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	<title>Ataque em escola de SP - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Ataque em escola de SP - Portal NDC</title>
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		<title>“Pais têm de enxergar sinais”, diz mãe de jovem que atacou escola</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/pais-tem-de-enxergar-sinais-diz-mae-de-jovem-que-atacou-escola/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Apr 2023 13:10:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque em escola de SP]]></category>
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					<description><![CDATA[Na tarde de 19 de agosto de 2022, Adriana tinha chegado de uma viagem de férias dos Estados Unidos quando recebeu a notícia: seu filho Henrique, de 18 anos, tinha acabado de invadir a Escola Municipal Éber Louzada Zippinotti, em Vitória (ES), com seis facas ninjas, arco com 59 flechas, 3 bestas e 4 coquetéis [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3356262968" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Na tarde de 19 de agosto de 2022, Adriana tinha chegado de uma viagem de férias dos Estados Unidos quando recebeu a notícia: seu filho Henrique, de 18 anos, tinha acabado de invadir a Escola Municipal Éber Louzada Zippinotti, em Vitória (ES), com seis facas ninjas, arco com 59 flechas, 3 bestas e 4 coquetéis molotov.<br /><br />Após ter acesso negado no portão, ele escalou a grade de seu ex-colégio e chegou a ameaçar estudantes e funcionários, mas acabou detido por policiais e seguranças. Ninguém se feriu. Autuado em flagrante por tentativa de homicídio qualificada por motivo fútil, está preso.</p>
<p>Um relatório da transição de governo federal relata 35 mortes em ataques em escolas de 2000 a 2022; ao todo, 72 pessoas ficaram feridas em 16 episódios.</p>
<p>Nesta semana, Adriana reviveu todo o drama, ao saber do ataque à Escola Thomazia Montoro, na Vila Sônia, com a morte de uma professor.</p>
<p>Para ela, que pediu para não ter seu sobrenome divulgado por ameaças, discussões como da restrição ao acesso a armas e da redução da maioridade penal não resolverão o problema. Mas os pais precisam ficar alertas.</p>
<p>– Meu filho nunca teve problema de saúde, a gente não tem problema de dinheiro, a gente não tem problema de educação, não tem problema de amor. O que levou meu filho a fazer isso eu não sei. Do mesmo jeito que um monte de mãe e pai aí está achando que esse comportamento [do filho] é normal e ele pode ser o próximo agressor – declarou.</p>
<p>Veja a seguir trechos da entrevista com a enfermeira, cuja íntegra vai ao ar na coluna Mulheres Reais, da Rádio Eldorado, na próxima segunda-feira (8).</p>
<p><strong>Como tem sido sua vida desde 19 de agosto, quando seu filho atacou a escola?</strong><br />“Na hora que cheguei, ele não estava e eu perguntei para o irmão: ‘Cadê o Henrique?’. ‘Ah, mãe, foi no supermercado’. Eu: ‘Tá, tudo bem’. Quando minha sogra depois ligou e o pai dele ligou, dizendo que estava sendo conduzido para a delegacia porque tinha invadido uma escola, é que eu fiquei sabendo. Foi um susto. É uma situação tão bizarra, tão irreal que você não acredita.”</p>
<p>“Depois você vai tentar rever o que houve, o que estava acontecendo, os sinais que ele estava apresentando e eu não percebi. E esse é o objetivo da minha exposição aqui: gostaria de alertar os pais para enxergarem esses sinais que o meu filho deu e eu não consegui enxergar.”</p>
<p><strong>Você pode detalhar?</strong><br />“Eram coisinhas típicas de adolescente que a gente não leva em consideração. O Henrique sempre foi muito tímido. Era difícil até de fazer e manter amizades. Ele tinha a roda de amigos dele. Quando saiu dessa escola e no ensino médio foi para uma particular era totalmente diferente. Logo depois veio a pandemia. então ele começou a se fechar muito, ficava só dentro do quarto ou no banheiro trancado. Sempre com um computador ou com o celular, sempre.”</p>
