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	<title>Agência Nacional de Energia Elétrica - Portal NDC</title>
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	<title>Agência Nacional de Energia Elétrica - Portal NDC</title>
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		<title>Furto de energia no país gerou custo de R$ 10,3 bilhões em 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 14:45:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Nacional de Energia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados estão em relatório da Agência Nacional de Energia Elétrica O furto de energia, conhecido como perdas não técnicas de energia elétrica no Brasil, representaram um custo de R$ 10,3 bilhões em 2024, de acordo com relatório da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).  Conhecido como “gato”, o furto de energia ocorre no mercado de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-739691962" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><div class="header-noticia full-width">
<div class="linha-fina-noticia">Dados estão em relatório da Agência Nacional de Energia Elétrica</div>
</div>
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<div>
<p>O furto de energia, conhecido como perdas não técnicas de energia elétrica no Brasil, representaram um custo de R$ 10,3 bilhões em 2024, de acordo com relatório da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1657178&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1657178&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Conhecido como “gato”, o furto de energia ocorre no mercado de baixa tensão, que é composto por consumidores residenciais, pequenos comércios, escritórios e pequenas indústrias</strong>. Esse furto de energia gera também um consumo sem controle da carga distribuída. Inúmeros aparelhos, tecnicamente precários, estão conectados a essa carga furtada, o que provoca danos ao sistema e prejudica o atendimento aos demais consumidores.</p>
<p>As concessionárias de grande porte, que têm o mercado maior do que 700 Gwh (gigawatt-hora), são as responsáveis por fazer a gestão dos níveis dessas perdas comerciais, devido à amplitude do mercado de distribuição e à complexidade de combater práticas irregulares.</p>
<p><strong>A Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) detalha a complexidade e os desafios impostos por essa prática, considerada crime, no estudo “Furto de energia: Perdas não técnicas”, que acaba de ser lançado</strong>. O material explica de que forma os custos com furtos impactam a tarifa de energia de todos os consumidores regulares.</p>
<p>O sistema elétrico brasileiro trata diariamente com perdas de energia. Parte dessas perdas é técnica, inerente ao transporte e transformação da eletricidade. Outra parte refere-se às originadas de ligações irregulares, fraudes e erros de medição ou faturamento, que têm crescido e atingiram 16,02% do mercado de baixa tensão em 2024.</p>
<p><strong>Além do impacto financeiro na conta de luz dos consumidores, essa prática gera consumo sem controle, podendo sobrecarregar o sistema, provocar danos à infraestrutura e prejudicar a qualidade do serviço aos demais consumidores.</strong></p>
<p>De acordo com a Aneel, em 2024, as interrupções no fornecimento por roubo de energia somaram 88.870 – cada uma delas com duração média de 8,64 horas.</p>
<p><strong>A segurança da população também é comprometida: em 2024, 45 pessoas perderam a vida e 69 ficaram feridas em acidentes relacionados a furtos ou ligações clandestinas, de acordo com levantamento da Abradee.</strong></p>
<blockquote><p>“O combate ao furto de energia é uma responsabilidade coletiva. Mais do que prejuízo financeiro, as ligações clandestinas, colocam vidas em risco, sobrecarregam o sistema elétrico e penalizam o consumidor regular com tarifas mais altas. Precisamos de políticas públicas integradas, conscientização da população e reforço na fiscalização para garantir um fornecimento seguro, justo e sustentável para todos os brasileiros. Furto de energia no Brasil é equivalente ao total gerado pela usina de Tucuruí, no Tocantins, a segunda maior do país”, explicou o presidente da Abradee, Marcos Madureira.</p></blockquote>
<p>A Associação e suas distribuidoras atuam ativamente no combate ao furto, com iniciativas como a Campanha Nacional de Segurança, que foca na prevenção de acidentes e na conscientização. As empresas têm buscado identificar e coibir os furtos com o uso de tecnologia, incluindo equipamentos mais resistentes e inteligência artificial.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Atuação política da Aneel pode causar apagão no Amazonas, diz ministro</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/atuacao-politica-da-aneel-pode-causar-apagao-no-amazonas-diz-ministro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Aug 2024 15:44:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Nacional de Energia Elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Aneel]]></category>
