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	<title>agressões - Portal NDC</title>
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		<title>Babá agredida se emociona ao relembrar sobre agressão vivenciada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Aug 2023 16:14:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agressões]]></category>
		<category><![CDATA[babá agredida por vizinhos]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[No dia (20), o Fantástico mostrou imagens de uma babá sendo espancada por moradores do condomínio onde ela trabalha em Manaus e, após a grande repercussão, conversou com Cláudia Gonzaga Lima e o patrão dela, o advogado Ygor Colares, que acabou baleado ao tentar ajudá-la. Os autores das agressões, a professora de educação física Jussana [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1716447158" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>No dia (20), o Fantástico mostrou imagens de uma babá sendo espancada por moradores do condomínio onde ela trabalha em Manaus e, após a grande repercussão, conversou com Cláudia Gonzaga Lima e o patrão dela, o advogado Ygor Colares, que acabou baleado ao tentar ajudá-la.</p>
<p>Os autores das agressões, a professora de educação física Jussana Machado e o marido dela, o policial civil Raimundo Nonato, estão presos.</p>
<blockquote><p>&#8220;Eu só senti quando ela me empurrou. Quando eu me virei, eu já fui apanhando literalmente, né? Ela já foi me batendo, me dando socos. Eu não tive nem chance de defesa. Eu me sinto humilhada, é assim que eu me sinto&#8221;, emociona-se a babá ao relembrar o que sofreu.</p></blockquote>
<p>Cláudia é babá do filho de 2 anos de Ygor, que se mudou para o condomínio onde tudo aconteceu com a família há três anos e é vizinho de porta do casal agressor. Ele afirma que, até o dia da primeira queixa dos vizinhos contra Cláudia, em julho, nunca tinha tido problemas.</p>
<p>&#8220;O Nonato e a Jussana me procuraram semanas antes de todo esse ocorrido, alegando que a Cláudia estava fazendo fofoca sobre eles no condomínio. A Cláudia negou qualquer ato de fofoca e eles ficaram irritados. Eles gostariam que eu demitisse a Cláudia&#8221;, conta.</p>
<p>Antes da agressão, dois episódios já haviam ocorrido entre o casal e a babá no condomínio. Após o segundo, Ygor foi à polícia com Cláudia e registrou queixa por ameaça, injúria e ofensas contra a babá. Ao saber pelo advogado disso, Jussana também registrou um B.O, alegando que teria sido ameaçada de morte por Ygor.</p>
<blockquote><p>“Nunca a ameacei. Não faz parte da minha índole esse tipo de conduta”, garante ele, que se emociona ao relembrar o que passou, &#8220;Se eu não tivesse aparecido ali, eu não sei o que teria acontecido mais com a Cláudia. Eu me senti na obrigação de defender a Claudia naquele momento, mesmo sabendo que ele podia estar armado ali. Eu diria que foi o pior momento da minha vida&#8221;.</p></blockquote>
<p>&#8220;A única hipótese que nós conseguimos enxergar diante do quadro, das testemunhas das situações anteriores, é que havia uma nítida discriminação contra a senhora Cláudia pela condição social, socioeconômica dela, em ser uma babá&#8221;, diz Josemar Berçot, advogado de Ygor e Cláudia.</p>
<p>A defesa dos agressores nega que a motivação tenha sido por preconceito e afirma que o tiro não foi proposital.</p>
<p>&#8220;O motivo dos fatos não tem nada a ver com discriminação. Foi a respeito dessa confusão que já havia entre as duas. A violência, nesse caso, ela é injustificável, não tem justificativa para a forma como eles agiram. Mas o disparo foi acidental&#8221;, afirma Arthur da Costa Ponte, advogado de Raimundo e Jussana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: G1</p>
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		<title>Criança sofre inúmeras agressões e posta vídeo nas redes sociais pedindo ajuda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Aug 2023 17:20:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[agressões]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Horizonte.]]></category>
