última semana, o governo de Benjamin Netanyahu foi criticado por Lula, que chamou de genocídio a morte palestinos em Gaza e comparou as ações do Exército israelense ao extermínio de judeus por nazistas no Holocausto. Em resposta, Israel declarou Lula “persona non grata”, o que significa que sua presença não é bem-vinda.</p>
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</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="18" data-block-id="17">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Alguns apoiadores levaram cartazes contrários ao comunismo e com lemas em defesa da pátria e da família.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="20">
<div class="content-intertitle">
<h2><strong>Investigação da PF</strong></h2>
</div>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="21">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Bolsonaro foi um dos alvos da operação Tempus Veritatis, deflagrada pela PF há duas semanas. De acordo com as investigações, o ex-presidente, alguns de seus ex-ministros e militares se organizaram para tentar um golpe de Estado e impedir a chegada de Lula ao poder.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ar6r6">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="9" data-block-id="22">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Esse plano incluía, de acordo com as investigações:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-49qbr">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="61" data-block-id="23">
<ul class="content-unordered-list">
<li>desacreditar o sistema eleitoral e as urnas eletrônicas com a disseminação de conteúdos falsos;</li>
<li>fomentar, planejar e executar atos antidemocráticos, com acampamentos em frente a quartéis do Exército;</li>
<li>monitorar opositores e autoridades, entre elas o ministro Alexandre de Moraes, do STF;</li>
<li>elaborar documentos que pudessem fundamentar juridicamente iniciativas golpistas;</li>
<li>incitar militares a aderirem ao golpe e pressionar aqueles que fossem contrários.</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-3dkku">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="64" data-block-id="24">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os advogados de Bolsonaro afirmam que ele nunca pensou em golpe e que prestará depoimento às autoridades quando tiver acesso à investigação. O ex-presidente teve que entregar seu passaporte às autoridades e está proibido de manter contato com os outros investigados, entre eles o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, e os ex-ministros Braga Netto e Augusto Heleno, que são generais do Exército.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2npou">
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<div class=" mc-column  content-media__container">
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<div style="width: 657px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/2EoDQS33kBRGxRyeGPuRE0Sr2dk=/0x0:1600x1200/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/g/9/fEiPwQRWugkrWFQWIcyg/fiesp.jpg" alt="Apoiadores de Bolsonaro e vendedores ambulantes na altura do prédio da Fiesp, na Avenida Paulista — Foto: g1" width="647" height="485" /><p class="wp-caption-text">Apoiadores de Bolsonaro e vendedores ambulantes na altura do prédio da Fiesp, na Avenida Paulista — Foto: g1</p></div>
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</div>
</div>
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</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="26">
<div class="content-intertitle">
<h2>A reunião</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-eb0m6">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="64" data-block-id="27">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">As investigações da PF revelaram que Bolsonaro, ainda no cargo, recebeu e pediu ajustes na minuta do golpe, um documento elaborado com o objetivo de anular o resultado da eleição vencida por Lula e que também previa a prisão de Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Uma cópia da minuta foi apreendida na casa do ex-ministro da Justiça Anderson Torres.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3ni53">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="55" data-block-id="28">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A PF descobriu também um vídeo de uma reunião ministerial realizada em 5 de julho de 2022, três meses da eleição, na qual Bolsonaro e seus então ministros discutiram ações para evitar a vitória de Lula. Essa gravação foi encontrada no computador de Mauro Cid, ex-ajudante de Bolsonaro que está colaborando com as investigações.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-36pe1">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="71" data-block-id="29">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na reunião, Bolsonaro disse aos ministros que eles não poderiam esperar o resultado da eleição para agir. Segundo a PF, o então presidente exigiu que seus ministros — &#8220;em total desvio de finalidade das funções do cargo&#8221; — deveriam promover e replicar todas as desinformações e notícias fraudulentas quanto à lisura do sistema de votação, com uso da estrutura do Estado brasileiro para &#8220;fins ilícitos e dissociados do interesse público&#8221;.</p>
