<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>anvisa - Portal NDC</title>
	<atom:link href="https://noticiasdascomunidades.com.br/palavras-chaves/anvisa/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://noticiasdascomunidades.com.br</link>
	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
	<lastBuildDate>Tue, 11 Nov 2025 17:18:12 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.3</generator>

<image>
	<url>https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2022/07/cropped-favicon-v2-1-32x32.png</url>
	<title>anvisa - Portal NDC</title>
	<link>https://noticiasdascomunidades.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">181767135</site>	<item>
		<title>Anvisa manda retirar do mercado duas marcas de suplemento alimentar</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/anvisa-manda-retirar-do-mercado-duas-marcas-de-suplemento-alimentar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 17:18:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[suplemento alimentar]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=59194</guid>

					<description><![CDATA[Produtos são proteínas em pó da marca Proteus/Whey Isolate Os suplementos alimentares de proteína em pó da marca Proteus/Whey Isolate Protein Mix, comercializados pela empresa Unlimited Alimentos e Suplementos SLU Ltda. deverão ser recolhidos do mercado após determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta segunda-feira (10), por falta...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Produtos são proteínas em pó da marca Proteus/Whey Isolate</p>
<p>Os suplementos alimentares de proteína em pó da marca Proteus/Whey Isolate Protein Mix, comercializados pela empresa Unlimited Alimentos e Suplementos SLU Ltda. deverão ser recolhidos do mercado após determinação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta segunda-feira (10), por falta de regularização e de licenciamento sanitário.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1667132&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1667132&amp;o=node" /></p>
<p><strong>A comercialização, a distribuição, a fabricação, a importação, a divulgação e o consumo dos produtos estão suspensos.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Os suplementos vêm sendo divulgados e comercializados em <em>sites</em> de vendas <em>online</em>, como Shopee e Mercado Livre, sem ter regularização sanitária. Além disso, não há identificação de fabricante ou importador nacional”, diz a Anvisa.</p>
</blockquote>
<p><strong>A Anvisa determinou também o recolhimento dos suplementos alimentares da Bugroon Raízes Indústria e Comércio de Produtos Naturais Ltda.</strong> Segundo a agência, a fabricante produz suplementos e óleos da marca sem licenciamento sanitário e comercializa os produtos em seu <em>site</em> oficial. A comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e o consumo dos seus produtos não podem ser vendidos.</p>
<p>Os suplementos suspensos são Óleo de Menta Piperita Bugroon; Óleo de Sucupira Bugroon; Óleo de Copaíba Bugroon; Suplemento Alimentar em Cápsulas Ginkocen Bugroon; Suplemento Alimentar em Cápsulas Calmom Bugroon; Suplemento Alimentar em Cápsulas Catux Bugroon; Suplemento Alimentar em Cápsulas Unaro Moringa Bugroon; Suplemento Alimentar em Cápsulas Neuralfocus Bugroon; Suplemento Alimentar em Cápsulas Contradô Bugroon. Todos os lotes estão incluídos na determinação da Anvisa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">59194</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Nova vacina contra a covid-19 chega à população em 15 dias</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/nova-vacina-contra-a-covid-19-chega-a-populacao-em-15-dias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Apr 2024 22:58:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Multimídia]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=39266</guid>

					<description><![CDATA[Saúde confirmou compra de 12,5 milhões de doses da Moderna O Ministério da Saúde confirmou a compra de 12,5 milhões de doses de vacina contra a covid-19 da farmacêutica Moderna. Os imunizantes devem chegar à população nos próximos 15 dias. O contrato foi fechado na sexta-feira (19). A pasta informou...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Saúde confirmou compra de 12,5 milhões de doses da Moderna</p>
<p>O Ministério da Saúde confirmou a compra de 12,5 milhões de doses de vacina contra a covid-19 da farmacêutica Moderna. Os imunizantes devem chegar à população nos próximos 15 dias. O contrato foi fechado na sexta-feira (19).<br /><br />A pasta informou que iniciou o processo de aquisição emergencial em dezembro de 2023, quando a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a versão mais atualizada do imunizante. <br /><br />Em nota, o ministério diz que essa é a primeira vez que empresas farmacêuticas disputam o fornecimento de vacinas contra a covid-19 no Brasil. Todas as aquisições anteriores foram feitas em um ambiente sem concorrência. A medida, segundo o governo, possibilitou uma economia de R$ 100 milhões.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">39266</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Consulta pública da Anvisa sobre cigarros eletrônicos encerra nesta sexta-feira</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/consulta-publica-da-anvisa-sobre-cigarros-eletronicos-encerra-nesta-sexta-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Feb 2024 15:14:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[consulta pública nº 1.222/2023]]></category>
		<category><![CDATA[DEFs]]></category>
		<category><![CDATA[Opas]]></category>
		<category><![CDATA[proibição do cigarro eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[SBTP]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=35279</guid>

					<description><![CDATA[A consulta pública da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre os cigarros eletrônicos no Brasil termina nesta sexta-feira (9). A participação social deve ser feita pelo formulário eletrônico específico, disponível no portal da agência. Basta preencher os campos de identificação da pessoa interessada e enviar as contribuições. A consulta...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A consulta pública da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre os cigarros eletrônicos no Brasil termina nesta sexta-feira (9). A participação social deve ser feita pelo formulário eletrônico específico, disponível no portal da agência. Basta preencher os campos de identificação da pessoa interessada e enviar as contribuições.</p>
<p>A consulta começou em dezembro e a Anvisa deu 60 dias para a sociedade opinar sobre o texto que propõe a manutenção da proibição dos dispositivos eletrônicos para fumar no país. A proposta de norma prevê ainda proibição da fabricação, importação, comercialização, distribuição, armazenamento, transporte, publicidade e divulgação destes produtos ao público, sendo ele consumidor ou não.</p>
<p>O texto desta proposta de resolução está disponível no link da consulta pública nº 1.222/2023</p>
<p>Esta participação social &#8211; de caráter consultivo &#8211; visa ajudar a Anvisa a tomar decisões relativas à formulação e definição de políticas públicas em torno dos dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs).</p>
<p>Após o período de recebimento das contribuições, a Anvisa irá avaliá-las e divulgar um relatório da consulta pública no próprio portal. O processo pode durar alguns meses.</p>
