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	<title>ambiental - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>ambiental - Portal NDC</title>
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		<title>Lula sanciona lei do licenciamento ambiental com 63 vetos</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lula-sanciona-lei-do-licenciamento-ambiental-com-63-vetos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Aug 2025 14:10:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[PL da devastação]]></category>
		<category><![CDATA[PL do licenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Veto]]></category>
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					<description><![CDATA[Para governo, vetos garantem proteção ambiental e segurança jurídica O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta sexta-feira (8), com vetos, o polêmico projeto de lei (PL) aprovado pelo Congresso Nacional que elimina ou reduz exigências para o licenciamento ambiental no Brasil. Lula vetou 63 dos 400 dispositivos propostos pelo PL do Licenciamento Ambiental [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-77659618" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Para governo, vetos garantem proteção ambiental e segurança jurídica</p>
<p><strong>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta sexta-feira (8), com vetos, o polêmico projeto de lei (PL) aprovado pelo Congresso Nacional que elimina ou reduz exigências para o licenciamento ambiental no Brasil.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1653755&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1653755&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Lula vetou 63 dos 400 dispositivos propostos pelo PL do Licenciamento Ambiental ou PL da Devastação – como vinha sendo chamado por ambientalistas – aprovado pela Câmara no último dia 17. </strong></p>
<p>O Planalto informou que os vetos garantem “proteção ambiental e segurança jurídica” e foram definidos após escutar a sociedade civil.</p>
<p>Apoiado pelo agronegócio e setores empresariais, o PL vinha sendo denunciado por organizações ambientalistas e pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) como grave retrocesso ambiental.</p>
<p>Ao explicar os vetos do presidente Lula em coletiva de imprensa no Palácio do Planalto, a ministra do meio ambiente, Marina Silva, informou que essa foi uma decisão coletiva do governo.</p>
<p>“Foi um trabalho que, no nosso entendimento, mantém o diálogo com o Congresso Nacional, fazendo com que a gente assegure a integridade do licenciamento ambiental e consiga fazer processos que ganhem celeridade sem a perda da qualidade do licenciamento que é fundamental para proteção do meio ambiente em um contexto de crise climática, perda de biodiversidade e de processos de desertificação”, explicou.</p>
<p>Uma medida provisória (MP) e um outro projeto de lei com urgência constitucional também foram assinados por Lula nesta sexta, para recompor, em parte e com outras redações, os dispositivos vetados.</p>
<p><strong>A MP editada trata exclusivamente da modalidade de Licenciamento Ambiental Especial (LAE), que permitia um licenciamento simplificado para projetos e obras consideradas “estratégicas” pelo governo.</strong></p>
<p>Apesar de manter a nova modalidade criada pelo projeto, o governo vetou a possibilidade desse tipo de processo ser realizada com fase única. Marina Silva explicou que a LAE estabelecida pela MP não exclui etapas.</p>
<blockquote>
<p>“O LAE passará a ser acionado para estabelecer projetos prioritários, que terão equipes destinadas a dar celeridade aos licenciamentos, mas não se permitirá licenciamento simplificado, ou monofásico”, informou.</p>
</blockquote>
<p><strong>A secretária-executiva da Casa Civil, Miriam Belchior, destacou que a decisão dos vetos envolveu todo o governo, e não apenas um ministério. </strong>Ainda segundo Belchior, o trabalho do governo foi guiado por quatro diretrizes principais.</p>
<p>“As diretrizes são: garantir a integridade do processo de licenciamento; dar segurança jurídica para os empreendimentos e investidores responsáveis; assegurar os direitos dos povos indígenas e comunidades quilombolas, e incorporar dispositivos que tornem o licenciamento mais ágil sem prejudicar sua eficiência”, explicou.</p>
<h2>Potencial poluidor</h2>
<p>O governo vetou ainda a possibilidade de licenciamento simplificado para empreendimentos de médio potencial poluidor, o que inclui modalidade de licenciamento por autodeclaração.</p>
<p>Com isso, a Licença por Adesão e Compromisso (LAC) fica mantida apenas para obras de baixo impacto ambiental.</p>
<p>“Evita que empreendimento de risco relevante, como barragens de rejeitos, realizem licenciamento simplificado sem análise técnica adequada. O PL do Executivo [assinado hoje], além de restringir a LAC para baixo potencial de impacto, acrescenta limites ao procedimento autodeclaratório”, informou o Planalto.</p>
<h2>Unidades da federação</h2>
<p>O governo também vetou dispositivos que transferiam, “de forma ampla”, para os estados e o Distrito Federal (DF), a responsabilidade por definir os parâmetros e critérios para licenciamentos. Com os vetos, o governo estabeleceu que os estados devem respeitar “padrões nacionais”.</p>
<p><strong>Também foi vetada a possibilidade de retirar a Mata Atlântica do regime de proteção especial para supressão de floresta nativa</strong>.</p>
<blockquote>
<p>“[O bioma] já se encontra em situação crítica, com apenas 24% de sua vegetação nativa remanescente”, justificou o Planalto.</p>
