<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>aprova - Portal NDC</title>
	<atom:link href="https://noticiasdascomunidades.com.br/palavras-chaves/aprova/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://noticiasdascomunidades.com.br</link>
	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
	<lastBuildDate>Thu, 25 Sep 2025 14:55:19 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2022/07/cropped-favicon-v2-1-32x32.png</url>
	<title>aprova - Portal NDC</title>
	<link>https://noticiasdascomunidades.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">181767135</site>	<item>
		<title>Ibama aprova avaliação realizada pela Petrobras na Foz do Amazonas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ibama-aprova-avaliacao-realizada-pela-petrobras-na-foz-do-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 14:55:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aprova]]></category>
		<category><![CDATA[exploração]]></category>
		<category><![CDATA[IBAMA]]></category>
		<category><![CDATA[Margem Equatorial]]></category>
		<category><![CDATA[Pará]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras]]></category>
		<category><![CDATA[Petróleo]]></category>
		<category><![CDATA[simulado]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=57785</guid>

					<description><![CDATA[Empresa deverá apresentar ajustes solicitados pelo órgão até sexta-feira (26) antes de receber o licenciamento final A Petrobras informou que recebeu nesta quarta-feira (24) a aprovação do Ibama para a Avaliação Pré-Operacional (APO) realizada pela companhia em agosto. Esta é a etapa final do processo de licenciamento ambiental para exploração do bloco FZA-M-59, localizado em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3667927693" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Empresa deverá apresentar ajustes solicitados pelo órgão até sexta-feira (26) antes de receber o licenciamento final<br /><br />A Petrobras informou que recebeu nesta quarta-feira (24) a aprovação do Ibama para a Avaliação Pré-Operacional (APO) realizada pela companhia em agosto. Esta é a etapa final do processo de licenciamento ambiental para exploração do bloco FZA-M-59, localizado em águas profundas do Amapá, na Bacia da Foz do Amazonas, na Margem Equatorial brasileira. No documento, o Ibama afirma que “levando em consideração as observações registradas pela equipe de avaliadores, a robustez da estrutura apresentada, bem como o caráter inédito da atividade executada – marcada por desafios logísticos relevantes, pela dimensão da estrutura acionada e pela amplitude das vertentes de análise – considera-se a Avaliação Pré-Operacional do Bloco FZA-59 aprovada”, informou a estatal.<br /><br />Segundo a Petrobras, na decisão o Ibama também solicita que sejam incorporados ajustes ao plano de proteção à fauna apresentado pela companhia, “de modo a contribuir para o processo de melhoria contínua da estrutura de resposta, garantindo sua adequação e alinhamento aos requisitos da região”. A Petrobras afirmou que irá revisar o plano conforme as observações apontadas no parecer e reapresentará o documento ao Ibama até a próxima sexta-feira (26).<br /><br />“Com a aprovação da APO e o cumprimento dos demais requisitos do processo de licenciamento, a Petrobras espera receber em breve a licença ambiental para perfuração de um poço exploratório no bloco FZA-M-59, por meio do qual a companhia irá buscar informações geológicas e investigar a existência de petróleo”, disse a companhia. Nesta quarta-feira, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse após participação no Liquid Gas Week, no Rio de Janeiro, que as sondas para a exploração na bacia da Foz do Amazonas, na Margem Equatorial brasileira, estavam sendo preparadas e que “pelos estudos geológicos, teremos grandes notícias com relação a descobertas”. Ele estimou para o primeiro semestre de 2026 os primeiros resultados da exploração no local.<br /><br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">57785</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Câmara dos Deputados aprova projeto de lei que fragiliza as regras para o licenciamento ambiental</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/camara-dos-deputados-aprova-projeto-de-lei-que-fragiliza-as-regras-para-o-licenciamento-ambiental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 14:11:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[aprova]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Flexibiliza]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[projeto de lei]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=56046</guid>