<p>Desde 2009, é proibido, no Brasil, importar, comercializar e fazer propaganda de quaisquer tipos de dispositivos eletrônicos para fumar, por determinação da Anvisa, na Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 46/2009.</p>
<p>À época, a agência reguladora justificou a decisão baseada no princípio da precaução, devido à inexistência de dados científicos que comprovem as alegações atribuídas a esses produtos.</p>
<h3>Dispositivos eletrônicos para fumar</h3>
<p>Os dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs) envolvem diferentes equipamentos, tecnologias e formatos. Há a apresentação de cigarro eletrônico descartável, mas a maioria usa bateria recarregável e refis abertos ou fechados. Estes equipamentos geram o aquecimento de um líquido para criar aerossóis (popularmente chamados de vapor) e o usuário inala o vapor. Os líquidos (e-liquids ou juice) podem conter ou não nicotina em diferentes concentrações, além de aditivos, sabores e produtos químicos tóxicos à saúde.</p>
<p>Mesmo sendo proibidos, os DEFs são amplamente comercializados em espaços físicos e na internet com diferentes nomes: cigarros eletrônicos, vape, vaper, pods, pen-drive, e-cigarette, e-pipe, e-cigar, e-ciggy e tabaco não aquecido (heat not burn), entre outros.</p>
<h3>Posicionamentos</h3>
<p>De acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), jovens que usam cigarros eletrônicos têm duas vezes mais chances de se tornarem fumantes na vida adulta. A entidade aponta que estudos recentes sugerem que “o uso de vapes pode aumentar o risco de doenças cardíacas e distúrbios pulmonares. Além disso, a exposição à nicotina em mulheres grávidas pode afetar negativamente o desenvolvimento cerebral do feto.”</p>
<p>Em 2023, 21 países das Américas regulamentaram de alguma forma os cigarros eletrônicos. Oito deles (Argentina, Brasil, México, Nicarágua, Panamá, Suriname, Uruguai e Venezuela) proíbem totalmente sua venda, e os outros 13 adotaram parcial ou totalmente uma ou mais medidas regulatórias. Enquanto isso, 14 países não possuem nenhuma regulamentação para esses produtos, argumenta a Opas.</p>
<p>Em posicionamento publicado na internet, a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBTP) afirma que vê com preocupação o aumento do uso desenfreado desses dispositivos, em especial entre os jovens.</p>
<p>“A SBTP se posiciona veemente contra a liberação da comercialização, importação e propagandas de quaisquer dispositivos eletrônicos para fumar [&#8230;]. Os DEFs são uma ameaça à saúde pública, porque representam uma combinação de riscos: os já conhecidos efeitos danosos à saúde e o aumento progressivo do seu uso no país. Em especial, esses dispositivos atraem pessoas que nunca fumaram, persuadidas pelos aromas agradáveis, sabores variados, “inovação tecnológica” e estigmas de liberdade.”</p>
<p>O Instituto Nacional de Câncer ratifica o posicionamento. Na publicação “Não se deixe enganar pelas novidades. Dispositivos eletrônicos para fumar também matam”, o instituto afirma que nenhum dispositivo eletrônico para fumar é seguro.</p>
<p>Mais informações sobre cigarros eletrônicos podem ser obtidas no site da Anvisa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">35279</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Anvisa publica alerta sobre lotes falsificados de medicamentos</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/anvisa-publica-alerta-sobre-lotes-falsificados-de-medicamentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Nov 2023 02:20:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Laboratório Biogen]]></category>
		<category><![CDATA[lotes falsificados]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Ozempic®]]></category>
		<category><![CDATA[Resolução 3.874/2023]]></category>
		<category><![CDATA[Tysabri®]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=32013</guid>

					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta sexta-feira (3), em seu site, um alerta aos profissionais de saúde e à população sobre lotes falsificados de dois medicamentos: Tysabri® (que contém a substância ativa natalizumabe), indicado para tratamento de formas mais ativas de esclerose múltipla, e Ozempic® (o princípio...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta sexta-feira (3), em seu site, um alerta aos profissionais de saúde e à população sobre lotes falsificados de dois medicamentos: Tysabri® (que contém a substância ativa natalizumabe), indicado para tratamento de formas mais ativas de esclerose múltipla, e Ozempic® (o princípio ativo semaglutida), para tratar, em conjunto com dieta e atividades físicas, pacientes adultos com diabetes tipo 2, quando o corpo não produz insulina ou cria resistência a ela.</p>
<p>O alerta sobre o medicamento Tysabri ocorre após a empresa detentora do registro, Biogen Brasil Produtos Farmacêuticos Ltda., comunicar à Anvisa a identificação, no país, da falsificação do produto biológico Tysabri (natalizumabe), lote FF00336, válido até janeiro de 2026.</p>
<p>De acordo com o laboratório Biogen, o lote foi produzido apenas para fins institucionais, e não comerciais, e tem características divergentes das constantes no medicamento original, vendido nas farmácias.</p>
<p>Para este caso, a Anvisa publicou no Diário Oficial da União a Resolução 3.874/2023, que adota medidas preventivas, como apreensão e proibição de distribuição, comercialização e uso do produto falsificado.</p>
<p>Para identificar itens do lote em questão (FF00336), a empresa informa que há erros de ortografia do endereço da empresa responsável pela importação e distribuição do produto no país, diferença na cor da faixa laranja e azul da embalagem, formatação das letras e ausência da inscrição em braile na embalagem, tratando-se, portanto, de falsificação, conforme imagem abaixo.</p>
<p><figure id="attachment_32014" aria-describedby="caption-attachment-32014" style="width: 754px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-32014" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2023/11/fd70c1a1-f952-4e07-9f22-349e1df70ed4.webp" alt="" width="754" height="400" /><figcaption id="caption-attachment-32014" class="wp-caption-text">Erros de ortografia e diferença de cores e de fonte evidenciam falsificação do Tysabri. Foto: Avisa/ Divulgação</figcaption></figure></p>
<p>Sobre a falsificação do Ozempic, a Anvisa recebeu outro comunicado, desta vez, da empresa responsável pelo produto biológico Ozempic (semaglutida), a Novo Nordisk Farmacêutica do Brasil Ltda. A empresa denunciou como falso, no mercado brasileiro, o lote LP6F832, que indicaria ser válido até novembro de 2025.</p>
<p>O laboratório Novo Nordisk não considera esse lote das canetas válido e, portanto, trata-se de um produto falsificado.</p>
<p>Da mesma forma que no caso do Tysabri, a agência publicou a Resolução 3.945/2023, que determina, igualmente, a apreensão e a proibição de comercialização, distribuição e uso do medicamento falsificado.</p>
<p>Em seu site, A Novo Nordisk orienta o consumidor a desconfiar de preços muito baixos, pontos de vendas não tradicionais e atenta que o Ozempic é vendido apenas em canetas pré-preenchidas injetáveis. Não existe outra apresentação.</p>
<h3>Orientações</h3>
<p>A Anvisa recomenda que a população e os profissionais de saúde somente adquiram medicamentos em estabelecimentos devidamente regularizados, sempre na embalagem completa (dentro da caixa) e com nota fiscal.</p>
<p>Em caso de identificação de unidades de remédios com suspeita de falsificação, a população ou os profissionais de saúde não devem usar o produto e devem entrar em contato com as empresas detentoras do registro desses produtos, para verificar sua autenticidade.</p>
