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	<title>84 anos - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>84 anos - Portal NDC</title>
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		<title>Jô Soares morre em São Paulo aos 84 anos</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/jo-soares-morre-em-sao-paulo-aos-84-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Aug 2022 11:43:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Famosos e Tv]]></category>
		<category><![CDATA[84 anos]]></category>
		<category><![CDATA[Jô Soares]]></category>
		<category><![CDATA[Morre]]></category>
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					<description><![CDATA[O apresentador, humorista, ator e escritor Jô Soares morreu às 2h30 desta sexta-feira (5), aos 84 anos. Considerado um dos maiores humoristas do Brasil, o apresentador do “Programa do Jô”, exibido na TV Globo de 2000 a 2016, estava internado desde 28 de julho no Hospital Sírio-Libanês, na região central de São Paulo, onde deu [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2517368284" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O apresentador, humorista, ator e escritor Jô Soares morreu às 2h30 desta sexta-feira (5), aos 84 anos. Considerado um dos maiores humoristas do Brasil, o apresentador do “Programa do Jô”, exibido na TV Globo de 2000 a 2016, estava internado desde 28 de julho no Hospital Sírio-Libanês, na região central de São Paulo, onde deu entrada para tratar de uma pneumonia.</p>
<p>A causa da morte não foi divulgada. O enterro e velório serão reservados à família e aos amigos, em data e local ainda não informados.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O anúncio da morte foi feito por Flávia Pedra, ex-mulher de Jô, e confirmada em nota pela assessoria de imprensa do Hospital Sírio-Libanês.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="94" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Você é orgulho pra todo mundo que compartilhou de alguma forma a vida com você. Agradeço aos senhores Tempo e Espaço, por terem me dado a sorte de deixar nossas vidas se cruzarem. Obrigada pelas risadas de dar asma, por nossas casas do meu jeito, pelas viagens aos lugares mais chiques e mais mequetrefes, pela quantidade de filmes, que você achava uma sorte eu não lembrar pra ver de novo, e pela quantidade indecente de sorvete que a gente tomou assistindo”, escreveu Flávia em uma rede social. <a href="https://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2022/08/05/flavia-soares-ex-mulher-de-jo-soares-lamenta-morte-do-apresentador-amor-eterno.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Leia a íntegra do texto aqui</a>.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="11">
<div class="content-intertitle">
<h2>Humor como marca registrada</h2>
</div>
<p>Em todas as suas inúmeras atividades artísticas – entrevistador, ator, escritor, dramaturgo, diretor, roteirista, pintor&#8230; –, Jô Soares teve o humor como marca registrada. Foi seu ponto de partida e sua assinatura no teatro, na TV, no cinema, nas artes plásticas e na literatura. Ele próprio gostava de admitir isso.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="26" data-block-id="13">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Tudo o que fiz, tudo o que faço, sempre tem como base o humor. Desde que nasci, desde sempre&#8221;, afirmou em depoimento ao site <a href="https://memoriaglobo.globo.com/produtos-digitais/g1/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Memória Globo</a>.</blockquote>
</div>
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</div>
<p class="content-media__description ">Jô Soares se emociona ao se despedir do &#8216;Programa do Jô&#8217; — Foto: Carol Caminha / Gshow</p>
</div>
</div>
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<p class="content-media__description ">Jô Soares no JG, em 1984 — Foto: Reprodução</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Nos últimos 25 anos, Jô ficou conhecido por ser o apresentador do talk-show mais famoso do país. Na TV Globo, estrelava o <strong>“Programa do Jô</strong>”, exibido de 2000 a 2016.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Considerado pioneiro do stand-up, também se destacou por ser um dos principais comediantes da história do Brasil, participando de atrações que fizeram história na TV, como “A família Trapo” (1966), “Planeta dos homens” (1977) e “Viva o Gordo” (1981). Além disso, escreveu livros e atuou em 22 filmes.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="19">