					<description><![CDATA[Proposta, que tramitava há 21 anos no parlamento, seguirá para sanção do presidente Lula, que pode vetar trechos do texto; Ministério do Meio Ambiente é contrário ao PL Na madrugada desta quinta-feira (17), a Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que visa simplificar e flexibilizar o licenciamento ambiental. A votação resultou em 267 votos a favor e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1469252781" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Proposta, que tramitava há 21 anos no parlamento, seguirá para sanção do presidente Lula, que pode vetar trechos do texto; Ministério do Meio Ambiente é contrário ao PL</p>
<p>Na madrugada desta quinta-feira (17), a <strong>Câmara dos Deputados</strong> aprovou um projeto de lei que visa simplificar e flexibilizar o <strong>licenciamento ambiental</strong>. A votação resultou em 267 votos a favor e 116 contra. A proposta agora aguarda a decisão do presidente <strong>Lula</strong>, que pode optar por sancioná-la ou vetá-la. O governo, junto com os partidos PT e PSOL, manifestou-se contra a aprovação. Durante as discussões, alguns parlamentares levantaram questões sobre a constitucionalidade do projeto, o que pode levar a uma análise pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A proposta gerou forte reação entre ambientalistas, que a rotularam de “mãe de todas as boiadas” e “PL da Devastação”. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, expressou sua preocupação, especialmente com a proximidade da COP30, conferência climática da ONU.</p>
<p>O projeto mantém algumas disposições, como a Licença Ambiental Especial (LAE), que permite ao governo selecionar empreendimentos estratégicos com um processo de análise mais simplificado. Além disso, a Licença por Adesão e Compromisso (LAC) possibilita a autorização de atividades sem a necessidade de uma análise individual. Além de ter sido aprovado anteriormente na Câmara em 2021, o projeto passou por alterações no Senado. Entre as mudanças, destaca-se a revogação de partes da Lei da Mata Atlântica e a criação de uma lista de setores que ficarão isentos de licenciamento, beneficiando principalmente o agronegócio e o setor de saneamento básico. Essa nova legislação pode ter um impacto significativo nas políticas ambientais do país.</p>
<p>Criticado por ambientalistas e chamado de “PL da Devastação”, as novas regras de proteção ambiental criam exceções em licenças para obras consideradas estratégicas e facilitam algumas autorizações por meio de uma simples declaração de compromisso, entre outras medidas. O presidente busca posicionar o Brasil como líder na luta global contra as mudanças climáticas, mas, ao mesmo tempo, promove um megaprojeto de exploração de petróleo na Margem Equatorial, que aguarda licença ambiental.</p>
<p>Na oposição, os defensores do projeto argumentaram que o PL busca “simplificar” o processo de concessão de licenças para favorecer o “desenvolvimento” da economia. “Não há uma vírgula que coloque o meio ambiente em risco, buscamos vencer a burocracia”, afirmou o relator do projeto, Zé Vitor, deputado do Partido Liberal do ex-presidente de extrema direita Jair Bolsonaro.</p>
<h4><strong>“Ecocídio autorizado” </strong></h4>
<p>Vestida com roupas tradicionais de seu povo indígena, a deputada Célia Xakriabá (PSOL-MG) chamou o projeto de um “ecocídio autorizado”. A rede de entidades ambientalistas Observatório do Clima considerou a aprovação na Câmara dos Deputados como “o maior retrocesso ambiental legislativo desde a ditadura” (1964-1985). Com o lema “Veta, Lula!”, o Greenpeace afirmou que “o PL da Devastação precisa ser vetado integralmente”.</p>
<p>O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) afirmou que contestaria a reforma na Justiça por considerá-la inconstitucional. “As obras não estão paralisadas por falta de licença, estão paralisadas normalmente por projetos equivocados que levam a aditivos”, afirmou o presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho. O órgão ainda deve se pronunciar sobre o grande projeto de exploração de petróleo promovido por Lula na Margem Equatorial, que aguarda licença do Ibama.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">56046</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Senado aprova aumento do número de deputados federais para 531</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/senado-aprova-aumento-do-numero-de-deputados-federais-para-531/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 16:23:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[aprova]]></category>
		<category><![CDATA[deputados federais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=55454</guid>