<p>Além disso, o fato deve ser comunicado imediatamente à Anvisa, preferencialmente por meio do sistema <a href="https://notivisa.anvisa.gov.br/frmLogin.asp">Notivisa</a>, no caso de profissional de saúde. Já os pacientes podem denunciar a existência do medicamento falsificado na ouvidoria, por meio da plataforma FalaBR, com login (CPF) e senha cadastrados no portal <a href="https://falabr.cgu.gov.br/Errors/NotFound.aspx?pagina=/publico/LoginBrasilCidadao.aspx">Gov.br</a>.</p>
<p>A consulta do histórico de produtos irregulares já identificados no Brasil pode ser realizada no sistema de consultas da Anvisa, disponível em seu website.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">32013</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Novo medicamento que combate a diabetes é aprovado pela Anvisa</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/novo-medicamento-que-combate-a-diabetes-e-aprovado-pela-anvisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2023 02:46:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Diabetes 2]]></category>
		<category><![CDATA[GIP]]></category>
		<category><![CDATA[medicamento]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=30831</guid>

					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta segunda-feira (25) um novo medicamento para tratamento de diabetes tipo 2. O Mounjaro, da farmacêutica Eli Lilly, tem como princípio ativo a tirzepatida, que age no controle do açúcar no sangue em adultos com a doença, combinado com dieta e exercícios...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta segunda-feira (25) um novo medicamento para tratamento de diabetes tipo 2. O Mounjaro, da farmacêutica Eli Lilly, tem como princípio ativo a tirzepatida, que age no controle do açúcar no sangue em adultos com a doença, combinado com dieta e exercícios físicos. O remédio está disponível em formato de caneta injetável.</p>
<p>De acordo com a Anvisa, estudos mostram que a tirzepatida reduz de forma significativa a quantidade de hemoglobina glicada no sangue, o que indica o controle de açúcar. Essa redução contribui para queda do risco de doença microvascular, cegueira, insuficiência renal e amputação de membros.</p>
<p>“Outro benefício dessa droga é a mudança favorável do peso corporal (perda de peso), uma vez que o sobrepeso e a obesidade contribuem para a fisiopatologia do DM2 (diabetes tipo 2)”, informa publicação da Anvisa</p>
<p>A tirzepatida funciona como o primeiro receptor de dois hormônios produzidos no intestino: o polipeptídeo insulinotrópico dependente de glicose (GIP) e o peptídeo-1 semelhante ao glucagon (GLP-1). Com isso, aumenta a quantidade de insulina produzida pelo pâncreas, ajudando no controle glicêmico no sangue.</p>
<h3><strong>Diabetes tipo 2</strong></h3>
<p>Estima-se que quase 463 milhões de pessoas no mundo, de (20) a (79) anos, têm diabetes. Desse total, o diabetes tipo 2 é responsável por quase 90% dos casos. No Brasil, são quase 17 milhões de adultos com a doença.</p>
<p>A doença é caracterizada pela produção insuficiente de insulina, hormônio que mantém o metabolismo da glicose. É uma das principais causadoras de insuficiência renal, cegueira, amputação e doença cardiovascular, complicações que podem levar à morte.</p>
<p>Pelas projeções, 578,4 milhões de pessoas estarão vivendo com diabetes em 2030, e mais de 700 milhões em 2045. O aumento está relacionado à tendência crescente de obesidade da população, alimentação não saudável e falta de atividade física.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">30831</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Corpo é encontrado dentro de contêiner no Porto de Santos</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/corpo-e-encontrado-dentro-de-conteiner-no-porto-de-santos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Sep 2023 01:24:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[contêiner]]></category>
		<category><![CDATA[corpo]]></category>
		<category><![CDATA[escaneamento]]></category>
		<category><![CDATA[investigações]]></category>
		<category><![CDATA[Marrocos]]></category>
		<category><![CDATA[PF]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=30566</guid>

					<description><![CDATA[Um corpo foi localizado, na madrugada desta quinta-feira (14), por meio de escaneamento, em um contêiner declarado como vazio no Porto de Santos, no litoral de São Paulo. O navio que transportou o contêiner chegou a Santos no último domingo (10), vindo do Porto de Tânger, no Marrocos. Ao identificar...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um corpo foi localizado, na madrugada desta quinta-feira (14), por meio de escaneamento, em um contêiner declarado como vazio no Porto de Santos, no litoral de São Paulo.</p>
<p>O navio que transportou o contêiner chegou a Santos no último domingo (10), vindo do Porto de Tânger, no Marrocos.</p>
<p>Ao identificar que havia algo parecido com um corpo, o terminal portuário avisou a fiscalização aduaneira que, posteriormente, acionou a Polícia Federal (PF) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).</p>
<p>As autoridades determinaram a abertura do compartimento e constataram que o corpo estava em estado avançado de decomposição.</p>
<p>A PF fez uma perícia detalhada e deu início à instauração de um inquérito para investigar os fatos.</p>
<p>Para combater o contrabando e descaminho, o escaneamento de contêineres vazios na importação é uma obrigação imposta aos órgãos alfandegados por norma da Receita Federal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: CNN</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">30566</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Substâncias do fentanil, &#8216;Droga da morte&#8217; nos EUA, são classificadas como potencial psicotrópico pela Anvisa; entenda</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/substancias-do-fentanil-droga-da-morte-nos-eua-sao-classificadas-como-potencial-psicotropico-pela-anvisa-entenda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Mar 2023 12:35:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA['Droga da morte']]></category>
		<category><![CDATA[anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Substâncias do fentanil]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=24191</guid>

					<description><![CDATA[Diante do aumento de circulação do fentanil no país e a fim de evitar surtos de dependência como há nos Estados Unidos, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária incluiu na quarta-feira as substâncias usadas na produção da fentanila — nome científico do sedativo opióide muito usado em hospitais — na...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<div class="mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter" data-block-type="unstyled" data-block-weight="80" data-block-id="2">