</blockquote>
<h2>Povos tradicionais e produtores rurais</h2>
<p>Outro veto do presidente Lula derrubou o dispositivo que limitava as consultas a comunidades indígenas e quilombolas para empreendimentos realizados em suas áreas.</p>
<p><strong>Pelo PL, apenas as comunidades com o território homologado ou titulado teriam que ser consultadas. Com o veto, os grupos indígenas e quilombolas que tenham iniciado o processo de reconhecimento devem ser consultados.</strong></p>
<blockquote>
<p>“A limitação proposta no texto do PL aprovado deixaria de fora uma série de povos e territórios em fase de reconhecimento pela Funai e pela Fundação Palmares, contrariando a Constituição Federal”, justificou o governo.</p>
</blockquote>
<p>Também foi derrubado pelos vetos o dispositivo que dispensava o licenciamento ambiental para produtores rurais com Cadastro Ambiental Rural (CAR) ainda pendente de análise pelos órgãos estaduais</p>
<p>“A medida protege o meio ambiente, uma vez que somente serão dispensados do licenciamento os proprietários rurais que tiveram o CAR analisado”, informou o Executivo.</p>
<h2>Impactos indiretos</h2>
<p><strong>O governo vetou ainda dispositivo que limitava ações de compensação apenas aos impactos diretos ao meio ambiente, excluindo os chamados impactos indiretos.</strong></p>
<p>“A medida assegura que, sempre que houver nexo de causalidade entre o empreendimento e os impactos ambientais &#8211; diretos ou indiretos -, possam ser exigidas medidas adequadas de mitigação, compensação ou controle, preservando a efetividade do licenciamento ambiental”, explicou o Executivo.</p>
<h2>Unidades de Conservação</h2>
<p>O presidente Lula vetou ainda o artigo que retirava o caráter vinculante para os pareceres de órgãos gestores de Unidades de Conservação no licenciamento de empreendimentos que afetem diretamente a unidade ou sua zona de amortecimento.</p>
<p>Ou seja, a manifestação do órgão gestor de um parque nacional, de acordo com o PL do Legislativo, não precisaria ser considerado obrigatoriamente para emissão do licenciamento. Com o veto, os órgãos das Unidades de Conservação terão poder real sobre o processo.</p>
<blockquote>
<p>“A medida reforça a importância da avaliação técnica especializada na proteção de áreas ambientalmente sensíveis, assegurando que os impactos sobre Unidades de Conservação sejam devidamente analisados e considerados nas decisões de licenciamento”, destacou o governo.</p>
</blockquote>
<h2>Instituições Financeiras</h2>
<p>Outro veto do presidente Lula manteve a responsabilidade de instituições financeiras na concessão de crédito em casos de danos ambientais em projetos por elas financiados.</p>
<p>“A medida reforça a importância de que o crédito seja condicionado ao cumprimento da legislação ambiental, estimulando a prevenção de danos e alinhando o financiamento ao desenvolvimento sustentável. O PL do Executivo [enviado ao Congresso] estabelece que o financiador deve exigir do empreendedor o licenciamento ambiental antes de conceder crédito”, informou o Executivo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Câmara dos Deputados aprova projeto de lei que fragiliza as regras para o licenciamento ambiental</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/camara-dos-deputados-aprova-projeto-de-lei-que-fragiliza-as-regras-para-o-licenciamento-ambiental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 14:11:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[aprova]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Flexibiliza]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[projeto de lei]]></category>
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					<description><![CDATA[Proposta, que tramitava há 21 anos no parlamento, seguirá para sanção do presidente Lula, que pode vetar trechos do texto; Ministério do Meio Ambiente é contrário ao PL Na madrugada desta quinta-feira (17), a Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que visa simplificar e flexibilizar o licenciamento ambiental. A votação resultou em 267 votos a favor e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-696999907" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Proposta, que tramitava há 21 anos no parlamento, seguirá para sanção do presidente Lula, que pode vetar trechos do texto; Ministério do Meio Ambiente é contrário ao PL</p>
<p>Na madrugada desta quinta-feira (17), a <strong>Câmara dos Deputados</strong> aprovou um projeto de lei que visa simplificar e flexibilizar o <strong>licenciamento ambiental</strong>. A votação resultou em 267 votos a favor e 116 contra. A proposta agora aguarda a decisão do presidente <strong>Lula</strong>, que pode optar por sancioná-la ou vetá-la. O governo, junto com os partidos PT e PSOL, manifestou-se contra a aprovação. Durante as discussões, alguns parlamentares levantaram questões sobre a constitucionalidade do projeto, o que pode levar a uma análise pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A proposta gerou forte reação entre ambientalistas, que a rotularam de “mãe de todas as boiadas” e “PL da Devastação”. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, expressou sua preocupação, especialmente com a proximidade da COP30, conferência climática da ONU.</p>
