<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Acervo dos Pesquisadores - Portal NDC</title>
	<atom:link href="https://noticiasdascomunidades.com.br/palavras-chaves/acervo-dos-pesquisadores/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://noticiasdascomunidades.com.br</link>
	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
	<lastBuildDate>Fri, 30 Aug 2024 14:25:49 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9</generator>

<image>
	<url>https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2022/07/cropped-favicon-v2-1-32x32.png</url>
	<title>Acervo dos Pesquisadores - Portal NDC</title>
	<link>https://noticiasdascomunidades.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">181767135</site>	<item>
		<title>Pesquisa mostra que 80% dos brasileiros temem impacto de fake news nas eleições municipais</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/pesquisa-mostra-que-80-dos-brasileiros-temem-impacto-de-fake-news-nas-eleicoes-municipais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 14:25:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Acervo dos Pesquisadores]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
		<category><![CDATA[eleições municipais]]></category>
		<category><![CDATA[fake news]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=43440</guid>

					<description><![CDATA[Pesquisa do Instituto DataSenado divulgada esta semana mostra o temor que as fake news causa nas eleições e na política em geral entre os brasileiros. Segundo o resultado da sondagem, 72% afirmaram ter tido contato com informações que desconfiam serem falsas nos últimos seis meses. Para 81% dos ouvidos, essas...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Pesquisa do Instituto DataSenado divulgada esta semana mostra o temor que as fake news causa nas eleições e na política em geral entre os brasileiros. Segundo o resultado da sondagem, 72% afirmaram ter tido contato com informações que desconfiam serem falsas nos últimos seis meses.<br /><br />Para 81% dos ouvidos, essas notícias falsas podem afetar significativamente o resultado eleitoral, enquanto 31% acreditam que o principal motivo de compartilhar uma notícia falsa é querer mudar a opinião das pessoas. Outros 30% alegam que a razão é não saber que a notícia é falsa.<br /><br />“A população brasileira é majoritariamente usuária das redes socais; 93% da população utiliza alguma rede social, inclusive de aplicativos de mensagens, como o WhatsApp e o Telegram”, disse o coordenador da pesquisa, José Henrique Varanda.<br /><br />Ele reforça que os resultados desta pesquisa respaldam a Justiça Eleitoral nas regulamentações que possam evitar vantagens indevidas.<br /><br /><strong>Democracia</strong><br />A pesquisa também revelou que para dois terços dos entrevistados, a democracia é sempre a melhor forma de governo, principalmente entre os brasileiros que conseguem identificar notícias falsas e quem possui o maior nível de escolaridade.<br /><br />Para mais de 80% dos entrevistados, a responsabilidade de conter a disseminação das fake news é das plataformas de redes sociais.<br /><br />O Instituto DataSenado realiza pesquisa nacional sobre o panorama político desde 2008. Na edição de 2024, foram entrevistados 21.808 brasileiros de todas as regiões do país.<br /><br />Com informações da Agência Senado</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">43440</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Pesquisadores fazem expedição em busca de peixes-elétricos na Amazônia</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/pesquisadores-fazem-expedicao-em-busca-de-peixes-eletricos-na-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Feb 2024 10:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Acervo dos Pesquisadores]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=35863</guid>

