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	<title>Amazônia Legal - Portal NDC</title>
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	<title>Amazônia Legal - Portal NDC</title>
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		<title>Uma a cada cinco mortes violentas registradas no Brasil em 2022 aconteceu na Amazônia Legal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jul 2023 12:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia Legal]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma a cada cinco mortes violentas registradas no Brasil em 2022 aconteceu nos estados que fazem parte da Amazônia Legal, segundo dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública divulgados nesta quinta-feira (20). A Amazônia Legal é composta por Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Juntos, esses estados tiveram 9.302 mortes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1974406859" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Uma a cada cinco mortes violentas registradas no Brasil em 2022 aconteceu nos estados que fazem parte da Amazônia Legal, segundo dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública divulgados nesta quinta-feira (20).<br /><br />A Amazônia Legal é composta por Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. Juntos, esses estados tiveram 9.302 mortes violentas intencionais.<br /><br />Em todo o Brasil, conforme o relatório, foram 47.508 mortes violentas em 2022, o que representa uma redução de quase 2% na comparação com 2021. Na Amazônia Legal também houve redução, mas praticamente mínima, de menos de 1%.<br /><br />Os dados apontam que a Amazônia Legal possui um índice de casos de mortes violentas intencionais bem acima da média nacional: são 33,8 mortes para cada 100 mil habitantes, contra 23,4 em todo o Brasil.</p>
<p>As mortes violentas intencionais abrangem casos de homicídio doloso, latrocínio, lesão corporal seguida de morte, mortes decorrentes de intervenções policiais e feminicídio. Em todos os casos, a média da Amazônia Legal está acima da média nacional. </p>
<div id="chunk-7jhih">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O relatório aponta dois fatores que podem ter contribuído para os altos índices de mortes violentas na Amazônia Legal:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2mq5u">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="16" data-block-id="10">
<ul class="content-unordered-list">
<li>a disputa entre facções criminosas;</li>
<li>o avanço do desmatamento, garimpos ilegais e intensificação de conflitos fundiários.</li>
</ul>
<p>No caso das facções criminosas, o Fórum de Segurança Pública afirma que existe uma briga entre os grupos por rotas nacionais e transnacionais de drogas, que cruzam a região.</p>
<div id="chunk-54s0e">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo o relatório, duas facções estão em um conflito que se iniciou no sistema prisional e passou para territórios de estados da região, inclusive com a &#8220;associação de grupos do narcotráfico a lideranças de outros ilícitos, como madeireiros e garimpeiros&#8221;.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3nli3">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Além disso, a região da Amazônia Legal é estratégica para o narcotráfico pela proximidade com países produtores de cocaína. Com um território difícil de ser fiscalizado, os criminosos também aliciaram indígenas, quilombolas e ribeirinhos, contribuindo para o aumento da violência.</p>
<div id="chunk-a8ck9">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="1" data-block-id="17">
<div class="content-intertitle">
<h2>Estados</h2>
</div>
<p>Entre os estados da Amazônia Legal, o Pará é o que teve o maior número de mortes violentas intencionais em 2022, com 2.997 casos.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-he8u">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Por outro lado, quando se olha a taxa de mortes para cada 100 mil habitantes, o Amapá tem o maior índice: 50,6. O estado também foi o que teve a maior queda proporcional no número de registros, com redução de 25%.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-64snj">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Pará, Rondônia, Tocantins e Mato Grosso tiveram crescimento no número de mortes violentas. O maior aumento aconteceu no MT, com variação de 18,9%.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> Foto: Imazon</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*Leia mais no <a href="https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2023/07/21/uma-a-cada-cinco-mortes-violentas-registradas-no-brasil-em-2022-aconteceram-na-amazonia-legal.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">g1</a></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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</div>
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		<title>Facções criminosas: veja quais são e onde atuam na Amazônia Legal</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/faccoes-criminosas-veja-quais-sao-e-onde-atuam-na-amazonia-legal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jul 2022 22:11:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia Legal]]></category>
		<category><![CDATA[Facções criminosas]]></category>
		<category><![CDATA[onde atuam]]></category>
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					<description><![CDATA[As facções criminosas presentes nos Estados brasileiros são um problema de segurança pública recorrente das cidades que protagonizam episódios de violência e mortes. Um dos casos que mais chamou a atenção no Amazonas, por exemplo, aconteceu no dia 1 de janeiro de 2017, quando uma rebelião aconteceu no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-45205443" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>As facções criminosas presentes nos Estados brasileiros são um problema de segurança pública recorrente das cidades que protagonizam episódios de violência e mortes.<br /><br />Um dos casos que mais chamou a atenção no Amazonas, por exemplo, aconteceu no dia 1 de janeiro de 2017, quando uma rebelião aconteceu no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), em Manaus. No total, 56 pessoas foram torturadas e assassinadas. <br /><br />Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Estado, o motim foi causado por confrontos de organizações criminosas rivais. As negociações duraram cerca de 17 horas. O massacre foi considerado o segundo maior do Brasil, ficando atrás apenas do Massacre do Carandiru, quando 111 detentos foram mortos, a maioria por policiais que entraram no local para conter a rebelião.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4979" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/07/b2ap3_large_g_20220726-203821_1.jpg" alt="" width="938" height="609" /></p>
