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	<title>Arrecadação - Portal NDC</title>
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	<title>Arrecadação - Portal NDC</title>
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		<title>Após derrota no Congresso, governo Lula estuda recorrer ao STF para manter aumento do IOF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 16:25:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Arrecadação]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
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		<category><![CDATA[decreto do IOF]]></category>
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					<description><![CDATA[Palácio do Planalto avalia que derrubada do decreto é ilegal e estima perda de arrecadação de R$ 8 bilhões em 2025; caso a decisão seja levada para frente, crise com o Legislativo deve se acirrar Depois de sofrer uma derrota significativa no Congresso Nacional, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-687418547" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Palácio do Planalto avalia que derrubada do decreto é ilegal e estima perda de arrecadação de R$ 8 bilhões em 2025; caso a decisão seja levada para frente, crise com o Legislativo deve se acirrar<br /><br />Depois de sofrer uma derrota significativa no Congresso Nacional, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar reverter a decisão que derrubou o decreto presidencial que aumentava as alíquotas do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). A análise dentro do governo é de que a decisão do Congresso é “flagrantemente inconstitucional”. Segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, juristas ligados ao Executivo consideram que um decreto presidencial só pode ser sustado se houver extrapolação de competências, o que, na visão do governo, não ocorreu neste caso.<br /><br />“Saí de lá imaginando que estava tudo bem. Não só eu, todo mundo. Eu não sei o que mudou. O que mudou daquele domingo para hoje?”, questionou o ministro em entrevista à Folha de S.Paulo, referindo-se a uma reunião com os presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), realizada no último dia 8. Apesar da avaliação jurídica, Haddad afirmou que ainda não há manifestação oficial da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) ou da Advocacia-Geral da União (AGU), e que a decisão final caberá ao presidente Lula.<br /><br />A medida de levar o caso ao STF é apoiada por integrantes da base governista, como a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT). Em publicação nas redes sociais, Gleisi defendeu a legalidade do decreto e alertou que sua derrubada afetará diretamente as contas públicas e as emendas parlamentares. Com a rejeição do decreto e da medida provisória que tratava do mesmo tema, o governo estima perda de arrecadação de R$ 8 bilhões em 2025. Segundo a ministra, isso deve resultar em um contingenciamento adicional de R$ 2,7 bilhões nas emendas, somando-se aos R$ 7,1 bilhões já bloqueados, o que pode acirrar ainda mais a tensão com o Congresso.<br /><br />A derrubada do decreto, aprovada por ampla maioria na Câmara dos Deputados (383 votos a 98) e em votação simbólica no Senado, escancarou fragilidades na base aliada do governo. Parlamentares próximos ao Planalto reconhecem que a articulação política falhou e defendem que o presidente entre em campo pessoalmente para tentar recompor sua base no Legislativo. Durante a votação, Lula não fez contato com os presidentes Motta e Alcolumbre. A justificativa de assessores é que a derrota já era considerada inevitável. Agora, o presidente deve telefonar aos dois líderes para tentar reabrir o diálogo.<br /><br /><br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<title>Arrecadação federal cresce 9,55% e chega a R$ 231,04 bilhões em julho</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/arrecadacao-federal-cresce-955-e-chega-a-r-23104-bilhoes-em-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Aug 2024 16:32:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Arrecadação]]></category>
		<category><![CDATA[Federação]]></category>
