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	<title>Alimentação - Portal NDC</title>
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	<title>Alimentação - Portal NDC</title>
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		<title>Mudanças no vale-alimentação ajudam a combater inflação , diz Abras</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mudancas-no-vale-alimentacao-ajudam-a-combater-inflacao-diz-abras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 17:26:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[vale-alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[Decreto do presidente traz novas regras sobre funcionamento do sistema A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) considerou como “um marco histórico” o novo decreto do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), assinado nesta terça-feira (11) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com a entidade, o decreto torna o...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Decreto do presidente traz novas regras sobre funcionamento do sistema</p>
<p>A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) considerou como “um marco histórico” o novo decreto do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), assinado nesta terça-feira (11) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De acordo com a entidade, o d<strong>ecreto torna o programa mais justo, eficiente e acessível, “beneficiando diretamente o trabalhador brasileiro e fortalecendo toda a cadeia de abastecimento de alimentos”.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1667287&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1667287&amp;o=node" /></p>
<p>Em nota, a entidade diz que as mudanças propostas no programa, que trata do vale-alimentação e vale-refeição pagos aos trabalhadores, &#8220;eliminam cobranças abusivas e “penduricalhos” que elevavam os custos para o varejo e, consequentemente, para o consumidor”.</p>
<p>Entre as novidades, o decreto estabelece limites para taxas cobradas pelas operadoras: a taxa máxima dos estabelecimentos (MDR) será de 3,6%, e a tarifa de intercâmbio terá teto de 2%. Também reduz o prazo de repasse dos valores aos estabelecimentos para até 15 dias corridos, e determina que, em até 360 dias, qualquer cartão do programa funcione em qualquer maquininha de pagamento — medida que garante interoperabilidade entre bandeiras.</p>
<p>De acordo com a Abras, o novo decreto dará mais previsibilidade ao setor, diminuirá a intermediação, e “colocará mais comida na mesa do trabalhador”. A entidade ressaltou ainda que o <strong>novo PAT é uma medida de combate à inflação e de estímulo à concorrência</strong>. </p>
<blockquote>
<p>“Com custos menores e prazos mais curtos, todo comércio poderá aceitar o voucher alimentação e refeição, fortalecendo o pequeno varejo e ampliando o acesso da população. O resultado será uma cesta básica mais barata e um sistema mais justo para todos”, disse o presidente da entidade, João Galassi.</p>
</blockquote>
<h2>&gt;&gt; Veja as mudanças nas regras do sistema de vale-alimentação e vale-refeição:</h2>
<p><strong>Limites máximos para as taxas cobradas pelas operadoras:</strong></p>
<ul>
<li>A taxa cobrada dos estabelecimentos (MDR) não poderá ultrapassar 3,6%. A tarifa de intercâmbio terá teto de 2%, sendo vedada qualquer cobrança adicional. As empresas terão 90 dias para se adequar a essas regras.</li>
</ul>
<p><strong>Interoperabilidade plena entre bandeiras:</strong></p>
<ul>
<li>Em até 360 dias, qualquer cartão do programa deverá funcionar em qualquer maquininha de pagamento, com a implantação da interoperabilidade plena entre bandeiras. Essa medida amplia a liberdade de escolha de empresas, trabalhadores e estabelecimentos.</li>
</ul>
<p><strong>Redução do prazo de repasse financeiro:</strong></p>
<ul>
<li>O repasse aos estabelecimentos deverá ocorrer em até 15 dias corridos após a transação — norma que entra em vigor em até 90 dias.  Atualmente, restaurantes e similares recebem os valores 30 dias após as transações.</li>
</ul>
<p><strong>Abertura dos arranjos de pagamento:</strong></p>
<ul>
<li>Sistemas com mais de 500 mil trabalhadores deverão ser abertos em até 180 dias, de maneira que quaisquer facilitadoras que observarem as regras da bandeira poderão participar do arranjo. Isso amplia a concorrência e reduz a concentração de mercado, uma vez que, no arranjo fechado, as funções de instituidor, emissor e credenciador podem ser exercidas pela mesma empresa.</li>
</ul>
<p><strong>Regras de proteção:</strong></p>
<ul>
<li>Proibição de práticas comerciais abusivas, como deságios, descontos, benefícios indiretos, prazos incompatíveis com repasses pré-pagos e vantagens financeiras não relacionadas à alimentação. Essas regras têm vigência imediata, assim como a obrigação das empresas beneficiárias de orientar os trabalhadores e cumprir todas as normas do programa.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Maioria dos trabalhadores leva marmita para o trabalho, diz estudo</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/maioria-dos-trabalhadores-leva-marmita-para-o-trabalho-diz-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 19:25:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aberc]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Marmita]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhadores]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Maioria dos trabalhadores leva marmita para o trabalho, diz estudo A maior parte dos trabalhadores brasileiros (56% do total) leva marmita ou um lanche para se alimentar no ambiente de trabalho. Pesquisa Panorama da Alimentação no Trabalho foi realizada pelo Instituto QualiBest e encomendada pela Sapore, multinacional brasileira de serviços...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Maioria dos trabalhadores leva marmita para o trabalho, diz estudo</p>
<p>A maior parte dos trabalhadores brasileiros (56% do total) leva marmita ou um lanche para se alimentar no ambiente de trabalho. Pesquisa Panorama da Alimentação no Trabalho foi realizada pelo Instituto QualiBest e encomendada pela Sapore, multinacional brasileira de serviços de alimentação e facilities. Desse total apontado pelo estudo, 42% disseram levar marmita para o trabalho.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1617799&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1617799&amp;o=node" /></p>