<p>O projeto mantém algumas disposições, como a Licença Ambiental Especial (LAE), que permite ao governo selecionar empreendimentos estratégicos com um processo de análise mais simplificado. Além disso, a Licença por Adesão e Compromisso (LAC) possibilita a autorização de atividades sem a necessidade de uma análise individual. Além de ter sido aprovado anteriormente na Câmara em 2021, o projeto passou por alterações no Senado. Entre as mudanças, destaca-se a revogação de partes da Lei da Mata Atlântica e a criação de uma lista de setores que ficarão isentos de licenciamento, beneficiando principalmente o agronegócio e o setor de saneamento básico. Essa nova legislação pode ter um impacto significativo nas políticas ambientais do país.</p>
<p>Criticado por ambientalistas e chamado de “PL da Devastação”, as novas regras de proteção ambiental criam exceções em licenças para obras consideradas estratégicas e facilitam algumas autorizações por meio de uma simples declaração de compromisso, entre outras medidas. O presidente busca posicionar o Brasil como líder na luta global contra as mudanças climáticas, mas, ao mesmo tempo, promove um megaprojeto de exploração de petróleo na Margem Equatorial, que aguarda licença ambiental.</p>
<p>Na oposição, os defensores do projeto argumentaram que o PL busca “simplificar” o processo de concessão de licenças para favorecer o “desenvolvimento” da economia. “Não há uma vírgula que coloque o meio ambiente em risco, buscamos vencer a burocracia”, afirmou o relator do projeto, Zé Vitor, deputado do Partido Liberal do ex-presidente de extrema direita Jair Bolsonaro.</p>
<h4><strong>“Ecocídio autorizado” </strong></h4>
<p>Vestida com roupas tradicionais de seu povo indígena, a deputada Célia Xakriabá (PSOL-MG) chamou o projeto de um “ecocídio autorizado”. A rede de entidades ambientalistas Observatório do Clima considerou a aprovação na Câmara dos Deputados como “o maior retrocesso ambiental legislativo desde a ditadura” (1964-1985). Com o lema “Veta, Lula!”, o Greenpeace afirmou que “o PL da Devastação precisa ser vetado integralmente”.</p>
<p>O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) afirmou que contestaria a reforma na Justiça por considerá-la inconstitucional. “As obras não estão paralisadas por falta de licença, estão paralisadas normalmente por projetos equivocados que levam a aditivos”, afirmou o presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho. O órgão ainda deve se pronunciar sobre o grande projeto de exploração de petróleo promovido por Lula na Margem Equatorial, que aguarda licença do Ibama.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<item>
		<title>Desmatamento na Amazônia: operação da PF prende suposto chefe de esquema que gerou dano ambiental de R$ 138 milhões</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/desmatamento-na-amazonia-operacao-da-pf-prende-suposto-chefe-de-esquema-que-gerou-dano-ambiental-de-r-138-milhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2024 16:03:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[Campinas]]></category>
		<category><![CDATA[chefe de esquema]]></category>
		<category><![CDATA[dano ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento na Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[PF]]></category>
		<category><![CDATA[SP]]></category>
		<category><![CDATA[suposto]]></category>
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					<description><![CDATA[Apontado como líder da rede criminosa foi preso em Campinas, no interior de SP. Operação é realizada na manhã desta quarta-feira (23). A Polícia Federal prendeu, nesta quarta-feira (23), o homem apontado como chefe de uma rede criminosa de desmatamentos e queimadas na região Sul do Amazonas. A suspeita é que o esquema tenha gerado danos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3545207371" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Apontado como líder da rede criminosa foi preso em Campinas, no interior de SP. Operação é realizada na manhã desta quarta-feira (23).</p>
<div id="chunk-9dpeb">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="7">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A Polícia Federal prendeu, nesta quarta-feira (23), o homem apontado como chefe de uma <span class="highlight highlighted">rede criminosa de desmatamentos e queimadas na região Sul do Amazonas</span>. A suspeita é que o esquema tenha gerado danos ambientais estimados em <strong>R$ 138 milhões</strong>.</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-cvjlb">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="8">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">O homem preso é o principal financiador e articulador das operações ilegais, segundo a Polícia Federal. Ele foi preso em um condomínio de luxo em Campinas (SP).</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-d4qeu">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="9">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A operação Dracarys, que prendeu o suspeito, investiga desmatamentos e queimadas ilegais nos municípios de Boca do Acre (AM) e Pauini (AM).</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4qics">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="10">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">De acordo com a PF, o alvo é investigado por <strong>desmatar, provocar incêndios, impedir a regeneração da vegetação</strong>, além de falsidade ideológica e associação criminosa.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-7ccij"> </div>
