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	<title>Amazônia - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Amazônia - Portal NDC</title>
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		<title>Rios da Amazônia são mapeados em 3D pela primeira vez por órgão público</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/rios-da-amazonia-sao-mapeados-em-3d-pela-primeira-vez-por-orgao-publico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 19:57:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo o pesquisador, o aparelho também permitirá compreender o transporte de sedimentos pelas dunas fluviais, fenômeno ainda pouco conhecido. Pela primeira vez, o fundo dos rios da Amazônia foi mapeado em 3D por um órgão público. A tecnologia, utilizada pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB), permite identificar estruturas submersas, como pontes, oleodutos e cabos ópticos, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-205548954" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Segundo o pesquisador, o aparelho também permitirá compreender o transporte de sedimentos pelas dunas fluviais, fenômeno ainda pouco conhecido.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="3">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Pela primeira vez, o fundo dos rios da Amazônia foi mapeado em 3D por um órgão público. A tecnologia, utilizada pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB), permite identificar estruturas submersas, como pontes, oleodutos e cabos ópticos, e avaliar riscos para a navegação.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="5">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A operação ocorreu entre 28 de janeiro e 12 de fevereiro. Em 16 dias, técnicos percorreram 1.550 quilômetros na Região Metropolitana de Manaus, avançando pelo Rio Solimões. O trabalhou somou mais de 170 horas embarcadas e resultou no mapeamento de 91 km², com profundidades de até 120 metros.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="6">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O mapeamento foi realizado com um ecobatímetro multifeixe, aparelho usado em estudos oceânicos. Adquirido com recursos da Casa Civil. Agora, o equipamento será aplicado nos rios da Amazônia para apoiar a navegação e reduzir riscos de erosão e assoreamento.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9fmgk">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="9">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">🖥️ Segundo a SGB, <strong>o ecobatímetro multifeixe com </strong><strong><em>backscatter </em></strong><strong>funciona emitindo múltiplos feixes sonoros em direção ao fundo do rio </strong>que retornam com diferentes intensidades, dependendo do tipo de sedimento ou estrutura. O sistema processa os sinais e gera mapas detalhados da topografia subaquática.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="10">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Em entrevista ao <strong>g1</strong>, o gerente de hidrologia e gestão territorial da Superintendência Regional de Manaus, André Martinelli, explicou que o equipamento vai ajudar a entender a dinâmica fluvial e melhorar a navegação.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-moom">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="38" data-block-id="11">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Esse ecobatímetro vai permitir entender a dinâmica fluvial dos rios amazônicos e melhorar a navegação na região. A ideia é ampliar o monitoramento para outras áreas do estado e tornar esse trabalho perene como política de estado&#8221;, afirmou</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-agms8">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="12">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Martinelli destacou que o aparelho também vai ajudar a estudar o transporte de sedimentos pelas dunas fluviais, fenômeno pouco conhecido. Ele lembrou que os eventos climáticos extremos estão cada vez mais frequentes na Amazônia.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9ac5p">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="37" data-block-id="13">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“Nos últimos anos tivemos grandes cheias, como em 2009, 2012, 2014, 2019 e 2021, além das secas recentes. Esse equipamento é mais uma ferramenta para entender como esses eventos afetam os rios e mensurar seus impactos”, explicou</blockquote>
</div>
</div>
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</div>
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<div style="width: 657px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/OJMdlIMU1wwGdaspatORlCoJJpo=/0x0:1280x960/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/I/1/Bx3OeuSjeQoBuTqCqhkw/sgb4.jpeg" sizes="(max-width: 1707px) 648px, 100vw" srcset="https://s2-g1.glbimg.com/pr_u68qFCmmAiYjDE0hjQ1nCJ0U=/0x0:1280x960/1000x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/I/1/Bx3OeuSjeQoBuTqCqhkw/sgb4.jpeg 1000w, https://s2-g1.glbimg.com/OJMdlIMU1wwGdaspatORlCoJJpo=/0x0:1280x960/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/I/1/Bx3OeuSjeQoBuTqCqhkw/sgb4.jpeg 984w, https://s2-g1.glbimg.com/ZTK9EC1hoRTlU4YumQovDWjOLw8=/0x0:1280x960/640x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/I/1/Bx3OeuSjeQoBuTqCqhkw/sgb4.jpeg 640w, https://s2-g1.glbimg.com/nexgkt-MNyTfqVkZrTUr_2JkoXo=/0x0:1280x960/600x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/I/1/Bx3OeuSjeQoBuTqCqhkw/sgb4.jpeg 600w" alt="SGB usa tecnologia inédita para mapear fundo dos rios da Amazônia em 3D — Foto: Foto: Lucas Macedo/g1 AM" width="647" height="485" /><p class="wp-caption-text">SGB usa tecnologia inédita para mapear fundo dos rios da Amazônia em 3D — Foto: Foto: Lucas Macedo/g1 AM</p></div>
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</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="13" data-block-id="18">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Os primeiros já identificaram estruturas geológicas e avaliam a segurança de infraestruturas submersas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-dk8vo">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="44" data-block-id="19">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“Observamos cabos ópticos, dutos de gás e pilares de pontes. O equipamento permite verificar se estão protegidos ou expostos, além de indicar se há necessidade de manutenção. Isso mostra o quanto ele será útil para a navegação e para a segurança das estruturas”, concluiu</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-eoq7c">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="51" data-block-id="20">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Os dados coletados vão apoiar órgãos públicos federais, estaduais e municipais em decisões relacionadas à segurança da navegação, na proteção de infraestruturas estratégicas — como pontes, gasodutos e cabos de comunicação — e no ordenamento do uso do leito dos rios. Também servirão para pesquisas sobre erosão e transporte de sedimentos.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-fat64">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="19" data-block-id="22">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“A meta é expandir o monitoramento para outras regiões e transformar a iniciativa em política de Estado”, disse Martinelli.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-73naq">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="21" data-block-id="23">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O SGB informou que os resultados consolidados serão divulgados em até dois meses, com artigos científicos, notas técnicas e mapas temáticos.</p>
</div>
</div>
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<div style="width: 657px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/wCHpnH4igCSkzMIBMQI3NUZH-Ns=/0x0:1200x700/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/0/V/NDkIXJSt2f38Ek3fYAiA/georreferencia.jpg" sizes="(max-width: 1707px) 648px, 100vw" srcset="https://s2-g1.glbimg.com/oZhGYcWsXr7L2ft6CC69Aq880vg=/0x0:1200x700/1000x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/0/V/NDkIXJSt2f38Ek3fYAiA/georreferencia.jpg 1000w, https://s2-g1.glbimg.com/wCHpnH4igCSkzMIBMQI3NUZH-Ns=/0x0:1200x700/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/0/V/NDkIXJSt2f38Ek3fYAiA/georreferencia.jpg 984w, https://s2-g1.glbimg.com/pY_yU4FGeJJpA0FPk-cCkanfwoQ=/0x0:1200x700/640x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/0/V/NDkIXJSt2f38Ek3fYAiA/georreferencia.jpg 640w, https://s2-g1.glbimg.com/S4TFGcrTfEQi_ElxbBl9hYbEP-o=/0x0:1200x700/600x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/0/V/NDkIXJSt2f38Ek3fYAiA/georreferencia.jpg 600w" alt="Segundo o SGB, os resultados consolidados devem ser divulgados em até dois meses, com a produção de artigos científicos, notas técnicas e mapas temáticos. — Foto: Foto: Lucas Macedo/g1 AM" width="647" height="377" /><p class="wp-caption-text">Segundo o SGB, os resultados consolidados devem ser divulgados em até dois meses, com a produção de artigos científicos, notas técnicas e mapas temáticos. — Foto: Foto: Lucas Macedo/g1 AM</p></div>
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<p class="content-media__description  "> </p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: G1</em></p>