<h5>Foto: Reprodução / Polícia Civil do AM</h5>
<p>A grande maioria das rebeliões em presídios são causadas pelas disputas entre facções. O Anuário Brasileiro de Segurança Pública realizado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública entre os anos de 2018 a 2021 aponta que existam 53 facções criminosas brasileiras em atividade atualmente.</p>
<p>Na Amazônia Legal, 34 facções foram registradas, divididas entre os Estados do Amazonas, Amapá, Acre, Pará, Mato Grosso, Roraima, Rondônia, Tocantins e Maranhão.</p>
<p>As principais facções são: Comando Vermelho (CV), Família do Norte (FDN) e Primeiro Comando da Capital (PCC). O CV e o PCC estão em 8 dos 9 estados da Amazônia Legal. Diferente dos outros Estados, o Mato Grosso é o único comandado unicamente pelo Comando Vermelho (CV). </p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-4980" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/07/b2ap3_large_faco.jpg" alt="" width="591" height="590" /></p>
<h5>Foto: Reprodução / Anuário Brasileiro De Segurança Pública 2018-2021</h5>
<p>Considerada a maior facção do Brasil, o Primeiro Comando da Capital (PCC) age não apenas na compra de drogas como maconha e cocaína de países produtores, mas também exporta toneladas de drogas para Europa, África e Ásia por meio de navios de carga que atracam na costa brasileira. </p>
<p>Em segundo lugar, está o Comando Vermelho (CV), que já é a facção mais antiga. Apesar de ter sido a primeira a chegar no Paraguai, onde busca drogas e armas, o CV não tem tradição de exportar cocaína para outros continentes, apesar de haver registros de envio de droga para fora do Brasil. </p>
<p>Das 27 unidades federativas do País, apenas São Paulo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Piauí têm o domínio de uma só facção em seu território.</p>
<div class="ebd-block   " data-type="heading">
<h4>Atuação nos Estados da Amazônia Legal</h4>
</div>
<div class="ebd-block   " data-type="text">
<p>De acordo com o Anuário Brasileiro, o Estado amapaense concentra facções locais mais fortes e mais violentas do que as também presentes PCC e CV. As locais são: Família Terror do Amapá, Amigos Para Sempre e União do Crime do Amapá.</p>
<p>Além das facções do Amapá, uma das principais atuantes no Norte do País é a Cartel do Norte (antiga Família do Norte), tida como a principal da região. Ela tem como base o Amazonas, mas existem ramificações registradas em áreas do Pará. No Acre, PCC, Bonde dos 13 (B13) e Ifara são as facções que fazem frente ao CV. As autoridades apontam que, depois da morte de Jorge Rafaat Toumani, em junho de 2016, a B13 perdeu influência no Estado juntamente com o PCC. </p>
<p>Até 2021, no Acre, quem dominava o Vale do Juruá e Cruzeiro do Sul, próximo da fronteira com o Peru e com a Bolívia, era o CV. Aquela região é importante para o tráfico internacional de drogas porque é de lá que chega boa parte da cocaína produzida em território peruano no Brasil. O CV controla todos os afluentes do Rio Juruá, exceto o Moa, que é da B13, e também controla todo o tráfico de drogas em Cruzeiro do Sul.</p>
<p>Estruturado por Fernandinho Beira-Mar quando esteve no presídio federal de Porto Velho, o CV é a facção criminosa mais antiga em Rondônia, com registros de presença desde pelo menos 2009. Lá, existem núcleos duros do grupo nas cidades de Ariquemes e Vilhena. O PCC se instalou em meados de 2012, com núcleos em Rolim de Moura e Cacoal. A rivalidade entre PCC e CV é maior dentro das cadeias do que nas ruas. Pelo Estado, PCC e CV escoam pasta base de cocaína que vem de Guayaramerín, na Bolívia. Parte da droga fica estocada no Estado. O restante segue para Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, como destinos temporários, antes de chegar para São Paulo ou Rio de Janeiro, os destinos finais. </p>
<p>Já Roraima é dominado pelo PCC depois de a facção ter exterminado integrantes do CV e do CDN. Há poucas disputas territoriais, já que o mercado local é fraco. Lá, o PCC é voltado para os negócios com grupos da Venezuela e da Guiana. Indígenas são tidos como público-alvo para o tráfico de maconha, de acordo com as autoridades de segurança pública locais. No Pará, o PCC foi detectado em 2006, está bem estruturado e segmentado. Seu principal inimigo é o CV, já seu principal aliado é o Comando Classe A. A facção paulista é influente dentro dos presídios, mas não hegemônica nas ruas. Já o CV foi detectado em 2009 e, atualmente, é a principal facção do Estado. </p>
<p>O CV cresceu utilizando a mesma tática que usou em outros Estados: fez cooptação para batismos e fomentou cisões no PCC. Ainda no Pará, há a presença do CDN, que é menor do que o PCC e o CV. Sem alianças, está quase em extinção na localidade. O CCA, também conhecido pela sigla 331, surgiu em Altamira, tida até hoje como muito forte. Antigamente, era aliada do CV, agora é do PCC e tem emissários no Peru. </p>
<p>Menores, ainda existem a Equipe Rex, que tem seu QG (&#8220;quartel general&#8221;) no bairro Terra Firme, na periferia de Belém, é aliada ao CV, mas está em processo de extinção. A Equipe Real, também aliada ao CV, é influente em Ananindeua, na região metropolitana da. E o Bonde dos 30 foi criado em 2014 depois da morte de um líder de um grupo de extermínio, mas vem perdendo força. </p>
<p>No Tocantins, o PCC era absoluto até 2009. Depois de uma rebelião ocorrida naquele ano, lideranças da facção foram transferidas para o sistema penitenciário federal. Com isso, o CV se fortaleceu no local, chegando a ser a maior facção até 2016. Em 2018, o PCC voltou a se recuperar no território e é, até hoje, a facção predominante no local. O Estado é usado pelas duas facções como um local de entreposto da cocaína que chega dos países produtores. O clima é tido como tenso entre as duas facções dentro e fora dos presídios </p>
<p>Leia mais no Portal Amazônia</p>
</div>
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