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	<title>anistia - Portal NDC</title>
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	<title>anistia - Portal NDC</title>
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		<title>Anistia: veja como deputados do AM votaram o pedido de urgência para projeto que perdoa condenados por atos golpistas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/anistia-veja-como-deputados-do-am-votaram-o-pedido-de-urgencia-para-projeto-que-perdoa-condenados-por-atos-golpistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2025 14:15:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[anistia]]></category>
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					<description><![CDATA[Pedido foi aprovado pela Câmara na quarta-feira (17). Dos oito parlamentares da bancada amazonense, cinco participaram da votação. O pedido de urgência para um projeto de anistia a condenados por atos golpistas foi aprovado na Câmara dos Deputados na quarta-feira (17). Dos oito deputados do Amazonas, cinco participaram da votação e nenhum votou contra. ➡️ Aprovar a urgência significa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-26359938" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Pedido foi aprovado pela Câmara na quarta-feira (17). Dos oito parlamentares da bancada amazonense, cinco participaram da votação.</p>
<div id="chunk-2c7p3">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="3">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O pedido de urgência para um projeto de anistia a condenados por atos golpistas foi aprovado na Câmara dos Deputados na quarta-feira (17). Dos oito deputados do Amazonas, <strong><span class="highlight highlighted">cinco participaram da votação e nenhum votou contra</span></strong>.</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-45eb0">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="6">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><em>➡️ Aprovar a urgência significa acelerar a tramitação do projeto. O texto não precisará passar por comissões e poderá ser votado agora direto no plenário.</em></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-c4ttb">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="7">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O texto que vai valer, no entanto, ainda não está definido. Para aprovar a urgência, a Câmara usou um projeto do deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ) que já estava pronto. Isso não significa que esse será o texto final.</p>
</div>
</div>
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</div>
<div id="chunk-943ou">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="9">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">No total, foram 311 votos a favor e 163 votos contrários. Além disso, foram registradas 7 abstenções, uma delas de um dos parlamentares da bancada amazonense.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5vfs3">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="10">
<div class="content-intertitle">
<h2>Veja os votos:</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-8lm6b">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="49" data-block-id="11">
<ul class="content-unordered-list">
<li><strong>Adail Filho </strong>(Republicanos): a favor ✅</li>
<li><strong>Amom</strong> <strong>Mandel </strong>(Cidadania): ausente ❌</li>
<li><strong>Átila</strong> <strong>Lins </strong>(PSD): ausente ❌</li>
<li><strong>Capitão Alberto Neto </strong>(PL): a favor ✅</li>
<li><strong>Fausto Santos Jr</strong>. (União Brasil): a favor ✅</li>
<li><strong>Pauderney Avelino </strong>(União Brasil): abstenção ⛔</li>
<li><strong>Sidney Leite </strong>(PSD): ausente ❌</li>
<li><strong>Silas Câmara </strong>(Republicanos): a favor ✅</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-c9lpr">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="12">
<div class="content-intertitle">
<h2>Como foi a votação</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-fo4l8">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="13">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A votação da urgência foi articulada por líderes da oposição junto a Hugo Motta. Faz semanas que a oposição quer votar o texto, e agora o presidente da Câmara decidiu pautar a urgência.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9g8ff">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="14">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">➡️ <em>Na terça-feira, a Câmara também aprovou a chamada PEC da Blindagem, que amplia a proteção judicial a parlamentares. </em><em>Na prática, ela dificulta o andamento de processos contra deputados e senadores.</em></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ngt6">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="14" data-block-id="15">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O texto apresentado por Marcelo Crivella, aprovado na votação de urgência ontem, diz que:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5fhoh">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="52" data-block-id="16">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">&#8220;Ficam anistiados todos os que participaram de manifestações com motivação política e/ou eleitoral, ou as apoiaram, por quaisquer meios, inclusive contribuições, doações, apoio logístico ou prestação de serviços e publicações em mídias sociais e plataformas, entre o dia 30 de outubro de 2022 e o dia de entrada em vigor desta lei.&#8221;</p>
</div>
</div>
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</div>