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		<title>Centro internacional em Manaus une forças de nove países para combater crimes na Amazônia</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/centro-internacional-em-manaus-une-forcas-de-nove-paises-para-combater-crimes-na-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2025 14:02:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[Centro de Cooperação de Polícia Internacional (CCPI/Amazônia) é composto por agentes de segurança do Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela e será inaugurado hoje (9). Garimpos ilegais, queimadas, desmatamento e narcotráfico, crimes que muitas vezes ultrapassam as fronteiras brasileiras e que necessitam do apoio das forças de outros países. Para isso foi [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-653604360" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Centro de Cooperação de Polícia Internacional (CCPI/Amazônia) é composto por agentes de segurança do Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela e será inaugurado hoje (9).</p>
<div id="chunk-af8as">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="3">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Garimpos ilegais, queimadas, desmatamento e narcotráfico, crimes que muitas vezes ultrapassam as fronteiras brasileiras e que necessitam do apoio das forças de outros países. Para isso foi criado o Centro de Cooperação de Polícia Internacional (CCPI/Amazônia), que será inaugurado em <a class="" href="https://g1.globo.com/am/amazonas/cidade/manaus/" data-mrf-link="https://g1.globo.com/am/amazonas/cidade/manaus/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Manaus</a> nesta terça-feira (9) com a presença do presidente Lula.</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-1f97h">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="54" data-block-id="6">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O centro conta com agentes de forças de segurança federais dos oito países que compõem a Pan-Amazônia (Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela), além de agentes dos nove Estados da Amazônia Legal (Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins). A Polícia Federal coordena e administra as operações.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-bne00">
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</div>
<div id="chunk-ci7j9">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="16" data-block-id="8">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">As ações do CCPI também incluem a cooperação com instituições internacionais como Interpol, Ameripol e Europol.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6d11m">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="49" data-block-id="9">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;O trabalho principal aqui é de integração entre essas forças. Trazer todos os representantes desses países e desses estados para cá, para que se elaborem planejamentos operacionais, conjuntos e integrados, para que se dê um combate efetivo à criminalidade na região&#8221;, explicou o coordenador do CCPI/Amazônia, Paulo Henrique Rocha.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-eq4ao">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="21" data-block-id="10">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Segundo as autoridades, a cooperação direta entre as forças de segurança vai facilitar e agilizar o combate a crimes além fronteira.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4djke">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="63" data-block-id="12">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“Era muito dificultoso, porque os crimes eles não tem fronteiras e nós temos que respeitar a soberania. Quando você tem o país trabalhando aqui, lado a lado, sentado do seu lado, você pode fazer essa troca de informações de forma muito mais rápida e de fato ali colaborar para a investigação como um todo”, explicou o delegado de planejamento do CCPI/Amazônia, Adriano Sombra.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-81vtu">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="13">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A tecnologia vai ser uma das maiores aliadas ao trabalho do Centro de Cooperação de Polícia Internacional. A partir de imagens de satélite, o sistema de segurança mostra em mapa situações de crimes ambientais filtradas na Amazônia brasileira. A cor indica a quantidade de alertas e pode dar início a investigações ou a planos de ação.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-eevac">
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</div>
<div id="chunk-1p545">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="15">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O centro começou a funcionar em fase de teste em junho, mas em fevereiro já ajudou na operação que chegou a uma área extensa de garimpo no município de Maués no Amazonas, onde cerca de 50 pessoas foram encontradas em situação semelhante à escravidão.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-e950a">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="53" data-block-id="16">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“É essencial que todos esses órgãos entrem em contato e façam alinhamento, Organize as operações para que cada um, dentro da sua expertise, possa levar o serviço público a esse trabalho que é importantíssimo para a região”, diz a procuradora do Trabalho do Ministério Público do Trabalho no Amazonas e Roraima, Joali Oliveira.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-c06qp">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="64" data-block-id="17">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“Uma parceria que é necessária. Não há, devido à capilaridade, por exemplo, da Polícia Federal, de alcançar certos lugares que o Ministério do Trabalho não alcançaria. E assim a gente consegue unir os esforços para a gente chegar ao nosso objetivo de combate, no nosso caso, ao trabalho, às formas de trabalho análogo à de escravo&#8221;, ressaltou o auditor-fiscal do Trabalho, Edson Ferreira Rebouças.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-7ig66">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="18">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Suspeitos de financiar o garimpo ilegal na região foram presos há dez dias também com a ajuda do trabalho de cooperação do centro.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3p62s">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="19">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Este Michael León Rivera é major da Polícia Nacional do Peru e faz parte da equipe do CCPI. Segundo ele, a defesa da Amazônia está fortalecida.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-f1or9">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="38" data-block-id="21">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;O Peru tem sérios problemas na Amazônia, que também são compartilhados com outros países da região. Então, entendo que o espírito deste centro é articular e coordenar para obter melhores resultados na luta contra esse tipo de crime.”</blockquote>
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<div style="width: 657px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/XbIvOL4bHpWRKCG1yRpg6maGsUk=/0x0:1586x874/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/L/U/gUj0tdQYaMRGvNF8vqdQ/captura-de-tela-2025-09-08-112108.png" sizes="auto, (max-width: 1707px) 648px, 100vw" srcset="https://s2-g1.glbimg.com/oN1Ctplrv12LEUaqMlIghCY7THQ=/0x0:1586x874/1000x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/L/U/gUj0tdQYaMRGvNF8vqdQ/captura-de-tela-2025-09-08-112108.png 1000w, https://s2-g1.glbimg.com/XbIvOL4bHpWRKCG1yRpg6maGsUk=/0x0:1586x874/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/L/U/gUj0tdQYaMRGvNF8vqdQ/captura-de-tela-2025-09-08-112108.png 984w, https://s2-g1.glbimg.com/c74F9-hvPLHKE8x9dS4tj79UImw=/0x0:1586x874/640x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/L/U/gUj0tdQYaMRGvNF8vqdQ/captura-de-tela-2025-09-08-112108.png 640w, https://s2-g1.glbimg.com/xHr0BMoBOJ0aZ3ydGqS0GWeMzhs=/0x0:1586x874/600x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/L/U/gUj0tdQYaMRGvNF8vqdQ/captura-de-tela-2025-09-08-112108.png 600w" alt="Sede do Centro de Cooperação Policial Internacional da Amazônia (CCPI/Amazônia). — Foto: Michel Castro/Rede Amazônica" width="647" height="356" /><p class="wp-caption-text">Sede do Centro de Cooperação Policial Internacional da Amazônia (CCPI/Amazônia). — Foto: Michel Castro/Rede Amazônica</p></div>
</figure>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="content-media__description  "><em>Fonte: G1</em></p>
</div>
</div>
</div>
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<div class="cxm-video-block mc-column  content-media content-video" data-block-type="backstage-video" data-block-id="24">
