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	<title>ALEXANDRE PADILHA - Portal NDC</title>
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	<title>ALEXANDRE PADILHA - Portal NDC</title>
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		<title>Brasil já tem 127 casos suspeitos de intoxicação de metanol, diz ministro da Saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Oct 2025 14:45:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ALEXANDRE PADILHA]]></category>
		<category><![CDATA[destilados]]></category>
		<category><![CDATA[metanol]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Alexandre Padilha recomendou que a população evite bebidas alcoólicas nos próximos dias, principalmente que estejam em garrafas de destilados fechadas com roscas O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, informou neste sábado (4) que há 127 casos de intoxicação de metanol no país até o momento. Segundo ele, não houve crescimento no número de confirmados e, sim, de suspeitos. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-897674425" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Alexandre Padilha recomendou que a população evite bebidas alcoólicas nos próximos dias, principalmente que estejam em garrafas de destilados fechadas com roscas</p>
<p>O ministro da Saúde, <strong>Alexandre Padilha</strong>, informou neste sábado (4) que há 127 casos de intoxicação de <strong>metanol</strong> no país até o momento. Segundo ele, não houve crescimento no número de confirmados e, sim, de suspeitos. Já há casos em 12 Estados, segundo o ministro, que está em Teresina, no <strong>Piauí</strong>.</p>
<p>O ministro recomendou que a população evite <strong>bebidas alcoólicas</strong> nos próximos dias, principalmente que estejam em garrafas de destilados fechadas com roscas.</p>
<p>“Nossa recomendação é evitar bebidas destiladas, sobretudo aquelas que a garrafa é feita com a rosca”, disse Padilha, afirmando que ainda não foram identificados casos de adulteração em bebidas alcoólicas vendidas em latas ou em garrafas com tampas metálicas.</p>
<p>“É um produto de lazer, não faz parte da cesta básica, de necessidade. Então evite risco no seu momento de lazer.” Para ele, o “momento é de atenção e não de pânico”.</p>
<p>O ministro também anunciou medidas tomadas pelo governo para enfrentar os casos de intoxicação, que têm se espalhado pelo<strong> Brasil</strong>. Padilha afirmou que existem 604 farmácias de manipulação capazes de produzir o etanol farmacêutico, substância usada como antídoto nesses casos, com devida recomendação médica.</p>
<p>Ele afirmou que foram adquiridas 12 mil ampolas da substância pelo governo, que serão distribuídas para os Centros de Referência de Toxicologia espalhados pelo país.</p>
<p>Padilha também informou que o governo adquiriu 2.500 tratamentos de Fomepizol, outro antídoto para o metanol, por meio da Organização Pan-Americana de Saúde. Segundo ele, os medicamentos chegarão ao longo da próxima semana.</p>
<p>Aos profissionais de saúde da rede pública e privada, a recomendação do ministro é de que façam a notificação imediata já na primeira suspeita clínica de intoxicação. Ao registrar o caso, o Centro de Referência de Toxicologia do Estado passa a oferecer suporte técnico para a condução adequada, orientando sobre o cumprimento do protocolo do Ministério da Saúde.</p>
<p>Isso inclui checar acidose metabólica, garantir hidratação, monitorar a função cardíaca e iniciar todas as condutas indicadas, como o uso de etanol farmacêutico. A notificação precoce, mesmo em casos suspeitos, também é fundamental para rastrear onde a bebida foi consumida e identificar rapidamente o local de aquisição, auxiliando na resposta sanitária, explicou Padilha.</p>
<p>O metanol é usado como matéria-prima para combustíveis e é impróprio para consumo humano, mas estaria sendo utilizado na falsificação de bebidas alcoólicas. Em forma pura, ele tem gosto levemente adocicado e alcoólico, parecido com o etanol, e não tem odor forte característico. Em destilados com 30% ou 40% de teor alcoólico, não é perceptível no sabor.</p>
<h3>Metanol: quais cuidados tomar?</h3>
<ul>
<li>Verificar a origem do produto, certificando-se de que o lacre da embalagem esteja intacto;</li>
<li>Desconfiar de preços muito abaixo do mercado e pontos de venda informais;</li>
<li>Verificar as embalagens e recusar aquelas com rótulo mal impresso ou com erros. Além de ausência de CNPJ, lote ou data de validade;</li>
<li>Ficar atento a características atípicas na bebida, como odores estranhos, cores e consistência incomuns;</li>
<li>Ao notar alguma diferença, não fazer testes caseiros como cheirar, provar ou tentar queimar a bebida. Essas práticas não são seguras nem conclusivas;</li>
<li>Em bares e restaurantes, se houver alguma desconfiança, vale pedir que o garçom sirva a bebida na frente do consumidor.</li>
</ul>
<p>Embora sintomas como náuseas e vômitos possam ser confundidos com os de uma ressaca comum, eles costumam se manifestar de forma mais intensa. Caso sinta algum sinal, procure atendimento médico imediatamente.</p>
<div class="list-related-posts"><em>Fonte: Jovem Pan</em></div>
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		<title>Lula se reúne com membros do Brics e não pretende irritar Trump</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lula-se-reune-com-membros-do-brics-e-nao-pretende-irritar-trump/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 13:50:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[ALEXANDRE PADILHA]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
