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	<title>Astronomia - Portal NDC</title>
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	<title>Astronomia - Portal NDC</title>
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		<title>Estudante de Presidente Figueiredo Conquista Medalha em Competição Internacional de Astronomia</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/estudante-de-presidente-figueiredo-conquista-medalha-em-competicao-internacional-de-astronomia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jan 2025 21:34:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Competição Internacional de Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Escola Estadual Maria Calderaro]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional de Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Eduarda Alves de Araújo]]></category>
		<category><![CDATA[Presidente Figueiredo]]></category>
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					<description><![CDATA[Maria Eduarda Alves de Araújo, aluna da Escola Estadual Maria Calderaro, em Presidente Figueiredo, alcançou um marco notável ao conquistar a medalha de prata e o 3º lugar no ranking global da Olimpíada Internacional de Física e Astronomia Copernicus. O evento ocorreu entre 5 e 10 de janeiro, em Houston, Texas, reunindo estudantes de diversos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2779622353" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Maria Eduarda Alves de Araújo, aluna da<strong> Escola Estadual Maria Calderaro,</strong> em<strong> Presidente Figueiredo,</strong> alcançou um marco notável ao conquistar a medalha de prata e o 3º lugar no ranking global da Olimpíada Internacional de Física e Astronomia Copernicus. O evento ocorreu entre 5 e 10 de janeiro, em Houston, Texas, reunindo estudantes de diversos países para explorar temas avançados em física e astronomia.</p>
<p>Além de sua conquista acadêmica, a participação na competição permitiu que <strong>Maria Eduarda</strong> vivenciasse experiências enriquecedoras, como visitas a planetários, museus, observatórios e o renomado <strong>Space Center de Houston</strong>. Palestras com astrônomos e desafios práticos complementaram sua imersão no universo das ciências.</p>
<p>O professor Rodrigo Garcia, instrutor da estudante, destacou o impacto da competição no desenvolvimento acadêmico e pessoal dos alunos, reforçando a importância de iniciativas que incentivem a educação científica e tecnológica.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-49102" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Educacao_Olimpiada_Copernicus_Aluna_Maria_Eduarda_Foto_Divulgacao_2-1010x1024-1.webp" alt="" width="296" height="300" /> <img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-49103" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/01/Educacao_Olimpiada_Copernicus_Aluna_Maria_Eduarda_Foto_Divulgacao-1000x1024-1.webp" alt="" width="293" height="300" /></p>
<p>Maria Eduarda descreveu a experiência como um marco tanto acadêmico quanto pessoal, destacando a troca de vivências com outros participantes e o aprendizado adquirido durante a competição e as atividades. A conquista serve de exemplo e inspiração para jovens talentos na busca por excelência no conhecimento científico.</p>
<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figcaption class="blocks-gallery-caption wp-element-caption">FOTOS: Divulgação / Secretaria de Estado de Educação e Desporto Escolar</figcaption>
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		<title>Periélio: Terra está mais próxima do Sol neste sábado (4); entenda</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/perielio-terra-esta-mais-proxima-do-sol-neste-sabado-4-entenda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jan 2025 18:50:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Espaço]]></category>
		<category><![CDATA[Sol]]></category>
		<category><![CDATA[Terra]]></category>
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					<description><![CDATA[Nosso planeta atinge seu ponto de maior proximidade do astro; saiba como isso nos afeta O planeta Terra encontra-se no periélio, ou seja, em seu ponto de maior proximidade do Sol neste sábado (4). Assim como todos os outros planetas do Sistema Solar, a Terra gira ao redor do Sol em uma trajetória elíptica, ou seja, não é [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-544624146" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Nosso planeta atinge seu ponto de maior proximidade do astro; saiba como isso nos afeta</p>