<p class="content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Diante do aumento de circulação do fentanil no país e a fim de evitar surtos de dependência como há nos Estados Unidos, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária incluiu na quarta-feira as substâncias usadas na produção da fentanila — nome científico do sedativo opióide muito usado em hospitais — na lista de “precursoras de entorpecentes e psicotrópicos”. A inclusão dá às polícias base legal para que remessas ilícitas desses produtos sejam apreendidas e para combater a fabricação clandestina da droga.</p>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="59" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em fevereiro, foram encontradas pela primeira vez ampolas de fentanil em uma apreensão de tráfico no Brasil. As ampolas estavam com malotes de maconha e cocaína em um depósito de uma facção criminosa no Espírito Santo, e foram recolhidas em uma operação da Polícia Civil. Agentes da Divisão Antidrogas dos EUA foram a Vitória se informar sobre o caso.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A fentanila já é uma substância controlada no Brasil e faz parte da Lista A1, de entorpecentes, da Anvisa. A sua aplicação obedece a regras do Sistema Nacional de Políticas Públicas Sobre Drogas (Sisnad). Qualquer atividade com a fentanila está sujeita a controle, estabelecimentos que a vendem precisam ter autorização da Anvisa, e o armazenamento deve ser “sob chave ou outro dispositivo que ofereça segurança”. Nos hospitais, toda a movimentação do sedativo tem de ser registrada e é preciso incinerar o remédio no seu descarte. A prescrição só pode ser feita com a receita amarela, para medicamentos controlados.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O Brasil tem empresas que sintetizam a fentanila, mas a maior parte da matéria prima é importada. Agora, a Anvisa incluiu as substâncias 4-AP; 1-boc-4-AP e Norfentanil, as mais usadas na fabricação ilícita de fentanila , na lista D1 (substâncias precursoras de entorpecente ou psicotrópicos). No ano passado, elas haviam sido incluidas na lista de controle da Comissão de Entorpecentes do Escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime.</p>
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="8">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/lVi24-KnPPPWIViYfLJv1A4b8T8=/0x0:984x554/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2023/f/v/BTFvl7SESDwu6JbOPorg/102568087.jpg" alt="Fentanil foi apreendido pela primeira vez no Brasil no ES: opióide é responsável por milhares de mortes nos EUA  — Foto: Divulgação " /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Fentanil foi apreendido pela primeira vez no Brasil no ES: opióide é responsável por milhares de mortes nos EUA — Foto: Divulgação</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Antes, qualquer pessoa poderia comprar essas substâncias e usá-las num laboratório clandestino. Agora, não terá mais facilidade para importação, por exemplo — explica o diretor de Defesa Profissional da Sociedade Brasileira de Anestesiologia, Jedson Nascimento.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="54" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Pesquisador da Fiocruz e coordenador da Redes de Saúde em abuso de drogas, Francisco Inácio Bastos conta que, nos EUA, houve uma proliferação de laboratórios clandestinos para a produção da droga, que gera uma sensação de relaxamento mas pode bloquear a circulação respiratória. Atualmente é possível encontrar na deep web fórmulas para fabricação caseira.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="13" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Quando aprendem como faz, a receita vai ser copiada — diz Bastos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Diferente do que aconteceu nos EUA e em países da Europa, onde a prescrição de opióides cresceu de forma desregulada, o Brasil não viveu um surto com o fentanil. Mas hoje o contexto é diferente, o que exigiu atenção das autoridades.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— O Brasil tem bom controle sobre esses medicamentos, melhor do que nos EUA e Europa. A inclusão na lista não havia acontecido antes porque não existia a procura. A partir do momento em que há um risco, precisa fechar o cerco — resume Jedson.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="16">
<div class="content-intertitle">
<h2>kit de intubação</h2>
</div>
<p>Na pandemia da Covid-19, diante da alta de casos graves, o kit de intubação estava entre os produtos mais demandados nos hospitais. Sedativos, analgésicos e bloqueadores musculares faziam parte do kit e o fentanil ganhou destaque por ser um dos mais eficientes para o procedimento. Em 2020, o produto chegou a faltar nos hospitais brasileiros, devido à demanda mundial. Em 2021, após uma resolução extraordinária da Anvisa ter flexibilizado requisitos de importação, houve uma explosão de vendas.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em um hospital, o armazenamento e descarte do fentanil obedecem a regras rigorosas. Mas profissionais de saúde admitem que há brechas. Usualmente, o medicamento vem em ampolas de 2 ml, 5 ml ou 10 ml. Mas durante um procedimento médico, costuma-se usar apenas cerca de 3 a 4 ml. Com isso, a sobra precisa ser descartada.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— O que sobra do fentanil é descartado em uma caixa específica para entorpecentes que é incinerada — explica Jedson — Mas cada hospital tem uma rotina.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Orientador de uma tese de doutorado que mostra o aumento do uso e aquisição do fentanil nos hospitais brasileiros durante a pandemia, o médico e pesquisador da Fiocruz Francisco Bastos se preocupa com uma possível alta de uso do sedativo.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="74" data-block-id="21">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— O Brasil é imenso, tem milhares de planos de saúde e hospitais. Toda vez que há aumento de uso de opioide ou de outra substância na área médica, há muita chance de vazamento. Tendo o mel, sempre alguém quer se lambuzar. Ontem aconteceu no Espírito Santo, mas amanhã pode ser em São Paulo ou no Pará. Já precisamos estar preparados para o aumento de circulação do fentanil no mercado ilegal — avisa Bastos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A preparação defendida por Bastos envolve o rastreio da Polícia Federal, que precisaria passar a examinar cargas de drogas apreendidas a fim de detectar se há fentanil misturado à cocaína ou outras substâncias; vigilância da Anvisa; e treino de primeiros socorros para uso de naloxona, substância usada para bloquear efeitos de entorpecentes e evitar overdoses.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="16" data-block-id="9">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Não há por que reproduzir a situação americana, já estamos avisados — diz Bastos, lembrando que, nos EUA, o fentanil causou em 2022 mais mortes do que os acidentes de trânsito.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="25">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">mistura potencializa</span></p>
<p>No exterior, o sedativo costuma ser consumido diretamente ou misturado a outras drogas, o que potencializaria seus efeitos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="81" data-block-id="27">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— O fentanil é muito eficiente em reduzir a dor a algo suportável. É cem vezes mais potente que a morfina e é usado desde a década de 1970 no ambiente hospitalar — explica Jedson, que se preocupa com a mistura com outras drogas. — Pelo desconhecimento que eles (traficantes) têm de farmacologia e química, provavelmente nem sabem o que estão fazendo. Nenhum opioide é livre de complicações, principalmente associado a outra droga. Posso garantir que não é um bom caminho.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="94" data-block-id="28">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Questionada sobre ações contra a possível alta do fentanil, a Anvisa informou que, quando desvios de produtos são comunicados, as autoridades encarregadas de repressão do uso são avisadas. Após a resolução extraordinária de 2021, a agência explicou que publicou alertas aos profissionais de saúde sobre os riscos envolvidos, fez consultas com gestores de risco de hospitais e um webinar para compartilhar de informações. Segundo a agência, não foram identificados, desde 2021, “sinais de segurança que apontassem para maior risco do uso de fentanil importado do que de produtos desse ativo regularizados pela Anvisa”.