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	<title>ação de proteção - Portal NDC</title>
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		<title>Moraes extingue ação de proteção à ZFM e R$ 4,8 bilhões ficam de fora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Nov 2022 13:02:16 +0000</pubDate>
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<p>Em decisão publicada nesta sexta-feira (11), o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes extinguiu a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7153. O magistrado acolheu a alegação do governo federal de que a maior parte (97%) da Zona Franca foi resguardada em novos decretos. Com o fim do processo, ficam prejudicados produtos que equivalem a 3% do faturamento do Polo Industrial, algo em torno de R$ 4,8 bilhões, segundo índices de 2021 divulgados pela Superintedência da Zona Franca de Manaus (Suframa).<br /><br />&#8220;A jurisdição constitucional abstrata brasileira não admite o ajuizamento ou a continuidade de Ação Direta de Inconstitucionalidade de lei ou ato normativo já revogado ou cuja eficácia já tenha se exaurido, ou que tenha sido substancialmente alterado&#8221;, escreveu Moraes na decisão.<br /><br />Em agosto, o ministro já havia surpreendido ao revogar a decisão liminar (provisória) que havia suspendido a redução do IPI para todos os produtos também fabricados na Zona Franca. Na ocasião, ele também entendeu que o governo federal havia conseguido resguardar a maior parte dos itens produzidos pelo Polo Industrial. <br /><br />Na própria ação, o partido Solidariedade ainda tentou garantir a proteção de 100% da Zona Franca. “Se chegamos a 97% [de proteção], como alega o governo, por que não atingimos a totalidade? Qual a razão da exclusão desses 3%?”, questionaram os advogados do partido.<br /><br /><strong>Riscos</strong><br /><br />Em 30 de agosto, o Centro das Indústrias do Amazonas (Cieam) protocolou uma carta formal ao Governo do Amazonas, a parlamentares, prefeitura e Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) para pedir providências a respeito dos setores do Polo Industrial que foram deixados de fora da redução do IPI. Empresas como a Caloi, Salcomp e Brudden da Amazônia procuraram o Cieam para afirmar que ainda estão prejudicadas. <br />Presidente do Cieam, Luiz Augusto Rocha disse para <strong>A CRÍTICA</strong> no dia seguinte, 31, que o pedido de providências era uma maneira de atender aos pedidos de associados para resolver o problema. <br /><br />“A normativa legal que rege a indústria, o contrato que temos com o governo federal é atender esse processo na integralidade, e é isso que tem motivado os investimentos no Polo Industrial de Manaus. Não se pode mudar a regra depois que já começou o jogo”, disse, na ocasião.<br /><br /><strong>Compensação</strong><br /><br />Em reunião com empresários e representantes da Zona Franca em 31 de agosto, o novo secretário de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia, Alexandre Ywata, afirmou que o governo federal estuda uma maneira de compensar as empresas prejudicadas com a não proteção de 100% da Zona Franca.</p>
<p>*Acritica.com</p>
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