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		<title>Fundo Amazônia bate recorde ao destinar mais de R$ 1 bilhão em 2025</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/fundo-amazonia-bate-recorde-ao-destinar-mais-de-r-1-bilhao-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2025 18:50:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[Mecanismo financia desenvolvimento sustentável do bioma O Fundo Amazônia aprovou R$ 1,189 bilhão em projetos no primeiro semestre de 2025 e registrou o melhor desempenho de destinação dos recursos desde a criação do mecanismo em 2009. O resultado foi alcançado depois de dobrar a captação, com adesão de novos doadores  e a internalização de R$ 1 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1042919648" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Mecanismo financia desenvolvimento sustentável do bioma</p>
<p><strong>O Fundo Amazônia aprovou R$ 1,189 bilhão em projetos no primeiro semestre de 2025 e registrou o melhor desempenho de destinação dos recursos desde a criação do mecanismo em 2009</strong>. O resultado foi alcançado depois de dobrar a captação, com adesão de novos doadores  e a internalização de R$ 1 bilhão nos últimos dois anos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1647247&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1647247&amp;o=node" /></p>
<p>Gerida pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), a ferramenta foi criada para financiar a conservação, monitoramento e desenvolvimento sustentável do bioma.</p>
<p>Em 16 anos de existência foram aprovados projetos que somam R$ 5,6 bilhões e o desembolso para execução alcançou R$ 2,7 bilhões, após os processos de estruturação e contratação.</p>
<p>Com o passar dos anos, os valores foram ampliados alcançando 133 iniciativas, em especial após 2023, quando foram aprovados 23,3% dos projetos que somaram R$ 584 milhões e R$ 947 milhões, em 2024.</p>
<p><strong>A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, destacou que &#8211; em um contexto geopolítico onde os recursos estão sendo direcionados para guerras &#8211; o investimento em iniciativas que protegem a vida, a partir de práticas que preservam o meio ambiente, é um bom exemplo da verdadeira guerra que deveria ser travada contra a mudança do clima, a pobreza e a desigualdade. </strong></p>
<h2>Ganho ambiental</h2>
<p><strong>“Quando o dinheiro vai para as comunidades e não é reembolsado, a gente diz que é um dinheiro a fundo perdido, mas esse é um recurso a fundo ganho. É o ganho social, ambiental, econômico, científico, tecnológico, cultural e o ganho da parceria, da solidariedade”, reforçou</strong>.</p>
<p>Além do escalonamento do número de projetos e recursos, o balanço apresentado na segunda-feira (16) também destacou a capilaridade das iniciativas aprovadas pelo Fundo Amazônia, em diferentes regiões do bioma, alcançando comunidades quilombolas, organizações indígenas, extrativistas e agricultores familiares.</p>
<p><strong>Alguns exemplos citados foram o projeto <em>Amazônia na Escola</em> para levar a produção sustentável da agricultura familiar à rede pública de educação</strong>. Outro exemplo é o projeto Dabucury – Gestão Territorial e Ambiental na Amazônia Indígena, que alcançou 28 instituições de nove estados da Amazônia Legal. Também os nove editais do projeto Restaura Amazônia, que chamam a atenção por serem iniciativas voltadas às terras indígenas, assentamentos rurais e unidades de conservação, ao longo de uma extensão que abrange do leste do Maranhão ao Acre, passando pelo sul do Pará, Mato Grosso e Rondônia.</p>
<h2>Valores das iniciativas</h2>
<p>Confira os valores de algumas das iniciativas contempladas:</p>
<ul>
<li>Restaura Amazônia &#8211; R$ 450 milhões &#8211; projetos de restauração ecológica e produtiva.</li>
<li>Amazônia na Escola &#8211; R$ 332 milhões – fortalecimento da agricultura familiar e oferta de alimento saudável nas escolas.</li>
<li>Sanear Amazônia &#8211; R$ 150 milhões &#8211; implantação de tecnologias sociais para acesso à água de qualidade destinada ao consumo humano e produção de alimentos.</li>
<li>Naturezas Quilombolas &#8211; R$ 33 milhões – apoio para a gestão territorial e ambiental em comunidades quilombolas.</li>
<li><em>Fortfisc</em> – R$ 825 milhões &#8211; melhoria da capacidade do Ibama para fiscalização e controle do desmatamento ilegal.</li>
<li>Ações de comando e controle &#8211; R$ 318 milhões – estruturação das Polícia Federal, Rodoviária Federal, das Forças Policiais dos nove estados da Amazônia Legal e na Companhia de Operações Ambientais da Força Nacional de Segurança Pública (Amas).</li>
<li>Corpos de Bombeiros &#8211; R$ 371 milhões – melhoria das corporações na Amazônia Legal. </li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Preservar a Amazônia é questão de segurança nacional, diz especialista</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/preservar-a-amazonia-e-questao-de-seguranca-nacional-diz-especialista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jun 2025 16:19:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[especialista]]></category>
		<category><![CDATA[forças armadas]]></category>
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					<description><![CDATA[Mariana Plum destaca ameaças internas do narcotráfico A Amazônia é, historicamente, alvo de cobiça e interesse de estrangeiros. Europeus invadiram a região durante os séculos de colonização. Autoridades dos Estados Unidos cogitaram o mesmo em meados do século 19. No fim dos anos 1990, empresas japonesas chegaram a registrar patente do cupuaçu, fruto típico amazônico. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3573347425" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Mariana Plum destaca ameaças internas do narcotráfico</p>
<p><strong>A Amazônia é, historicamente, alvo de cobiça e interesse de estrangeiros. Europeus invadiram a região durante os séculos de colonização. Autoridades dos Estados Unidos cogitaram o mesmo em meados do século 19. No fim dos anos 1990, empresas japonesas chegaram a registrar patente do cupuaçu, fruto típico amazônico. Um caso de biopirataria</strong>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1646652&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1646652&amp;o=node" /></p>
<p>Especialista em defesa e segurança nacional, Mariana Plum não nega esse histórico de ameaças externas. Mas entende que o foco quase exclusivo do Estado nelas ofuscou as crescentes ameaças internas à biodiversidade, aos povos e aos conhecimentos da região.</p>
<p>“Há inseguranças na Amazônia que afetam profundamente a nossa soberania e a de quem vive nela. Narcotráfico, tráfico ilegal, desmatamento, pesca ilegal e crime organizado transnacional. Esses são apenas alguns exemplos”, analisa a especialista.</p>
<p><strong>“Facções criminosas vêm se alastrando de maneira assustadora. Crimes contra a floresta e infrações ambientais cresceram mais de 50% no último ano. A devastação da Amazônia está andando de mãos dadas com a criminalidade. Crimes que não geram nenhuma riqueza, não trazem desenvolvimento e não geram emprego”, complementa</strong>.</p>
<p>Mariana conversou com a reportagem da <strong>Agência Brasil </strong>no Theatro da Paz, em Belém, onde se apresentou no <em>TEDxAmazônia 2025</em>. As falas acima fizeram parte da palestra. O evento reuniu lideranças indígenas, pesquisadores, ativistas ambientais e artistas, que apresentaram reflexões sobre emergência climática e defesa da floresta.</p>
<p>Ela é diretora-executiva do Centro de Soberania e Clima, uma instituição de pesquisa que defende a Amazônia como tema central da política de segurança nacional. Tem no currículo trabalhos no Ministério da Defesa, no exército e na Escola Superior de Guerra.</p>
<p>Na entrevista, ela reforçou a necessidade de atuação integrada entre governos, instituições militares e sociedade civil na Amazônia. O argumento central é de que a floresta deve ser tratada como uma infraestrutura essencial à segurança nacional, que presta serviços indispensáveis à vida, como regulação climática, segurança hídrica, produção de alimentos e equilíbrio ecossistêmico.</p>
<blockquote>
<p>“O que está em risco não é somente a floresta, é a capacidade do Estado de repetir os fundamentos constitucionais mais básicos de cidadania e dignidade humana. Todos esses dependentes do primeiro fundamento constitucional: a soberania. Onde o Estado não chega, o crime ocupa. E onde o crime se instala, a floresta, as pessoas e o futuro ficam sob ameaça”, disse Mariana.</p>
</blockquote>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: Durante a palestra, você citou que um dos problemas na preservação e defesa da Amazônia é a atuação fragmentada de órgãos e profissionais responsáveis. O que seria exatamente essa fragmentação?</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-grande_6colunas type-image atom-align-right">
<div class="dnd-atom-rendered">
<div style="width: 473px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/hOOuJufSOOtWulkeBaj9WyHclaE=/463x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/06/12/_rbr7158_0.jpg?itok=DGnJt-rz" alt="Belém (PA), 07/06/2025 - Mariana Plum, especialista em Defesa e Clima, e pensadora da segurança nacional, se apresenta no TEDx Amazônia, no Theatro da Paz, centro da cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" width="463" height="309" /><p class="wp-caption-text">&#8220;Onde o Estado não chega, o crime ocupa. E onde o crime se instala, a floresta, as pessoas e o futuro ficam sob ameaça”, afirma Mariana Plum, especialista em Defesa e Clima. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</p></div>
</div>
</div>