		<category><![CDATA[impostos]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[receita]]></category>
		<category><![CDATA[RS]]></category>
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					<description><![CDATA[No acumulado de janeiro a julho, valor arrecadado também foi recorde A arrecadação da União com impostos e outras receitas teve recorde para o mês de julho, alcançando R$ 231,04 bilhões, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (22) pela Receita Federal. O resultado representa aumento real de 9,55%, ou seja, descontada a inflação, em valores corrigidos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4124046527" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>No acumulado de janeiro a julho, valor arrecadado também foi recorde</p>
<p>A arrecadação da União com impostos e outras receitas teve recorde para o mês de julho, alcançando R$ 231,04 bilhões, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (22) pela Receita Federal. O resultado representa aumento real de 9,55%, ou seja, descontada a inflação, em valores corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em comparação com julho de 2023.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1608913&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1608913&amp;o=node" /></p>
<p>Também é o melhor desempenho arrecadatório para o acumulado de janeiro a julho. No período, a arrecadação alcançou o valor de R$ 1,53 trilhão, representando um acréscimo pelo IPCA de 9,15%.</p>
<p>Os dados sobre a arrecadação estão disponíveis no <a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/relatorios/arrecadacao-federal" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"><em>site</em> da Receita Federal</a>.</p>
<p>Quanto às receitas administradas pelo órgão, o valor arrecadado no mês passado ficou em R$ 214,79 bilhões, representando acréscimo real de 9,85%. No acumulado do ano, arrecadação da Receita alcançou R$ 1,45 trilhão, alta real de 9,07%.</p>
<p>Os resultados foram influenciados positivamente pelas variáveis macroeconômicas, resultado do comportamento da atividade produtiva e, de forma atípica, pela tributação dos fundos exclusivos, atualização de bens e direitos no exterior e pelo retorno da tributação do Programa de Integração Social/Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (PIS/Cofins) sobre combustíveis.</p>
<p>Ainda, houve aumento da arrecadação no mês em razão da situação de calamidade ocorrida no Rio Grande do Sul, pela prorrogação dos prazos para o recolhimento de tributos em alguns municípios gaúchos. Por outro lado, a situação levou à perda de arrecadação no acumulado do ano. O estado foi atingido por enchentes nos meses de abril e maio, o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/rio-grande-do-sul-1" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">pior desastr</a>e climático da sua história, com a destruição de estruturas e impacto a famílias e empresas. Dos 497 municípios gaúchos, 478 foram afetados.</p>
<p>“Sem considerar os pagamentos atípicos, haveria um crescimento real de 6,77% na arrecadação do período acumulado e de 8,28% na arrecadação do mês de julho”, informou a Receita Federal.</p>
<h2>Receitas atípicas</h2>
<p>No acumulado do ano, a Receita Federal estima em R$ 7,3 bilhões a perda de arrecadação com o diferimento de tributos federais em razão dos decretos de calamidade pública dos municípios do Rio Grande do Sul.</p>
<p>Considerando apenas o mês de julho, houve uma receita extra de R$ 700 milhões pela prorrogação dos prazos para o recolhimento de tributos em alguns municípios gaúchos. Contribuições previdenciárias com vencimentos em abril, maio e junho de 2024 foram postergadas para julho, agosto e setembro de 2024, respectivamente. Enquanto o Simples Nacional com vencimento em maio foi postergado para junho e o com vencimento em junho foi postergado para julho.</p>