<p>O planeta Terra encontra-se no <strong>periélio</strong>, ou seja, em seu ponto de <strong>maior proximidade do Sol </strong>neste sábado (4).</p>
<p>Assim como todos os outros planetas do Sistema Solar, a Terra gira ao redor do Sol em uma trajetória elíptica, ou seja, não é um círculo perfeito, mas sim um caminho oval. Isso faz com que fiquemos mais próximos ou mais distantes do Sol ao longo do ano.</p>
<p>Todo ano passamos pelo ponto mais próximo do Sol no<strong> mês de janeiro</strong> e pelo ponto de maior distância do astro — <strong>afélio </strong>— em julho.</p>
<p>No entanto, essa diferença não é muito grande, quando comparada a outros planetas, a órbita da Terra é quase circular. O afélio e o periélio tem uma diferença de menos de 2% da distância média entre a Terra e o Sol ao longo de sua trajetória.</p>
<p>Ao atingir seu ponto mais próximo neste sábado, o planeta está a uma distância de cerca de 147,5 milhões de quilômetros do Sol, comparado a 152,6 milhões de quilômetros no ponto mais distante.</p>
<h2>A distância do Sol influencia o clima da Terra?</h2>
<p>Embora o periélio ocorra durante o verão do Hemisfério Sul, a proximidade do Sol pouco tem a ver com as altas temperaturas deste período — nossos vizinhos do Hemisfério Norte, inclusive, estão passando pelo frio do inverno neste momento.</p>
<p>O que determina as estações do ano e suas diferentes temperaturas é, na verdade, a inclinação do eixo da Terra em cerca de 23,5°.</p>
<p>Ou seja, o verão no Sul (e o inverno no Norte) ocorrem pois o Polo Sul do nosso planeta está inclinado em direção ao Sol, fazendo com que os raios solares incidam mais diretamente no Hemisfério Sul do planeta e menos diretamente no Hemisfério Norte.</p>
<p>Durante nosso inverno, acontece o contrário: o Polo Norte fica mais perto do Sol e os raios solares incidem mais diretamente no Hemisfério Norte e menos no Sul.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: CNN</em></p>
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		<title>Matemática ajuda brasileiro a descobrir possível novo planeta</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/matematica-ajuda-brasileiro-a-descobrir-possivel-novo-planeta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Mar 2024 15:03:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[novo planeta]]></category>
		<category><![CDATA[Patryk Sofia Lykawka]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Solar]]></category>
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					<description><![CDATA[Ele lidera pesquisa que pode entrar para história da astronomia Nem com espaçonave, nem com telescópio. Foi com a matemática que Patryk Sofia Lykawka, um pesquisador brasileiro que há mais de 20 anos vive no Japão, foi até os confins do Sistema Solar e descobriu um corpo celeste com grandes possibilidades de ser um novo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2343214413" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Ele lidera pesquisa que pode entrar para história da astronomia</p>
<p>Nem com espaçonave, nem com telescópio. Foi com a matemática que Patryk Sofia Lykawka, um pesquisador brasileiro que há mais de 20 anos vive no Japão, foi até os confins do Sistema Solar e descobriu um corpo celeste com grandes possibilidades de ser um novo planeta orbitando ao redor do Sol.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1583672&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1583672&amp;o=node" /></p>
<p>Patryk falou<strong> </strong>àAgência Brasil sobre a pesquisa que desenvolveu na Universidade Kindai, e abordou o fascínio que, desde cedo, sente pela astronomia. Citou, ainda, as expectativas que há para a confirmação da hipótese matematicamente levantada por meio do estudo desenvolvido com a ajuda de Takashi Ito, do Observatório Astronômico Nacional do Japão.</p>
<p>“Desde os primórdios da humanidade, todos temos curiosidades sobre os fenômenos que acontecem ao nosso redor. Isso nos leva a buscar respostas para questões fundamentais sobre a origem da vida; sobre quando, como e onde a Terra e nosso sistema se formaram. São várias questões interessantes dentro da astronomia que motivam não só profissionais, mas todo mundo. Todos queremos entender o que está acontecendo ao redor da natureza. No meu caso não é diferente”, disse o físico e matemático.</p>