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="82" data-block-id="29">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na operação da Polícia Civil do Espírito Santo, foram encontradas 31 ampolas de fentanil. O delegado Tarcísio Otoni, do Departamento Especializado de Narcóticos, acredita que o produto seria misturado à cocaína que estava no depósito. A trajetória da carga é investigada. Mas já se sabe que ela veio de um laboratório credenciado de Minas Gerais. Falta ser esclarecido se o desvio aconteceu antes ou depois da chegada do fentanil ao hospital. Segundo Otoni, a droga batizada seria vendida provavelmente no Espírito Santo:</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— A gente precisa responder se são traficantes do Espírito Santo tentando criar essa demanda ou se vem dos usuários. A gente não descarta a venda internacional, mas acreditamos que seria para mistura na cocaína e distribuição local.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Foto: Arte de Renata Amoedo</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*O Globo</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">24191</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Dengue: Anvisa aprova nova vacina, que protege também quem nunca teve a doença</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/dengue-anvisa-aprova-nova-vacina-que-protege-tambem-quem-nunca-teve-a-doenca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Mar 2023 11:55:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[anvisa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=22408</guid>

					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, na noite desta quinta-feira, o registro de uma nova vacina para a prevenção da dengue. O imunizante Qdenga da empresa Takeda Pharma é composto por quatro diferentes sorotipos do vírus causador da doença, conferindo assim uma ampla proteção para quem teve ou...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, na noite desta quinta-feira, o registro de uma nova vacina para a prevenção da dengue. O imunizante Qdenga da empresa Takeda Pharma é composto por quatro diferentes sorotipos do vírus causador da doença, conferindo assim uma ampla proteção para quem teve ou não a enfermidade.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="65" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Essa é a segunda vacina contra a dengue aprovada no Brasil. A primeira — Dengvaxia, da Sanofi — está disponível apenas em clínicas privadas, é indicada somente para evitar reinfecções, que costumam ser mais graves, e tem o público-alvo restrito — apenas pessoas de 9 a 45 anos que já foram contaminadas anteriormente. Por isso, não é a principal estratégia de combate ao vírus.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O novo imunizante pode ser aplicado em crianças acima de 4 anos, adolescentes e adultos até 60 anos de idade, inclusive aqueles que nunca foram infectados.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="20" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Seu esquema de aplicação será com duas doses e intervalo de 3 meses entre elas. A administração é subcutânea.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Alexandre Naime Barbosa, professor da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), há grande chance da nova vacina ser incorporada ao SUS.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="67" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— A gente [da SBI] conversou com o governo de transição e, o que posso dizer, é que com essa equipe do Ministério da Saúde, Conitec e com a nova configuração do PNI, existe um cenário muito mais otimista para que seja implementada no SUS. É lógico que depende de negociação de valores, mas é altamente desejável que seja feito, especialmente para pessoas de maior risco.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="9">
<p class="content-text__container"><strong style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px">Alta eficácia</strong></p>
<p>Na avaliação clínica da vacina foi demonstrada uma eficácia geral de 80,2% contra a dengue causada por qualquer sorotipo e independente de situação sorológica de base para dengue (indivíduos soropositivos e soronegativos) em 12 meses após administração da vacina. De acordo com Naime Barbosa, essa eficácia de 80% é contra casos leves, passando para cerca de 95% em relação a casos graves e mortes.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="54" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— [Essa aprovação] É uma das estratégias de prevenção mais esperadas, visto que no passado batemos o recorde de óbitos, com mais de mil óbitos. Isso era extremamente aguardado porque a gravidade só está aumentando. Esse começo de ano também está horrível. É uma ferramenta fantástica — afirma o vice-presidente da SBI.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A demonstração da eficácia da vacina Qdenga tem suporte principalmente nos resultados de um estudo de larga escala, de fase 3 (final), randomizado e controlado por placebo, conduzido em países endêmicos para dengue com o objetivo de avaliar a eficácia, segurança e imunogenicidade da vacina.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="19" data-block-id="14">
<p>Segundo a pediatra Vivian Lee, diretora de Medical Affairs da Takeda no Brasil, os estudos foram feitos ao longo de quatro anos e meio, em mais de 20 mil crianças e adultos em 13 países endêmicos da Ásia e América Latina. Os resultados indicam que a vacina TAK-003 previne 84% das hospitalizações causadas pela doença e evita 61% dos casos de dengue sintomática.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="20" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Há grande potencial de proteção da população a longo prazo, ao lado do combate ao mosquito — afirma Lee.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="64" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A vacina Qdenga também foi avaliada pela agência sanitária europeia (EMA), tendo recebido uma recomendação positiva no âmbito do programa “EU Medicines for all”, um mecanismo que permite a avaliação de medicamentos que se destinam a ser utilizados em países de baixa e média renda fora da União Europeia (UE), e tendo sua comercialização aprovada na União Europeia em 20 de dezembro de 2022.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="75" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Durante a análise técnica realizada pela Anvisa, realizou-se um painel para a discussão de alguns pontos do processo de registro com especialistas do país que detém notório saber sobre a doença&#8221;, afirmou a agência regulamentadora, em nota. &#8220;Essa discussão ocorreu em 10/01/2023 e em seguida os especialistas apresentaram um parecer opinativo sobre o produto e sobre as condições de uso pleiteadas pela empresa, com o objetivo de subsidiar a análise realizada pelos técnicos da Agência&#8221;.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A concessão do registro pela Anvisa permite a comercialização do produto no país, desde que mantidas as condições aprovadas. A vacina, contudo, segue sujeita ao monitoramento de eventos adversos por meio de ações de farmacovigilância sob a responsabilidade da empresa.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="21">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Casos de dengue no Brasil</span></p>
