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	<title>Ailton Krenak - Portal NDC</title>
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	<title>Ailton Krenak - Portal NDC</title>
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		<title>Ailton Krenak faz história ao se tornar o primeiro indígena eleito para a Academia Brasileira de Letras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Oct 2023 02:51:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Ailton Krenak]]></category>
		<category><![CDATA[criador de um centro de estudos indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[obras traduzidas em 13 países]]></category>
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		<category><![CDATA[União das Nações Indígenas]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro indígena a ingressar na Academia Brasileira de Letras, Ailton Krenak foi eleito na tarde desta quinta-feira (5). O ambientalista, filósofo e líder indígena será o sétimo ocupante da cadeira número 5, que já pertenceu a Rachel de Queiróz. Krenak teve suas obras traduzidas em 13 países, mas o autor não tem o hábito [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3479086371" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>O primeiro indígena a ingressar na Academia Brasileira de Letras, Ailton Krenak foi eleito na tarde desta quinta-feira (5). O ambientalista, filósofo e líder indígena será o sétimo ocupante da cadeira número 5, que já pertenceu a Rachel de Queiróz.</p>
<p>Krenak teve suas obras traduzidas em 13 países, mas o autor não tem o hábito de escrever. A narrativa de Ailton Krenak segue a tradição indígena da oralidade, em que o conhecimento é transmitido utilizando a voz.</p>
<p>Segundo sua editora, todas as obras de Krenak, são transcrições de entrevistas, conversas e discursos feitos por ele.</p>
<p><em>“A linguagem dele é uma beleza e a academia está muito feliz de reconhecer, valorizar a cultura indígena da qual o Krenak é um representante importantíssimo. Então isso para a academia é a reafirmação da nossa vontade de termos a maior representatividade possível da cultura brasileira aqui dentro”,</em> disse Merval Pereira.</p>
<h3>Trajetória</h3>
<p>Ailton Alves Lacerda Krenak nasceu em Itabirinha, em Minas Gerais, na região do Vale do Rio Doce. Saiu dali ainda adolescente para morar no Paraná, onde se tornou produtor gráfico e jornalista. Foi um jovem militante. Nos anos 1970, participou da criação da União das Nações Indígenas, primeiro movimento de expressão nacional, que enfrentou resistência da ditadura militar.</p>
<div id="attachment_31083" style="width: 994px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-31083" class="size-full wp-image-31083" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2023/10/globo-canal-4-20231005-2000-frame-118501-2.webp" alt="" width="984" height="554" /><p id="caption-attachment-31083" class="wp-caption-text">Eleito para Academia Brasileira de Letras, indígena Ailton Krenak não tem hábito de escrever; entenda. Foto: Reprodução/TV Globo</p></div>
<p>Ailton Krenak teve papel decisivo na Assembleia Constituinte, e protagonizou um dos momentos mais emocionantes, quando subiu à tribuna para defender o direito à terra e o respeito às populações indígenas.</p>
<p>É criador de um centro de estudos indígenas e com frequência é convidado para dar palestras dentro e fora do Brasil. Recebeu os títulos de doutor honoris causa das universidades de Brasília e de Juiz de Fora.</p>
<p>Em busca de peças da história de seu povo, Krenak esteve na Rússia e encontrou objetos do povo Krenak levados em uma expedição, em 1912.</p>
<blockquote><p>“Foi forte pra mim o impacto de chegar lá no museu e ver um baú de coisas levadas aqui do brasil e que ficaram durante muito tempo sem trânsito entre o Brasil, sem a gente saber o que tinha lá. A coisa mais importante que a gente encontrou foram as anotações do viajante sobre a língua krenak que ainda pode ser útil para quem trabalha com a língua krenak nas aldeias, nas escolas”, contou no documentário Ailton Krenak e o Sonho da Pedra.</p></blockquote>
<p>Recentemente, voltou a morar na aldeia Krenak, em Minas Gerais. Foi ali, às margens do Rio Doce, poluído pelo rompimento da barragem da mineradora Samarco, em 2015, que ele gravou essa entrevista para o programa Conversa com Bial:</p>
<p><em>“Para mim, a água é uma entidade, não é um recurso. Quando ouço falar que a água é um recurso natural, falo: ainda não entenderam nada. Ele tem uma função maravilhosa que dispensa nosso senso de utilidade. mesmo que a gente não use nada do corpo da água, ele está fazendo um serviço essencial para o planeta”.</em></p>
<p>Defensor incansável do meio ambiente e crítico da sociedade de consumo, costuma lotar auditórios e feiras onde lançou algumas de suas obras de maior sucesso. Livros como &#8220;O amanhã não está à venda&#8221; e &#8220;Ideias para adiar o fim do mundo&#8221;.</p>
<p><em>“É importante que esse pensamento dos indígenas possa estar presente no nosso pensamento plural. Pensar o país com diversidade cultural”,</em> disse Krenak durante feito de livros em Santa Catarina em junho de 2023.</p>
<p>Em 2020, Krenak conquistou o prêmio Juca Pato de intelectual do ano concedido pela União Brasileira dos Escritores. Em 2023, lançou o livro &#8220;Um rio um pássaro&#8221;, que narra a sua jornada por terras indígenas nos anos de 1980 e 1990. Ele também está presente na internet onde entrevista pensadores deitado numa rede.</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Festival de Teatro da Amazônia celebra a diversidade cultural com identidade visual inspirada no futuro ancestral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Sep 2023 19:45:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Ailton Krenak]]></category>