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					<description><![CDATA[A Âmbar, braço de energia da holding J&#38;F, dos irmãos Wesley e Joesley Batista, fez uma proposta para assumir a concessão da empresa Amazonas Energia, atualmente da Oliveira Energia O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse nesta terça-feira (13), durante audiência na Câmara dos Deputados, que há um boicote por parte das agências [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-785363040" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<div class="row d-flex flex-row justify-content-center align-items-center">
<div class="col-lg-10">
<p class="subtext">A Âmbar, braço de energia da holding J&amp;F, dos irmãos Wesley e Joesley Batista, fez uma proposta para assumir a concessão da empresa Amazonas Energia, atualmente da Oliveira Energia</p>
</div>
</div>
<p>O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse nesta terça-feira (13), durante audiência na Câmara dos Deputados, que há um boicote por parte das agências reguladoras ao governo do presidente Lula da Silva.</p>
<p>Sendo assim, ele disse esperar que a Agência Nacional de Energia Elétrica (<a href="https://www.gov.br/aneel/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Aneel)</a> respeite os prazos estabelecidos na medida provisória (MP 1.232) para que a distribuidora Amazonas Energia possa ter o controle acionário transferido.</p>
<p>“Vamos ver se a Aneel, sem interesse político, mas com interesse público, cumpre com os prazos da medida provisória para que não tenhamos um colapso do setor elétrico lá no Amazonas, o que é uma preocupação minha”, alertou o ministro ao ser questionado pelo deputado Sidney Leite (PSD-AM) sobre o problema.</p>
<p>Silveira afirmou que as agências trabalham contra o governo.</p>
<p>“Há, inclusive, um boicote ao governo, porque a maioria das agências reguladoras que estão aí foi escolhida pelo governo anterior”.</p>
<p>O ministro se referiu aos 25 diretores nomeados por Jair Bolsonaro antes de deixar o poder.</p>
<p>São onze agências reguladoras e muitos diretores têm mandatos até o final de 2026. Para Silveira, é preciso haver uma rediscussão do papel dessas agências no Brasil.</p>
<p>“Quem ganha eleição numa democracia tem o direito de ter um governo que formule as políticas públicas e agentes reguladores executem essas políticas públicas. E infelizmente há um descasamento de interesses entre o governo que ganhou a eleição e os órgãos reguladores do país”.</p>
<h4 class="wp-block-heading"><strong>Controle</strong></h4>
<p>Para rechaçar qualquer favorecimento ao grupo dos irmãos Batista, o ministro disse que não interessa para quem será repassado o controle acionário.</p>
<p>“Eu aprendi uma coisa com o José Alencar, e aí podem gritar, chorar, espernear, mas não adianta. Para mim, não importa a cor do gato, o que importa é que ele cace o rato. Se vai ser José, Manoel ou Maria, se vai ser BTG, se vai ser JBS, se vai ser Ometto, se vai ser fulano, se vai ser Equatorial, se vai ser Cemig, não me interessa. As questões objetivas têm que ser apresentadas à Aneel para ver quem vai prestar o serviço”.</p>
<p>Ademais, afirmou que foi feito o que era possível na medida provisória.</p>
<p>“Inclusive, houve muita pressão para que isso fosse feito com mais flexibilidade, mas só fizemos aquilo que a Aneel e o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico, com 13 profissionais de distintas áreas, assinaram”.</p>
<p>De acordo com ele, a medida passou por todas as áreas técnicas para se chegar à flexibilização possível.</p>
<p>“Vai aparecer um ou dois ou três interessados, porque já houve várias flexibilizações, e não apareceu nenhum interessado. Então, publicamos a medida provisória, e está dentro do prazo dela”.</p>
<h4 class="wp-block-heading"><strong>Amazonas Energia</strong></h4>
<p>O ministro disse que o governo Lula herdou o problema da Amazonas Energia do governo de Michel Temer, que armou um plano para vender a Eletrobrás em oito meses.</p>
<p>“Para privatizar e entregar para o privado, normalmente vende-se o osso e entrega-se o filé. O último osso era a Amazonas Energia. Aí, foi feita uma nova medida provisória que flexibilizou a regulação para vender, irresponsavelmente, essa distribuidora por R$ 50 mil, dinheiro de café, de pinga. Venderam para um comerciante local que não tinha nenhuma experiência no ramo”.</p>
<p>Conforme o ministro, a Amazonas Energia foi o último dos três problemas que restaram ao governo a ser resolvido.</p>
<p>“Quando a Aneel me comunicou, em março do ano passado, que a Amazonas Energia caminhava para o colapso, e que ia parar de fornecer energia para o povo do Amazonas, começou a haver eventos graves na capital do Amazonas, em Manaus. O ministro Mauro Campbell, por exemplo, me ligou num domingo, às três horas da tarde. Eu estava num hotel no Rio de Janeiro, num evento. Disse que ele estava aplicando prova da magistratura e que a capital do estado não tinha luz. Nós montamos um grupo de trabalho e, às nove horas da noite, restabelecemos a energia no Amazonas”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: BNC Amazonas</p>
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