<h2 class="content-text__container">Adolescência na Suíça</h2>
<p><strong>José Eugênio Soares</strong> nasceu no Rio de Janeiro em 16 de janeiro de 1938. Era o único filho do empresário <strong>Orlando Heitor Soares</strong> e da dona de casa <strong>Mercedes Leal Soares</strong>. Em entrevista ao Fantástico em 2012, Jô disse que “pelo fato de sempre ter sido gordo, preferia ser mais conhecido pelo espírito do que pelo físico”.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="35" data-block-id="21">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“Então, eu era muito, muito exibido”, assumiu. “Sou muito vaidoso, nunca escondi isso. Qual é o artista que não é vaidoso? Todos. É uma profissão de vitrine de exibidos. Você nasce querendo seduzir o mundo.”</blockquote>
<p>Na infância, Jô estudou em colégio interno. “Chorava muito. Era uma coisa excessiva, uma coisa de sensibilidade quase gay”, disse ao Fantástico. O motivo era o medo de tirar nota baixa e não ter direito a voltar para casa nos finais de semana. Na escola, seu apelido era poeta. “Sendo gordo e ter o apelido de poeta – acho que já era uma vitória.”</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Aos 12 anos de idade, foi estudar na Suíça, onde ficou até os 17. Lá, passou a se interessar por teatro e shows. Mas o plano original não era seguir carreira nos palcos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="49" data-block-id="25">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Eu pensei que ia seguir a carreira diplomática”, explicou ao Memória Globo. “Mas sempre ia ao teatro, sempre ia assistir a shows, ia para a coxia ver como era. E já inventava números de sátira do cinema americano; fazia a dança com os sapatinhos que eu calçava nos dedos.&#8221;</blockquote>
</div>
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</div>
<p class="content-media__description ">Jô Soares — Foto: TV Globo</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="27">
<h2 class="content-text__container">Volta para o Brasil</h2>
<p>Como os negócios do pai Orlando fracassaram, a família teve de retornar ao Rio. Nesta época, Jô estava disposto a encarar a vocação recém-descoberta nas artes. &#8220;Imediatamente comecei a frequentar a turma do teatro, a mostrar meus números, e a coisa engrenou quase que naturalmente&#8221;, lembrou.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="30">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O portal IMDb lista ainda que, no período, ele esteve nos filmes musicais “Rei do movimento” (1954), “De pernas pro ar” (1956) e “Pé na tábua” (1957). Naquele princípio de carreira cinematográfica, destacou-se, como ator, na chanchada “O homem do Sputnik” (1959), de Carlos Manga.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="58" data-block-id="31">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A estreia na TV aconteceu em 1958. Naquele ano, participou do programa “Noite de gala” e passou a escrever para o “TV Mistério”, que tinha no elenco Tônia Carreiro e Paulo Autran. Eles eram exibidos pela TV Rio. Na emissora, Jô esteve ainda no “Noites cariocas”. Em seguida, escreveu e atuou em humorísticos da TV Continental.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="32">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Já na TV Tupi, fez participações no “Grande Teatro Tupi”, do qual faziam parte nomes como Fernanda Montenegro, Ítalo Rossi, Sérgio Brito e Aldo de Maia. “Eu consegui trabalhar ao mesmo tempo nas três emissoras que existiam no Rio”, declarou ao Memória Globo.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="13" data-block-id="33">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em 1960, Jô mudou-se para São Paulo para trabalhar na TV Record.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="51" data-block-id="34">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Vim descobrir São Paulo, era casado com a Teresa, tinha 22 anos. Vim para passar 12 dias e fiquei 12 anos”, lembrou ao Fantástico ao mencionar o casamento com a atriz Therezinha Millet Austregésilo (1934-2021), com quem teve seu único filho, Rafael, que era autista e morreu aos 50 anos.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="36">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A partir daí, atuou e escreveu para diversas atrações, como “La reuve chic”, “Jô show”, “Praça da alegria”, “Quadra de azes, “Show do dia 7” e “Você é o detetive”.