<p>“Depois começou a se vestir de preto, só pedia para comprar roupa preta. Ele pediu um coturno também que o pai deu, mas eu achava que fosse estilo dele, entendeu? Também começou a ficar muito mais introspectivo. Aí pediu suspensório, pediu cinto preto e, no aniversário de 18 anos, pediu uma capa de couro preta enorme. Eu falei: ‘Meu filho, eu não vou te dar porque em Vitória não tem frio para usar um negócio desses.&#8217;”</p>
<p>“Ele pediu o livro do [Adolf] Hitler para ler e falei: ‘Meu filho, nazismo no Brasil é crime. Nem se quisesse eu poderia fornecer esse material para você, porque é proibido’. E ele: ‘Não, mãe, eu queria entender a mente do Hitler’. E eu falei: ‘Ah, então você vai fazer pesquisa, mas o livro eu não vou te dar’.”</p>
<p><strong>E as armas?</strong><br />“É um assunto meio conflitante. Porque eu também gosto, entendeu? Meu pai é militar, o pai dele é militar e eles queriam seguir carreira militar. Então eu meio que incentivei também. Eu levava eles para atirar, não com arma de verdade, mas com aquelas de bolinha, de chumbinho e tal. Mais por conta do desejo deles de seguir a carreira militar. Então a gente sempre teve muito convívio com esse assunto de armas, mas não a ponto de ter uma arma.”</p>
<p>“Então ele começou a andar muito de preto… Mesmo depois que passou o negócio de máscara [da Covid], ele continuou usando máscaras pretas. Enfim, introspecção, não saía do quarto para nada. Nos últimos seis meses mais ou menos (antes do ataque) ele começou a ficar agressivo, resposta ríspida, sem nenhum contato afetivo, não dava boa noite, não dava beijo, não se despedia, coisa que a gente sempre teve o costume de fazer.”</p>
<p><strong>Como você interpretou?</strong><br />“Coisa de adolescente normal. Mas o que eu vejo hoje é a frieza. Ele não sorria mais, nem em foto ele sorria mais. Ele não expressava nenhum afeto, nenhum carinho por ninguém. (…) realmente estava muito frio, não me dava atenção, mas achei que estivesse de birra, que fosse coisa de adolescente.”</p>
<p>“Porque eu também fui adolescente. A gente pintava às vezes o cabelo de papel crepom roxo, usava algumas roupas esquisitas, mas era esse negócio de ter uma turma, uma tribo. Eu achei que fosse isso e respeitei… Infelizmente.”</p>
<p><strong>Quanto você acha que comunidades de ódio da internet incentivaram seu filho no ataque?</strong><br />“Eu nunca conversei com ele sobre esse assunto. Até porque o tempo de visita [na prisão] é muito curto. Eu vejo meu filho uma vez por mês por 30 minutos. Então eu tento valorizar esse tempo que estou com ele. Mas realmente nessas comunidades do submundo da internet, algumas desse Discord principalmente, que depois eu fiquei sabendo que ele frequentava e [onde] até comandava grupos, tem essa alienação que eles fazem desses jovens.”</p>
<p>“Eu não sei como que eles capturam esses jovens, não sei como que eles seduzem esses jovens, mas parece que pescam mesmo essas possíveis vítimas para poderem fazer de soldado deles. É isso o que eu vejo hoje.”</p>
<p><strong>Como você vê a indicação de especialistas de que expor imagens de ataques incentiva novos ataques?</strong><br />“Eu observei que tem um padrão de método. Por exemplo: todos escrevem tipo um diário antes, mais ou menos umas 30 páginas justificando o ato. Tem um intervalo de tempo entre um ataque e outro. E um estimula o outro. Cada ataque desses estimula o próximo porque eles criam um score, vamos dizer assim, eles têm uma pontuação: quanto mais eles matam, mais a nota é alta. E, se eles morrem em confronto, aí sim viram heróis”.</p>
<p>“O de Suzano [que matou sete pessoas em 2019] é venerado, os dois de Columbine [que mataram 12 alunos e um professor em 1999 nos Estados Unidos] também são idolatrados. Então esses que conseguem matar e morrer são os heróis deles, são os ídolos, e eles tentam atingir esse patamar”.</p>
<p>“Por isso que falar de [redução da] maioridade penal ou de [restrição ao] acesso a armas não vai adiantar porque matar e morrer é o que vão fazer eles se sentirem bem, entendeu? Por exemplo, meu filho entrou com uma besta que ele comprou na internet e entrou com faca que ele comprou na internet. O coquetel molotov fez em casa.”</p>
<p>“Não vai ser restringindo o acesso a arma de fogo que vai diminuir isso e a maioridade penal também não cabe nesse caso. Porque, quanto mais novo [o assassino] e mais vítimas morrerem, melhor para eles.”</p>
