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	<title>assédio sexual - Portal NDC</title>
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	<title>assédio sexual - Portal NDC</title>
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		<title>Flamengo gera polêmica ao contratar Rodrigo Paiva, ex-CBF, acusado de assédio sexual</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/flamengo-gera-polemica-ao-contratar-rodrigo-paiva-ex-cbf-acusado-de-assedio-sexual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jan 2025 18:24:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[assédio sexual]]></category>
		<category><![CDATA[CBF]]></category>
		<category><![CDATA[Flamengo]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Paiva]]></category>
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					<description><![CDATA[O Flamengo está no centro de uma controvérsia após a iminente contratação de Rodrigo Paiva como chefe da assessoria de imprensa do Departamento de Futebol. Paiva, ex-diretor de Comunicação da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), foi demitido da entidade após acusações de assédio sexual que ainda tramitam na Justiça. Histórico das acusações Rodrigo Paiva foi [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-694197764" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>O Flamengo está no centro de uma controvérsia após a iminente contratação de Rodrigo Paiva como chefe da assessoria de imprensa do Departamento de Futebol. Paiva, ex-diretor de Comunicação da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), foi demitido da entidade após acusações de assédio sexual que ainda tramitam na Justiça.</p>
<h3><strong>Histórico das acusações</strong></h3>
<p>Rodrigo Paiva foi mencionado em um processo trabalhista movido por uma ex-dirigente da CBF, que detalhou episódios de assédio moral e sexual durante seu período na confederação. Em agosto de 2024, a 2ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro condenou a CBF como ré na ação.</p>
<p>Na sentença, o juiz Leonardo Almeida Cavalcanti destacou que os comportamentos atribuídos a Paiva refletem a misoginia estrutural da sociedade. As mensagens enviadas pelo ex-diretor à autora do processo incluem elogios repetidos e convites para encontros fora do ambiente de trabalho, mesmo sem reciprocidade.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-48817" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/01/c61b661634eefcd2dd079185a82dcd99.avif" alt="" width="1200" height="251" /></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-48818" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/01/sds.avif" alt="" width="1200" height="283" /></p>
<h3><strong>Reações à contratação</strong></h3>
<p>A possível chegada de Paiva ao Flamengo gerou resistência interna e manifestações contrárias de torcedores e integrantes do clube. A bancada feminina do Conselho Deliberativo expressou, no X (antigo Twitter), “indignação” com a nomeação de um profissional envolvido em denúncias graves de assédio.</p>
<p>“Essa contratação demonstra desrespeito com pautas delicadas e traz insegurança para mulheres que fazem parte do Flamengo e o apoiam”, diz trecho da nota divulgada pelo grupo.</p>
<h3><strong>Posicionamento de Paiva</strong></h3>
<p>Em nota, Rodrigo Paiva negou as acusações, afirmando que nunca foi parte do processo trabalhista e que sua relação com a ex-dirigente sempre foi profissional. Seus advogados classificaram as notícias como descontextualizadas e prometeram medidas legais contra a divulgação de informações sigilosas.</p>
<h3><strong>Silêncio do clube</strong></h3>
<p>O Flamengo, por sua vez, evita comentar o assunto. Ricardo Hinrichsen, novo vice-presidente de Marketing e Comunicação, declarou que a decisão é de responsabilidade do Departamento de Futebol.</p>
<p>A contratação de Rodrigo Paiva ocorre em meio a um cenário de cobrança por maior compromisso dos clubes com questões éticas e sociais. Resta saber como a gestão do Flamengo lidará com a pressão crescente e as repercussões dessa escolha.</p>
<p>Com  informações do Metrópoles </p>
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		<title>&#8216;Tem suco de uva?&#8217;: bares de São Paulo criam códigos e treinam equipes contra assédio sexual</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/tem-suco-de-uva-bares-de-sao-paulo-criam-codigos-e-treinam-equipes-contra-assedio-sexual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Jun 2023 12:19:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[assédio sexual]]></category>
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					<description><![CDATA[“Tem suco de uva?”. A pergunta feita no caixa de um bar de São Paulo é, na verdade, um pedido de socorro. É um código criado para que frequentadoras da casa, na Consolação, sinalizem a funcionários se forem vítimas de assédio ou violência sexual e peçam ajuda. O combate a esses crimes por bares, restaurantes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1205241465" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>“Tem suco de uva?”. A pergunta feita no caixa de um bar de São Paulo é, na verdade, um pedido de socorro. É um código criado para que frequentadoras da casa, na Consolação, sinalizem a funcionários se forem vítimas de assédio ou violência sexual e peçam ajuda. O combate a esses crimes por bares, restaurantes e boates de São Paulo passou a ser obrigatório por uma lei sancionada recentemente pelo prefeito Ricardo Nunes, em meio a um aumento da violência contra mulheres no estado — o primeiro trimestre registrou recorde de feminicídios e estupros.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="65" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No Drosophyla Bar, que usa a palavra-chave “suco de uva” como alerta, cartazes foram afixados no banheiro feminino para orientar as clientes sobre a estratégia e ainda sobre como agir se forem agredidas sexualmente ou se sentirem que podem ser vítimas. E as funcionárias — o staff é majoritariamente feminino — foram treinadas para identificar e atuar em situações que vão além do flerte comum.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="66" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Bar é o lugar em que as pessoas marcam de ir, de se encontrar, precisamos também estar ligados nisso. Num momento em que as coisas andam tão violentas, são importantes essas ações para que as mulheres se sintam seguras e para que as pessoas não ataquem, sabendo que serão punidas — diz Lilian Varella, do Drosophyla Bar. — Só não se adapta quem não quer.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A nova lei municipal prevê a criação de uma série de medidas contra esses crimes, além de protocolos de acolhimento às vítimas. Ela se une a outra, estadual e sancionada em fevereiro, que amplia a responsabilidade dos estabelecimentos na identificação e inibição dessas situações de violência.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="8">