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="58" data-block-id="37">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O grande destaque da época foi “A família trapo”, exibido entre 1967 e 1971 todos os domingos. No princípio, Jô apenas escrevia o roteiro – seu parceiro era Carlos Alberto Nóbrega. Depois, ganhou um papel: o mordomo Gordon. O elenco tinha ainda nomes como Otelo Zeloni, Renata Fronzi, Ricardo Corte Real, Cidinha Campos e Ronald Golias.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="66" data-block-id="38">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Jô costumava celebrar o pioneirismo da atração. “Acho que foi a primeira sitcom que se fez”, afirmou ao Memória Globo. Ao Fantástico, comentou que “foi o primeiro grande sucesso nacional da TV&#8221;. “Saí um ano antes [do fim do programa], em 1970. Assinei contrato com a Globo, onde estavam o Boni, que já me conhecia e de quem já era amigo, e o Walter Clark.”</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="39">
<h2 class="content-text__container">Trajetória na Globo</h2>
<p>Pelos 17 anos seguintes, a partir de 1970, Jô Soares ficou na TV Globo. A estreia foi no programa “Faça humor, não faça a guerra”, ao lado de Renato Corte Real (ambos eram roteiristas e protagonistas). Os textos eram também assinados por Max Nunes, Geraldo Alves, Hugo Bidet e Haroldo Barbosa. “Criávamos uma média de 20 e tantos personagens por ano. Quando terminou o último programa, havia mais de 260 personagens criados”, enumerou Jô ao Memória Globo.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="42">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em 1973, surgiu um novo humorístico, “Satiricom”. “Era um programa no estilo do extinto &#8220;Casseta &amp; Planeta&#8221;, de sátira à comunicação. A gente brincava com as novelas, com o noticiário. Então, não tinha quadros fixos”, comparou.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="62" data-block-id="43">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Já em 1977, foi a vez de “O planeta dos homens”, em que novamente se dividiu entre as funções de ator e redator, com a colaboração de dois de seus parceiros habituais: Max Nunes e Haroldo Barbosa. O elenco, uma vez mais, chamava atenção: Agildo Ribeiro, Paulo Silvino, Luís Delfino, Sonia Mamede, Berta Loran, Costinha, Eliezer Motta e Carlos Leite.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="44">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Embora “O planeta dos homens” tenha ido ao ar até 1982, Jô se desligou um ano antes, para se dedicar ao seu próximo projeto: o “Viva o gordo”.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="17" data-block-id="45">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;O meu humor tem sempre um fundo político, sempre tem uma observação do cotidiano do Brasil&#8221;, dizia.</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="34" data-block-id="46">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Os meus personagens são muito mais baseados no lado psicológico e no social do que na caricatura pura e simples. Eu nunca fiz um personagem necessariamente gordo. Eles são gordos porque eu sou gordo.&#8221;</blockquote>
<p>Desta galeria de figuras, destacaram-se o Reizinho (monarca de um reino que satirizava o Brasil da época), o Capitão Gay (um super-herói homossexual) e o Zé da Galera (do bordão “Bota ponta, Telê!”).</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6295" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/08/233929.jpg" alt="" width="984" height="616" /></p>
<p>Jô Soares durante entrevista com Roberto D’Avila em julho de 2014 — Foto: Zé Paulo Cardeal/Globo</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="1" data-block-id="50">
<div class="content-intertitle">
<h2>Talk-show</h2>
</div>
<p>Quando seu contrato com a Globo venceu, em 1987, Jô Soares foi para o SBT. Ele atribuiu a mudança à possiblidade de apresentar um programa de entrevistas na nova emissora.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="54" data-block-id="52">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;No fim do contrato, falei com o Boni, meu amicíssimo&#8230; Na época ficou um ódio, claro. Porque falei ‘não’ [à proposta de renovação com a TV Globo]&#8221;, admitiu Jô ao Fantástico em 2012. Durante os seus 11 anos de exibição, o talk-show &#8220;Jô Soares onze e meia&#8221; rendeu mais de 6 mil entrevistas.</p>