<p>Em 2022, o Brasil bateu não apenas o recorde histórico de maior número de mortes durante um ano, como também ultrapassou pela primeira vez a marca de mil óbitos no período de 12 meses. Segundo o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, foram 1.016 vítimas da doença, 313% a mais que as 246 registradas no ano anterior, e 3% superior às 986 em 2015, ano mais letal até então. Outras 109 mortes ainda estão em análise.</p>
<p>Foto: NIAID</p>
<p>*O Globo</p>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">22408</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Anvisa suspende venda de produto que provoca intoxicação ocular</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/anvisa-suspende-venda-de-produto-que-provoca-intoxicacao-ocular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Jan 2023 13:44:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[anvisa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=17948</guid>

					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a comercialização da pomada Cassu Braids, devido a relatos de ocorrências de danos aos olhos de usuários, no Rio de Janeiro. O produto é usado para modelar e trançar cabelos. Segundo a Anvisa, consumidores relataram irritação ocular, pálpebras inchadas, dor nos olhos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a comercialização da pomada Cassu Braids, devido a relatos de ocorrências de danos aos olhos de usuários, no Rio de Janeiro. O produto é usado para modelar e trançar cabelos.<br /><br />Segundo a Anvisa, consumidores relataram irritação ocular, pálpebras inchadas, dor nos olhos e dificuldade de enxergar ao lavarem o cabelo, depois de aplicação do produto.<br /><br />A resolução da Anvisa, publicada ontem (6), também determina o recolhimento dos produtos distribuídos e suspende a fabricação, uso e propaganda da pomada produzida pela empresa Microfarma.<br /><br />Outro motivo para a suspensão, de acordo com a Anvisa, é o fato de a empresa não estar devidamente regularizada para fabricar esse tipo de produto.<br /><br />“É importante ressaltar que consta no rótulo do produto a orientação de evitar contato com os olhos e mucosas, bem como a orientação de retirar a pomada do cabelo antes de ir a lugares como piscinas, praias e cachoeiras, para que o produto não escorra sobre os olhos. Em 2022, a Anvisa já havia publicado um alerta, relacionado a esse tipo de cosmético. É importante que os consumidores fiquem atentos às recomendações de uso e advertências contidas nos rótulos dos produtos”, informa nota da Anvisa.</p>
<p>*Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">17948</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Covid-19: taxa de positivos cresce 274% no Brasil em meio à baixa cobertura com terceira dose</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/covid-19-taxa-de-positivos-cresce-274-no-brasil-em-meio-a-baixa-cobertura-com-terceira-dose/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Nov 2022 13:17:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=13533</guid>

					<description><![CDATA[A proporção dos testes de Covid-19 com resultado positivo voltou a crescer no país, acendendo o alerta dos médicos. Levantamento feito pelo GLOBO com laboratórios e farmácias do Brasil mostra que a alta durante o mês de outubro chega a até 274%. O aumento acontece ao mesmo tempo em que...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A proporção dos testes de Covid-19 com resultado positivo voltou a crescer no país, acendendo o alerta dos médicos. Levantamento feito pelo GLOBO com laboratórios e farmácias do Brasil mostra que a alta durante o mês de outubro chega a até 274%. O aumento acontece ao mesmo tempo em que cresce a busca pelos diagnósticos e que novas subvariantes da Ômicron se disseminam pelo mundo, com uma delas, a BQ.1, tendo sido identificada no Brasil.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="63" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Embora a chamada positividade seja apenas um dos indicadores da doença, e os demais como casos e óbitos sigam em estabilidade, especialistas destacam com receio o contexto da baixa cobertura vacinal com a terceira dose, que está em cerca de 50% no país, no momento em que o vírus volta a circular de forma mais intensa, apesar da disponibilidade nos postos de saúde.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="70" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Nos laboratórios da rede de saúde integrada Dasa, o aumento na taxa de positivos para Covid-19 foi de 274% entre a segunda e a última semana de outubro, passando de 5,64% para 21,14%. No mesmo período, também foi identificado uma procura pelos testes 32% maior. Nas unidades do grupo Fleury, a taxa passou de 12% para 30% no mesmo período, um aumento de 150%. Já a busca pelo diagnóstico dobrou.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Já dados da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) mostram que, entre a primeira e a terceira semana de outubro, foi registrado um aumento de 150% na positividade nas unidades, passando de 6% para 15%. A quantidade de testes feitos, porém, segue baixa. Foram pouco mais de 40 mil diagnósticos até o fim de outubro, enquanto em junho chegou a mais de um milhão.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Epidemiologistas, virologistas e infectologistas ouvidos pelo GLOBO recebem com cautela os dados e admitem que pode haver um aumento de infecções, mas reforçam que uma eventual nova onda não deve ser acompanhada por aumentos alarmantes em internações e mortes.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="84" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— A Covid-19 hoje no Brasil é uma doença que atinge principalmente pessoas não vacinadas, com o sistema de defesa comprometidos e extremos de idade, acima de 70 anos. É uma doença que tem impacto, é a infecção respiratória que mais mata pessoas no país, mas em termos de sobrecarga no SUS, com falta de leito, de oxigênio, isso não acontece é mais — afirma o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Alexandre Naime Barbosa, professor da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp).</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Uma das maiores preocupações, porém, é justamente a baixa cobertura vacinal com as três doses. Segundo dados do consórcio de veículos de imprensa, apenas 49% da população tem a proteção completa – quase 80 milhões de brasileiros a menos que aqueles que receberam a primeira aplicação, aproximadamente 85% do total.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="55" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O alerta é porque, com a variante Ômicron e suas sublinhagens, os especialistas explicam que duas aplicações não conferem proteção suficiente contra casos graves da doença, por isso a terceira é indispensável – e também a quarta nos casos elegíveis. Em outros países, como Reino Unido e Chile, a cobertura com o reforço ultrapassa 70%.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="74" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Acredito que deveríamos aproveitar justamente esse período em que o patamar ainda está mais baixo para implementar medidas que não exigem um grande esforço, como intensificar a vacinação com os reforços, com campanhas de comunicação e incluir todas crianças a partir de 6 meses de idade no público elegível para se imunizar — defende o epidemiologista Claudio Maierovitch, vice-presidente da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) e médico sanitarista da Fiocruz de Brasília.