<p>Contribuindo para melhorar a arrecadação, em julho, houve recolhimento extra de R$ 270 milhões do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) &#8211; Rendimentos de Capital, referente à tributação de fundos exclusivos, o que não ocorreu no mesmo mês de 2023. De janeiro a julho, essa arrecadação extra chegou a R$ 13 bilhões. A lei que muda o Imposto de Renda incidente sobre fundos de investimentos fechados e sobre a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-12/lula-sanciona-com-veto-lei-que-tributa-offshores-e-super-ricos" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">renda obtida no exterior por meio de <em>offshores</em> foi sancionada</a> em dezembro do ano passado.</p>
<p>Ainda assim, no total do mês de julho, a arrecadação do IRRF-Rendimento de Capital teve redução de 1,11% em relação a julho de 2023, alcançando R$ 8,75 bilhões, resultado, principalmente, da queda de receitas de aplicações e fundos de renda fixa. Já no acumulado do ano, a arrecadação com esse item chega a R$ 81,93 bilhões, crescimento real de 17,83%, sendo R$ 13 bilhões decorrentes da tributação dos fundos exclusivos.</p>
<p>Com base na mesma lei das <em>offshores,</em> as pessoas físicas que moram no Brasil e mantêm aplicações financeiras, lucros e dividendos de empresas controladas no exterior tiveram até 31 de maio para atualizar seus bens e direitos no exterior. Com isso, no acumulado do ano, o Imposto de Renda Pessoa Física apresentou uma arrecadação de R$ 45,36 bilhões, com crescimento real de 18,14%. Só com a regularização, foram arrecadados R$ 7,49 bilhões.</p>
<p>A reoneração das alíquotas do PIS/Pasep (Programa de Integração Social/Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) sobre combustíveis contribuiu para evitar a perda de arrecadação. Em julho de 2023, a desoneração com esses tributos foi de R$ 3 bilhões.</p>
<p>Por outro lado, em julho de 2023 houve receita de R$ 1,07 bilhão do imposto de exportação de óleo bruto, o que não houve em julho deste ano. No acumulado do ano de 2024, a perda de arrecadação com esse item chegou a R$ 3,57 bilhões do imposto de exportação sobre óleo bruto, a qual integrava essa agregação.</p>
<h2>Outros destaques</h2>
<p>Também foram destaque da arrecadação de julho o PIS/Pasep e a Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), que apresentaram, no conjunto, uma arrecadação de R$ 45,26 bilhões no mês passado, representando crescimento real de 22,04%. No acumulado do ano, o PIS/Pasep e a Cofins arrecadaram R$ 302,46 bilhões. O desempenho é explicado, entre outros aspectos, pelo retorno da tributação incidente sobre os combustíveis e pela atividade produtiva, com aumento na venda de bens e serviços.</p>
<p>No mês passado, houve crescimento de recolhimentos do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL), que incide sobre o lucro das empresas. A arrecadação somou R$ 52,15 bilhões, com crescimento real de 6,2% sobre o mesmo mês de 2023. O resultado é explicado pelo acréscimo real de 8,04% na arrecadação do balanço trimestral e de 9,67% do lucro presumido.</p>
<p>Já a Receita Previdenciária totalizou uma arrecadação de R$ 53,559 bilhões em julho, com crescimento real de 6,04%. Esse resultado se deve à alta real de 5,81% da massa salarial e a postergação do pagamento para municípios gaúchos, além do crescimento de 15% no montante das compensações tributárias com débitos de receita previdenciária, no período de janeiro a julho de 2024 em relação ao mesmo período do ano anterior.</p>
<p>No acumulado do ano, a Receita Previdenciária teve aumento real de 5,45%, chegando a R$ 371,69 bilhões.</p>
<h2>Indicadores macroeconômicos</h2>
<p>A Receita Federal apresentou os principais indicadores macroeconômicos que ajudam a explicar o desempenho da arrecadação no mês, todos positivos.</p>
<p>Entre eles, estão o crescimento da venda de bens e serviços, respectivamente, em 2% e 1,3% em junho (fator gerador da arrecadação de julho) e alta de 3,58% e 1,38% entre dezembro de 2023 e junho de 2024 (fator gerador da arrecadação do período acumulado).</p>
<p>A produção industrial também subiu 5,63% em junho passado e 2% no período acumulado. O valor em dólar das importações, vinculado ao desempenho industrial, teve alta de 18,39% em junho de 2024 e de 5,54% entre dezembro de 2023 e junho deste ano.</p>