<p>Os demais 14%, levam lanches ou salgados. O <a href="https://sapore.com.br/pesquisa/" target="_blank" rel="noopener">estudo</a>, que ouviu 816 pessoas de todas as regiões do país, foi apresentado ontem (30), durante o 2º Seminário Aberc (Associação Brasileira de Refeições Coletivas), realizado na capital paulista. Para esta pesquisa, os trabalhadores puderam escolher mais de uma opção.</p>
<p>De acordo com o estudo, outros 31% dos entrevistados afirmaram comprar marmitas ou lanches na rua, 28% disseram utilizar o vale refeição/alimentação, 21% os restaurantes corporativos e 7% respondeu que não se alimenta no ambiente de trabalho.</p>
<p>Levantamento teve como foco entender como se dá a alimentação dos trabalhadores em restaurantes corporativos. E apontou que 87% dos entrevistados consideram o restaurante corporativo um grande benefício para o trabalhador.</p>
<p>Segundo a Aberc, o setor de refeições coletivas movimenta mais de R$ 21 bilhões na economia brasileira a cada ano, alimentando mais de 37 milhões de pessoas em empresas, hospitais e instituições de ensino públicas e privadas.</p>
<h2>Gastos</h2>
<p>A pesquisa mostrou também que 45% dos trabalhadores brasileiros gastam entre R$ 220 e R$ 440 por mês para se alimentar no trabalho. Outros 18% responderam que gastam entre R$ 450 e R$ 660 e 23% declarou que não gasta porque tem acesso a restaurantes corporativos.</p>
<h2>Arroz e feijão</h2>
<p>O levantamento mostrou que o chamado prato feito, composto por arroz, feijão, proteína e acompanhamento é a preferência de 77% dos trabalhadores. Isso demonstra, segundo o estudo, a busca do trabalhador por uma alimentação equilibrada.</p>
<p>Apesar da preferência pelo arroz e feijão, a curiosidade pode levar o brasileiro a se arriscar. Quando perguntados sobre qual a opinião de ter à disposição pratos temáticos &#8211; tais como comida oriental, italiana ou mineira &#8211; 72% dos usuários de restaurantes corporativos disseram que seria ótimo, pois poderiam conhecer outros tipos de culinária.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Não lavar e descongelar do jeito certo: podcast dá dicas de como evitar contaminações com o frango</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/nao-lavar-e-descongelar-do-jeito-certo-podcast-da-dicas-de-como-evitar-contaminacoes-com-o-frango/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Nov 2022 12:38:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Frango]]></category>
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					<description><![CDATA[O frango é a carne mais consumida pelos brasileiros: em 2021, o consumo chegou a 45,7 kg por pessoa, o maior em três décadas. Os dados são da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Mas um alimento tão presente na mesa nem sempre é manipulado da forma correta na cozinha....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O frango é a carne mais consumida pelos brasileiros: em 2021, o consumo chegou a 45,7 kg por pessoa, o maior em três décadas. Os dados são da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).<br /><br />Mas um alimento tão presente na mesa nem sempre é manipulado da forma correta na cozinha. Em entrevista ao podcast &#8220;De onde vem o que eu como&#8221;, a nutricionista Lara Natacci deu dicas para evitar contaminações durante o preparo. Ela também ensinou receitas para variar o consumo deste tipo de carne. Ouça no podcast e, depois, veja algumas orientações:</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="7" data-block-id="8">
<div class="content-intertitle">
<h2>Não lave o frango antes de cozinhar</h2>
</div>
<p>A nutricionista Lara Natacci explica que,<span class="highlight highlighted"> ao lavar o frango, a água pode respingar em outros alimentos</span>: &#8220;Se tiver alguma contaminação, a gente espalha pela cozinha inteira&#8221;, alerta.</p>
</div>
<div id="chunk-aill9">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Outra dica é <span class="highlight highlighted">separar uma faca específica para o corte do frango</span>, sem usar o utensílio em outros alimentos durante o preparo. Também é importante <span class="highlight highlighted">usar uma tábua de vidro ou de plástico, e não de madeira</span>.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9qstm">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O motivo é que as tábuas de madeira acumulam líquidos e, com isso, provocam a proliferação de fungos e bactérias. &#8220;E sempre<span class="highlight highlighted"> lavar as mãos entre um preparo e outro</span>&#8220;, completa a nutricionista.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-eeofa">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="12">
<div class="column medium-22 large-20 medium-centered content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/2laIGHLq3cj-PzU5LwzOwWztYpM=/0x0:6720x4480/1008x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/l/0/1unbTgQPSWeS6uyGMHOA/frango-assado-2-.jpg" alt="Peito do frango tem menos gordura que a coxa e a sobrecoxa, mas preparo exige cuidados na cozinha. — Foto: Pexels/ Karolina Grabowska" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Peito do frango tem menos gordura que a coxa e a sobrecoxa, mas preparo exige cuidados na cozinha. — Foto: Pexels/ Karolina Grabowska</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="14">
<div class="content-intertitle">
<h2>Cuidados ao congelar e descongelar</h2>
</div>
<p>Para congelar, são duas opções: fazer isso com o frango já cozido e temperado &#8211; logo que ficar pronto &#8211; ou cru, assim que você chegar do mercado.</p>
</div>
<div id="chunk-98ttu">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="51" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para descongelar, a nutricionista explica que é melhor <span class="highlight highlighted">tirar do congelador e deixar dentro da geladeira, e não em cima da pia</span>. E não se esqueça<span class="highlight highlighted"> de colocar a embalagem do frango em um prato fundo, para evitar que o gelo derretido se espalhe e entre em contato com outros alimentos.</span></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Foto: Unsplash/JK Sloan</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*g1</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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