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	<title>Aço - Portal NDC</title>
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		<title>Governo decide não retaliar tarifas impostas por Trump ao setor siderúrgico e discute estratégias de negociação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 15:37:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aço]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Fernando Haddad se reuniu nesta quarta-feira (12) com Marco Paulo Lopes, presidente executivo do Instituto Aço Brasil; Planalto não deve adotar abordagem uniforme para importações e exportações O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se reuniu nesta quarta-feira (12) com Marco Paulo Lopes, presidente executivo do Instituto Aço Brasil, para discutir as recentes tarifas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3855850262" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O ministro Fernando Haddad se reuniu nesta quarta-feira (12) com Marco Paulo Lopes, presidente executivo do Instituto Aço Brasil; Planalto não deve adotar abordagem uniforme para importações e exportações<br /><br />O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se reuniu nesta quarta-feira (12) com Marco Paulo Lopes, presidente executivo do Instituto Aço Brasil, para discutir as recentes tarifas impostas pelos Estados Unidos sobre o aço e alumínio brasileiro. Durante a reunião, o ministro afirmou que, por ora, o governo brasileiro não tomará medidas retaliatórias. A equipe econômica está, neste momento, avaliando as implicações das tarifas e discutindo com o setor siderúrgico alternativas para lidar com a situação. Uma nota técnica será elaborada pela Fazenda e encaminhada ao MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços) para dar suporte às negociações. No entanto, não há data para que o texto seja enviado.<br /><br />Haddad destacou que o governo não irá adotar uma abordagem uniforme para a questão da importação e exportação de aço. Para as importações, será necessária uma defesa unilateral, enquanto para as exportações, a estratégia envolverá negociações diretas com os Estados Unidos. “O setor do aço pede providências tanto em relação às importações quanto às exportações, e obviamente que a estratégia não pode ser a mesma em um caso e no outro. No caso das exportações, envolve uma negociação, e o caso das importações envolve uma defesa mais unilateral”, pontuou o ministro.<br /><br />Segundo Haddad, a estratégia brasileira será focada na negociação e defesa, alinhada com as orientações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Estamos estudando propostas do setor, que tem toda legitimidade para sugerir soluções. Eles estão trazendo ideias muito consistentes sobre como podemos negociar”, afirmou o ministro. Ele também ressaltou que o comércio brasileiro de aço é equilibrado e rejeitou a visão dos Estados Unidos de que o Brasil estaria apenas revendendo aço, esclarecendo que as exportações brasileiras têm uma participação estratégica no mercado internacional.<br /><br />O Brasil é o segundo maior fornecedor de aço para os EUA, com exportações de 4,1 milhões de toneladas em 2024, conforme o Departamento de Comércio dos Estados Unidos. A expectativa é que o governo brasileiro se posicione oficialmente em breve sobre a taxação de 25% imposta pelo governo americano, após a análise das propostas e discussões em curso.<br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<title>‘Se taxar o aço brasileiro, nós vamos reagir comercialmente’, afirma Lula</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/se-taxar-o-aco-brasileiro-nos-vamos-reagir-comercialmente-afirma-lula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Feb 2025 16:53:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Aço]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[tarifas recíprocas]]></category>
		<category><![CDATA[taxas]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[Em resposta às tarifas anunciadas por Trump, presidente afirma que fará denúncia à Organização Mundial do Comércio ou agir pelo princípio da reciprocidade Nesta sexta-feira (14), o presidente Lula declarou que o governo tomará medidas contra a recente decisão dos Estados Unidos de taxar o aço brasileiro. Ele mencionou a possibilidade de levar a questão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3899213783" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Em resposta às tarifas anunciadas por Trump, presidente afirma que fará denúncia à Organização Mundial do Comércio ou agir pelo princípio da reciprocidade<br /><br />Nesta sexta-feira (14), o presidente Lula declarou que o governo tomará medidas contra a recente decisão dos Estados Unidos de taxar o aço brasileiro. Ele mencionou a possibilidade de levar a questão à Organização Mundial do Comércio (OMC) ou de implementar tarifas retaliatórias. Essa declaração surge após a assinatura de um memorando pelo presidente Trump, que estabelece tarifas recíprocas para países que impõem taxas de importação.<br /><br />“Se taxar o aço brasileiro nós vamos reagir comercialmente, ou vamos denunciar na organização do comercio ou vamos taxar os produtos que a gente importa deles”, afirmou o presidente.