		<category><![CDATA[Auá Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[Fetam]]></category>
		<category><![CDATA[FTA]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; O Festival de Teatro da Amazônia (FTA), que acontece de (7) a (15) de outubro, apresenta a identidade visual da 17ª edição com assinatura da artista amazonense Auá Mendes, que atua como designer gráfica, ilustradora 2D, muralista e graffiti artist. Auá destaca que se inspirou no livro “Futuro Ancestral”, de Ailton Krenak, para criar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2527067236" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>&nbsp;</p>
<p>O Festival de Teatro da Amazônia (FTA), que acontece de (7) a (15) de outubro, apresenta a identidade visual da 17ª edição com assinatura da artista amazonense Auá Mendes, que atua como designer gráfica, ilustradora 2D, muralista e graffiti artist.</p>
<p>Auá destaca que se inspirou no livro “Futuro Ancestral”, de Ailton Krenak, para criar os elementos a partir da cultura indígena, ribeirinha e negra. A artista conta que construiu a imagem de personagens e pontos que, de certo modo, falam muito sobre Manaus, numa reflexão sobre o futuro ancestral.</p>
<p>“Eu tirei do livro a frase ‘Os rios, esses seres que sempre habitaram os mundos em diferentes formas, são quem me sugerem que, se há futuro a ser cogitado, esse futuro é ancestral, porque já estava aqui’ e esse foi o guia de direcionamento”, comenta a designer.</p>
<p>”Quero trazer esse direcionamento de raízes, entendendo que a ancestralidade é o guia para o futuro. Essa conexão dos rios, do território, são guias direcionais do pensamento sobre a importância e a necessidade do Festival de Teatro da Amazônia”, acrescenta Auá Mendes.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-30748" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2023/09/fc8f064f-f034-4c89-b829-c3caa9a0c79c.jpg" alt="" width="474" height="672" /></p>
<p>O presidente da Federação de Teatro do Amazonas (Fetam), Cleber Ferreira, explica que, este ano, a Fetam vem com personagens para expressar a cara da Amazônia, entre eles artistas 60+ que fazem teatro no Amazonas e estão há muito tempo no cenário cultural. Segundo ele, a trajetória de Auá Mendes é inspiradora e a proposta é que a identidade visual do festival represente toda essa força e diversidade que existe na região.</p>
<p>“A identidade do FTA traz um dos maiores símbolos do teatro brasileiro, com a representação da cúpula do Teatro Amazonas e a interculturalidade dos povos que vivem hoje na Amazônia, através das personagens que trazem os e as artistas que fazem parte dos povos indígenas, que são negras e negros, brancos, jovens, adultos, que tem mais de 60 anos e nos honram em cena. Isso tudo está representado no trabalho de Auá”, pontua Cleber Ferreira.</p>
<h3>Artista</h3>
<p>Amazonense radicada em São Paulo há três anos, Auá Mendes integra a equipe do Museu das Culturas Indígenas, na capital paulista.</p>
<p>“O que eu levo do Amazonas para os meus trabalhos é a minha essência, que se construiu na minha infância, na minha adolescência e no início da minha fase adulta. A minha essência é muito presente nesse território, a maioria dos meus trabalhos reflete muito sobre a minha vida em Manaus”, afirma Auá.</p>
<p>Em 2020, a artista fez parte da equipe de júri do evento Feminists Generation Movements and Moments de História em Quadrinho, realizado pelo Instituto Goeth Indonésia, e, no mesmo ano, participou de exposição internacional coletiva Fúria Tropical, realizada pelo Instituto Oyoun Berlin.<br />
A artista já foi convidada pela World Wide Fund for Nature (WWF) para exposição coletiva do Dia da Terra e pela Marsha Coletividade Trans de SP para exposição coletiva em Centro Cultural de São Paulo.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-30748" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2023/09/fc8f064f-f034-4c89-b829-c3caa9a0c79c.jpg" alt="" width="474" height="672" /></p>
<h3>FTA</h3>
<p>O Festival de Teatro da Amazônia é viabilizado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet, via Ministério da Cultura, apresentado pela Nubank é organizado pela Federação de Teatro do Amazonas (Fetam), com apoio da Weg e do Governo do Amazonas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa.</p>
<p>O Festival de Teatro da Amazônia traz 30 espetáculos na programação deste ano, são 15 na mostra Jurupari, 10 na mostra Ednelza Sahdo e cinco obras convidadas, além de concurso de dramaturgia, rodas de conversa, oficinas, vivências na periferia e projeto de mediação.</p>
<p>Até segunda-feira (25), os editais de seleção dos espetáculos para a mostra competitiva Jurupari e mostra não competitiva Ednelza Sahdo estão disponíveis no link <a href="https://linktr.ee/FETAM" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">https://linktr.ee/FETAM</a>.</p>
<p>A estimativa é receber mais de 200 inscrições, de diferentes regiões do Brasil, especialmente coletivos e artistas da Amazônia. O resultado vai ser divulgado no site da Fetam (www.fetam.com.br), no dia 29 de setembro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com informações da assessoria</p>
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