		<category><![CDATA[criança de 12 anos]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[mãe com transtorno de bipolaridade]]></category>
		<category><![CDATA[pedido de ajuda]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma criança, de apenas 12 anos, criou uma conta em uma rede social para denunciar agressões feitas pela própria mãe (39), na casa em que ele morava, no bairro Nova Cachoeirinha, na região Nordeste de Belo Horizonte. As imagens foram publicadas na última sexta-feira (18), três dias após as agressões, e foram retiradas do circuito [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-287416572" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Uma criança, de apenas 12 anos, criou uma conta em uma rede social para denunciar agressões feitas pela própria mãe (39), na casa em que ele morava, no bairro Nova Cachoeirinha, na região Nordeste de Belo Horizonte.</p>
<p>As imagens foram publicadas na última sexta-feira (18), três dias após as agressões, e foram retiradas do circuito interno de segurança da residência. Nelas, é possível ver a mulher atacando o garoto.</p>
<blockquote><p>“Minha mãe nesse dia quase me matou. Ela me jogou no chão, bati minha cabeça. Ela arrombou o portão da minha vó só pra tentar me matar. Meu tio e minha vó, se quiserem me ajudar, me mandem para outras pessoas”, escreveu a criança na postagem com o vídeo, que foi excluída pelo menino.</p></blockquote>
<p>A vítima vivia na casa da avó com um tio, que ajudava a cuidar da criança. No último dia (15), a mulher, diagnosticada com transtorno de bipolaridade, foi até o imóvel, arrombou o portão e o agrediu. O tio entrou na briga para defender a criança. Ele acabou sendo detido por causa das agressões, e a mulher precisou ser internada no Hospital Odilon Behrens. Essa foi a última vez que a suspeita foi vista.</p>
<p>A avó da criança, Eliane Mary Gonçalves (59), conta que a criança estava cansada de ser agredida e, por isso, optou por denunciar nas redes sociais.</p>
<blockquote><p>“Ele andava muito nervoso com tudo isso. Fomos em vários órgãos, Polícia, Conselho Tutelar e outros e nenhum resolvia. Aí ele optou por postar os vídeos na internet, para ver se conseguia alguma ajuda”, explicou.</p></blockquote>
<p>As agressões eram recorrentes e também foram feitas contra o ex-marido da mulher que, por não suportar a situação, fugiu sem a criança. Segundo a avó, a mulher chegou a dar uma facada no homem. Eles tiveram uma relação de dez anos.</p>
<p>Devido ao trauma, a avó diz que o menino não quer mais frequentar a escola. Sucessivas agressões levaram ele a mudar de comportamento e até sofrer bullying dentro do colégio. “Ele estuda aqui perto, mas não quer ir. Ele não tem ido à escola porque tem medo, estão fazendo bullying com ele lá. Ele perdeu a vontade de ir”, contou. A criança está fazendo um acompanhamento psicológico em um posto de saúde da capital.</p>
<h3>Investigação</h3>
<p>Em nota, a Polícia Civil informou que o caso está sendo investigado pela Divisão Especializada em Orientação e Proteção à Criança e ao Adolescente (Dopcad). O trâmite judicial está sob sigilo por envolver um adolescente.</p>
<p>A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio do conselho tutelar, disse que acompanha o caso e que vem atuando de forma a tomar as medidas necessárias para assegurar a segurança da criança.</p>
<p>“No cumprimento de suas competências legais, o Conselho Tutelar Noroeste elaborou e encaminhou uma série de relatórios detalhados à Vara da Infância e do Adolescente, relatando todos os desdobramentos do caso, além de acionar os demais órgãos da rede de proteção. Também foi ofertada a possibilidade de captação de uma vaga para a criança em uma unidade de acolhimento institucional. No entanto, a avó da criança, que detém a guarda legal, optou por não aceitar a realização do acolhimento institucional oferecido, pois se colocou à disposição de cuidar do neto de forma integral e garantir o seu bem-estar”, diz a nota</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Estado de Minas</p>
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