<br /><br />Lula enfatizou a relevância da relação entre Brasil e Estados Unidos, ressaltando que ainda não teve a oportunidade de dialogar diretamente com Trump sobre o assunto. “Não tem relacionamento, ainda não conversei com ele e ele ainda não conversou comigo. O relacionamento é entre estado brasileiro e estado americano. O Brasil considera os EUA um país extremamente importante para a relação do Brasil e espero que os EUA reconheçam o Brasil como um país muito importante”, declarou o petista.<br /><br />O memorando assinado por Trump ainda não está em vigor, o que abre espaço para que os países envolvidos possam negociar novos termos comerciais antes que as tarifas sejam efetivamente aplicadas.<br /><br />Desde que tomou posse como presidente, Trump passou a anunciar a implantação de tarifas a produtos importados de diversos países, incluindo o Brasil. Tais decisões geram incertezas no comércio internacional e fortalecem uma guerra comercial entre os Estados Unidos e outras economias.<br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<title>Brasil é 2º fornecedor de aço e ferro aos EUA; fatia nunca foi tão grande</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/brasil-e-2o-fornecedor-de-aco-e-ferro-aos-eua-fatia-nunca-foi-tao-grande/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Feb 2025 14:19:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aço]]></category>
		<category><![CDATA[Alumínio]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Protecionismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Aumento do imposto anunciado por Donald Trump ocorrerá no melhor momento da história para a indústria siderúrgica brasileira no mercado americano O Brasil nunca teve uma participação de mercado tão grande no disputado mercado de aço e ferro nos Estados Unidos. Em 2024, americanos compraram US$ 4,677 bilhões (cerca de R$ 27 bilhões) em produtos brasileiros do conjunto de “Aço e Ferro”. Com o valor, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1944421059" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Aumento do imposto anunciado por Donald Trump ocorrerá no melhor momento da história para a indústria siderúrgica brasileira no mercado americano</p>
<p>O <strong>Brasil</strong> nunca teve uma participação de mercado <strong>tão grande</strong> no disputado mercado de <strong>aço</strong> e <strong>ferro</strong> nos Estados Unidos. Em 2024, americanos compraram <strong>US$ 4,677 bilhões</strong> (cerca de R$ 27 bilhões) em produtos brasileiros do conjunto de “Aço e Ferro”. Com o valor, o Brasil foi o <strong>segundo maior</strong> fornecedor aos EUA.</p>
<p>Dados da Administração de Comércio Internacional do governo americano mostram que o aumento do imposto anunciado por Donald Trump <strong>ocorrerá</strong> no <strong>melhor momento</strong> da história para a indústria siderúrgica brasileira nos EUA.</p>
<p>Em <strong>2024</strong>, o Brasil foi o vendedor de <strong>14,9%</strong> de todo o grupo que inclui aço e ferro como matéria-prima. Nunca o Brasil teve uma participação tão grande naquele mercado.</p>
<p>No chamado “código 72” do sistema harmonizado de mercadorias estão os produtos semimanufaturados de ferro ou aço, além do ferro fundido bruto. Esses itens respondem por boa parte das exportações siderúrgicas aos EUA.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-50200" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/02/Captura-de-tela-2025-02-10-101657.webp" alt="" width="611" height="500" /></p>
<p>O Brasil ficou <strong>atrás</strong> apenas do <strong>Canadá</strong>, que respondeu por<strong> 24,2%</strong> daquele mercado. Depois do Brasil, estão <strong>México</strong> (10,1%), <strong>Coreia do Sul</strong> (5,9%) e <strong>Alemanha</strong> (4,6%).</p>
<p>O Brasil é relevante para os EUA como fornecedor de aço e ferro – com cerca de <strong>um quinto</strong> do mercado, mas os americanos são ainda mais importantes para os brasileiros.</p>
<p>Dados do Comex Stat, do Ministério do Desenvolvimento, mostram que os EUA foram <strong>destino</strong> de <strong>47,9%</strong> das <strong>exportações</strong> do grupo de aço e ferro em 2024. Nenhum outro cliente é <strong>tão essencial</strong> para as siderúrgicas brasileiras como os americanos.</p>
<p>O segundo maior <strong>comprador</strong> do Brasil é a <strong>China</strong>, mas a fatia é bem menor: <strong>10,7%</strong> dos embarques de aço e ferro.</p>
<h2><strong>Mercado de mais de US$ 100 bilhões</strong></h2>
<p>As medidas anunciadas por Trump em pleno fim de semana afetam importações anuais que <strong>superam</strong> os <strong>US$ 100 bilhões</strong>.</p>
<p>Em <strong>2024</strong>, foram <strong>US$ 31,3 bilhões</strong> em importações de aço e ferro – segmento em que o Brasil é mais afetado, com <strong>US$ 4,677 bilhões</strong>.</p>
<p>Também foram registrados US$ 49,7 bilhões na compra de partes de aço e ferro. Nesse segmento, a participação do Brasil é mais tímida: 0,6% do total importado pelos EUA com US$ 306 milhões no ano passado.</p>
<p>As tarifas afetam ainda outros US$ 27,4 bilhões em partes de alumínio. Nesse segmento, o Brasil também tem posição mais modesta, com 1% das importações dos EUA ou US$ 272 milhões em 2024.</p>
<p><em>Veja mais: <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/blogs/fernando-nakagawa/economia/macroeconomia/brasil-e-2o-fornecedor-de-aco-e-ferro-aos-eua-fatia-nunca-foi-tao-grande/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">CNN</a></em></p>
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