<div id="chunk-cpsac">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="18">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Não fica claro, portanto, se o texto que a Câmara votar — ainda não há data — anistiará ou não o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe de Estado.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2u6do">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="19">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Hugo Motta defendeu a discussão e disse que o Brasil &#8220;precisa de pacificação&#8221;. &#8220;Não se trata de apagar o passado, mas permitir que o presente seja reconciliado e o futuro construído em bases de diálogo e respeito&#8221;, afirmou.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-bfjvk">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="20">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Interlocutores do governo minimizam a derrota e contam com o avanço de um texto mais ameno. Mas a estratégia é vista como arriscada e divide a base aliada.</p>
</div>
</div>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><em>Fonte: G1</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Comissão aprova anistia para ex-presidente Dilma Rousseff</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/comissao-aprova-anistia-para-ex-presidente-dilma-rousseff/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 19:22:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[anistia]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
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					<description><![CDATA[Estado brasileiro pede desculpas por perseguição na ditadura A Comissão de Anistia do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania concedeu, nesta quinta-feira (22), a anistia política à ex-presidente Dilma Rousseff e fez um pedido de desculpas pela perseguição e tortura realizada pelo Estado brasileiro durante a ditadura militar. Ela também terá direito a uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2017191174" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Estado brasileiro pede desculpas por perseguição na ditadura</p>
<p>A Comissão de Anistia do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania concedeu, nesta quinta-feira (22), a anistia política à ex-presidente Dilma Rousseff e fez um pedido de desculpas pela perseguição e tortura realizada pelo Estado brasileiro durante a ditadura militar. Ela também terá direito a uma reparação econômica de R$ 100 mil em razão de sua demissão da Fundação de Economia e Estatística (FEE) do Rio Grande do Sul, em 1977.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1643728&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1643728&amp;o=node" /></p>
<p>“Esta comissão, pelos poderes que lhe são conferidos, lhe declara [Dilma Vana Rousseff] anistiada política brasileira e, em nome do Estado brasileiro, lhe pede desculpas por todas as atrocidades que lhe causou o estado ditatorial; causou à senhora, a sua família, aos seus companheiros de luta e, ao fim e ao cabo, a toda a sociedade brasileira”, disse a presidente da comissão, a procuradora federal aposentada Ana Maria Oliveira.</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered">
<div style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/7a1mJbXcCXTEnsJ6qgR9ZdSajwk=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/05/22/22052025-pzzb9839.jpg?itok=o1zGYkjv" alt="Brasília (DF) 22/05/2025 - A Comissão de Anistia, do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), presidida por Ana Maria Lima de Oliveira, realiza sessão para análise, entre outros, do requerimento de anistia da ex-presidente da República Dilma Rousseff  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil" width="754" height="503" /><p class="wp-caption-text">A Comissão de Anistia, do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), presidida por Ana Maria Lima de Oliveira, realiza sessão para análise de 96 requerimentos de anistia, entre eles, o da ex-presidente da República Dilma Rousseff. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil</p></div>
</div>
</div>
<p>“Nós queremos também lhe agradecer pela sua incansável luta pela democracia brasileira, pela sua incansável luta pelo povo brasileiro”, acrescentou Ana Maria durante a sessão plenária da comissão, em Brasília.</p>
<p>A sessão foi transmitida ao vivo pelo canal do ministério no <a href="https://www.youtube.com/watch?v=fK7dsiC_P2s" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">YouTube</a>. Em razão de compromissos como presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (o banco do Brics), na China, Dilma não pôde comparecer pessoalmente, mas a reunião contou com a presença de outros presos políticos e das deputadas federais Maria do Rosário, Jandira Feghali e Érika Kokay.</p>
<p>O pedido de anistia foi enviado por Dilma pela primeira vez em 2002, quando a Comissão de Anistia foi criada, mas o processo foi suspenso a pedido dela enquanto ocupava os cargos de ministra de Estado e de presidente da República. Em 2016, ele voltou à tramitação e, em 2022, Dilma teve o pedido negado. A ex-presidente, então, entrou com recurso.</p>
<p>A ordem de análise dos pedidos tem os critérios definidos pela <a href="https://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?jornal=1&amp;pagina=45&amp;data=07/08/2017" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Portaria nº 652/2017</a>, do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Na sessão de hoje, <a href="https://www.gov.br/mdh/pt-br/navegue-por-temas/comissao-de-anistia/sess%C3%B5es" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">96 requerimentos estavam em pauta</a>.</p>
<p>“Durante o período da ditadura, a requerente dedicou-se à defesa da democracia, da igualdade, da educação estudantil e dos direitos sociais, por meio de intensa atividade política e de oposição aos abusos cometidos pelo regime militar. Por tais motivos foi perseguida, monitorada por 20 anos, expulsa do curso universitário, demitida, além de ter sido presa e severamente torturada”, diz o pedido de Dilma, que foi lido pelo relator do caso na comissão, Rodrigo Lentz.</p>