<p>Mariana Plum: Usei o termo no sentido de que a gente precisa colocar todas as organizações que têm um papel na região para trabalhar de maneira conjunta. E isso significa estabelecer um plano nacional para a Amazônia, para que todos consigam estar na mesma página e trabalhar em prol dos mesmos objetivos. Quando a gente não tem um plano nacional para a região, acaba que cada ator vai fazendo aquilo que considera mais importante. Nesse processo de falta de escuta e de conversa, em vez de você caminhar para o mesmo objetivo, os caminhos seguem separados e essa não é a opção mais eficiente para resolver as questões na região.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: E quem são esses atores principais na Amazônia?</p>
<p><strong>Mariana Plum</strong>: A gente tem que falar primeiro do governo federal, dos diferentes governos estaduais e municipais que precisam estar todos articulados. Mas também da sociedade civil, porque ela é muito importante, porque ela também é capaz de ver e propor soluções que os tomadores de decisão muitas vezes não conseguem. Falamos também da academia, das universidades, que fazem pesquisas profundas embasadas em ciência, em metodologias que podem contribuir para formulação de políticas públicas. E a gente precisa dos indivíduos, de quem está na floresta, porque são eles que sentem e vivem diretamente o que acontece ali.</p>
<p>Então, não é possível a gente fazer uma política sem incluir as vozes locais, entender diferenças e complexidades da região pelos olhos deles. Só assim para implementar políticas públicas que façam sentido, não sejam desconectadas da realidade, não sejam perda de vida, de dinheiro e de tempo.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: Você também citou as Forças Armadas como protagonistas importantes nesse processo, principalmente em questões de defesa do território.</p>
<p><strong>Mariana Plum</strong>: A gente normalmente não olha para as Forças Armadas como tendo um papel na preservação e proteção ambiental. Claro, o papel principal delas é proteger o nosso território, proteger de ameaças externas. Mas elas estão na Amazônia há tanto tempo, há tantos anos que essa parte de preservação ambiental já faz parte do dia a dia das Forças Armadas. Então, isso é uma coisa que a gente, quando criou o Centro de Soberania Climática, pensou: como é que a gente pode resolver os problemas da Amazônia sem incluir as Forças Armadas nessa tarefa? Infelizmente, o que a gente vê no Brasil hoje são divergências, polarizações. Temos que resgatar o que a gente sempre teve, que é a capacidade de dialogar criticamente mesmo com as divergências, porque a gente só cresce a partir dessas divergências.</p>
<p>A partir dessas diferentes percepções, construir convergências que façam a gente avançar no nosso propósito mais importante, que é preservar a Amazônia, garantir que as populações que vivem ali sejam respeitadas, tenham direitos humanos, cidadania, oportunidades e consigam crescer e acompanhar o desenvolvimento sustentável. </p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered">
<div style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" title="TV Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/AoQDyUgkXvZJ5lpMxMnfbmSq5es=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/vice-presidente_da_republica_hamilton_mourao_carajas_missoes_diplomaticas_a_amazonia_oriental0809210163.jpg?itok=lmKuI-xA" alt="O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, e os chefes de missões diplomáticas à Amazônia Oriental, fazem sobrevoo sobre a Floresta Nacional de Carajás e visita à mineradora Vale." width="754" height="424" /><p class="wp-caption-text">Mariana diz que a floresta deve ser tratada como infraestrutura essencial à segurança nacional &#8211; Foto &#8211; Agência Brasil</p></div>
</div>
</div>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: E como integrar e reforçar essa atuação das Forças Armadas na Amazônia em um momento tão crítico para a instituição? Há uma crise de imagem e de confiança depois da tentativa recente de golpe de Estado, que teve participação de lideranças militares da ativa e da reserva.</p>
<p><strong>Mariana Plum</strong>: Essa questão está relacionada com o próprio tema do <em>TEDxAmazônia 2025</em>, que fala sobre resgate. É tentar resgatar mesmo as boas ações que são feitas com diferentes atores, o que inclui as Forças Armadas. Tentar focar no que é positivo.</p>
<p>Sem esquecer as coisas ruins, porque a gente aprende a partir do que é ruim, mas também focar naquilo que é positivo. Podemos crescer a partir das boas ações que já existem ali lideradas pelos militares. Mas para isso, a gente precisa voltar a conversar, a ter diálogo.</p>
<p><strong>Agência Brasil</strong>: A COP 30 pode ajudar a ampliar essa percepção de que é preciso ter mais investimentos na Amazônia nesse setor de defesa?</p>
<p><strong>Mariana Plum</strong>: Sem dúvida. Ano passado, a gente teve exemplos muito contundentes de como não se pode prescindir da participação das Forças Armadas em relação aos efeitos que a mudança do clima traz para o nosso país.</p>
<p>Vimos o que aconteceu no Rio Grande do Sul, as queimadas no Pantanal, a seca na Amazônia. Em todos esses exemplos, as Forças Armadas foram uma presença essencial, porque elas têm meios, porque elas têm capilaridade, porque elas têm um número grande de pessoas. A missão principal das Forças Armadas é proteger o país contra ameaças externas. Mas elas também têm um papel secundário, que tem se mostrado cada vez mais relevante de atuar nas questões climáticas e ambientais.</p>
<p>Então, precisamos incluí-las na conversa, até para que consigam se organizar melhor em conjunto com os outros atores, em conjunto com a defesa civil, que, no caso de desastres, é quem tem a liderança no processo.</p>
<p><em>*A equipe de reportagem da <strong>Agência Brasil </strong>viajou a convite da Motiva, umas das principais apoiadoras do TEDXAmazônia.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Amazonas é o estado que mais desmatou a Amazônia em abril deste ano, aponta Imazon</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/amazonas-e-o-estado-que-mais-desmatou-a-amazonia-em-abril-deste-ano-aponta-imazon/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2025 21:53:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Imazon]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=54437</guid>

					<description><![CDATA[Levantamento feito pelo Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), aponta que o estado lidera com 40% da área desmatada. Estado teve 93 quilômetros quadrados da Amazônia desmatados. O Amazonas é o estado que mais desmatou a Amazônia em abril deste ano, revelou um estudo feito pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), divulgado nesta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2456917474" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Levantamento feito pelo Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), aponta que o estado lidera com 40% da área desmatada. Estado teve 93 quilômetros quadrados da Amazônia desmatados.</p>
<div id="chunk-59f2u">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="55" data-block-id="8">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O Amazonas é o <strong><span class="highlight highlighted">estado que mais desmatou a Amazônia em abril deste ano</span></strong>,<a class="" href="https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2025/04/25/desmatamento-na-amazonia-degradacao-agosto-2024-marco-2025.ghtml" data-mrf-link="https://g1.globo.com/meio-ambiente/noticia/2025/04/25/desmatamento-na-amazonia-degradacao-agosto-2024-marco-2025.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> </a>revelou um estudo feito pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), divulgado nesta quinta-feira (29). O levantamento, feito pelo Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), aponta que <strong><span class="highlight highlighted">o estado lidera o ranking com 40% de área desmatada.</span></strong></p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-difne">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="9">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O SAD realiza o monitoramento da região por satélites desde 2008, considerando o chamado <strong>“calendário do desmatamento”</strong>, que vai de agosto a julho do ano seguinte.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-1514i">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="11">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O monitoramento indicou que o<span class="highlight highlighted"> </span><strong><span class="highlight highlighted">Amazonas teve 93 quilômetros quadrados da Amazônia desmatados.</span></strong><strong> </strong>O município que mais teve registro de desmatamento foi Lábrea, no sul do estado <strong><span class="highlight highlighted">com 32 quilômetros quadrados de floresta desmatada.</span></strong><strong> </strong>Outras três cidades do Amazonas compõe o ranking que indica que os 10 municípios com as maiores áreas desflorestadas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-61ipi">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="16" data-block-id="12">
<ul class="content-unordered-list">
<li><strong>🌳</strong><strong>Apuí</strong>: 22 km² (<strong>3º lugar</strong>)</li>
<li><strong>🌳</strong><strong>Maués</strong>: 15 km² (<strong>4º lugar</strong>)</li>