<p>Livros e documentários sobre o tema ampliaram seus conhecimentos sobre astronomia. Aos poucos, ele começou a participar de seminários e, quando já estudante da Unisinos, no Rio Grande do Sul, surgiu a oportunidade de estudar no Japão.</p>
<p>“Fui contemplado com uma bolsa de estudo do governo japonês em 2001. Vim para cá e acabei fazendo aqui toda a minha pós-graduação [mestrado, doutorado e pós-doutorado] em ciências da Terra e ciências planetárias. Resumindo, fui agarrando todas as oportunidades que surgiram”, disse o pesquisador brasileiro.</p>
<p>Segundo ele, a adaptação à realidade japonesa foi relativamente fácil. “Quando cheguei aqui, em 2001, a universidade me proporcionou um curso intensivo de japonês e, também, prestou apoio para me adaptar à nova vida. Não houve dificuldades. Hoje, com mais de 22 anos de Japão, não tenho nenhum problema. Estou plenamente adaptado e com fluência no idioma”, disse.</p>
<p>Ele acrescenta que sua rotina provavelmente não difere da de um acadêmico no Brasil. “Eu leciono, faço pesquisas, participo de atividades acadêmicas. Nada muito diferente em relação à rotina de um professor universitário no Brasil”, afirmou.</p>
<h2>Pesquisas</h2>
<p>Patryk é o pesquisador principal do estudo que levantou a hipótese de haver um nono planeta no Sistema Solar. Após a reclassificação de Plutão – que deixou de ser planeta e passou a ser planeta anão – o Sistema Solar contabiliza apenas oito planetas: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno.</p>
<p>Além dos oito planetas, há também outros objetos, tais como asteroides, cometas, meteoroides e luas de planetas. “Entre as órbitas de Marte e Júpiter, existe um cinturão de asteroides, onde se concentra a maioria dos asteroides. E, além da órbita de Netuno, há outro cinturão – o Cinturão de Kuiper. Nessa região, há muitos objetos que são chamados de transnetunianos [TNOs, sigla em inglês]. Um deles é Plutão”, explicou o astrônomo brasileiro.</p>
<p>Para se ter uma ideia de distâncias deste “ainda hipotético planeta”, no âmbito do Sistema Solar é necessário entender que a medição adotada pelos cientistas é a de Unidade Astronômica (UA). Cada unidade corresponde à distância média entre o Sol e a Terra, cerca de 150 milhões de quilômetros.</p>
<p>“Por exemplo, a distância do Sol até Júpiter é de mais ou menos cinco unidades astronômicas; até Netuno, cerca de 30 unidades astronômicas; e até Plutão, 40 unidades astronômicas. No estudo, analisei algumas populações de objetos transnetunianos localizados a uma distância superior a 50 unidades astronômicas em uma região que chamo de Cinturão de Kuiper Distante”, explicou o pesquisador.</p>
<h2>Órbita</h2>
<p>Essa região apresenta uma grande quantidade de objetos transnetunianos com órbitas muito distantes em relação a Netuno. Alguns deles com inclinações orbitais muito altas, além de 45 graus.</p>
<p>“Tendo por base várias simulações que incluíam um planeta hipotético com massas semelhantes à da Terra, eu obtive resultados que poderiam explicar as propriedades orbitais desses objetos. Isso sugere que o planeta hipotético desempenha papel importante na formação do Sistema Solar para além da órbita de Netuno. A massa dele deve ser de uma vez e meia a três vezes a massa da Terra”, acrescentou.</p>
<p>Segundo o pesquisador, ainda não é possível definir um valor fixo para essa massa, nem para a órbita. “O estudo, no entanto, prevê que a órbita seria alongada. Ou seja, a distância varia bastante, ao orbitar o sol”, observou.</p>
<p>Patrik revelou que foram investigados alguns tipos de órbitas para o planeta hipotético, e que os melhores resultados favoreceram dois tipos: entre 200 e 500 unidades astronômicas (UAs); e entre 200 e 800 UAs.</p>
<p>“São órbitas realmente muito distantes, de quase sete vezes a distância entre o Sol e Netuno, podendo chegar, em seu ponto máximo a 800 unidades, ou 20 vezes essa distância. Com isso, o tempo total para o planeta dar uma volta ao redor do Sol pode variar entre 6,5 mil e 11 mil anos”, acrescentou.</p>
<p>Uma outra previsão é de que essa órbita seria inclinada em cerca de 30 graus na comparação com o plano da órbita da Terra. “Nesse sentido, a órbita prevista seria bem diferente. Além de muito mais distante, seria mais alongada e mais inclinada”, avaliou.</p>