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					<description><![CDATA[Principal objetivo do encontro é a defesa do multilateralismo, uma resposta direta às tarifas impostas pelos Estados Unidos, mas, não deve haver uma declaração conjunta dos membros Na manhã desta segunda-feira (8), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa de uma importante reunião por videoconferência com os países que compõem o grupo BRICS: Brasil, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2625406055" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Principal objetivo do encontro é a defesa do multilateralismo, uma resposta direta às tarifas impostas pelos Estados Unidos, mas, não deve haver uma declaração conjunta dos membros<br /><br />Na manhã desta segunda-feira (8), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa de uma importante reunião por videoconferência com os países que compõem o grupo BRICS: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Este encontro, agendado para as 9 horas, foi convocado pelo governo brasileiro, que atualmente preside o bloco. O principal objetivo da reunião é a defesa do multilateralismo, uma resposta direta às tarifas impostas pelos Estados Unidos de Donald Trump. Brasil e Índia, em particular, têm enfrentado taxas de 50% sobre a maioria de seus produtos exportados para o mercado norte-americano, o que tem gerado preocupações econômicas significativas.<br /><br />Durante a reunião, o presidente Lula deve destacar a importância de fortalecer as parcerias comerciais entre os países do BRICS. A China já se estabeleceu como o principal parceiro comercial do Brasil, e há planos ambiciosos para aumentar o comércio com a Índia para 20 bilhões de dólares até 2030. A expectativa é que outros países do bloco também busquem ampliar suas relações comerciais, promovendo um ambiente de cooperação mútua. Após a declaração inicial de Lula, os chefes de estado e representantes dos demais países terão a oportunidade de se pronunciar. No entanto, não está prevista uma declaração oficial conjunta, uma estratégia para evitar tensões adicionais com os Estados Unidos, especialmente em meio ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, que está em sua fase final.<br /><br />Além da reunião com o BRICS, a agenda do presidente Lula inclui encontros com Fernando Haddad, ministro da Fazenda, e Alexandre Padilha, ministro da Saúde. O Palácio do Planalto deve divulgar uma nota para a imprensa brasileira, mas sem uma declaração oficial do bloco.<br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<title>Em busca de acordo, governo adia por mais 90 dias entrada em vigor de portaria que restringe trabalho aos feriados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Feb 2024 20:32:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ALEXANDRE PADILHA]]></category>
		<category><![CDATA[LUIZ MARINHO]]></category>
		<category><![CDATA[MINISTÉRIO DO TRABALHO]]></category>
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					<description><![CDATA[Este é o segundo adiamento da portaria sobre trabalho no comércio aos feriados. Publicação da medida no fim de 2023 provocou forte reação de empresários e do Congresso. O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou nesta terça-feira (27) que o governo decidiu adiar por mais 90 dias a entrada em vigor de uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2444767766" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Este é o segundo adiamento da portaria sobre trabalho no comércio aos feriados. Publicação da medida no fim de 2023 provocou forte reação de empresários e do Congresso.<br /><br />O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou nesta terça-feira (27) que o governo decidiu adiar por mais 90 dias a entrada em vigor de uma portaria que restringe o trabalho no comércio aos feriados.<br /><br />Com isso, as regras que passariam a valer na próxima sexta-feira (1º) ficam suspensas até junho. Enquanto isso, o Ministério do Trabalho tenta costurar um acordo com empregados e donos de comércio sobre o tema. Este é o segundo adiamento da portaria <br /><br />“Nós temos certeza de que as partes chegarão a um texto que contemplará o funcionamento do nosso comércio na sua plenitude, respeitando sempre o direito às negociações, o direito dos empregados e protegendo cada trabalhador”, disse Luiz Marinho, em nota.<br />A decisão de adiar a norma foi tomada em reunião com o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, representantes sindicais e das frentes parlamentares do Comércio e Serviços e do Empreendedorismo.<br /><br />O governo havia anunciado que publicaria uma nova portaria para estabelecer uma lista de comércios que poderiam funcionar nos feriados, sem a necessidade de autorização em acordo coletivo de trabalho.<br /><br />“Há um entendimento entre as bancadas de trabalhadores e empregadores que será encaminhado ao governo em portaria, [&#8230;] de quais atividades que estão excepcionalizadas e quais atividades que têm a obrigatoriedade de ter convenção coletiva para funcionar aos feriados”, disse o ministro na ocasião.<br />Portaria polêmica<br />Em novembro do ano passado, o governo publicou uma portaria restringindo o funcionamento do comércio aos feriados.<br /><br />A portaria, divulgada no Diário Oficial da União (DOU) em 13 de novembro de 2023, foi uma tentativa, segundo o ministro Luiz Marinho, de invalidar &#8220;uma portaria inconstitucional assinada em 2021&#8221;, que tornava o trabalho aos feriados isento de aprovação dos sindicatos.<br /><br />De acordo com a Lei 10.101/2000, que regulamenta o comércio, o trabalho aos feriados é permitido desde que seja “autorizado em convenção coletiva de trabalho e observada a legislação municipal”.<br /><br />A nova regra, restringindo o trabalho aos feriados, entraria em vigor a partir de 1° de janeiro de 2024, mas, antes disso, foi alvo de polêmica por parte de setores da economia e de parlamentares.<br /><br />Logo após a edição da portaria em novembro, a Câmara dos Deputados aprovou em plenário a urgência de um projeto de lei que barrasse a medida assinada pelo Ministério do Trabalho.<br /><br />A justificativa usado pelo relator do projeto, Luiz Gastão (PSD-CE), foi de que a proibição do trabalho aos feriados interferiria diretamente na manutenção de empregos e na arrecadação de impostos, essenciais para o financiamento de políticas públicas.<br /><br />No dia seguinte à reação, em 22 de novembro, Marinho se reuniu com representantes dos setores trabalhistas e optou por reformular a portaria e publicar um novo texto até março de 2024. Durante essa reunião também ficou acordado que o ministério iria criar uma mesa tripartite para discutir o assunto.<br /><br /><br /></p>
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<p>Fonte: G1</p>
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