<li><strong>🌳</strong><strong>Manicoré</strong>: 7 km² (<strong>8º lugar</strong>)</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-8b9f3">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="13">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O <strong>g1</strong> questionou a Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Amazonas (Sema-AM) para saber qual o posicionamento do órgão sobre os dados do estudo e quais ações estão sendo tomadas para conter o desmatamento no estado, mas até a atualização mais recente desta reportagem não houve resposta.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3bvnt">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="14">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">No mesmo período de 2024 o estado teve 52 quilômetros quadrados de área desmatada. Em comparação a este ano, houve um aumento de 78%. O desmatamento detectado em abril de 2025 <strong><span class="highlight highlighted">também ocorreu em outros estado do Norte e do Centro-Oeste:</span></strong></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2o35c">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="15" data-block-id="15">
<ul class="content-unordered-list">
<li><strong>🌳Mato Grosso</strong> (38%),</li>
<li><strong>🌳Pará</strong> (11%),</li>
<li><strong>🌳</strong><strong>Tocantins</strong> (3%),</li>
<li><strong>🌳Roraima</strong> (3%),</li>
<li><strong>🌳Acre</strong> (2%),</li>
<li><strong>🌳Rondônia</strong> (2%)</li>
<li><strong>🌳Maranhão</strong> (1%).</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-9jnne">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="16">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Em abril de 2025, o SAD detectou 234 quilômetros quadrados de desmatamento na Amazônia Legal, um aumento de 24% em relação a abril de 2024, quando o desmatamento somou 188 quilômetros quadrados.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-evfvo">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="17">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O Imazon aponta que 84% do desmatamento ocorreu em áreas privadas ou sob diversos estágios de posse. O restante do desmatamento foi registrado em assentamentos (12%), Unidades de Conservação (4%) e Terras Indígenas (menos de 1%).</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-cnv20">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="18">
<div class="content-intertitle"> </div>
</div>
</div>
<div id="chunk-42ko0">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="20">
<div class="content-intertitle">
<h2>Desmatamento em crescente</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-e582e">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="21">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O desmatamento na Amazônia Legal registrou um aumento de 17,8% de agosto de 2024 a março de 2025, de acordo com dados do monitoramento do Imazon divulgados em janeiro deste ano. No mesmo período, a degradação florestal subiu mais de 329% e bateu um recorde histórico.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2pvi0">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="22">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O desmatamento é a remoção total da vegetação para atividades como agricultura ou pecuária. Já a degradação ocorre quando há danos parciais na floresta. Isto é, a vegetação permanece, mas sofre impactos significativos, justamente como queimadas ou extração de madeira.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-d2d6o">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="23">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">As imagens de satélite do Imazon mostraram que a derrubada passou de 1.948 km² entre agosto de 2023 e março de 2024 para 2.296 km² entre agosto de 2024 e março de 2025.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-c5vse">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="24">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Somente em março deste ano, o desmatamento atingiu 167 km² da Amazômia Legal, um crescimento de 35% em relação ao mesmo mês de 2024, quando foram destruídos 124 km².</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-dgqng">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="25">
<div class=" mc-column  content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure">
<div style="width: 658px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/jVacgwuqch3WqG_ds9oSMXgop1Q=/0x0:728x441/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/A/B/fA0v9JTXOVFWLfZVBVtA/sad-desmatamento-calendario-do-desmatamento-de-2024-e-2025.png" sizes="auto, (max-width: 2560px) 648px, 100vw" srcset="https://s2-g1.glbimg.com/x_cM9s2jr2lhx6s-EkaJtU5XGLg=/0x0:728x441/1000x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/A/B/fA0v9JTXOVFWLfZVBVtA/sad-desmatamento-calendario-do-desmatamento-de-2024-e-2025.png 1000w, https://s2-g1.glbimg.com/jVacgwuqch3WqG_ds9oSMXgop1Q=/0x0:728x441/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/A/B/fA0v9JTXOVFWLfZVBVtA/sad-desmatamento-calendario-do-desmatamento-de-2024-e-2025.png 984w, https://s2-g1.glbimg.com/WMWPTg4dy-wL--zi2okvj6nP6bY=/0x0:728x441/640x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/A/B/fA0v9JTXOVFWLfZVBVtA/sad-desmatamento-calendario-do-desmatamento-de-2024-e-2025.png 640w, https://s2-g1.glbimg.com/_imkSCWBsPB-QEo0tSvfeQjHf-Q=/0x0:728x441/600x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/A/B/fA0v9JTXOVFWLfZVBVtA/sad-desmatamento-calendario-do-desmatamento-de-2024-e-2025.png 600w" alt="Calendário de desmatamento de 2024 e 2025. — Foto: SAD Desmatamento/Imazon" width="648" height="392" /><p class="wp-caption-text">Calendário de desmatamento de 2024 e 2025. — Foto: SAD Desmatamento/Imazon</p></div>
</figure>
</div>
<p class="content-media__description  "><em>Fonte: G1</em></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">54437</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Manaus lidera expansão de rede coletora na Amazônia</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/manaus-lidera-expansao-de-rede-coletora-na-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 May 2025 15:11:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[rede coletora]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=54204</guid>

					<description><![CDATA[Capital alcançou 34% de cobertura e mira universalizar acesso ao esgoto tratado até 2033, mas expansão da rede exige superar desafios do relevo, da gravidade e da colaboração com moradores Nos últimos sete anos, Manaus se destacou como a capital da Amazônia com o maior avanço na cobertura de esgoto. Atualmente, a cidade possui 34% [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-257511689" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Capital alcançou 34% de cobertura e mira universalizar acesso ao esgoto tratado até 2033, mas expansão da rede exige superar desafios do relevo, da gravidade e da colaboração com moradores</p>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Nos últimos sete anos, Manaus se destacou como a capital da Amazônia com o maior avanço na cobertura de esgoto. Atualmente, a cidade possui 34% da rede coletora instalada — um aumento significativo em relação aos 19% registrados em 2018. Um crescimento de 15 pontos percentuais no período.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Em Belém, futura sede da COP30 e com cerca de um milhão de habitantes a menos que Manaus, a cobertura atual é de apenas 19%, de acordo com dados do Instituto Água e Saneamento. A situação é ainda mais crítica em Macapá (8%) e Porto Velho (6%). Rio Branco alcança 20%.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Embora Boa Vista (RR) e Palmas (TO) apresentem índices superiores a 90%, são capitais significativamente menores, que fizeram grandes investimentos em saneamento nos últimos anos — um caminho que Manaus também vem trilhando, com aportes crescentes e obras contínuas desde 2018.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Com mais de R$ 3 bilhões em investimentos e apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o programa Trata Bem Manaus, da concessionária Águas de Manaus, tem como meta universalizar a coleta e o tratamento de esgoto até 2033. O plano prevê a instalação de 2,7 milhões de metros de redes coletoras e a construção ou ampliação de cerca de 70 estações de tratamento.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">A estratégia será executada em três fases:</p>
</div>
<ul class="sc-dJjYzT gkIUFY">
<li class="sc-bkkeKt bWJVOH"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 ZeAvR">Atingir 60% de cobertura até 2027;</span></li>
<li class="sc-bkkeKt bWJVOH"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 ZeAvR">Avançar para 75% nos anos seguintes;</span></li>
<li class="sc-bkkeKt bWJVOH"><span class="styled__Span-sc-fdx3oi-7 ZeAvR">Entre 2030 e 2033, chegar a 90% da área urbana atendida.</span></li>