					<description><![CDATA[Texto sofreu mudanças e volta para votação na Câmara Os senadores aprovaram nesta quarta-feira (25) o aumento do número de deputados federais, ou seja, após as eleições de 2026, a Câmara dos Deputados terá 531 representantes, 18 a mais que os atuais 513. O projeto de lei complementar foi aprovado com 41 votos favoráveis contra 33 contrários.  O texto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-991572645" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Texto sofreu mudanças e volta para votação na Câmara</p>
<p>Os<strong> senadores aprovaram nesta quarta-feira (25) o aumento do número de deputados federais</strong>, ou seja, <strong>após as eleições de 2026, a Câmara dos Deputados terá 531 representantes, 18 a mais que os atuais 513</strong>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1648471&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1648471&amp;o=node" /></p>
<p>O projeto de lei complementar foi aprovado com 41 votos favoráveis contra 33 contrários. </p>
<p>O <strong>texto estabelece que a criação e manutenção das novas vagas não poderá aumentar as despesas totais da Câmara entre 2027 e 2030</strong>.</p>
<p>O<strong> projeto sofreu mudanças pelos senadores e voltará para análise da Câmar</strong>a.</p>
<p>O relator, senador Marcelo Castro (MDB-PI), acatou sugestões do senador Alessandro Vieira (MDB-SE) e, com isso, a Câmara terá que manter os novos mandatos sem aumento real de despesas durante a próxima legislatura (2027-2030), inclusive das verbas de gabinete, cotas parlamentares, passagens aéreas e auxílio-moradia. Nesse período, as despesas terão atualização monetária anualmente.</p>
<p>&#8220;Não haverá impacto orçamentário de nenhum centavo&#8221;, disse Castro.</p>
<p>Já <strong>os senadores contrários argumentaram que a mudança vai aumentar os gastos da Câmara em R$ 150 milhões por ano</strong>.</p>
<p>&#8220;Sabemos que vai ter impacto. Não é só de salário de deputado: é de estrutura de gabinete, apartamento funcional, emendas parlamentares. Será que os deputados vão abrir mão das suas emendas para acomodar os 18 que vão entrar? É claro que não. Se teve aumento de emendas sem os 18 deputados, imagine com os 18 deputados&#8221;, afirmou senador Eduardo Girão (Novo-CE).</p>
<p><strong>Outra alteração foi a retirada de auditoria dos dados pelo Tribunal de Contas da União (TCU)</strong>, com possibilidade de pedido de impugnação por partidos políticos ou estados.</p>
<p>Pelo texto aprovado, as <strong>futuras vagas serão definidas a partir de dados oficiais de cada censo demográfico do IBGE</strong>, vedado o uso de dados obtidos por meio de pesquisas amostrais ou estimativas intercensitárias. A próxima atualização será feita com os dados do Censo de 2030.</p>
<h2>Entenda</h2>
<p>O PDL 177 de 2023 que prevê o aumento do número de deputados federais foi aprovado na Câmara como resposta à uma exigência do Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p>A Corte determinou que o Congresso vote uma lei, até 30 de junho deste ano, para redistribuir a representação de deputados federais em relação à proporção da população brasileira em cada unidade da Federação (UF).</p>
<p>Isso porque a Constituição determina que o número de vagas de deputados seja ajustado antes de cada eleição “para que nenhuma daquelas unidades da Federação tenha menos de oito ou mais de setenta deputados&#8221;. A última atualização foi em 1993.</p>
<p>Na ocasião, os deputados não quiseram reduzir o número de parlamentares de algumas unidades da Federação seguindo o critério proporcional. Se essa regra fosse seguida, Rio de Janeiro, Bahia, Paraíba, Piauí e Rio Grande do Sul poderiam perder cadeiras. </p>
<p>No lugar, o PDL aprovado na Câmara aumenta o número de vagas para os estados que tenham apresentado crescimento populacional. </p>
<p><strong>&gt;&gt; Estados que ganham deputados federais:</strong></p>
<ul>
<li>Ceará: mais 1 deputado</li>
<li>Goiás: mais 1 deputado</li>
<li>Minas Gerais: mais 1 deputado</li>
<li>Paraná: mais 1 deputado</li>
<li>Mato Grosso: mais 2 deputados</li>
<li>Amazonas: mais 2 deputados</li>
<li>Rio Grande do Norte: mais 2 deputados</li>
<li>Pará: mais 4 deputados</li>
<li>Santa Catarina: mais 4 deputados</li>
</ul>
<h2>Impacto nos Legislativos estaduais</h2>
<p>Com o <strong>aumento no número de deputados federais, a quantidade de deputados estaduais deve ter alterações</strong>.</p>
<p>A <strong>Constituição prevê que cada Assembleia Legislativa deve ter o triplo da representação do estado na Câmara dos Deputados</strong>, até o limite de 36, acrescido do número de deputados federais acima de doze.</p>
<p>Por exemplo: o Acre, com oito deputados federais, tem 24 deputados estaduais. Já São Paulo, com 70 deputados federais, tem 94 deputados estaduais, que é a soma de 36 com 58.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">55454</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Câmara aprova urgência para projeto que equipara aborto a homicídio</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/camara-aprova-urgencia-para-projeto-que-equipara-aborto-a-homicidio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2024 21:21:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[aborto]]></category>
