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	<title>alimentos - Portal NDC</title>
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	<title>alimentos - Portal NDC</title>
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		<title>Tebet afirma que preços dos alimentos estão altos também por falta de planejamento no passado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2025 15:14:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Alta dos preços]]></category>
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<p>Em uma crítica ao governo anterior, ministra questionou falta combate ao desmatamento na Amazônia, que causa secas em polos do agronegócio no Centro-Oeste<br /><br />A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, disse nesta segunda-feira (31), que os preços dos alimentos estão altos não apenas e por motivos climáticos, mas também por falta de planejamento no passado, o que inclui o desequilíbrio fiscal que leva à depreciação do câmbio. “É claro que tem fatores climáticos, é claro que tem certas situações – juntou tudo, é café, é ovo, é carne. O café deu um problema no Vietnã, e na nossa safra também. Mas é também porque nós não planejamos no passado”, declarou Tebet.<br /><br />Excetuando a Embrapa – um “caso de sucesso”, conforme a ministra -, ela questionou o que foi feito, “porteira para fora”, no sentido de reduzir desperdícios de alimentos tanto em supermercados quanto em residências ou para aumentar a produtividade e recuperar pastagens à produção no campo. Numa crítica ao governo anterior, Tebet também questionou o que foi feito para combater o desmatamento na Amazônia, que causa secas em polos do agronegócio no Centro-Oeste. “O que nós fizemos para, nesses últimos 25 ou 30 anos, nos prevenir em relação às mudanças climáticas?”, acrescentou a ministra.<br /><br />Ela não ignorou o impacto no câmbio nos preços provocado pelas incertezas em relação às contas públicas ao questionar o que foi feito no câmbio fiscal para evitar um câmbio tão alto. “Então, isso tem a ver com aquilo que nós deixamos de fazer. Deixamos é passado, agora é hora de fazer”, assinalou.<br /><br />Tebet participou da abertura de um seminário, promovido pelo próprio Ministério do Planejamento, que reúne no período da tarde desta segunda-feira especialistas, autoridades públicas, representantes da sociedade civil, da academia e do setor produtivo para debater um planejamento estruturado aos próximos 25 anos. O evento acontece no auditório da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).<br /><br />Essa estratégia, conforme a ministra, tem recortes claros, “para ninguém achar que essa é uma peça de ficção”. Visa objetivos em diferentes prazos: 2035, 2040 e 2050. O Brasil, pontuou Tebet, precisa enfrentar o desafio trazido por uma população que envelhece. “O problema não é envelhecer, é que nós estamos envelhecendo mal, porque estamos envelhecendo sem ter enriquecido. É diferente da Europa, que enriqueceu antes, depois envelheceu”, declarou.<br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<title>IPCA sobe 0,56% em outubro com aumento no preço das carnes e na conta de luz, diz IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Nov 2024 14:48:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[No acumulado do ano, o IPCA apresenta um crescimento de 3,88%, enquanto nos últimos 12 meses, a alta chega a 4,76%, ultrapassando o limite da meta de inflação estabelecida pelo Banco Central, que é de 4,5% Os dados econômicos de outubro revelam um aumento nos preços, impulsionado principalmente pelo setor de alimentos e pela energia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1832943436" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>No acumulado do ano, o IPCA apresenta um crescimento de 3,88%, enquanto nos últimos 12 meses, a alta chega a 4,76%, ultrapassando o limite da meta de inflação estabelecida pelo Banco Central, que é de 4,5%</p>
<p>Os dados econômicos de outubro revelam um aumento nos preços, impulsionado principalmente pelo setor de alimentos e pela energia elétrica. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (<strong>IBGE</strong>), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (<strong>IPCA</strong>) registrou uma alta de 0,56% no mês passado, acima dos 0,44% de setembro. Trata-se da maior alta para um mês de outubro desde 2022. Essa é a maior elevação para um mês de outubro desde 2022.</p>
<p>No acumulado do ano, o IPCA apresenta um crescimento de 3,88%, enquanto nos últimos 12 meses, a alta chega a 4,76%, ultrapassando o limite da meta de inflação estabelecida pelo Banco Central, que é de 4,5%. O IPCA estava dentro desse limite, com alta de 4,42% até setembro. Os principais responsáveis por essa elevação dentre os nove grupos de produtos e serviços pesquisados foram os setores de habitação e alimentação e bebidas, que tiveram variações de 1,49% e 1,06%, respectivamente.</p>
<p>Dentro do grupo de habitação, a energia elétrica residencial teve um aumento significativo de 4,74%. Já no setor de alimentação, a alta foi ainda mais acentuada, com os preços de alimentos consumidos em casa subindo de 0,56% em setembro para 1,22% em outubro. As maiores altas foram nos preços das<strong> carnes</strong>, com alta de 5,81%. O corte de acém subiu 9,09%; da costela, 7,40%; contrafilé, 6,07%; e alcatra, 5,79%. O IBGE também aponta aumentos no preço do tomate (9,82%) e café moído (4,01%). Já os preço da manga (-17,97%), do mamão (-17,83%) e da cebola (-16,04%) registraram queda.</p>
<p>Na área de Saúde e cuidados pessoais, a variação foi de 0,38%, com os planos de saúde subindo 0,53%. Esse aumento se deve a reajustes que foram autorizados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), refletindo a pressão sobre os custos nesse setor.</p>