</ul>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">O avanço é resultado de um planejamento de longo prazo, como destaca Pedro Freitas, diretor-presidente da Águas de Manaus:</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">“Estamos executando um projeto robusto, com investimentos históricos e foco em eficiência operacional, impacto ambiental positivo e melhoria da saúde pública.”</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"> <strong>Quando a gravidade é aliada</strong></p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"> Mas, para entender como esse sistema vem sendo implantado em Manaus, é preciso olhar para um dos princípios mais simples — e eficazes — da física: a gravidade.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Diferente da distribuição de água, que depende de sistemas pressurizados com bombas para levar o recurso até as residências, o esgoto se move, principalmente, pela força da gravidade. É com esse princípio físico que se estrutura a maior parte da rede coletora da capital.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">As tubulações são instaladas com uma leve inclinação, o que permite que os dejetos escoem naturalmente até atingirem profundidades maiores, que podem chegar a dois ou três metros. Quando esse limite é alcançado, entram em cena as Estações Elevatórias de Esgoto (EEE), responsáveis por bombear o material para cotas mais altas, de onde o esgoto volta a escoar por gravidade até alcançar as Estações de Tratamento.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Esse sistema exige planejamento minucioso, já que o relevo da cidade, a profundidade da tubulação e o tipo de solo são fatores determinantes para o funcionamento contínuo e seguro da rede.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"> <strong>Vantagens e limitações</strong></p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"> Apesar dos avanços, os desafios para a expansão do saneamento em Manaus ainda são significativos, especialmente em uma cidade com relevo complexo e ocupação urbana muitas vezes desordenada.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">A engenheira sanitarista Caroline Azevedo, especialista em saneamento básico, explica que o modelo adotado em Manaus, majoritariamente baseado no sistema de esgotamento por gravidade, tem vantagens claras, mas também enfrenta limitações.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">“O sistema traz benefícios imensos tanto para a saúde pública quanto para o meio ambiente. Reduz a ocorrência de doenças de veiculação hídrica e diminui a contaminação de rios e igarapés, que são fundamentais para a população da região”, afirma Caroline.<br />“Por outro lado, o maior desafio é o ordenamento urbano. A ocupação irregular, muitas vezes em áreas de preservação, dificulta bastante a implantação da rede.”</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Segundo a especialista com experiência em monitoramento de ETE, elaboração de projetos ambientais e consultoria técnica, o relevo, que poderia ser um entrave, é mitigado pela localização estratégica das Estações de Tratamento de Efluentes nas áreas mais baixas da cidade, próximas aos rios.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">“Nesse sentido, o relevo acaba sendo menos problemático. O maior gargalo realmente é social e urbano”, pontua.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">A engenheira destaca ainda que, para ampliar a rede coletora nas áreas mais populosas e de ocupação irregular, é necessário ir além das obras de infraestrutura.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">“Há uma série de etapas que envolvem desde a regularização das construções até a realização de estudos como o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA), além da captação de recursos.<br />E, claro, a conscientização da população sobre a importância do sistema é indispensável”, explica.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Uma vez implantada, a operação da rede de esgoto exige cuidados contínuos. Caroline ressalta que é fundamental investir em manutenções preventivas e corretivas, além de capacitar equipes técnicas e realizar monitoramento constante da qualidade do efluente.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">“A educação sanitária da população é outro pilar essencial. Sem o uso adequado, a rede pode sofrer danos, entupimentos e até colapsar.<br />É um sistema que depende tanto da infraestrutura quanto da colaboração de quem utiliza”, conclui.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"> <strong>Sistema de esgoto x sistema de água potável</strong></p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"> A diferença entre o sistema de esgoto e o de água potável é significativa. A água potável requer grandes estações de tratamento e tubulações de grande diâmetro, enquanto o esgoto utiliza redes menores e diversas estações ao longo da cidade.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">“O esgoto tem um volume menor, por isso usamos redes mais finas e várias estações menores espalhadas por Manaus”, afirma.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Manaus, por sua vez, apresenta desafios únicos devido à sua urbanização. As ruas estreitas e sinuosas e a presença de igarapés dificultam a instalação de redes grandes. Em vez de grandes estações centralizadas, a concessionária criou um sistema de microbacias, com quatro estações maiores e 84 pequenas espalhadas por toda a cidade.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Além disso, o uso consciente da rede de esgoto é fundamental.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">“A rede foi projetada para receber apenas esgoto doméstico, como a água do vaso sanitário, chuveiro e pia.Não se deve jogar materiais sólidos, como restos de comida, papel higiênico em excesso, absorventes e panos, pois isso pode entupir a rede”, alerta o diretor-presidente.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Um dos maiores vilões do sistema, de acordo com ele, é o óleo de cozinha.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">“Quando despejado na pia, o óleo endurece dentro da tubulação e vira uma pedra, o que pode causar entupimentos sérios e até vazamentos de esgoto em vias públicas.”</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Por fim, Pedro enfatizou que o primeiro passo é conectar a residência à rede, mas o uso consciente é igualmente essencial para o bom funcionamento do sistema de saneamento.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">“Conectar-se é só o primeiro passo. Usar com consciência é fundamental para evitar problemas e garantir a eficiência do sistema”, conclui.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: A Crítica </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">54204</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Carrapicho voltou! Banda retoma carreira com nova formação</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/carrapicho-voltou-banda-retoma-carreira-com-nova-formacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 May 2025 09:31:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[banda Carrapicho]]></category>
		<category><![CDATA[Carrapicho]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=53435</guid>

					<description><![CDATA[Grupo que levou cultura do Norte para o mundo retorna aos palcos com novos integrantes, repertório renovado e compromisso com as raízes Chegou a hora de preparar a coreografia e o figurino de boi-bumbá, porque a banda Carrapicho, ícone da música popular amazonense e fenômeno internacional nos anos 1990, está de volta, em nova formação! O retorno aos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-494951623" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Grupo que levou cultura do Norte para o mundo retorna aos palcos com novos integrantes, repertório renovado e compromisso com as raízes</p>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Chegou a hora de preparar a coreografia e o figurino de boi-bumbá, porque a<strong> banda Carrapicho</strong>, ícone da música popular amazonense e fenômeno internacional nos anos 1990,<strong> está de volta</strong>, em nova formação!</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">O <strong>retorno aos palcos será em 19 de julho, no Mercado de Origem da Amazônia, centro de Manaus</strong>, e marca uma nova fase da banda, agora sob o comando do cantor Adriano Pantoja, que assume os vocais e lidera o grupo com a missão de resgatar a força cultural do boi-bumbá para a geração atual.</p>
</div>
<blockquote>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cMbhQX"><cite class="styled__Cite-sc-fdx3oi-9 cPUegM">“Hoje temos uma nova formação, novos integrantes, tanto com os músicos como bailarinos, mas todos com o propósito de não deixar o legado da banda Carrapicho e do saudoso Zezinho Corrêa ser esquecido, além de levar uma boa música aos nossos fãs e a todos que até hoje gostam da banda”, conta Pantoja.</cite></div>
</blockquote>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Com ele,<strong> músicos e bailarinos (nomes que ainda não podem ser revelados) renovam o espetáculo que consagrou </strong>o Carrapicho em diversos países e o transformou em símbolo da música e da cultura amazônida.</p>
</div>
<blockquote>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cMbhQX"><cite class="styled__Cite-sc-fdx3oi-9 cPUegM">“O momento é de ansiedade. Todos nós queremos o quanto antes entregar ao público esse novo trabalho, subir nos poucos e fazer o que todos os membros da banda sabem fazer e gostam: levar uma boa música aos nossos ouvintes e seguidores das nossas redes sociais. Estamos com músicas autorais nossas, que em breve estarão nas plataformas”, revela</cite></div>
</blockquote>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">.</p>