		<category><![CDATA[aprova]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[homicídio]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=41186</guid>

					<description><![CDATA[A votação simbólica, sem registro nominal dos deputados, permite que o projeto vá direto ao plenário, sem passar por comissões. A Câmara dos Deputados aprovou a urgência do Projeto de Lei 1904/24 que equipara a punição para alguns casos de aborto à pena de homicídio. A votação simbólica, sem registro nominal dos deputados, permite que o projeto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3588603914" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A votação simbólica, sem registro nominal dos deputados, permite que o projeto vá direto ao plenário, sem passar por comissões.</p>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou a urgência do <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2434493" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow" data-type="link" data-id="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2434493">Projeto de Lei 1904/24</a> que equipara a punição para alguns casos de aborto à pena de homicídio. A votação simbólica, sem registro nominal dos deputados, permite que o projeto vá direto ao plenário, sem passar por comissões.</p>
<p>A condução do presidente Arthur Lira (PP-AL) gerou confusão e críticas por falta de clareza no anúncio da votação e pela rapidez que foi realizada.</p>
<p>O projeto, de autoria do deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) e e outros <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/prop_autores?idProposicao=2434493" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">32 parlamentares</a>, conta com apoio da bancada evangélica e prevê mudanças em quatro artigos do Código Penal:</p>
<p><strong>Artigo 124</strong></p>
<ul>
<li><strong>Como é hoje:</strong> Proíbe a mulher de fazer aborto ou consentir que alguém faça aborto nela, exceto em situações permitidas por lei.</li>
<li><strong>Como ficará:</strong> Aborto em gestações acima de 22 semanas, com viabilidade do feto, terá penas iguais ao crime de homicídio – seis a 20 anos.</li>
</ul>
<p><strong>Artigo 125</strong></p>
<ul>
<li><strong>Como é hoje:</strong> Caracteriza como crime provocar aborto não-legal sem consentimento da gestante, com pena de três a 10 anos.</li>
<li><strong>Como ficará:</strong> Interrupção da gravidez feita após 22 semanas de gestação em casos de feto viável será crime com pena igual ao homicídio – seis a 20 anos.</li>
</ul>
<p><strong>Artigo 126</strong></p>
<ul>
<li><strong>Como é hoje:</strong> Prevê pena de um a quatro anos de prisão para quem provocar aborto com consentimento da gestante depois de 22 semanas.</li>
<li><strong>Como ficará:</strong> Punição igual ao crime de homicídio – seis a 20 anos.</li>
</ul>
<p><strong>Artigo 128</strong></p>
<ul>
<li><strong>Como é hoje:</strong> Não pune o médico que interromper uma gravidez resultante de estupro.</li>
<li><strong>Como ficará:</strong> Se a gravidez resultante de estupro tiver viabilidade e passar das 22 semanas, o médico não estará isento de punição.</li>
</ul>
<p>A proposta é uma <a href="https://realtime1.com.br/stf-suspende-resolucao-do-conselho-federal-de-medicina-sobre-aborto/" target="_blank" rel="noreferrer noopener" data-type="link" data-id="https://realtime1.com.br/stf-suspende-resolucao-do-conselho-federal-de-medicina-sobre-aborto/">resposta à decisão do STF</a> que derrubou uma norma do Conselho Federal de Medicina sobre a interrupção de gestações de mais de 22 semanas derivadas de estupro.</p>
<p>Parlamentares de esquerda criticam a proposta, argumentando que ela impõe limites rígidos mesmo nos casos em que o aborto é permitido por lei, como para salvar a vida da mulher, em casos de estupro ou quando o feto é anencéfalo.</p>
<p>A polêmica proposta ainda não tem data definida para votação em plenário.</p>
<p><strong>Confira quem são os 32 autores do PL 1904/2024:</strong></p>
<p><div><iframe loading="lazy" class="embed-pdf-viewer" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Autores-do-PL-1904-2024.pdf" height="1000" width="100%" title="Autores Do PL 1904 2024"></iframe>
<p><a href="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Autores-do-PL-1904-2024.pdf" title="Autores Do PL 1904 2024">Autores Do PL 1904 2024</a></p></div></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: RealTime1</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">41186</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