<div class="content-intertitle">
<h2>Segurança até a saída</h2>
</div>
</div>
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="9">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/hKbenLX9n0Dp_bWfL3J4w4XNQ3E=/0x0:1296x864/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2023/g/A/gnFMHhSwu1FUAY6xAZWw/102714553-brasil-sao-paulo-sp-14-04-2023-lei-amplia-responsabilidade-a-bares-e-restaurantes-no-com.jpg" alt="Gerente do Bar dos Arcos, João Salustiano expulsou cliente de estabelecimento após garçonete perceber desconforto de mulher que o acompanhava  — Foto: Edílson Dantas" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Gerente do Bar dos Arcos, João Salustiano expulsou cliente de estabelecimento após garçonete perceber desconforto de mulher que o acompanhava — Foto: Edílson Dantas</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O treinamento das equipes é previsto pela legislação e passa pela capacitação para identificar, atender e acolher as mulheres. Os funcionários têm que estar preparados para, inclusive, conduzi-las a um transporte se necessário para que possam sair em segurança.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="18" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Gerente do Bar dos Arcos, no centro da capital paulista, João Salustiano já interveio em episódios de agressão.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="107" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— A garçonete estava atendendo uma mesa com um casal e sentiu que a mulher estava incomodada com a agressividade na fala do homem que a acompanhava. Na hora em que ele foi ao banheiro, a funcionária se aproximou para saber se a mulher precisava de algo — conta o gerente, acrescentando que a cliente no final contou com ajuda. — Ela agradeceu, mas depois deve ter pedido para ele se acalmar, e ele foi extremamente agressivo, começou a gritar. Nós o convidamos a se retirar do bar. Acolhemos a mulher e, depois que ele saiu, chamamos um transporte para que ela pudesse ir embora em segurança.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Nos fins de semana, com a casa mais cheia, a equipe fica mais atenta para identificar quando há desrespeito ao “não é não”.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="77" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— A capacitação passa por reforçar como podemos ler os sinais da mesa, entender via troca de olhares, pelo modo de falar. Também costumamos usar essas janelas em que a mulher está sozinha para nos aproximarmos, ou acompanhá-la até o banheiro, perguntar se está tudo bem — explica Salustiano. — A abordagem é de tentar ler o ambiente da maneira mais sutil possível, sem expor a mulher, mas também sem passar pano se algo estiver acontecendo.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="16">
<div class="content-intertitle">
<h2>Diversão em paz</h2>
</div>
<p>Dependendo da situação, os funcionários se oferecem para acompanhar as vítimas à delegacia. Cerca de 70% do público do Bar dos Arcos é feminino, conta o empresário Facundo Guerra. Lá, além de observar os “dates”, há regras claras entre funcionários de não passar bilhetinhos entre mesas nem servir drinques oferecidos por homens a mulheres em outra mesa, sem consentimento.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="9" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>* Estagiária sob a supervisão de Elisa Martins</em></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="21" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Iniciativas assim são boas também para o negócio, porque as mulheres se sentem mais seguras para consumir — diz Guerra.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em São Paulo (Abrasel-SP), Percival Maricato, a legislação ajuda a atrair clientela, que se sente mais protegida no momento de diversão. Embora esse cuidado já fosse uma “obrigação moral” dos estabelecimentos, conforme o Código do Consumidor.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="21">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> A lei reforça uma obrigação que já deveria ser inerente. Temos feito palestras e explicado às pessoas quando intervir e como ter mais atenção. Não é só servir e atender bem a cliente, mas ver também se está sendo perturbada — diz ele.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="69" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">As leis se inserem em um contexto violento. Nos três primeiros meses deste ano, foram 3.551 casos de estupro no estado (aumento de 15,8% na comparação com o primeiro trimestre de 2022), o maior número para o período desde 1996. Dados da Secretaria de Segurança Pública do estado de São Paulo também mostram uma alta de 24% no período de casos de feminicídio, que chegaram a 62 este ano.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="23">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O desafio é garantir que a ampliação da responsabilidade chegue a todos os estabelecimentos: só na capital, existem mais de 60 mil bares, restaurantes, lanchonetes e casas noturnas.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A lei prevê punições administrativas em caso de descumprimento, e até fechamento de portas. Mas a fiscalização não é simples. A delegada Raquel Gallinati, diretora da Associação dos Delegados de Polícia do Brasil, ressalta que os estabelecimentos não podem ser omissos: </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> As casas podem ajudar na responsabilização de um crime sexual, seja fornecendo imagens, como testemunhas, acolhendo a vítima e facilitando um pedido de ajuda ou uma denúncia. Agilidade faz toda a diferença.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Foto: Edílson Dantas</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*O Globo</p>
</div>
</div>
</div>
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