</div>
<div class="sc-egiyK dtTTPd"><iframe class="i-amphtml-fill-content" title="Instagram: null" src="https://www.instagram.com/p/DJNqM95tpXd/embed/captioned/?cr=1&amp;v=12" frameborder="0" scrolling="no" data-mce-fragment="1"></iframe></div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<h2 class="styled__HeadingTwo-sc-fdx3oi-1 ioEfpF">Novidades</h2>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Em sua nova formação, <strong>a banda Carrapicho prepara uma série de apresentações para este ano, que incliem espetáculos em Manaus, participações em festas regionais e projetos audiovisuais</strong>. O repertório vai reviver os grandes sucessos como<strong> ‘Tic Tic Tac’ e ‘Festa de Boi’ e ‘Vermelho’</strong>, além de músicas inéditas inspiradas nas lendas, sons e ritmos amazônicos, como o novo hit, <strong>‘Carrapicho voltou à lenda’, já disponível nas plataformas musicais. </strong></p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">O<strong> produtor musical da banda, Tony Farias</strong>, afirma que nos bastidores, o<strong> trabalho tem sido conduzido com cuidado e respeito à história da banda.</strong></p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cMbhQX"><cite class="styled__Cite-sc-fdx3oi-9 cPUegM">“Esse trabalho está sendo feito com muito amor e muito carinho. Estamos muito felizes em fazer parte disso. O público pode esperar muito suingue, muita música boa. A Banda Carrapicho pretende entregar um verdadeiro espetáculo. E por isso, temos muito cuidado e dedicação nos ensaios, com músicos, dançarinos, com repertório, com as músicas. Nossa ideia é trazer algo diferenciado, mas preservando o legado do Zezinho Corrêa”, diz.</cite></div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<h2 class="styled__HeadingTwo-sc-fdx3oi-1 ioEfpF">Para o mundo</h2>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"><strong>Lançada em 1996, a música ‘Tic Tic Tac’, da banda Carrapicho alcançou os topos do sucesso no Brasil</strong>, na França e em outros países. Com mais de 15 milhões de cópias vendidas, o grupo chegou a se apresentar em programas de sucesso nacional e internacional.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">A volta do grupo, segundo os integrantes, responde ao carinho de fãs antigos e à redescoberta da musicalidade nortista nos últimos anos.<strong> Esta nova fase simboliza resistência cultural e o poder de reinvenção do boi-bumbá. </strong>Com nova voz, novos rostos, mas mantendo a essência, a banda promete colocar todo mundo para dançar e se emocionar no ritmo do dois pra lá e pra cá.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cPlpQp">
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 iafvUg"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://www.acritica.com/image/policy:1.371451.1746402872:1746402872/image.jpg?f=default&amp;w=1200" alt="Grupo afirma que pretende manter vivo legado de Zezinho Corrêa" />
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 ivQLuG">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 idyvzN">Grupo afirma que pretende manter vivo legado de Zezinho Corrêa</p>
</div>
</div>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<h2 class="styled__HeadingTwo-sc-fdx3oi-1 ioEfpF">Legado de Zezinho Corrêa</h2>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"> Nos bastidores e em público, o que se comenta sobre o <strong>artista Zezinho Corrêa</strong>, vocalista que conduzia a banda no topo do sucesso, é que sua<strong> principal marca era a humildade como pessoa e grandiosidade como músico e intérprete.</strong></p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Na música amazonense, o resultado era visto em suas apresentações.<strong> Sua presença de palco, carisma e voz inconfundível foram fundamentais para transformar o Carrapicho em um fenômeno internacional. Mesmo após sua partida, em 2021, o nome de Zezinho segue entrelaçado à história da música</strong> amazonense — e continua sendo reverenciado por antigos e novos integrantes da banda.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Com essa responsabilidade e ao mesmo tempo com gratidão, a nova formação da banda reafirma seu compromisso de honrar a memória do artista e dar continuidade a esse capítulo importante da cultura do Norte. <strong>Carrapicho está de volta — e Zezinho, de alguma forma, continua no palco.</strong></p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Informações e contatos para shows: (92) 99127-7910.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: A Crítica </em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">53435</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Desmatamento na Amazônia aumenta e reduz as chuvas, afirma estudo</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/desmatamento-na-amazonia-aumenta-e-reduz-as-chuvas-afirma-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2025 18:35:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisas anteriores já haviam mostrado que a redução da vegetação diminui a quantidade de água absorvida para a atmosfera O desmatamento na Amazônia provoca mais chuvas na estação chuvosa e menos chuvas na estação seca, de acordo com uma nova pesquisa publicada nesta quarta-feira (5), que destaca o papel &#8220;essencial&#8221; da floresta tropical na regulação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4273195764" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Pesquisas anteriores já haviam mostrado que a redução da vegetação diminui a quantidade de água absorvida para a atmosfera<br /><br />O desmatamento na Amazônia provoca mais chuvas na estação chuvosa e menos chuvas na estação seca, de acordo com uma nova pesquisa publicada nesta quarta-feira (5), que destaca o papel &#8220;essencial&#8221; da floresta tropical na regulação do clima local e global.<br /><br />A perda de árvores na região da Amazônia, impulsionada principalmente pela agricultura predatória, mineração e desmatamento, compromete a capacidade da floresta tropical de absorver dióxido de carbono, gás que aquece o planeta.<br /><br />Pesquisas anteriores já haviam mostrado que a redução da vegetação diminui a quantidade de água absorvida para a atmosfera, o que leva a condições geralmente mais secas.<br /><br />A nova pesquisa, publicada na revista Nature, teve como objetivo obter uma visão mais detalhada, utilizando simulações climáticas regionais e dados de satélite da floresta entre 2000 e 2020.<br /><br />Os pesquisadores, baseados na China e na Tailândia, descobriram que os impactos na Amazônia variam conforme as estações.<br /><br />Foram registradas mais chuvas especificamente sobre áreas onde as árvores foram derrubadas durante a estação chuvosa (de dezembro a fevereiro), enquanto na estação seca (de junho a agosto), quando as plantas mais precisam, houve menos chuvas em uma região mais ampla.<br /><br />&#8220;Devido ao seu papel fundamental na regulação do clima regional e global, são necessários esforços contínuos para proteger as florestas restantes na Amazônia, bem como reabilitar as terras degradadas&#8221;, concluem os autores.<br /><br />Os especialistas destacaram que a perda de árvores na Amazônia, frequentemente causada pela expansão ilegal da agricultura, representa uma ameaça particular para as colheitas.<br /><br />&#8220;Durante a temporada de chuvas, as áreas desmatadas experimentaram um aumento notável na precipitação (0,96 mm por mês para cada ponto percentual de perda de floresta)&#8221;, detalha o texto.<br /><br />O aumento das precipitações &#8220;poderia exacerbar as inundações na estação chuvosa em certas regiões desmatadas, prejudicando a agricultura regional e a economia social&#8221;, disseram.<br /><br />No geral, os autores descobriram que o desmatamento contínuo na Amazônia &#8220;poderia levar a uma diminuição no total de precipitações&#8221;, o que ameaçaria a fauna, intensificaria as secas e agravaria os incêndios florestais, além de reduzir a capacidade de absorção de CO2.<br /><br />A diminuição das chuvas regionais também poderia resultar em &#8220;perdas econômicas substanciais na agricultura&#8221;.</p>
<div class="PUB"><strong>FUTURA SAVANA?</strong><br />
<div class="PUB"> </div>
</div>
<div>Em um comentário relacionado ao estudo e também publicado na Nature, Wim Thiery, professor associado da Vrije Universiteit, em Bruxelas, afirmou que a pesquisa era &#8220;pioneira&#8221; e que esse tipo de estudo é importante para compreender as complexas interações entre desmatamento, mudança climática e saúde das plantas.</div>
<div> </div>
<div class="PUB">Isso poderia ajudar os pesquisadores a avaliar se a floresta tropical está se aproximando de um chamado &#8220;ponto de inflexão&#8221;, o que poderia fazer com que esse ecossistema crucial se transformasse em uma savana, disse Thiery, que não participou da pesquisa.</div>
<div> </div>
<div class="PUB">Em um estudo publicado na Nature no ano passado, um grupo internacional de cientistas estimou que entre 10% e 47% da Amazônia estará exposto às tensões combinadas do aquecimento global e da perda da florestal até 2050, o que poderia levar a uma mudança generalizada em seu ecossistema, fazendo com que liberasse o carbono que armazena, impulsionando ainda mais o aquecimento global e intensificando seus efeitos.</div>
<div> </div>