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="53" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No Brasil, embora a Anvisa, assim como outros países, tenha dado o aval para o imunizante da Pfizer destinado a todos os bebês de 6 meses a crianças de 4 anos, o Ministério da Saúde indicou a aplicação apenas para aqueles com comorbidades. A decisão, no entanto, é recebida com críticas por especialistas.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="58" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— A mortalidade é menor em crianças, mas elas também são atingidas. E num momento de maior circulação do vírus as vacinas reduzem esse risco, então não há qualquer motivo para não vacinar. Essa recomendação é um consenso científico — diz Antônio da Silva, professor de epidemiologia do departamento de Saúde Pública da Universidade Federal do Maranhão (UFMA).</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="55" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Outro ponto apontado pelos epidemiologistas são as novas vacinas bivalentes, versões adaptadas dos imunizantes originais que oferecem mais proteção por incluir tanto a cepa ancestral do vírus causador da Covid-19, descoberta em 2019, como as linhagens BA.1, BA.4 e BA.5 da Ômicron. Em países como Estados Unidos e Reino Unido, as aplicações já estão disponíveis.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="13" data-block-id="20">
<p>Procurada pelo GLOBO, a Pfizer afirmou que as vacinas seguem em análise pela Anvisa e que o terceiro contrato de oferta de doses com o governo brasileiro, ainda vigente, permite a possibilidade de entrega das versões atualizadas, assim como para diferentes faixas etárias, a depender de solicitação por parte do Ministério da Saúde. Porém, destacou que “os detalhes sobre as negociações são objeto de compromissos de confidencialidade assumidos contratualmente entre a Pfizer e o Governo”.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="58" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em nota, a Anvisa disse que foram solicitados pareceres de especialistas das sociedades médicas, recebidos recentemente, sobre as vacinas. “Os processos estão em fase final de análise pela área técnica, para posteriormente serem encaminhados à Diretoria da Agência para deliberação, considerando que se trata autorização de uso emergencial. Não há ainda data fixada de decisão”, afirma a agência.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="103" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Já o Ministério de Saúde não respondeu sobre a perspectiva de incorporação das novas vacinas à campanha de imunização contra a Covid-19. Em relação à aplicação para bebês a partir de 6 meses sem comorbidades, disse que, devido ao fim do decreto de emergência de saúde nacional, a ampliação será avaliada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec). Sobre a baixa cobertura com a terceira dose, afirmou que &#8220;reforça constantemente, por meio de campanhas de comunicação e ações divulgadas em todos os canais oficiais da pasta, a importância da dose de reforço para garantir a máxima proteção contra o vírus&#8221;.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="18" data-block-id="25">
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="26">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/ZArR_hlaRs4JjfP-aLnBHs6fVr0=/0x0:470x565/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/i/r/Bi9XoASoCJLdcO3F3plg/vacina-oglobo.jpg" alt="Esquema da vacinação contra a Covid-19 no Brasil. — Foto: Arte O Globo" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Esquema da vacinação contra a Covid-19 no Brasil. — Foto: Arte O Globo</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="27">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Brasil vive uma nova onda?</span></p>
</div>
<p>https://s2.glbimg.com/ZArR_hlaRs4JjfP-aLnBHs6fVr0=/0x0:470&#215;565/984&#215;0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/i/r/Bi9XoASoCJLdcO3F3plg/vacina-oglobo.jpg</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="27">
<div class="content-intertitle">
<h2>Brasil vive uma nova onda?</h2>
</div>
<p>Embora não haja uma definição exata do que caracteriza uma nova onda, os especialistas trabalham com uma tendência de aumento por ao menos 14 dias como um dos critérios. De forma oficial, o Brasil não chegou ainda a registrar uma elevação nos casos, com os últimos boletins do consórcio de veículos de imprensa indicando ou queda ou estabilidade.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="91" data-block-id="29">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O aumento na positividade pode despertar confusão, mas é porque a taxa é relativa à proporção do total de testes cujos resultados indicam a doença, e não ao número de diagnósticos em si. Por exemplo, num cenário hipotético em que 20 testes são feitos, porém 10 têm resultado positivo, a positividade é de 50%, metade do total. Se, no mês seguinte, forem realizados apenas 10 testes, e 8 indicando a doença, a taxa aumenta para 80%. No entanto, 8 casos é um número menor que os 10 do mês anterior.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="31">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Especialistas explicam que a positividade funciona como um alerta, especialmente no contexto em que um número muito baixo de pessoas buscam os testes. Com isso, o aumento na proporção dos positivos indica que o vírus está circulando, e aqueles indivíduos com sintomas que buscam o diagnóstico de fato têm uma probabilidade alta de estarem infectados.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="21" data-block-id="32">
<p>Mas, ainda que os registros oficiais não apontem crescimento no número de infectados, já há uma leve subida sendo observada nos hospitais. Na última quinta-feira, por exemplo, o Estado de São Paulo registrou uma média móvel de 136 internações diárias, um aumento de 20% em relação a 14 dias antes, quando era de 113. O índice, porém, continua num dos menores patamares desde o início da pandemia, distante das 3,4 mil hospitalizações por dia registradas no pico, em março de 2021.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="73" data-block-id="34">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os especialistas explicam que não há uma causa única para o vírus voltar a circular com mais intensidade no país. Alguns apontam a possibilidade da entrada de novas subvariantes da Ômicron com capacidade de reinfecção, uma vez que a cepa do coronavírus tem passado por mutações de forma muito mais acentuada e acelerada que as anteriores. A BQ.1, por exemplo, que já foi identificada em 65 países, recentemente foi detectada pela Fiocruz Amazônia.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="77" data-block-id="35">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Se você olhar do final do ano passado para cá, toda vez que houve um aumento foi por uma introdução de uma outra subvariante do vírus. Em dezembro passado entrou a Ômicron BA.1, aumentou e caiu. Lá para maio, aumentou de novo com a entrada da Ômicron BA.4 e BA.5, mas depois caiu. É o que pode estar acontecendo agora, mas não temos certeza ainda — afirma Celso Granato, infectologista e diretor clínico do Grupo Fleury.