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	<title>Árvore rara - Portal NDC</title>
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	<title>Árvore rara - Portal NDC</title>
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		<title>Árvore rara, reencontrada depois de anos extinta, dá frutos pela primeira vez no litoral paulista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Sep 2022 12:12:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Árvore rara]]></category>
		<category><![CDATA[litoral paulista]]></category>
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					<description><![CDATA[Imagine viver a emoção de redescobrir uma espécie? Isso foi vivido pelos biólogos Marcelo Dias Rodrigues e Marcelo Miranda, pai e filho, em 2018. A árvore em questão é a chamada árvore-do-imperador (Chrysophyllum imperiale). A espécie pode alcançar a marca dos 30 metros. Ela já deixou de existir em várias regiões e corre um alto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3839055122" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Imagine viver a emoção de redescobrir uma espécie? Isso foi vivido pelos biólogos Marcelo Dias Rodrigues e Marcelo Miranda, pai e filho, em 2018. A árvore em questão é a chamada árvore-do-imperador (Chrysophyllum imperiale). A espécie pode alcançar a marca dos 30 metros. Ela já deixou de existir em várias regiões e corre um alto risco de extinção em nível nacional.</p>
<p>“Existem pouquíssimos exemplares dessa árvore. Eu conhecia apenas um que foi registrado na Universidade Rural do Rio de Janeiro (RJ). E o mais curioso é que agora temos registro de mais indivíduos. Uma delas, inclusive, é adulta, e pela primeira vez, está dando frutos. Foi um encontro realmente surpreendente que pode ajudar a salvar essa árvore”, conta o biólogo Marcelo Dias Miranda.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9181" src="http://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2022/09/image00008.jpg" alt="" width="984" height="1316" /></p>
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="6">
<div class="mc-column content-media__container">
<p class="content-media__description ">Mais frutos encontrados em outros pontos da região de Caraguatatuba (SP) — Foto: Foto: Marcelo Miranda</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="66" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O fato da árvore dar frutos foi muito comemorado. Segundo os historiadores, foi justamente esse fruto que deu nome à espécie, já que, por ser doce, era muito apreciado por Dom Pedro I e II. No passado, a árvore-do-imperador, sofreu com a exploração em massa de sua madeira que era muito utilizada na produção de navios, o que a colocou na lista de espécies ameaçadas.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="72" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O pai de Marcelo afirma que durante as observações da árvore, fez registros de frutos mordiscados, o que mostra a dependência do fruto para a fauna local. <span class="highlight highlighted">“Os frutos estavam amontoados, parcialmente comidos, inclusive as sementes. Acredito que tenham alimentado uma cotia ou paca, o que faz com que os animais dispersem essas sementes em outros pontos da floresta. Isso ajuda a aumentar a população dessa árvore”, explica Marcelo Rodrigues.</span></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-9182" src="http://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2022/09/image00002.jpg" alt="" width="984" height="738" /></p>
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="10">
<div class="mc-column content-media__container">
<p class="content-media__description ">Frutos mordidos por animais — Foto: Foto: Marcelo Rodrigues</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="5" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><strong>Mais sobre o encontro</strong></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="14" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ainda segundo Miranda, o encontro ocorreu quando ele recebeu informações sobre a árvore.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="41" data-block-id="13">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“Eu estava desenvolvendo trabalhos de levantamentos florísticos, numa floresta de restinga, perto da minha casa, quando ouvi sobre essa espécie rara que ocorria em planícies alagáveis próximo ao mar e encostas. Eu fiquei instigado e comecei a fazer buscas”, conta.</blockquote>
<p>Após alguns meses de análise da área, ele encontrou a espécie. <span class="highlight highlighted">“A partir disso, comecei a visitar a área junto com o meu pai e encontramos mais indivíduos da espécie em localizações como no rio Claro, no Jaraguá e Pegorelli. Todas estavam em áreas de encosta, cercadas por pedras e florestas muito preservadas”, detalha ele.</span></p>
<p>Foto: Foto: Marcelo Rodrigues</p>
<p>*g1</p>
</div>
</div>
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