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	<title>academia - Portal NDC</title>
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	<title>academia - Portal NDC</title>
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		<title>Suspeita de jogar ácido em mulher em saída de academia é presa no PR</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/suspeita-de-jogar-acido-em-mulher-em-saida-de-academia-e-presa-no-pr/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 May 2024 20:38:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[academia]]></category>
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		<category><![CDATA[PR]]></category>
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		<category><![CDATA[suspeita]]></category>
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<p>A mulher admitiu jogar o produto químico em Isabelly Aparecida Ferreira Moro por ciúme do ex-marido<br /><br />Foi presa na manhã desta sexta-feira (24/5) a mulher suspeita de jogar ácido em Isabelly Aparecida Ferreira Moro, 23 anos, em uma rua de Jacarezinho (PR). A vítima saía da academia no momento do ataque.<br /><br />A jovem segue internada em estado grave.<br /><br />Segundo a Polícia Militar, a mulher foi localizada após ela mesma acionar a polícia afirmando que estava sendo perseguida por quatro homens. Quando questionada sobre o motivo para a perseguição, ela não soube explicar.<br /><br />A abordagem ocorreu por volta das 5h no pátio de um hotel. Os policiais acharam a situação suspeita e perguntaram à mulher se ela estaria envolvida no caso de Isabelly. Ela admitiu ter jogado o produto químico por ciúme do ex-companheiro.</p>
<p>A suspeita teria relatado aos PMs que, supostamente, Isabelly teria um relacionamento com seu ex-companheiro. O homem, ainda de acordo com a polícia, está preso.</p>
<p>Os nomes da suspeita e de seu ex-companheiro não foram divulgados.</p>
<h4>Ataque filmado</h4>
<p>De acordo com a Polícia Militar, a jovem teve queimaduras no rosto, no peito e na boca. No momento do ataque, ela ainda ingeriu parte do líquido, o que agravou o quadro de saúde. A jovem está internada no Hospital Universitário de Londrina (HU).</p>
<p>Câmeras de segurança registraram Isabelly momentos antes de ser atacada. Na cena seguinte, ela aparece pedindo ajuda. Veja:</p>

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<p>Fonte: Metropoles</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Dupla é presa por execução de homem na saída de academia em Manaus</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/dupla-e-presa-por-execucao-de-homem-na-saida-de-academia-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 May 2024 16:24:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[academia]]></category>
		<category><![CDATA[bairro Novo Aliexo]]></category>
		<category><![CDATA[Dupla]]></category>
		<category><![CDATA[Homem]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Zona Norte de Manaus]]></category>
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					<description><![CDATA[A vítima estaria em uma academia do bairro Novo Aliexo, na zona norte, realizando atividade física e quando saiu do local foi morto Gabriel David Lima Damião, 21, e Deiker Josué Campos Amundaray, 22, foram presos por envolvimento na morte de Gabriel Damasceno Waldman, que tinha 35 anos. A vítima foi morta com vários disparos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-169320154" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A vítima estaria em uma academia do bairro Novo Aliexo, na zona norte, realizando atividade física e quando saiu do local foi morto<br /><br />Gabriel David Lima Damião, 21, e Deiker Josué Campos Amundaray, 22, foram presos por envolvimento na morte de Gabriel Damasceno Waldman, que tinha 35 anos. A vítima foi morta com vários disparos de arma de fogo, no dia 12 de abril deste ano, na saída de uma academia na avenida Coronel Sávio Belota, bairro Novo Aleixo, zona norte de Manaus.<br /><br />As prisões foram realizadas pelos policiais civis da Delegacia Especializa em Homicídios e Sequestros (DEHS) e ocorreram ao longo de segunda-feira (6) e terça-feira (7). Conforme informações preliminares repassadas pela polícia, a vítima estaria na academia realizando atividade física.<br /><br />Os familiares da vítima estiveram no local e acompanharam os primeiros procedimentos da Polícia Civil no atendimento da ocorrência. Mas ninguém falou sobre o que pode ter motivado o crime.<br /><br />Mais informações serão repassadas durante a coletiva de imprensa desta quarta-feeira (8).<br /><br /><br /><br /><br /></p>
<p><br /><br /><br /><br />Fonte: D24am</p>
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		<title>Cliente impedido de realizar o serviço de academia é indenizado em R$ 20 mil</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/cliente-impedido-de-realizar-o-servico-de-academia-e-indenizado-em-r-20-mil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Mar 2024 02:38:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[academia]]></category>
		<category><![CDATA[cadeirante]]></category>
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		<category><![CDATA[indenização]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>
		<category><![CDATA[prestação de serviço]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma academia de Manaus, localizada na avenida Constantino Nery, zona Centro-Sul de Manaus, foi condenada a pagar indenização de R$ 20 mil a cliente cadeirante, por danos morais, pois impediu o cliente de utilizar o serviço na qual era matriculado. A decisão foi proferida na última quarta-feira (6), pelo juiz de direito Jorsenildo Dourado do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1091865495" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Uma academia de Manaus, localizada na avenida Constantino Nery, zona Centro-Sul de Manaus, foi condenada a pagar indenização de R$ 20 mil a cliente cadeirante, por danos morais, pois impediu o cliente de utilizar o serviço na qual era matriculado.</p>
<p>A decisão foi proferida na última quarta-feira (6), pelo juiz de direito Jorsenildo Dourado do Nascimento, do 18.º Juizado Especial Cível da Comarca de Manaus.</p>
<p>De acordo com o processo 0654308-43.2023.8.04.0001, depois de pagar a matrícula e enquanto utilizava os equipamentos de musculação, o homem foi abordado pela funcionária da parte requerida, que informou que a academia iria o reembolsar “em razão de não o aceitarem por ser cadeirante” e que somente poderia utilizar aqueles aparelhos com auxílio de um personal trainer. O homem teria procurado praticar exercícios físicos por recomendação médica.</p>
<p>O processo, que teve como base a legislação consumerista, girou em torno de alegações de discriminação por parte da academia devido à condição física do autor. A academia foi devidamente citada, mas deixou de apresentar contestação no prazo estipulado, resultando na decretação de sua revelia.</p>
<p>O juiz destacou a flagrante falha na prestação de serviços pela academia e a sentença apontou duas principais irregularidades. Primeiramente, a exigência da contratação de um personal trainer foi considerada sem respaldo legal. Além disso, a academia foi acusada de praticar um ato discriminatório contra o cadeirante, violando o Estatuto da Pessoa com Deficiência.</p>
<p>Diante disso, Nascimento determinou uma indenização de R$ 20 mil à parte autora por danos morais, com juros de 1% da citação e correção monetária até a data da decisão. O magistrado destacou a necessidade de considerar a condição econômica das partes, as circunstâncias do ocorrido, o grau de culpa da academia e a intensidade do sofrimento do autor.</p>
<p>A sentença sublinha a importância da proteção integral às pessoas com deficiência, ressaltando que a atuação de fornecedores e prestadores de serviços deve ser clara, transparente e empática. A decisão visa não apenas a compensar a vítima de discriminação pelos prejuízos e abalos psicológicos sofridos, mas também prevenir práticas discriminatórias e garantir o pleno exercício dos direitos das pessoas com deficiência.</p>
<p>A academia ainda pode recorrer e apresentar contrarrazões no prazo de 10 dias. Transcorrido o prazo, com ou sem manifestação, os autos devem ser remetidos à Turma Recursal, independentemente de despacho.</p>
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<p>Fonte: AM1</p>
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