<p><strong>Tem algo mais que você gostaria de acrescentar?</strong><br />“O que esses meninos fizeram são coisas horríveis. Mas que eles não sejam sacrificados. Eu não estou dizendo que são vítimas não, mas esses meninos estão doentes, a juventude está doente. A questão de saúde mental é importantíssima.”</p>
<p>“Quando chegam a cometer um ato desses é porque já chegaram ao ápice do desequilíbrio. O mal que eles estão fazendo é um reflexo de alguma coisa na sociedade que está dando errado. Se depois desta entrevista eu conseguir evitar um ataque, já vou estar realizada.”</p>
<p>*Pleno.News</p>
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		<title>Aluno que matou professora ameaçou colega por mensagem</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/aluno-que-matou-professora-ameacou-colega-por-mensagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Mar 2023 12:12:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque em escola de SP]]></category>
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					<description><![CDATA[Em fevereiro, um adolescente de 12 anos, aluno da escola estadual José Roberto Pacheco, em Taboão da Serra, na Grande São Paulo, foi ameaçado pelo responsável pelo ataque à escola na capital paulista que deixou uma professora morta e quatro feridos. O autor do crime estava estudando em Taboão após pedir transferência da escola Thomázia [&#8230;]]]></description>
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<p>Em fevereiro, um adolescente de 12 anos, aluno da escola estadual José Roberto Pacheco, em Taboão da Serra, na Grande São Paulo, foi ameaçado pelo responsável pelo ataque à escola na capital paulista que deixou uma professora morta e quatro feridos.<br /><br />O autor do crime estava estudando em Taboão após pedir transferência da escola Thomázia Montoro, na Vila Sônia, onde estudava anteriormente.</p>
<p>Na época, ele enviou uma foto de uma arma para o colega e escreveu: “Já estou preparado, você vai morrer. Aproveita esse mês”.</p>
<p>Na conversa, o autor do ataque diz que foi contratado por outra pessoa para matar o colega. Ele só não esperava que o menino mostraria a conversa para sua mãe e ela resolveu denunciar para a escola.</p>
<p>– Vou na escola hoje mostrar o tipo de conversa que você tem com as pessoas. Aqui ninguém tem medo de você não. Tá pagando de armado mandando mensagem para outros a troco de nada? Vou te mostrar como a vida funciona – escreveu a mãe do aluno ameaço.</p>
<p>O adolescente então pede desculpa e diz que tem medo de seus pais, implorando para que o assunto não seja levado para a escola. Ele também diz que estava tendo um ataque de ansiedade após a resposta da mãe do colega.</p>
<p>A direção da escola estadual José Roberto Pacheco fez um boletim de ocorrência contra o adolescente e então ele voltou a estudar na escola Thomázia Montoro, onde efetuou o crime nesta segunda-feira (27).</p>
<p>*Pleno.News</p>
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		<item>
		<title>Aluno que matou professora foi “frio” ao ser ouvido, diz delegado</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/aluno-que-matou-professora-foi-frio-ao-ser-ouvido-diz-delegado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Mar 2023 12:35:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque em escola de SP]]></category>
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					<description><![CDATA[O delegado Marcus Vinicius Reis, responsável pela apuração do caso do adolescente de 13 anos que matou uma professora e feriu outras quatro pessoas na Escola Estadual Thomazia Montoro, na Vila Sônia, Zona Oeste de São Paulo, disse que o autor do ataque foi “frio” durante o depoimento e que não demonstrou nenhuma emoção. – [&#8230;]]]></description>