<h2>Telescópios</h2>
<p>O planeta hipotético estaria numa órbita tão distante que, mesmo possuindo uma massa parecida com a da Terra, só poderia ser observado usando telescópios de grande porte, devido a seu fraquíssimo brilho e, também, ao movimento aparentemente muito lento, quando olhado a partir da Terra.</p>
<p>“Infelizmente, ainda não é possível prever a região do céu noturno onde o planeta poderá ser descoberto por telescópios. Para isso, seria necessário varrer grandes regiões celestes”, enfatizou.</p>
<p>A seguir, ele explicou que o telescópio espacial James Webb não é do tipo adequado para fazer esse tipo de observação porque só consegue focar regiões muito específicas e pequenas do céu.</p>
<p>A expectativa é de que a confirmação da existência do novo planeta seja feita futuramente pelo Observatório Vera Rubin, que está sendo construído no Chile e contará com a maior câmera digital do mundo.</p>
<p>“Ele deve começar a operar a partir do ano que vem. Este sim, vai varrer grandes regiões do céu em período relativamente curto”, observou o astrônomo brasileiro.</p>
<h2>Outras descobertas</h2>
<p>Segundo Patryk, é possível que existam ainda outros planetas a serem descobertos no Sistema Solar, “desde que eles tenham órbitas distantes o suficiente para escapar da detecção, ou sejam pequenos demais para serem observados”.</p>
<p>As simulações preveem a existência de vários outros objetos na região do Cinturão de Kuiper Distante, com órbitas bastante peculiares. “Essa é uma outra previsão que pode motivar novas pesquisas e observações. Isso vai nos dar muito mais ideias sobre como nosso sistema e a Terra se formaram”.</p>
<p>Para o pesquisador, a dificuldade de descobrir novos planetas no Sistema Solar está relacionada a fatores fundamentais, como órbitas muito extensas e a distância desses objetos, o que os torna menos brilhantes. Outro dado que também dificulta a detecção é a inclinação orbital, em especial quando há peculiaridades, como é o caso do planeta ainda hipotético.</p>
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<div style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" id="1583672&amp;o=node&quot;" src="https://imagens.ebc.com.br/srYfCQdhqmrgzZZzMoElFBqc9ns=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/02/29/patryk3.jpg?itok=lGPmutyR" alt="Brasília (DF) 29/02/2024 - Nem com espaçonave, nem com telescópio. Foi com a matemática que Patryk Sofia Lykawka, um pesquisador brasileiro que há mais de 20 anos vive no Japão, foi até os confins do Sistema Solar e descobriu um corpo celeste com grandes possibilidades de ser um novo planeta orbitando ao redor do Sol.&lt;img src=" width="754" height="566" /><p class="wp-caption-text">Patryk Sofia Lykawka, pesquisador brasileiro que vive no Japão, descobriu corpo celeste com possibilidades de ser um novo planeta orbitando ao redor do Sol. Foto &#8211; Patryk Lykawka</p></div>
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</div>
<h2>Próximos passos</h2>
<p>Patrik falou sobre os novos desafios que surgirão após a publicação de seu estudo na revista científica <em>Astronomical Journal</em>.</p>
<p>“Pretendo, a partir de agora, fazer novas simulações no computador para aprimorar a pesquisa e refinar os resultados dela, e para tentar prever com mais exatidão a massa e a órbita do planeta”, disse. “É também importante investigar como esse planeta adquiriu uma órbita assim, distante, alongada e inclinada”, acrescentou.</p>
<h2>Mensagem</h2>
<p>Ciente de que será uma referência para as próximas gerações de astrônomos brasileiros, Patrik deixa uma mensagem aos futuros cientistas. “A astronomia é uma ciência muito fascinante, que faz parte da história da humanidade, desde seus primórdios. Ela tem muitas ramificações e várias áreas. Há um monte de assuntos interessantes e vários mistérios a serem resolvidos”, destacou.</p>
<p>“Uma coisa importante é sempre buscar conhecimento, principalmente em relação ao assunto que a pessoa tem interesse maior. Mantenha a curiosidade natural que a gente tem como seres humanos, e realize atividades que promovam esse conhecimento. As oportunidades para a realização de sonhos devem ser buscadas desde cedo, quando ainda estudante dos ensinos fundamental, médio e, claro, na universidade. Até porque nem tudo vai cair do céu”, finalizou.</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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