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	<title>Arcabouço fiscal - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Arcabouço fiscal - Portal NDC</title>
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		<title>Omar Aziz diz que Fazenda não quer atrasar arcabouço fiscal</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/omar-aziz-diz-que-fazenda-nao-quer-atrasar-arcabouco-fiscal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jun 2023 11:53:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Arcabouço fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[Omar Aziz]]></category>
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					<description><![CDATA[A equipe econômica prefere que o Senado mantenha a versão do arcabouço fiscal aprovada pela Câmara dos Deputados para corrigir eventuais distorções no futuro, disse nesta terça-feira (13) o senador Omar Aziz (PSD-AM), relator do projeto de lei complementar. No início da noite, ele se reuniu com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e disse [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2169987045" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A equipe econômica prefere que o Senado mantenha a versão do arcabouço fiscal aprovada pela Câmara dos Deputados para corrigir eventuais distorções no futuro, disse nesta terça-feira (13) o senador Omar Aziz (PSD-AM), relator do projeto de lei complementar. No início da noite, ele se reuniu com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e disse que uma eventual falta de espaço de até R$ 40 bilhões no Orçamento do próximo ano pode ser corrigida posteriormente.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1538001&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1538001&amp;o=node" /></p>
<p>“Eles acham que [a falta de espaço] não chega a R$ 40 bilhões, mas em torno de R$ 30 bilhões. Eles não [pediram ajuste], acham que qualquer mudança só vai protelar, e existe o compromisso de que, se houver arrecadação, você possa, por meio de PLN [projeto de lei do Congresso Nacional], ajustar e gastar mais com base no que você arrecadar mais”, afirmou Aziz.</p>
<p>O senador reiterou que pretende apresentar o relatório no mesmo dia da audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), no próximo dia 20. A comissão votaria a proposta no próximo dia 21.</p>
<p>Mais cedo, o secretário de Orçamento Federal do Ministério do Planejamento, Paulo Bijos, disse que o governo quer discutir no Senado alternativas para evitar o corte de R$ 30 bilhões a R$ 40 bilhões de despesas discricionárias (não obrigatórias) em 2024. Segundo o secretário, mudanças no projeto instituídas pelo relator na Câmara, deputado Cláudio Cajado (PP-BA), podem ocasionar falta de espaço fiscal para o governo gastar no próximo ano.</p>
<p>O texto aprovado pela Câmara fixou os critérios para corrigir o limite de gastos de forma permanente, sem depender do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de cada ano, como previa a versão original. Outra mudança ocorreu em relação ao período de inflação usado para corrigir o limite de gastos.</p>
<p>A versão original estabelecia que o limite seria corrigido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apurado de janeiro a junho e uma estimativa para o IPCA de julho a dezembro do ano anterior ao Orçamento. O substitutivo da Câmara alterou o período para o IPCA efetivo entre julho de dois anos antes e junho do ano anterior.</p>
<h2>Correções</h2>
<p>A própria proposta de arcabouço fiscal prevê dois mecanismos para recompor os cerca de R$ 40 bilhões em 2024. No entanto, o projeto de lei do Orçamento do próximo ano, a ser enviado no fim de agosto, terá de ser enviado com o corte de despesas discricionárias nesse valor.</p>
<p>O primeiro mecanismo, a ser acionado em janeiro, permitirá que o Orçamento de 2024 seja alterado para incluir a inflação registrada no segundo semestre de 2023. O segundo, previsto para maio de 2024, permite atualizar as receitas estimadas no Orçamento com base na segunda revisão bimestral de receitas e despesas.</p>
<h2>Pontos de preocupação</h2>
<p>Aziz diz que o texto da Câmara tem dois pontos de preocupação. O primeiro ponto são as travas impostas no Fundo Constitucional do Distrito Federal pelo arcabouço, que podem impactar o pagamento dos servidores da saúde, da educação e da segurança do DF. O segundo é o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).</p>
<p>Segundo Aziz, o ministro Fernando Haddad afirmou que eventuais mudanças no texto têm de ser tratadas entre os parlamentares. O senador, no entanto, admitiu a possibilidade de negociações para aprovar o arcabouço sem alterações em troca de vetos nos artigos sobre os dois temas. O relator assegurou que está debatendo as emendas recebidas no Senado ponto a ponto com o Ministério da Fazenda e disse que eventuais alterações de mérito no projeto serão decididas em acordo com o presidente da Câmara, Arthur Lira.</p>
<p>Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado </p>
<p>*Agência Brasil</p>
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		<title>Arcabouço fiscal chega hoje ao Congresso com mudanças. Veja como Lula pretende entregar o texto</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/arcabouco-fiscal-chega-hoje-ao-congresso-com-mudancas-veja-como-lula-pretende-entregar-o-texto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Apr 2023 12:08:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Arcabouço fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve entregar hoje ao Congresso Nacional a proposta de arcabouço fiscal que vai substituir o teto de gastos. Embora as linhas gerais do projeto tenham sido apresentadas pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, no fim de março, o texto formal só chegará aos parlamentares agora. Antes do envio, a equipe [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1596515662" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter" data-block-type="unstyled" data-block-weight="52" data-block-id="2">