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<p>O delegado Marcus Vinicius Reis, responsável pela apuração do caso do adolescente de 13 anos que matou uma professora e feriu outras quatro pessoas na Escola Estadual Thomazia Montoro, na Vila Sônia, Zona Oeste de São Paulo, disse que o autor do ataque foi “frio” durante o depoimento e que não demonstrou nenhuma emoção.<br /><br />– Posso adiantar que ele foi bem frio. Não demonstrou muita emoção e admitiu. Confessou na presença da advogada e dos pais que ele praticou os atos infracionais – disse o delegado.</p>
<p>Reis também declarou que a Polícia Civil está investigando a motivação do crime e se eventualmente houve a participação de outras pessoas. O policial disse ainda que o adolescente admitiu os fatos e que deu detalhes sobre o caso.</p>
<p>– A motivação a gente ainda está apurando a fundo e não quero antecipar nada. A gente ainda tem um campo de investigação. O que posso adiantar é que ele passou todas as informações de maneira pormenorizada. Ele admitiu os fatos. As imagens são fortes. Foram atos infracionais análogos a homicídio consumado e homicídio tentado – destacou.</p>
<p>O adolescente autor do ataque na Escola Estadual Thomazia Montoro relatou em depoimento que planejou o atentado por dois anos e que se inspirou nos massacres de Suzano, na Grande São Paulo, em 2019, e de Columbine, nos Estados Unidos, em 1999.</p>
<p>Após passar quase 10 horas na delegacia, o agressor foi levado no final da tarde desta segunda à Vara da Infância. A polícia informou que ele ainda passaria pelo Instituto Médico Legal (IML) para fazer exame de corpo de delito, e, na sequência, seria levado para uma unidade da Fundação Casa.</p>
<p>*Pleno.News</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Morre professora esfaqueada por aluno em escola de SP; há 4 feridos</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/morre-professora-esfaqueada-por-aluno-em-escola-de-sp-ha-4-feridos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Mar 2023 17:14:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque em escola de SP]]></category>
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					<description><![CDATA[São Paulo – A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo confirmou a morte da professora Elisabeth Tenreiro, de 71 anos, uma das vítimas do ataque a faca ocorrido na manhã desta segunda-feira (27/3), na Escola Estadual Thomázia Montoro, na Vila Sônia, zona oeste de São Paulo. O autor do atentado é um aluno de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1509985307" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>São Paulo – A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo confirmou a morte da professora Elisabeth Tenreiro, de 71 anos, uma das vítimas do ataque a faca ocorrido na manhã desta segunda-feira (27/3), na Escola Estadual Thomázia Montoro, na Vila Sônia, zona oeste de São Paulo.</p>
<p>O autor do atentado é um aluno de 13 anos, que foi apreendido pela polícia e levado para a delegacia. Outras quatro pessoas ficaram feridas: um aluno e três professores. Duas delas foram identificadas como Rita de Cássia Reis, de 67 anos, e Ana Célia Rosa, de 58 anos. Todos foram levados ao hospital.</p>
<p>“Nós temos quatro professoras e dois alunos vítimas. Das quatro professoras, a Elizabeth, lamentavelmente, faleceu”, disse o secretário Guilherme Derrite, que se dirigiu à escola após o ataque.</p>
<p>Derrite citou ainda a atuação de uma professora para conter o agressor. Ela entrou em luta corporal com o adolescente e conseguiu desarmá-lo.</p>
<p>“Precisamos destacar o ato heroico de uma professora de Educação Física, a professora Cinthia. Foi ela que mobilizou o agressor e fez com que a arma branca, a faca, fosse retirada dele. Não fosse a ação dessa professora, essa ação teria sido muito pior”, disse o secretário.</p>
<h4>Como foi o ataque</h4>
<p>O atentado ocorreu por volta das 7h20, de acordo com a <a href="https://www.policiamilitar.sp.gov.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Polícia Militar</a>. O adolescente feriu as vítimas logo após a abertura dos portões da Escola Estadual Thomazia Montoro. Ele entrou em duas salas de aula, com a faca em mãos e usando uma máscara de caveira, e golpeou pelo menos dez vezes uma das professoras pelas costas, matando-a.</p>
