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	<title>arcabouço - Portal NDC</title>
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		<title>STF: para maioria, teto de gasto não se aplica à receita do Judiciário</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Apr 2025 14:26:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[Demais ministros têm até a próxima sexta-feira para votar A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou por excluir do teto de gastos do novo arcabouço fiscal as receitas próprias dos tribunais e demais órgãos do Judiciário &#8211; como as custas processuais e os emolumentos, entre outras fontes....]]></description>
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<p>Demais ministros têm até a próxima sexta-feira para votar</p>
<p><strong>A maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) votou por excluir do teto de gastos do novo arcabouço fiscal as receitas próprias dos tribunais e demais órgãos do Judiciário &#8211; como as custas processuais e os emolumentos, entre outras fontes.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1637750&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1637750&amp;o=node" /></p>
<p>A corrente majoritária entendeu que o gasto feito com essas receitas não está sujeito a limitações se o dinheiro for aplicado no custeio dos serviços das atividades específicas do Poder Judiciário.</p>
<p>Votaram assim o relator, ministro Alexandre de Moraes, e os ministros Dias Toffoli, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes, que havia pedido vista do processo em fevereiro. O tema é julgado no plenário virtual e os demais ministros têm até a próxima sexta-feira (11) para votar.</p>
<p><strong>Em seu voto, Moraes escreveu ser essa a “solução que prestigia” a autonomia orçamentária do Judiciário. A exclusão das receitas próprias do Judiciário “não afeta o comprometimento institucional no esforço de recuperação da higidez fiscal”, assegurou o ministro.</strong></p>
<blockquote>
<p> “É que as receitas provenientes da União e conformadas pelo orçamento público continuarão a ser regidas pelo teto do regime fiscal sustentável. Subtrai-se dele somente aquilo que o Poder Judiciário ‘angaria sponte propria’ [por vontade própria]”, acrescentou Moraes [por vontade própria]”, acrescentou Moraes.</p>
</blockquote>
<p><strong><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-08/entenda-regras-do-novo-arcabouco-fiscal" target="_blank" rel="noopener">&gt;&gt;Entenda as regras do novo arcabouço fiscal</a></strong></p>
<p><strong>O arcabouço fiscal atual, em vigor desde 2023, impõe um limite de 0,6% a 2,5% para o crescimento das despesas primárias da União, o que inclui os orçamentos globais dos Três Poderes. Pela regra geral, os gastos de um ano só podem crescer 70% do que tiver crescido da arrecadação fiscal do ano anterior.</strong></p>
<p>Em manifestação ao Supremo, o Legislativo e o Executivo enfatizaram que a legislação sobre o arcabouço fiscal foi aprovada e sancionada tendo em vista o esforço de cada poder para o controle da dívida pública, o que inclui as receitas do Judiciário, que devem ser submetidas ao novo teto.</p>
<p>Para a maioria dos ministros do Supremo, contudo, limitar os gastos do Judiciário com o dinheiro que ele próprio arrecada é inconstitucional, por violar a divisão dos Poderes.</p>
<p>A ação direta de inconstitucionalidade sobre o tema (ADI 7641) foi aberta pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). <strong>A entidade reclamou que a legislação deveria ter dado aos tribunais o mesmo tratamento conferido a instituições como as universidade e empresas públicas, que tiveram permissão para gastar além do teto se o dinheiro vier de receitas próprias.</strong></p>
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<div class="title abs-position"> </div>
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<div class="capa-noticia-relacionada"> </div>
<div><em>Fonte: Agência Brasil</em></div>
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