					<description><![CDATA[Ação visa identificar novas espécies e preservar biodiversidade local Um grupo de pesquisadores inicia nesta terça-feira (20) expedição para buscar no fundo do Rio Negro, no Amazonas, em igarapés e outros ambientes na região, espécies pertencentes à ordem dos Gymnotiformes, conhecidos como peixes-elétricos. Além de identificar novas espécies, os pesquisadores...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Ação visa identificar novas espécies e preservar biodiversidade local</p>
<p>Um grupo de pesquisadores inicia nesta terça-feira (20) expedição para buscar no fundo do Rio Negro, no Amazonas, em igarapés e outros ambientes na região, espécies pertencentes à ordem dos Gymnotiformes, conhecidos como peixes-elétricos. Além de identificar novas espécies, os pesquisadores pretendem contribuir para a conscientização e preservação da biodiversidade local.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1581701&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1581701&amp;o=node" /></p>
<p>A expedição é parte do projeto Diversidade e Evolução de Gymnotiformes, que existe desde 2017 e é coordenado por Naercio Menezes, professor do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (MZ-USP). Ao longo desses anos, um dos resultados foi a descoberta e descrição de duas espécies de poraquê, em 2019.</p>
<p>“Em uma das coletas efetuadas, um dos nossos pesquisadores descobriu duas espécies novas, uma das quais produz através do órgão elétrico 650 volts, o suficiente para derrubar uma pessoa, vamos dizer assim. Essa descoberta provocou uma repercussão muito grande”, contou Menezes, ao relatar que o feito foi publicado pelo jornal<em> New York Times</em>.</p>
<p>Ele ressalta que o Museu de Zoologia tem uma representatividade muito grande dos peixes de água doce de todo o Brasil e de parte da América do Sul e que o trabalho tem um cunho voltado também para preservação. “A nossa intenção é mostrar a diversidade que existe e a ameaça que paira sobre o desaparecimento de espécies devido à construção de usinas hidrelétricas, queimadas, mineração, destruição da floresta”, disse.</p>
<p>Um dos exemplos que os pesquisadores vão procurar é a espécie Iracema caiana, coletada apenas uma vez em 1968 na região da expedição, além de outros que possam contribuir com estudos em andamento ou até a originar a descrição de novas espécies. Na embarcação, estarão cerca de 20 pessoas, incluindo tripulação e pesquisadores, que vão subir o rio partindo de Manaus até Santa Isabel do Rio Negro, durante a expedição, que deve durar até 2 de março.</p>
<p>Segundo Menezes, a possibilidade de coletar exemplares é muito grande porque a expedição reúne condições propícias como o uso de uma rede que vai arrastando no fundo do rio, uma equipe grande de pesquisadores, além do período específico em que vai acontecer.</p>
<p>“A expectativa é muito grande. Nós vamos tentar coletar numa época propícia porque houve uma seca muito grande na bacia amazônica no ano passado e isso fez com que as águas do Rio Negro e do Rio Branco, onde nós vamos coletar, ficassem empoçadas de tal forma que os peixes – a gente espera – ficaram concentrados em [algumas] áreas”, disse.</p>
<p>Os pesquisadores usarão também estudos moleculares, em que uma amostra de tecido passa por análise de DNA. Isso permite distinguir as espécies de forma mais precisa e auxilia no trabalho morfológico e anatômico.</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered">
<div class="shadow overflow-hidden rounded-lg d-block w-100">
<figure style="width: 754px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Acervo dos Pesquisadores" src="https://imagens.ebc.com.br/rRyQO0H03zTEP5aThcR6XgwP-kw=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/img_0072.jpg?itok=Sge1d04X" alt="Expedição para pesquisa busca espécies de peixes-elétricos na Amazônia. Foto: Acervo dos Pesquisadores" width="754" height="566" /><figcaption class="wp-caption-text">Peixes-elétricos usam eletricidade produzida para alimentação e para comunicação entre eles &#8211; Acervo dos Pesquisadores</figcaption></figure>
</div>
</div>
</div>
<p>Menezes explica que os peixes-elétricos usam a eletricidade que produzem para alimentação e para comunicação entre eles. O projeto Diversidade e Evolução de Gymnotiformes descobriu  também que uma das espécies, os poraquês, fazem predação social, que é a captura de presas em grupo.</p>
<p>“No passado, pensava-se que ele se alimentava isoladamente, [mas] eles têm a capacidade de cercar as piabinhas, os peixes pequenos, e vão emitindo choques contínuos. As espécies pulam fora da água e eles abocanham. Este é um comportamento que era desconhecido nos peixes”, destacou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">35863</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