<p>Na porta da escola, pais se desesperaram em busca de informações sobre os filhos. Alunos relataram o pânico durante o ataque. Contaram que, quando a confusão começou, eles correram e se esconderam. Estudantes e professores reforçaram as portas com cadeiras, para que o adolescente não entrasse.</p>
<p>“Não teve nenhuma criança que se machucou gravemente, foram apenas ferimentos leves para as crianças. É difícil saber as motivações [do ataque]. Essa escola vinha sendo atendida pela ronda escolar. A ronda escolar veio em três minutos, após ter sido acionada”, disse o secretário da Educação, Renato Feder, que também foi ao local do ataque.</p>
<p>Segundo o secretário, o agressor já tinha sido transferido da escola e retornou à unidade neste mês. “Durante o período de permanência, a diretora não tinha nenhum aviso, não tinha ciência de nada que chamasse a atenção. A escola foi pega desprevenida”, afirmou.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Ataque em escola de SP: professora de Ed. Física imobiliza aluno armado em sala; Vídeo</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ataque-em-escola-de-sp-professora-de-ed-fisica-imobiliza-aluno-armado-em-sala-video/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Mar 2023 17:07:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque em escola de SP]]></category>
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					<description><![CDATA[Circula nas redes sociais um vídeo mostrando o momento em que uma professora de Educação Física imobiliza o aluno autor do ataque na Escola Estadual Thomazia Montoro, Zona Oeste de São Paulo, nesta segunda-feira (27). O adolescente de 13 anos, que não teve a identidade divulgada, estava mascarado e armado com uma faca. As imagens [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-151684834" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Circula nas redes sociais um vídeo mostrando o momento em que uma professora de Educação Física imobiliza o aluno autor do ataque na Escola Estadual Thomazia Montoro, Zona Oeste de São Paulo, nesta segunda-feira (27).<br /><br />O adolescente de 13 anos, que não teve a identidade divulgada, estava mascarado e armado com uma faca. As imagens mostram duas professoras tentando contê-lo e uma delas imobilizando e desarmando o garoto.</p>
<p>– Foi um ato heroico de uma professora de Educação Física, que está sendo ouvida pela polícia, foi ela que imobilizou o agressor, fez com que a faca fosse retirada dele. Não fosse essa ação heroica dessa professora, certamente a tragédia teria sido muito maior – disse o secretário de Segurança de São Paulo, Guilherme Derrite.</p>
<p><div class="embed-twitter"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">Veja o momento em que Cíntia, professora de educação física, imobilizou o assassino e com a ajuda de outra professora conseguiu retirar a faca das mãos do adolescente de 13 anos que esfaqueou alunos e matou uma professora em São Paulo. <a href="https://t.co/mcOeUgt61f" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">pic.twitter.com/mcOeUgt61f</a></p>&mdash; O Verdoso (@o_verdoso) <a href="https://twitter.com/o_verdoso/status/1640376813091258368?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">March 27, 2023</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></div></p>
<p>Antes de ser imobilizando o adolescente matou a facadas a professora Elisabete Tenreiro, de 71 anos, em outra sala. Outro vídeo com imagens da câmera de segurança mostra o momento do ataque à docente.</p>
<p>O agressor, que é do 8º ano do ensino fundamental, foi apreendido. A Polícia Militar foi acionada para prestar atendimento no local. A Polícia Civil está investigando os fatos. Os secretários de Estado da Educação, Renato Feder, e da Segurança, Guilherme Derrite, estão na escola para acompanhar a situação.</p>
<p>Sem saída, a rua da escola segue interditada por PMs. A maior parte dos alunos e os pais que foram buscá-los já se retiraram do local. Na interior do colégio, policiais civis seguem ouvindo professores e funcionários do colégio. O caso foi registrado no 34º Distrito Policial.</p>
<p>*Pleno.News</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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