</div>
</div>
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<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ainda de acordo com a PF, na reunião o então ministro chefe do GSI, general Augusto Heleno, afirmou que conversou com o diretor-adjunto da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para infiltrar agentes nas campanhas eleitorais.</p>
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<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><strong>Veja abaixo o que mais as investigações da PF revelaram:</strong></p>
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<ul class="content-unordered-list">
<li>Bolsonaro discutiu o teor da minuta do golpe e pediu ajustes. A versão inicial previa a prisão dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes, além do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, mas Bolsonaro pediu que os nomes de Pacheco e Gilmar fossem retirados do documento. Ele também quis que fosse mantido o trecho que previa a realização de novas eleições.</li>
<li>Após as mudanças, Bolsonaro convocou generais e comandantes das Forças Armadas para apresentar a minuta e pressioná-los a aderir ao golpe.</li>
<li>O governo Bolsonaro mantinha uma estrutura de inteligência paralela que monitorava a agenda de autoridades e era comandada pelo ex-assessor especial de Bolsonaro Marcelo Câmara.</li>
<li>Uma das agendas acompanhadas em tempo integral era a de Alexandre de Moraes para, caso fosse dado o golpe militar, ele pudesse ser preso. Segundo as investigações, Marcelo Câmara já tinha o &#8220;itinerário exato de deslocamento do ministro&#8221; nas semanas finais de dezembro de 2022.</li>
<li>Ex-presidente Jair Bolsonaro em outubro de 2023 — Foto: Reuters/Ueslei Marcelino</li>
<li>Militares da ativa pressionaram colegas contrários ao golpe para tentar fazê-los aderir ao movimento. Em uma das conversas captadas pela PF, o general Braga Netto, ex-ministro da Defesa, chegou a chamar o comandante do Exército, general Freire Gomes, de &#8220;cagão&#8221;.</li>
<li>Bolsonaro convocou uma reunião em julho de 2022 com a alta cúpula do governo, incluindo o então ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira, para discutir estratégias que assegurassem a sua vitória nas eleições. Na ocasião, o general Augusto Heleno, que chefiava o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), defendeu que, se tivesse que &#8220;virar a mesa&#8221;, que fosse &#8220;antes das eleições&#8221;. A PF encontrou um vídeo da reunião em um computador apreendido na casa de Mauro Cid.</li>
<li>Em dezembro de 2022, o então chefe do Comando de Operações Terrestres do Exército, general Estevam Cals Theóphilo Gaspar de Oliveira, se reuniu com Bolsonaro no Palácio da Alvorada e disse que colocaria as tropas especiais nas ruas se ele assinasse a minuta do golpe.</li>
<li>O grupo agia em seis núcleos para organizar uma tentativa de golpe de Estado. Entenda aqui como, segundo a PF, eles estavam articulados.</li>
<li>A organização tinha cinco eixos de atuação: 1 &#8211; ataques virtuais a opositores; 2 &#8211; ataques às instituições (STF e TSE) e ao sistema eleitoral; 3 &#8211; tentativa de golpe de estado; 4 &#8211; ataques às vacinas contra a Covid-19; e 5 &#8211; uso da estrutura do estado para obter vantagens, como desvios de bens, a exemplo do caso das joias.</li>
<li>Pessoas muito próximas a Bolsonaro, como Mauro Cid, <a class="" href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2024/02/08/conversas-mostram-mauro-cid-orientando-manifestacoes-e-monitoramento-de-moraes-diz-pf-veja-prints.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">ajudaram a articular e financiar os atos golpistas</a> que levaram à invasão e depredação das sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro. Ele deu orientações e chegou a receber de um major do Exército pedido de R$ 100 mil para ajudar na organização dos atos em Brasília.</li>
<li>Em outra frente, o PL, partido de Bolsonaro, foi usado para financiar narrativas que atacavam as urnas eletrônicas. O ápice dessa estratégia foi a apresentação de um estudo questionando o resultado da eleição.</li>
<li>Na sede da legenda, os policiais encontraram um documento com argumentos para decretação do estado de sítio. O advogado Fábio Wajngarten, que representa Bolsonaro, disse que o &#8220;padrão do conteúdo não condiz com as tradicionais e reconhecidas falas e frases do presidente&#8221;. Afirmou ainda que &#8220;não tem limite a vontade de tentar trazer o Presidente Jair Bolsonaro para um cenário político que ele jamais concordou&#8221;.</li>
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<p>Fonte: G1 </p>
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