<p>Também houve crescimento de 10,28% da massa salarial em junho e de 11,38% no acumulado encerrado no mês.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Bancada do AM quer criação de fundo estadual para contrapor perda de arrecadação</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/bancada-do-am-quer-criacao-de-fundo-estadual-para-contrapor-perda-de-arrecadacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 May 2024 12:31:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Arrecadação]]></category>
		<category><![CDATA[Bancada do AM]]></category>
		<category><![CDATA[fundo estadual]]></category>
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					<description><![CDATA[Parlamentares querem retirar quaisquer prejuízos que possam prejudicar o Estado e a ZFM na regulamentação do código tributário. A criação dos fundos estaduais para contemporizar a perda de arrecadação dos Estados após a vigência do novo código tributário é uma das preocupações das autoridades do Amazonas e será um dos principais temas da reunião entre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1540244486" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Parlamentares querem retirar quaisquer prejuízos que possam prejudicar o Estado e a ZFM na regulamentação do código tributário.<br /><br />A criação dos fundos estaduais para contemporizar a perda de arrecadação dos Estados após a vigência do novo código tributário é uma das preocupações das autoridades do Amazonas e será um dos principais temas da reunião entre a bancada federal e o secretário extraordinário da reforma tributária no Ministério da Fazenda, Bernard Appy, na próxima semana.<br /><br />A reunião, segundo apurado pela reportagem, foi articulada pelo senador Eduardo Braga (MDB) e cobrada pelo deputado federal Pauderney Avelino (União Brasil), durante a audiência pública do GT da regulamentação da reforma tributária na terça-feira (28/5), com a presença de Appy, na Câmara dos Deputados.<br /><br />Coordenador da bancada federal, o senador Omar Aziz (PSD) disse ao RealTime1 que a reunião deve acontecer provavelmente na próxima quarta-feira (5/06), em Brasília. Mas, em nota enviada à reportagem, o Ministério da Fazenda afirmou que a data esta sendo definida e que deve ser realizada ainda na primeira quinzena de junho.<br /><br />“Por parte do MF, além do secretário Bernard Appy, devem participar especialistas técnicos diretamente envolvidos na formulação dos dispositivos do PLP 68/2024 que tratam da Zona Franca de Manaus“, acrescenta a nota do ministério.<br /><br />Preocupação<br />A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) tem externado essa preocupação e, inclusive reforçado que o Amazonas deve ser um dos que mais vai perder arrecadação nesse novo desenho da divisão do bolo tributário. Por isso, esclarecer como vai funcionar o fundo e como será esse rateio dos recursos é de extrema importância, tem chamado a atenção o deputado Pauderney Avelino.<br /><br />Além da perda de arrecadação do Estado do Amazonas, Omar adiantou que outros temas sensíveis entrarão na pauta, como pontos delicados que envolvem a competitividade do modelo Zona Franca de Manaus (ZFM) no âmbito da regulamentação da reforma tributária.<br /><br />O resultado dessa reunião deve ser levado a debate no GT da Câmara que analisa o PLP 68/24, que cria a Lei Geral do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e do Imposto Seletivo (IS).<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: Real Time1</p>
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		<item>
		<title>Leilão de bens arrecada R$ 135 mil para a Prefeitura de Manaus</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/leilao-de-bens-arrecada-r-135-mil-para-a-prefeitura-de-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Sep 2023 01:55:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[14 lotes]]></category>
		<category><![CDATA[Arrecadação]]></category>
		<category><![CDATA[leilão]]></category>
		<category><![CDATA[Semad]]></category>
