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		<title>Justiça declara inconstitucional decreto que proíbe mototáxi em São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Feb 2025 16:42:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[99]]></category>
		<category><![CDATA[99 Tecnologia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-282224156" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Juiz Josué Vilela Pimentel, da 8ª Vara da Fazenda Pública, argumentou que o município não tem autoridade para suspender um serviço que é autorizado e regulamentado por uma lei federal.<br /><br />A disputa entre a Prefeitura de São Paulo e a empresa 99 Tecnologia sobre o serviço de mototáxi continua a gerar polêmica e movimentar o cenário jurídico da capital paulista. A Justiça paulista concedeu nesta quinta-feira (27) uma liminar favorável à 99, declarando inconstitucional o decreto municipal que proibia o serviço na cidade. A decisão foi proferida pelo juiz Josué Vilela Pimentel, da 8ª Vara da Fazenda Pública, que argumentou que o município não tem autoridade para suspender um serviço que é autorizado e regulamentado por uma lei federal.<br /><br />A legislação de 2012, que estabelece as diretrizes da política nacional de mobilidade urbana, confere aos municípios a competência para regulamentar, mas não para proibir o transporte individual privado. O juiz destacou que, ao invés de regulamentar a atividade conforme previsto na legislação federal, o decreto municipal simplesmente a proibiu, o que contraria o ordenamento jurídico vigente. Em resposta, a Procuradoria Geral do Município informou que pretende recorrer da decisão assim que for notificada formalmente. No entanto, a sentença não implica a retomada imediata do serviço, pois ainda há uma decisão judicial em vigor, proferida em ação civil pública ajuizada pela prefeitura, que suspende as atividades de mototáxi na cidade.<br /><br />A empresa 99 Tecnologia celebrou a decisão, afirmando que ela reafirma a legalidade do serviço de mototáxi e reconhece sua importância para a mobilidade urbana e geração de renda em São Paulo. A empresa expressou seu compromisso em colaborar para a criação de uma regulamentação que assegure segurança e eficiência para todos os usuários. A Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia também se manifestou, considerando que a decisão reafirma a legalidade do serviço e possibilita sua retomada.<br /><br />A entidade lembra que a Procuradoria Geral de Justiça já havia se manifestado contra o decreto e reforça que a atividade é regulamentada pela Política Nacional de Mobilidade Urbana e pela lei federal 13.640. Além disso, o Supremo Tribunal Federal já decidiu em 2019 que esse tipo de transporte é uma atividade legítima e protegida pela constituição.<br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<title>Motoristas de aplicativo podem responder por crime ao se negarem a ligar o ar-condicionado no RJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jan 2024 01:28:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[99]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Gutemberg Fonseca]]></category>
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					<description><![CDATA[Motoristas de transportes por aplicativos que se recusarem a ligar o ar-condicionado no Rio de Janeiro podem ser levados para a delegacia e responder por crime contra o consumidor. Esta foi a orientação do secretário estadual de Defesa do Consumidor, Gutemberg Fonseca. “O consumidor está totalmente amparado pela lei, portanto uma vez que ele entrar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4105526628" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Motoristas de transportes por aplicativos que se recusarem a ligar o ar-condicionado no Rio de Janeiro podem ser levados para a delegacia e responder por crime contra o consumidor. Esta foi a orientação do secretário estadual de Defesa do Consumidor, Gutemberg Fonseca.</p>
<p>“O consumidor está totalmente amparado pela lei, portanto uma vez que ele entrar num carro e alguém se recusar [a ligar o ar-condicionado], e ele avistar um policial, um guarda municipal e informar, na hora o motorista será conduzido à delegacia e responderá por crime contra o consumidor”, explicou o secretário.</p>
<p>Depois de denúncias sobre a cobrança de taxa extra nas corridas por aplicativo, o governo do Rio publicou no Diário Oficial uma determinação que proíbe a conduta. Além disso, enquanto não houver a adaptação, veículos sem ar-condicionado não podem aceitar passageiros.</p>
<p>As empresas tinham um prazo até a última quinta-feira (18) para manifestação. A Uber questionou a determinação do governo sobre a necessidade da empresa suspender a circulação de veículos que não tenham o ar-condicionado funcionando até que o reparo seja feito, sob risco de sofrer sanção. O argumento da empresa é que usuários e motoristas parceiros realizam o cadastro e contratam a plataforma para o serviço de intermediação.</p>
<p>“Com relação à plataforma querer se isentar da sua responsabilidade ela está completamente equivocada. O Código de Proteção e Defesa do Consumidor é muito claro nesse aspecto. Ele diz que a plataforma também tem a sua responsabilidade solidária ao motorista. (…) Quem faz a intermediação direta é a plataforma, então, quanto à isso, não adianta ela tentar se esquivar, porque não tem como ela se esquivar”, rebateu Gutemberg.</p>
<p>A Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec) também afirmou, na manifestação enviado ao governo, que o motorista parceiro é responsável pela manutenção do carro e o bom funcionamento do veículo.</p>
<p>Além disso, declarou que o valor da corrida é o visualizado pelo passageiro na contratação do serviço, logo não estão previstas cobranças adicionais pelo motorista. Sobre o uso do ar-condicionado, a associação disse que as plataformas associadas têm políticas próprias e que são informadas nos respectivos sites.</p>
<h3>Já a 99 não se manifestou no prazo.</h3>
<p>Procurada pela CNN, a secretaria de Defesa do Consumidor informou que não fará ajustes na resolução solicitados pela Uber e que irá notificar a empresa 99, por não ter respondido. “Quanto à 99, que até agora não respondeu, ela está sendo notificada e se ela insistir assim de não dar atenção aos cuidados que esta resolução que ampara ao consumidor ao seu direito, se ele não responder ele também poderá ser penalizado”, disse.</p>
<p>Além disso, o governo vai abrir um processo administrativo para apuração do caso, sob pena da adoção de medidas legais cabíveis dispostas no Código de Defesa do Consumidor, desde multas até a interrupção do serviço.</p>
<p>“Existe uma resolução, que independente da circunstância de responder ou não responder, todos são obrigados a utilizar o ar-condicionado. Por alguns aspectos. Primeiro, pela resolução. Segundo, o Código de Trânsito Brasileiro diz que os carros têm que transitar devidamente, com tudo funcionando”, concluiu o secretário.</p>
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<p>Fonte: CNN</p>
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