<h2>Tortura</h2>
<p>A ex-presidente foi presa em 1970, aos 22 anos, e passou quase três anos detida, respondendo a diversos inquéritos “repetidos e infundados” em órgãos militares em São Paulo, no Rio de Janeiro e Minas Gerais, “sempre pelos mesmos fatos investigados, com a finalidade de prolongar seu período na prisão”.</p>
<p>Nesta quinta-feira, Lentz também leu diversos depoimentos que Dilma deu ao longo dos anos sobre os interrogatórios violentos que sofreu. Ela relata choques elétricos, pau de arara, palmatória, afogamento, nudez, privação de alimentos, que levaram a hemorragias, perda de dentes, entre outros.</p>
<p>À Comissão Nacional da Verdade, a ex-presidente afirmou que a tortura deixa cicatrizes que não são apenas físicas. “Acho que nenhum de nós consegue explicar a sequela, a gente sempre vai ser diferente”, disse, explicando que, por ser mais jovem, ela suportou melhor à prisão, fisicamente, mas o impacto no médio prazo é maior.</p>
<blockquote>
<p>“Quando se tem 20 anos o efeito é mais profundo. No entanto, é mais fácil aguentar no imediato. Fiquei presa há três anos, o estresse é feroz, inimaginável. Descobri pela primeira vez que estava sozinha, encarei a morte e a solidão. Lembro-me do medo quando minha pele tremeu. Tem um lado que marca a gente o resto da vida, as marcas da tortura fazem parte de mim”, disse.</p>
</blockquote>
<h2>Reparação econômica</h2>
<p>Após deixar a prisão, Dilma mudou-se para o Rio Grande do Sul e, em 1975, começou a trabalhar na FEE. Ela continuou sendo monitorada pelo Serviço Nacional de Informações (SNI) até o final de 1988 e perseguida por seu posicionamento político de críticas e oposição ao governo militar. Em 1977, o ministro do Exército a época, Silvio Frota, divulgou uma lista do que chamou de “comunistas infiltrados no governo”, que incluía o nome de Dilma, o que acarretou na sua demissão.</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-grande_6colunas type-image atom-align-left">
<div class="dnd-atom-rendered">
<div style="width: 473px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" title="Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/eYUO1hzEK5epDpd9ukUEyDbmU3E=/463x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/05/22/22052025-pzzb9911.jpg?itok=rQeHMe5z" alt="Brasília (DF) 22/05/2025 - A Comissão de Anistia, do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), presidida por Ana Maria Lima de Oliveira, realiza sessão para análise, entre outros, do requerimento de anistia da ex-presidente da República Dilma Rousseff. Na foto, o conselheiro relator do processo da ex-presidente, Rodrigo Lentz.  Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil" width="463" height="309" /><p class="wp-caption-text">Relator do processo da ex-presidente Dilma Rousseff na Comissão de Anistia, Rodrigo Lentz. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil</p></div>
</div>
</div>
<p>Após a redemocratização de 1988, a ex-presidente teve a condição de anistiada política reconhecida e declarada por quatro comissões estaduais de anistia, no Rio Grande do Sul, em Minas Gerais, no Rio de Janeiro e em São Paulo, recebendo reparações econômicas simbólicas. No Rio Grande do Sul, foi atestada a motivação exclusivamente política de sua demissão e, em 1990, ela foi readmitida, com a assinatura de um novo contrato de trabalho.</p>
<p>No pedido à Comissão de Anistia federal, Dilma diz que deveria ter sido reintegrada, considerando o tempo de serviço e a evolução profissional que teria alcançado durante o período que ficou afastada pelo ato de exceção. A diferença salarial dessa evolução seria de cerca de R$ 5 mil.</p>
<p>Em seu relatório, Rodrigo Lentz reconhece o direito à reparação financeira em prestação única, considerando a extensão temporal de todos os atos de exceção, de 20 anos de repressão política, desde o pedido de prisão em 3 de março de 1969 até o final da vigilância em 5 de outubro de 1988. Dilma vai receber, então, o teto de pagamento previsto na Constituição, de R$ 100 mil, bem como a contagem de tempo para a Previdência.</p>
<p>“Para além do terror da tortura e do tratamento degradante do cárcere, é possível elencar outros atos de exceção por motivação exclusivamente política que a requerente foi vítima”, disse, orientando o reconhecimento da anistia política e o pedida de desculpas à ex-presidente.</p>
<h2>Anistia política</h2>
<p>A Comissão de Anistia é o órgão de Estado responsável por analisar os pedidos de reconhecimento e reparação econômica a cidadãos perseguidos politicamente por agentes do Estado ou aos seus familiares, no período de 18 de setembro de 1946 a 5 de outubro de 1988.</p>
<p>Em entrevista recente à Agência Brasil, a presidente do colegiado, Ana Maria Oliveira, destacou que o conceito de anistia cabe àqueles que sofreram violações do Estado, como perseguição, prisão e tortura, em uma violação à democracia e aos direitos humanos. “Hoje nós pedimos desculpas àqueles que lutaram pelas liberdades no regime de exceção e que, portanto, foram perseguidos pelo Estado ditatorial”, disse.</p>
<p>Em 2023, já sob o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao nomear a nova equipe da comissão, o Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania destacou que a principal missão do colegiado seria reverter a interferência política propagada desde 2019, quando teve início o governo de Jair Bolsonaro. Na ocasião, a pasta indicou que a descaracterização do conceito de reparação integral levou ao indeferimento de 95% dos casos analisados entre 2019 e 2022, com um total de 4.081 processos negados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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