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	<title>ato contra o garimpo - Portal NDC</title>
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		<title>Indígenas jogam lama e tinta vermelha no Ministério de Minas e Energia, em Brasília, durante ato contra garimpo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Apr 2022 03:46:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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<p>Cerca de 6 mil indígenas participaram do ato &#8220;Ouro de sangue: marcha contra o garimpo que mata e desmata&#8221;, em Brasília, durante a tarde desta segunda-feira (11). O grupo está acampado na capital federal desde segunda-feira (4).<br /><br />Eles defendem a demarcação de territórios e protestam contra a chamada &#8220;agenda anti-indígena&#8221;, composta pelo julgamento do Marco Temporal no Supremo Tribunal Federal (STF) e por projetos de lei que liberam a exploração de terras, o licenciamento ambiental e o uso de agrotóxicos.<br /><br />LEIA TAMBÉM:<br /><br />&#8216;COMBO DA MORTE&#8217;: entenda por que 5 projetos de lei no Congresso são apontados como ameaças ao meio ambiente, quilombolas e indígenas<br />MARCO TEMPORAL: veja o que está em jogo no julgamento adiado no STF<br />ENTENDA: saiba o que prevê o projeto do governo de autorização de garimpo em terra indígena<br /><br />Indígenas fazem caminhada, em Brasília, contra uso de terras pelo garimpo — Foto: Amanda Sales/ g1<br />Indígenas fazem caminhada, em Brasília, contra uso de terras pelo garimpo — Foto: Amanda Sales/ g1<br /><br />Nesta tarde, os indígenas seguiram pela Esplanada dos Ministérios até o Ministério de Minas e Energia. Em frente ao prédio, eles usaram lama e tinta vermelha para representar a destruição e a morte causadas pelos garimpos.<br /><br />Nos vidros, o grupo escreveu, com argila, frases contrárias ao governo do presidente Jair Bolsonaro (PL). Caixas simbolizando barras de ouro, manchadas de sangue, foram colocadas na porta.<br /><br />Caixas simbolizando barras de ouro, sujas de sangue e lama, foram deixadas em frente ao Ministério de Minas e Energia por indígenas que protestam contra o garimpo — Foto: Amanda Sales/ g1<br />Caixas simbolizando barras de ouro, sujas de sangue e lama, foram deixadas em frente ao Ministério de Minas e Energia por indígenas que protestam contra o garimpo — Foto: Amanda Sales/ g1<br /><br /><br />Bandeiras do Brasil, manchadas com tinta vermelha para representar a morte dos povos indígenas e o retrocesso nas políticas ligadas ao meio ambiente, foram exibidas ao longo da caminhada.<br /><br />A Polícia Militar acompanhou a manifestação. Três faixas do Eixo Monumental chegaram a ser fechadas. Não houve incidentes.<br /><br />Indígena escreve, com lama, nos vidros do Ministério de Minas e Energia, durante protesto, em Brasília — Foto: Anna Reis/ TV Globo<br />Indígena escreve, com lama, nos vidros do Ministério de Minas e Energia, durante protesto, em Brasília — Foto: Anna Reis/ TV Globo<br /><br />Acampamento Terra Livre<br />Segundo a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), mais de 6 mil indígenas de 172 povos, participam do Acampamento Terra Livre 2022 (ATL), que deve ficar montado na capital federal até o dia 14 de abril.<br /><br />O encontro é considerado o maior do país e ocorre no mesmo período em que o Congresso Nacional deve votar textos como o do Projeto de Lei 191/2020, que autoriza a mineração em terras indígenas. No começo de março, a Câmara dos Deputados aprovou a urgência para votação do PL.<br /><br /><br />Além de regras para a mineração, o texto estabelece normas para a exploração de hidrocarbonetos, como petróleo, e a geração de energia elétrica nestes territórios. O projeto está entre os alvos do Ato pela Terra, manifestação de artistas liderada pelo cantor e compositor Caetano Veloso, em Brasília, em março passado, e que denunciou o &#8220;pacote de destruição ambiental proposto pelo governo do presidente Jair Bolsonaro&#8221; (PL).</p>
<p>Fonte: g1</p>
<p>Foto: Amanda Sales/ g1</p>
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