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="63" data-block-id="38">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na rede Dasa, de fato foi constatado um decréscimo na proporção de BA.5 no fim de outubro. De acordo com o último relatório do Instituto Todos Pela Saúde (ITPs), 93,5% dos casos no Brasil ainda são de BA.4 e BA.5, mas a prevalência vem diminuindo. No entanto, ainda não há como saber qual é a subvariante exata que está circulando por aqui.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="39">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Começo de outubro, era BA.5, mas essa subida agora no final tem provavelmente uma derivada. Mas vamos ter essa confirmação apenas no meio de novembro, quando tivermos os resultados dos sequenciamentos — explica o virologista da Dasa, José Eduardo Levi.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="51" data-block-id="40">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Países europeus como França e Alemanha, que detectaram um crescimento das subvariantes BQ.1 e BQ.1.1, observaram uma nova onda de casos da doença a partir do início de setembro, mas já vivem uma queda de 60% e 54%, respectivamente, na média móvel de novos diagnósticos em comparação com duas semanas atrás.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="41">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Nos Estados Unidos, as duas sublinhagens representam 27% das infecções. Porém, embora o ritmo de novas contaminações tenha parado de cair, segue estável com um aumento de apenas 4,6% nos últimos 14 dias. A mesma tendência é observada nos indicadores de mortes e internações.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="16" data-block-id="42">
<p>Já em Cingapura, houve uma onda significativa de casos entre o fim de setembro e meados de outubro, quando a média móvel subiu quatro vezes. O aumento foi acompanhado por uma onda também de mortes, mas em proporções menores que outros momentos da pandemia. Há cerca de duas semanas, porém, o país já registra uma queda acentuada dos novos diagnósticos e dos novos óbitos. Por lá, a causa foi atribuída a uma outra sublinhagem, a XBB.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="77" data-block-id="45">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Por isso é precoce dizer que a pandemia acabou, a gente vai ter outros surtos, mas isso depende muito dessa dinâmica do surgimento de novas variantes versus a proteção das vacinas. Eu diria que o mais provável é que as vacinas com todas as doses continuem a proteger contra hospitalização e óbito. Então podem haver outras ondas com muita contaminação, mas sem as mortes que vimos em 2021 — defende o professor de epidemiologia da UFMA.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="51" data-block-id="46">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para Naime Barbosa, da SBI, ainda não há comprovação de que essas novas sublinhagens de fato tenham capacidade de provocar aumentos significativos. Ele atribui o crescimento observado nos países europeus ao frio, por exemplo, o que poderia ser replicado para a situação do Brasil que tem cidades vivendo temperaturas mais amenas.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="89" data-block-id="47">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Até agora nenhuma variante parece um perigo tão grande como foi o surgimento da primeira versão da Ômicron em dezembro do ano passado, ou pior ainda com o surgimento da Gama no final de 2020. O aumento do número de casos que houve na Europa é por causa do frio, as pessoas ficam mais aglomeradas. Algumas dessas subvariantes novas são de fato mais transmissíveis, mas isso não quer dizer que, com uma população altamente vacinada, leve a um aumento significativo na hospitalização e óbito — diz o infectologista.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="16" data-block-id="48">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Bianca Cata Preta, mestre em epidemiologia e pesquisadora do Centro Internacional de Equidade em Saúde da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), destaca ainda que a tendência com novas mutações do vírus é que ele se torne mais brando, e não o contrário.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="61" data-block-id="50">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Pensando na evolução do vírus, é muito possível que ele sofra mutações para uma forma que não seja mais letal, até por uma estratégia de sobrevivência dele próprio, para não morrer junto com o hospedeiro. Então, embora possível, é pouco provável que surja uma variante que nos coloque de volta ao cenário de 2020 e 2021 — diz a especialista.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="52">
<div class="content-intertitle">
<h2>Futuro da pandemia</h2>
</div>
<p>&#8220;Ainda estamos trabalhando muito nisso, mas a pandemia acabou&#8221;, declarou o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, no final de setembro. A fala foi seguida por opiniões divididas: enquanto parte concorda com a perspectiva do fim da crise sanitária, especialistas recebiam com cautela.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="54">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Declarar o fim da pandemia é uma prerrogativa apenas da OMS, e por enquanto ela considera que continua sendo uma emergência global, embora se vislumbre no horizonte uma expectativa de que chegue ao fim — lembra Bianca Cata Preta.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="54" data-block-id="55">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em reunião no final de outubro, a organização manteve o novo coronavírus como emergência internacional de saúde. “Embora seja óbvio que a situação global tenha melhorado desde que a pandemia começou, o vírus continua a sofrer mutações e a incerteza e muitos riscos permanecem”, disse na época o diretor-geral da organização, Tedros Adhanom Ghebreyesus.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="13" data-block-id="56">
<p>Além da vacinação, os especialistas ouvidos pelo GLOBO destacam que é necessário ampliar o acesso aos antivírais disponíveis hoje para reduzir ainda mais as internações e óbitos do grupo de risco e chegar mais perto do fim da emergência sanitária. É o caso do Paxlovid, medicamento produzido pela farmacêutica Pfizer que reduziu em mais de 80% o risco de hospitalização nos estudos clínicos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="58">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No Brasil, ele foi incorporado ao Sistema Único de Saúde (SUS) há meses, porém apenas recentemente o país recebeu a primeira remessa com 50 mil unidades do medicamento. Para o vice-presidente da Abrasco, o acesso ainda é muito limitado.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="62" data-block-id="59">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Os medicamentos praticamente não estão disponíveis. Embora do ponto de vista formal o ministério tenha incorporado, os serviços de saúde não conseguem acesso para tratar as pessoas com maior risco, o que ajudaria a reduzir as internações e óbitos. Não parece ser uma prioridade do governo brasileiro, e tinha que ser uma emergência, não tratada como rotina — diz o epidemiologista</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em nota, o Ministério da Saúde afirmou que há mais 50 mil unidades do antiviral encomendadas que estão previstas para serem entregues no início de 2023, de acordo com a previsão da Pfizer.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*O Globo</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">13533</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