</div>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“E durante o processo do impeachment do presidente Fernando Collor, o ‘Jô Soares Onze e Meia’ funcionou como uma espécie de tribuna popular, com o apresentador entrevistando alguns dos principais implicados e testemunhas do caso&#8221;, aponta o Memória Globo.</p>
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<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“Acho que descobri, também sem querer, a grande vocação da minha vida, a coisa que me dá mais prazer, mais alegria de fazer. Eu me sinto muito vivo ali. A maior atração do mundo é o bate-papo, a conversa”, afirmava o próprio Jô.</blockquote>
<p>Ele retornou à Globo em 2000, quando estreou o “Programa do Jô”.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="30" data-block-id="57">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Não foi por uma questão salarial, porque a contraproposta do SBT era muito alta. Voltei pela possibilidade de fazer mais entrevistas internacionais, pelas facilidades de gravação, pelo apoio do jornalismo.&#8221;</blockquote>
<h2>Literatura e teatro</h2>
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<p>Jô Soares também foi autor best-sellers e escreveu para jornais e revistas.</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Nos anos 1980, escreveu com regularidade nos jornais “O Globo” e “Folha de S.Paulo” e para a revista “Manchete”. Entre 1989 e 1996, assinou uma coluna na “Veja”.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="69" data-block-id="61">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Também escreveu cinco livros, sendo quatro romances. A estreia foi &#8220;O astronauta sem regime&#8221; (1983), coletânea de crônicas publicadas originalmente em &#8220;O Globo&#8221;. O romance &#8220;O Xangô de Baker Street&#8221; (1995) liderou as listas dos mais vendidos e foi adaptado para o cinema em 2001. As obras seguintes foram &#8220;O homem que matou Getúlio Vargas&#8221; (1998), &#8220;Assassinatos na Academia Brasileira de Letras&#8221; (2005) e &#8220;As esganadas&#8221; (2011).</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No teatro, Jô ficou célebre por seus monólogos, todos marcados pelo tom cômico e crítico, com sátiras da vida cotidiana e política do Brasil. Os mais conhecidos foram “Ame um gordo antes que acabe” (1976), “Viva o gordo e abaixo o regime!” (1978), “Um gordoidão no país da inflação” (1983), “O gordo ao vivo” (1988), “Um gordo em concerto” (1994) – que ficou em cartaz por dois anos – e “Na mira do gordo” (2007).</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Dentre os espetáculos em que trabalhou como ator nos palcos, estão ainda uma montagem de “Auto da compadecida” e “Oscar” (1961), com Cacilda Becker e Walmor Chagas. Como diretor, esteve à frente de “Soraia, Posto 2” (1960), “Os sete gatinhos” (1961), “Romeu e Julieta” (1969), “Frankenstein” (2002), “Ricardo III” (2006).</p>
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<p class="content-media__description ">Jô Soares no JG, em 1984 — Foto: Reprodução</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De seus mais de 20 trabalhos no cinema, Jô apareceu em alguns clássicos do cinema nacional, caso de “Hitler IIIº Mundo” (1968), de José Agripino de Paula”, e de “A mulher de todos” (1969), de Rogério Sganzerla. Além disso, dirigiu um filme, “O pai do povo” (1976).</p>
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<h2 class="content-text__container">&#8216;Hipocondríaco de doenças exóticas&#8217;</h2>
<p>Ao Fantástico em 2012, Jô falou sobre a morte, sempre com bom humor.</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Sou um hipocondríaco de doenças exóticas. Beriberi – eu nem sei o que é, mas tenho pavor de pegar isso”, brincou.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="46" data-block-id="72">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;O medo da morte é um sentimento inútil: você vai morrer mesmo, não adianta ficar com medo. Eu tenho medo de não ser produtivo. Citando meu amigo Chico Anysio, [uma vez] perguntaram para ele: ‘Você tem medo de morrer?’. Ele falou: ‘Não. Eu tenho pena’. Impecável.&#8221;</blockquote>
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<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> Foto: TV Globo/Zé Paulo Cardeal</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Fonte: g1</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> </p>
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