<div id="chunk-c6dvs">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="21" data-block-id="11">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">O suspeito foi levado para a Delegacia da PF em Campinas. Na cidade também foram cumpridos outros três mandados de busca.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-8k247">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="6" data-block-id="12">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"><strong>Entenda abaixo detalhes sobre o esquema:</strong></p>
<div id="chunk-6kgdk">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="14">
<div class="content-intertitle">
<h2>Desmatamento de floresta nativa</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-cr5rn">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="15">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A PF suspeita que as áreas dos municípios de Boca do Acre e Pauini tenham sido escolhidas de maneira estratégica para dificultar a ação dos órgãos de fiscalização ambiental.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-e32iu">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="16">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Isso &#8220;favoreceu a prática reiterada de crimes ambientais, como o desmatamento e a provocação de incêndios, longe da vigilância efetiva das autoridades, facilitando a exploração predatória e a impunidade, e criando um ambiente propício para a realização dessas atividades ilegais em larga escala&#8221;.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-7qtio">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="5" data-block-id="17">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Além disso, <strong>segundo as investigações:</strong></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-elcm1">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="38" data-block-id="18">
<ul class="content-unordered-list" data-mrf-recirculation="Recomendado">
<li>o esquema causou desmatamentos que suprimiram <strong>1.672 hectares de floresta nativa</strong> situada em Gleba Pública Federal, além de queimadas que atingiram <strong>2.368 hectares</strong>;</li>
<li>os danos estimados pelo setor técnico-pericial da Polícia Federal são de aproximadamente <strong>R$ 138 milhões</strong>.</li>
</ul>
<div id="chunk-bu3lv">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="21">
<div class="content-intertitle">
<h2>Queimadas e prejuízos à saúde</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-6t2os">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="71" data-block-id="22">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Ainda segundo a Polícia Federal, a análise de imagens de satélite, capturadas no decurso do período de monitoramento, revelou que as queimadas na área devastada <span class="highlight highlighted">contribuíram para as emissões que formaram as densas nuvens de fumaça que afetaram a qualidade do ar em vastas regiões da Amazônia</span>, especialmente entre os meses de <strong>setembro e outubro de 2024</strong>, com graves prejuízos à saúde das comunidades próximas e agravando a crise ambiental.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3dl96">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="23">
<div class="content-intertitle">
<h2>Mandados e bloqueio de bens</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-c5v7a">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="24">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A operação cumpre 10 mandados judiciais expedidos pela 7ª Vara Federal da Justiça Federal do Amazonas, incluindo prisão, buscas e apreensões e cautelares diversas da prisão, nos municípios de Campinas (SP), Boca do Acre (AM) e Pauini (AM).</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-m3f1">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="25">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A Justiça Federal também determinou o bloqueio de bens móveis e imóveis de todos os investigados, incluindo contas bancárias e a indisponibilidade de patrimônio, visando garantir a reparação dos danos causados ao meio ambiente em R$ 138 milhões.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-cpou1">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="26">
<div class="content-intertitle">
<h2>Operação Dracarys</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-e6sjo">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="27">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A Operação Dracarys integra o Plano Nacional de Prevenção e Combate ao Desmatamento e Queimadas e é um marco no combate às práticas criminosas que assolam a Amazônia Legal, bioma reconhecido pela comunidade internacional como essencial à saúde do planeta.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-f3pd">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="28">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A PF destaca que a operação reforça seu compromisso de &#8220;preservar o patrimônio natural do Brasil e assegurar a responsabilização dos criminosos que lucram com a devastação da Amazônia, ademais de desestimular práticas ilícitas em detrimento do meio ambiente&#8221;.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-bilie">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="29">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A palavra <strong>dracarys </strong>significa &#8220;dragão de fogo&#8221; na linguagem ficcional da obra literária &#8220;A Guerra dos Tronos&#8221;, de George R. R. Martin.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"> </p>
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<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Fonte: G1 AM</p>
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