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					<description><![CDATA[A Prefeitura de Manaus arrecadou R$ 135 mil no leilão de bens inservíveis pertencentes ao patrimônio municipal, realizado em 1.000 dias da gestão do prefeito David Almeida. Coordenado pela Secretaria Municipal de Administração, Planejamento e Gestão (Semad), o certame ocorreu nas modalidades presencial, na rua Visconde de Sinimbu, n.º 1.568, bairro Flores, zona Centro-Sul da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2276991451" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>A Prefeitura de Manaus arrecadou R$ 135 mil no leilão de bens inservíveis pertencentes ao patrimônio municipal, realizado em 1.000 dias da gestão do prefeito David Almeida. Coordenado pela Secretaria Municipal de Administração, Planejamento e Gestão (Semad), o certame ocorreu nas modalidades presencial, na rua Visconde de Sinimbu, n.º 1.568, bairro Flores, zona Centro-Sul da cidade, e eletrônico, pelo endereço www.vipleiloes.com.br. Foram disponibilizados 14 lotes, cujos lances iniciais totalizavam R$ 290 mil.</p>
<p>Este foi o terceiro leilão de bens inservíveis realizado pela prefeitura desde janeiro de 2021. No ano passado, em setembro, foram arrematados o Edifício-Garagem e um terreno, de propriedade da Manaus Previdência, localizado no bairro Nossa Senhora das Graças, zona Centro-Sul, pelos valores iniciais, estabelecidos no edital, sendo por R$ 5,374 milhões o “Garajão”, e R$ 698 mil, o terreno.</p>
<p>Em novembro de 2022, foram arrecadados R$ 224 mil, com a venda de 32 lotes de itens como condicionadores de ar, tipo split, de variados modelos, impressoras, notebooks, nobreaks, purificadores de água, roçadeira, motopoda, motobomba, entre outros. Na atual administração, o primeiro leilão dessa natureza foi no mês de julho de 2021.</p>
<p>“A Semad faz o recolhimento desses materiais, que são considerados inservíveis, e divide em três categorias: ociosos, irrecuperáveis e os que são considerados de manutenção inviável. Realizamos a troca entre secretarias ou doamos para instituições filantrópicas. Quando não é possível o reaproveitamento, fazemos o leilão”, destacou o titular da Semad, Ebenezer Bezerra.</p>
<p>Os leilões são organizados pelo Departamento de Patrimônio (DPAT), da Semad. Joyce Braga, presidente da Comissão de Leilão, explicou como é feito essa separação desses materiais que vão para leilão. “ A separação é feita em lotes, a comissão faz a avaliação e chega-se a um valor inicial. Aquele bem que não era mais utilizado, entra novamente como recurso para a Prefeitura de Manaus”, disse.</p>
<p>Os bens foram vendidos no estado físico de conservação e no estado. O material, que foi dividido em lotes, incluiu antena, aparelho telefônico, câmera, fragmentador, gravador, HD, impressoras, microcomputador, monitor e material de escritório. Também foram a leilão material escolar, armários, longarinas, fixas e de auditório, condicionadores de ar do tipo Split, bebedouros, armários, arquivos, aparelhos telefônicos e televisores.</p>
<p>Também foram leiloados lotes de motosserras, motopoda, roçadeiras e uma balsa flutuante.</p>
<p>Para José Gonçalves, empresário do ramo da sucata, os leilões são bons para gerar renda e emprego para quem trabalha no ramo da reciclagem. “Mediante os leilões, arrematamos o material e levamos para o depósito. Fazemos uma triagem do que vai para a venda. O que não é reaproveitado, damos o destino correto. É uma boa oportunidade para reaproveitar os materiais e gerar renda e emprego”, explicou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com informações da assessoria</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">30918</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Arrecadação da Receita Federal ultrapassa R$ 202,5 bilhões em julho</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/arrecadacao-da-receita-federal-ultrapassa-r-2025-bilhoes-em-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Aug 2022 23:43:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Arrecadação]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Receita Federal arrecadou R$ 202,588 bilhões no mês de julho de 2022, valor que representa acréscimo real de 7,47% na comparação com julho de 2021. No acumulado de janeiro a julho deste ano, o total arrecadado ficou próximo a R$ 1,3 trilhão, o que representa um acréscimo de 10,44%. Trata-se da maior arrecadação de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-272060278" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A Receita Federal arrecadou R$ 202,588 bilhões no mês de julho de 2022, valor que representa acréscimo real de 7,47% na comparação com julho de 2021. No acumulado de janeiro a julho deste ano, o total arrecadado ficou próximo a R$ 1,3 trilhão, o que representa um acréscimo de 10,44%. Trata-se da maior arrecadação de tributos federais dos últimos 27 anos.