<div class="PUB">A seca assolou a região da Amazônia desde meados de 2023 até 2024, impulsionada pela mudança climática causada pelo homem e pelo fenômeno de aquecimento El Niño, ajudando a criar condições para incêndios florestais recordes.</div>
<div> </div>
<div class="PUB">A nível global, a tendência de destruição da floresta tropical continua, apesar das promessas do governo de acabar com essa prática até 2030, segundo o relatório &#8220;Forest Declaration Assessment&#8221; de 2024, realizado por organizações de pesquisa, ONGs e grupos de defesa da região.</div>
<div> </div>
<div><em><strong>Fonte: Diário Pernambuco </strong></em></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Desmatamento na Amazônia Aumenta 68% em Janeiro, Equivalente à Destruição de 400 Campos de Futebol por Dia</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/desmatamento-na-amazonia-aumenta-68-em-janeiro-equivalente-a-destruicao-de-400-campos-de-futebol-por-dia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Feb 2025 16:01:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[desmatamento na Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[O desmatamento na Amazônia atingiu 133 km² em janeiro de 2025, registrando um aumento de 68% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). O índice representa a sexta maior área desmatada da série histórica para o mês, equivalendo à destruição de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3600308918" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O desmatamento na Amazônia atingiu 133 km² em janeiro de 2025, registrando um aumento de 68% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados pelo Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). O índice representa a sexta maior área desmatada da série histórica para o mês, equivalendo à destruição de cerca de 400 campos de futebol por dia.<br /><br />O estado do Mato Grosso liderou a devastação na região, respondendo por 45% da perda de vegetação detectada. Roraima (23%) e Pará (20%) aparecem na sequência, sendo responsáveis, junto com o Mato Grosso, por 88% da área desmatada na Amazônia Legal.<br /><br />Outro dado preocupante é o avanço da derrubada de árvores em áreas protegidas. Das dez Terras Indígenas mais afetadas pelo desmatamento, sete estão total ou parcialmente localizadas em Roraima, colocando em risco comunidades tradicionais e a biodiversidade local. “A destruição dessas terras impacta diretamente os povos originários, que dependem da floresta para sua sobrevivência, além de comprometer a manutenção da biodiversidade de fauna e flora e a regulação climática. É preciso ações para atuar nos locais apontados como mais críticos”, alerta Larissa Amorim, pesquisadora do Imazon.<br /><br />Além do crescimento do desmatamento, a degradação florestal também apresentou números alarmantes. No primeiro mês do ano, a derrubada parcial da vegetação devido a queimadas e extração de madeira alcançou 355 km², volume 21 vezes maior que o registrado no mesmo período de 2024, quando 16 km² foram afetados.<br /><br />O índice de degradação é o terceiro maior da série histórica para janeiro, ficando atrás apenas de 2015 (389 km²) e 2011 (376 km²). Os estados mais impactados foram o Pará, com 116 km² degradados (46% do total), e o Maranhão, que somou 144 km² (40%), concentrando juntos 86% das áreas atingidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Gazeta Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>O paradoxo entre a baixa arborização urbana de Manaus e a Amazônia</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/o-paradoxo-entre-a-baixa-arborizacao-urbana-de-manaus-e-a-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2025 14:42:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[A capital do Amazonas é considerada o coração da maior floresta tropical do mundo. Manaus, entretanto, enfrenta um paradoxo: a cobertura vegetal urbana da cidade não reflete a riqueza ambiental da Amazônia que a cerca. Os dados sobre a arborização urbana de Manaus, obtidos no Censo Demográfico de 2010, posicionaram a cidade como a terceira capital [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-919368469" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>A capital do Amazonas é considerada o coração da maior floresta tropical do mundo. Manaus, entretanto, enfrenta um paradoxo: a cobertura vegetal urbana da cidade não reflete a riqueza ambiental da Amazônia que a cerca.</p>
<p>Os dados sobre a arborização urbana de Manaus, obtidos no Censo Demográfico de 2010, posicionaram a cidade como a terceira capital menos arborizada do país na época.</p>
<p>De acordo com dados do MapBiomas, apenas 3% da extensão territorial de Manaus é ocupada por vegetação urbana, totalizando cerca de 2.818 hectares.</p>
<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda ao menos 12 metros quadrados de área verde por habitante.</p>
<p>Com uma população de aproximadamente 2,2 milhões de habitantes, a cidade deveria possuir pelo menos 26,4 milhões de metros quadrados (ou 2.640 hectares) de áreas verdes para atender a essa recomendação.</p>
<p>Portanto, embora Manaus tenha uma cobertura de vegetação urbana considerável em termos absolutos, ela ainda está aquém da recomendação da OMS em relação à área verde per capita.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Crescimento desordenado e o impacto na cobertura vegetal de Manaus</strong></h2>
<p>Estudos apontam que o índice ideal de arborização para áreas urbanas em Manaus deveria estar entre 35% e 40%, número que contrasta com os atuais 22,1% registrados em 2023.</p>
<p>Para efeito de comparação, em 2003, esse índice era de 28,8%, evidenciando uma redução significativa na cobertura vegetal ao longo das últimas duas décadas.</p>
<p>A “mancha urbana” de Manaus, que corresponde à área habitacionalmente ocupada, abrange aproximadamente 500 km² dentro do município.</p>
<p>Manaus, com uma extensão territorial total de 11.401 km² e aproximadamente 13 mil logradouros públicos (ruas, becos, avenidas e afins), registrou um crescimento urbano significativo nas últimas cinco décadas, mas sem a implementação de um planejamento eficaz que integrasse a preservação ambiental e a arborização urbana.</p>
<p>O resultado é uma cidade marcada pela ausência de áreas verdes públicas significativas, igarapés poluídos, escassez de calçadas arborizadas e uma infraestrutura urbana que ignora o impacto da vegetação sobre a qualidade de vida.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Arborização da cidade é considerada ruim</strong></h2>
<p>Uma pesquisa recente, intitulada <em>Perception of Residents in Manaus on the Urban Afforestation</em>, publicada em 2022 no ResearchGate, avaliou a percepção dos habitantes da capital amazonense sobre a arborização urbana.</p>
<p>Conduzido por pesquisadores especializados em sustentabilidade urbana, o trabalho revelou dados preocupantes sobre como os moradores avaliam a presença de áreas verdes e as iniciativas de arborização na cidade.</p>
<p>O estudo apontou que 74% dos participantes classificaram a arborização de Manaus como ruim ou muito ruim, demonstrando uma insatisfação generalizada com a cobertura vegetal na área urbana.</p>
<p>Apenas 3% dos entrevistados consideraram a arborização muito boa, enquanto o restante apresentou avaliações intermediárias, como regular ou boa.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os principais motivos da insatisfação quanto à arborização:</strong></h2>
<ul class="wp-block-list">
<li>Falta de manutenção adequada: Muitas áreas arborizadas sofrem com a ausência de cuidados regulares, como poda, irrigação e limpeza, o que compromete sua funcionalidade e estética.</li>
<li>Interferência nas infraestruturas urbanas: As árvores, em alguns casos, prejudicam calçadas, postes de energia e redes elétricas devido à falta de planejamento no plantio.</li>
<li>Baixa percepção de investimentos públicos: Apesar dos projetos de arborização implementados ao longo das administrações municipais, a maioria da população não percebe os resultados dessas iniciativas, o que reforça o sentimento de insatisfação.</li>
</ul>
<p>A ausência de uma política robusta de preservação agrava problemas como ilhas de calor, desconforto térmico e a diminuição da qualidade do ar.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>“Toldos Vegetais”: solução criativa para arborização de espaços urbanos</strong></h2>
<p>Em Valladolid, cidade da Espanha, o projeto <em>Green Shades</em> está transformando espaços urbanos com uma solução inovadora que purifica o ar, reduz a temperatura e revitaliza áreas movimentadas.</p>
<p>São “toldos vegetais” que, além de gerar sombra, também purificam o ar, absorvendo CO2.</p>
<p>Essa solução, uma das primeiras do mundo, nasceu do <em>Urban GreenUp</em>, um projeto europeu que reuniu parceiros de nove nacionalidades diferentes com o objetivo de reduzir os efeitos climáticos, melhorar a qualidade do ar e da água e tornar as cidades mais sustentáveis.</p>
<p>O diferencial é que eles se adaptam a várias formas e são ideais para ruas comerciais, terraços e praças, especialmente onde a falta de espaço impede o plantio de árvores.</p>
<p>Esses toldos não só refrescam e absorvem a poluição sonora, como também regulam a temperatura e a umidade, reduzindo a temperatura em até 2 graus.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: RealTime1</em></p>
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