<p>Regionalmente, Goiânia se destacou com a maior alta, atingindo 0,80%, influenciada pelo aumento nos preços da energia elétrica e do contrafilé. Em contraste, Aracaju apresentou a menor variação, com apenas 0,11%, resultado de quedas nos preços da gasolina e do transporte urbano. Essa disparidade entre as regiões evidencia como fatores locais podem impactar a inflação de maneira distinta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Jovem Pan</p>
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		<title>Inflação no Brasil sobe para 0,44% em setembro, impulsionada por tarifas de energia elétrica e alimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Oct 2024 16:11:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[energia elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA-15]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a bandeira vermelha patamar 2 acionada em outubro, expectativa é que as contas de luz aumentem ainda mais Em setembro, o Brasil enfrentou um aumento na inflação, com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subindo para 0,44%. Esse crescimento foi impulsionado principalmente pela elevação nas tarifas de energia elétrica, que saltaram de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2908452400" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Com a bandeira vermelha patamar 2 acionada em outubro, expectativa é que as contas de luz aumentem ainda mais<br /><br />Em setembro, o Brasil enfrentou um aumento na inflação, com o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subindo para 0,44%. Esse crescimento foi impulsionado principalmente pela elevação nas tarifas de energia elétrica, que saltaram de -2,77% em agosto para 5,36%.</p>
<p>A inflação acumulada nos últimos 12 meses atingiu 4,42%, um valor que se aproxima do limite superior da meta estabelecida pelo Banco Central, que é de 3%, com uma margem de tolerância de 1,5 ponto percentual. Os setores que mais contribuíram para a inflação em setembro foram Habitação, com um aumento de 1,80%, e Alimentação e Bebidas, que registrou uma alta de 0,50%.</p>
<p>Dentro do grupo Habitação, o reajuste nas tarifas de energia elétrica foi o principal responsável, além de um aumento de 2,40% no preço do gás de botijão.<br /><br />Com a bandeira vermelha patamar 2 sendo acionada em outubro, a expectativa é que as contas de luz aumentem ainda mais, o que pode elevar o risco de a inflação ultrapassar a meta estabelecida pelo Banco Central.</p>
<p>No que diz respeito à alimentação, os preços no domicílio subiram 0,56%, com destaque para o aumento significativo no preço de frutas como o mamão, que subiu 10,34%, e a laranja-pera, com alta de 10,02%. No setor de Transportes, as passagens aéreas tiveram um aumento considerável de 4,64%. Em contrapartida, os preços dos combustíveis apresentaram uma leve queda, com a gasolina diminuindo em 0,12% e o óleo diesel caindo 0,11%.<br /><br /><br /><br />Fonte: Jovem Pan</p>
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		<title>Venezuelanos em situação análoga à escravidão são resgatados em fábrica de alimentos em Manaus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 May 2024 16:25:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
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					<description><![CDATA[Resgate foi parte de operação da Polícia Civil do Amazonas, que também resultou na apreensão de 20 toneladas de alimentos impróprios. Seis trabalhadores de origem venezuelana foram resgatados em situação análoga à escravidão dentro de uma fábrica de alimentos situada na Zona Leste de Manaus. O resgate foi realizado pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2527408807" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Resgate foi parte de operação da Polícia Civil do Amazonas, que também resultou na apreensão de 20 toneladas de alimentos impróprios.<br /><br />Seis trabalhadores de origem venezuelana foram resgatados em situação análoga à escravidão dentro de uma fábrica de alimentos situada na Zona Leste de Manaus. O resgate foi realizado pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM), na terça-feira (14), como parte da Operação Alforria, que também resultou na apreensão de alimentos impróprios para consumo.<br /><br />Os homens foram encontrados em um galpão frigorífico no bairro Mauazinho. No momento da operação, eles estavam trancafiados sem acesso à água potável ou banheiro.<br /><br />No local, as autoridades constataram que os trabalhadores eram obrigados a adulterar produtos alimentícios impróprios para consumo, para serem revendidos clandestinamente em mercados de médio porte da capital.<br /><br />Foram apreendidos alimentos industrializados como carne para hambúrguer, salsicha e outros tipos de processados, totalizando aproximadamente 20 toneladas de alimentos impróprios. A mercadoria será descartada.<br /><br />Conforme o delegado Cícero Túlio, titular do 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP), as investigações começaram há três semanas, após a apreensão de produtos com sinais de adulteração durante uma ação de fiscalização da Vigilância Sanitária.<br /><br />A apuração policial revelou que um empresário de 56 anos era o responsável pelo esquema criminoso. Ele comprava produtos vencidos de grandes supermercados de Manaus sob a falsa alegação de descarte.<br /><br />Em seguida, o homem levava os produtos para o galpão, onde obrigava os estrangeiros a adulterarem as datas de validade para serem revendidos clandestinamente.<br /><br />O suspeito foi autuado em flagrante pelos crimes de redução à condição análoga à de escravo, falsificação, corrupção e adulteração de substâncias ou produtos alimentícios. Após os procedimentos cabíveis, ele ficará à disposição da Justiça.<br /><br />Até o fechamento da matéria, a Polícia Civil não informou os procedimentos tomados com os trabalhadores resgatados.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: G1 AM</p>
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