<p class="content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve entregar hoje ao Congresso Nacional a proposta de <a class="" href="https://oglobo.globo.com/busca/click?q=o+que+%C3%A9+arcabou%C3%A7o+fiscal&amp;p=12&amp;r=1681789363681&amp;u=https%3A%2F%2Foglobo.globo.com%2Feconomia%2Fnoticia%2F2023%2F03%2Fo-que-e-o-arcabouco-fiscal-para-que-ele-serve-tire-suas-duvidas.ghtml&amp;syn=False&amp;key=1d9247ea196c6dca107ec8c242ff7f6d" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">arcabouço fiscal</a> que vai substituir o teto de gastos. Embora as linhas gerais do projeto tenham sido apresentadas pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, no fim de março, o texto formal só chegará aos parlamentares agora.</p>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Antes do envio, a equipe econômica promoveu uma alteração no texto final afim de torná-lo mais forte, como<a class="" href="https://oglobo.globo.com/blogs/miriam-leitao/post/2023/04/fazenda-decide-elevar-a-exigencia-para-aprovacao-do-arcabouco-e-assim-aumentar-sua-forca.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> revelou a colunista do GLOBO Míriam Leitão</a>.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Com o objetivo de demostrar maior compromisso com os parâmetros da regra fiscal e dificultar mudanças no texto, a Fazenda decidiu colocar tanto os conceitos do marco fiscal quanto os valores que serão utilizados nos próximos quatro anos <a class="" href="https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2023/04/arcabouco-fiscal-parametros-da-regra-serao-enviados-via-lei-complementar.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">no projeto de lei complementar.</a></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O texto deixa a possibilidade de mudança dos parâmetros por meio de lei ordinária somente a partir do próximo governo. Inicialmente, a ideia era definir os conceitos do arcabouço em lei complementar e os parâmetros em lei ordinária.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="57" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">São parâmetros da regra que a alta das despesas acima da inflação seja equivalente a 70% da variação real das receitas — assegurados um piso de 0,6% e um teto de 2,5% do crescimento dos gastos acima do índice de preços. São esses números que só poderão ser alterados durante o mandato de Lula por lei complementar.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para aprovar uma lei complementar, é necessário o apoio da maioria absoluta de deputados (257 dos 513) e senadores (41 dos 81). Uma lei ordinária pode ser aprovada com maioria simples e alterada por medida provisória (MP).</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O que motivou o adiamento do envio do texto ao Congresso, de ontem para hoje, foi a ida a São Paulo do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que passou por exames de rotina na capital paulista, após ter se submetido a uma cirurgia no início do mês.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De acordo com o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, o arcabouço será entregue pelo presidente Lula aos chefes da Câmara e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), no Palácio do Planalto. O governo vai aproveitar que os presidentes das Casas já estarão no Planalto.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Lula vai realizar uma grande reunião no Planalto com ministros, governadores e chefes dos Poderes para tratar de medidas para combater a violência nas escolas.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="18" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo Padilha, a expectativa é que o relator da proposta no Congresso seja definido ainda nesta semana.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="16">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Receitas de R$ 155 bi</span></p>
<p>O governo estabeleceu como meta zerar o deficit nas contas públicas no próximo ano, número que já está previsto no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) enviado ao Congresso na última sexta-feira.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para isso, a proposta já considera uma expansão de receitas da ordem de R$ 155 bilhões por conta de medidas que ainda não foram formalmente apresentadas. Na lista, estão ações como a taxação das apostas on-line e o aperto na fiscalização para garantir o pagamento de imposto na importação de produtos comprados de plataformas estrangeiras.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="19" data-block-id="20">
<p>Como parte dessa arrecadação precisa ser partilhada com estados e municípios, o governo estima uma receita líquida de R$ 90 bilhões.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Nas projeções de receitas foram incorporados os efeitos na arrecadação tributária de medidas legislativas que se encontram em discussão no Poder Executivo e que implicarão aumento de R$ 155,7 bilhões na arrecadação das receitas administradas pela RFB (Receita Federal do Brasil) em 2024”, afirma o texto do projeto da LDO.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="23">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">As projeções consideram ainda a recomposição total das alíquotas do PIS/Cofins e da Cide sobre os combustíveis e a retirada do ICMS da base dos créditos do PIS e da Cofins (com previsão de impacto da ordem de R$ 90 bilhões por ano).</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O governo elevou parcialmente os impostos federais sobre gasolina e etanol até o fim de junho. Depois, os tributos voltarão a ser cobrados integralmente.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Foto: Pedro França/ Agência Senado</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*Leia mais no <a href="https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2023/04/arcabouco-fiscal-chega-hoje-ao-congresso-com-mudancas-veja-como-lula-pretende-entregar-o-texto.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">O Globo</a></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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