<br /><br />O resultado da arrecadação de julho foi divulgado hoje (26) pelo Ministério da Economia. As variações consideram o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação do período.<br /><br />No caso das Receitas Administradas pela Receita Federal, o valor arrecadado em julho de 2022 ficou próximo a R$ 181,27 bilhões, “representando um acréscimo real (IPCA) de 5,21%”, diz o documento. No período acumulado (janeiro a julho de 2022), o total arrecadado chegou a R$ 1,2 trilhão, registrando acréscimo real de 8,42%.<br /><br />“O acréscimo observado no período pode ser explicado, principalmente, pelo crescimento dos recolhimentos de IRPJ [ Imposto de Renda de Pessoa Jurídica] e CSLL [Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido ]”, informou o ministério.<br /><br /><strong>Julho</strong><br />O IRPJ e a CSLL arrecadaram R$ 53,152 bilhões (crescimento real de 17,48%), graças aos acréscimos reais de 10,86% na arrecadação da estimativa mensal; de 52,14% na arrecadação do balanço trimestral; e de 15,63% na arrecadação do lucro presumido.<br /><br />“Importante observar que houve pagamentos atípicos de, aproximadamente, R$ 4 bilhões, por empresas ligadas ao setor de commodities”, detalha o levantamento.<br /><br />Os rendimentos de capital via Imposto sobre a Renda Retido na Fonte (IRRF) resultaram em uma arrecadação de R$ 6,376 bilhões (acréscimo real de 52,54%). O resultado se deve aos acréscimos nominais de 153,36% na arrecadação das aplicações de renda fixa de pessoas físicas e jurídicas; e de 86,33% na arrecadação via fundos de renda fixa.<br /><br />Segundo o Fisco, a receita previdenciária arrecadou R$ 44,444 bilhões (acréscimo real de 3,65%), resultado que pode ser explicado pelo aumento real de 10,59% da massa salarial e pelo início do pagamento do Simples Nacional de abril a junho. Houve também alta nas compensações tributárias com débitos de receita previdenciária.<br /><br />Já os rendimentos de trabalho obtidos via IRRF arrecadaram R$ 13,229 bilhões (crescimento real de 5,66%), resultado que se deve a fatores como o acréscimo real de 8,65% na arrecadação do item Rendimentos do Trabalho Assalariado; aos decréscimos de 9,45% registrados no item Aposentadoria do Regime Geral ou do Servidor Público; e de 62,65% no item Participação nos Lucros ou Resultados.<br /><br /><strong>Janeiro-julho</strong><br />No acumulado de janeiro a julho de 2022, IRPJ e CSLL arrecadaram um total de R$ 309,886 bilhões (crescimento real de 20,83%). O desempenho é explicado pelos acréscimos de 82,96% na arrecadação relativa à declaração de ajuste do IRPJ e da CSLL, decorrente de “fatos geradores ocorridos ao longo de 2021”, e de 18,08% na arrecadação da estimativa mensal.<br /><br />“Destaca-se crescimento em todas as modalidades de apuração do lucro. Além disso, houve recolhimentos atípicos da ordem de R$ 30 bilhões, especialmente por empresas ligadas à exploração de commodities, no período de janeiro a julho deste ano, e de R$ 24 bilhões, no mesmo período de 2021”, detalha o ministério.<br /><br />No mesmo período, as arrecadações de rendimentos de capital via IRRF ficaram próximas a R$ 50 bilhões (acréscimo real de 61,43%). O resultado se deve aos acréscimos nominais de 199,5% na arrecadação via fundos de renda fixa; e de 140,35% na arrecadação via aplicações de renda fixa de pessoas físicas e jurídicas.<br /><br />A Receita Previdenciária teve arrecadação de quase R$ 304 bilhões (acréscimo real de 6,09%) entre janeiro e julho deste ano. O resultado se deve a um aumento real de 6,08% da massa salarial e pelo aumento real de 27,98% na arrecadação da contribuição previdenciária do Simples Nacional de janeiro a julho de 2022, em relação ao mesmo período de 2021.</p>
<p>*Agência Brasil</p>
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