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	<title>600 pinguins - Portal NDC</title>
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	<title>600 pinguins - Portal NDC</title>
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		<title>Ciclone extratropical mata quase 600 pinguins no Litoral de SC</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ciclone-extratropical-mata-quase-600-pinguins-no-litoral-de-sc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Aug 2022 14:03:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[A passagem do ciclone extratropical em Santa Catarina causou a morte de 596 pinguins no litoral do Estado desde terça-feira (9). A informação é do Projeto de Monitoramento de Praia da Bacia de Santos (PMP-BS), órgão que especializado no atendimento veterinário a animais marinhos. De acordo com o biólogo marinho e coordenador do PMP-BS em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-516852014" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A passagem do ciclone extratropical em Santa Catarina causou a morte de 596 pinguins no litoral do Estado desde terça-feira (9). A informação é do Projeto de Monitoramento de Praia da Bacia de Santos (PMP-BS), órgão que especializado no atendimento veterinário a animais marinhos.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="55" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De acordo com o biólogo marinho e coordenador do PMP-BS em Santa Catarina e Paraná, André Barreto, o <span class="highlight highlighted">surgimento de animais nas praias é maior durante a ocorrência do ciclone </span>porque os fortes ventos do oceano em direção à terra os transportam. Geralmente os que mais aparecem são aqueles debilitados ou que apresentam decomposição avançada.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De terça até sexta-feira (12),<span class="highlight highlighted"> foram encontrados 622 animais marinhos à beira da praia, sendo apenas 24 sobreviventes</span>. Além dos pinguins,<strong> gaivotas, fragatas e tartarugas </strong>também foram espécies afetadas. A maior parte foi encontrada na ilha de Santa Catarina.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">André Barreto comenta que o pinguim tem mais dificuldade de fugir das ondes fortes porque, ao contrário de outras aves, não consegue voar. Por respirar fora da água, ele acaba se afogando com o mar revolto.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo a Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri), órgão que monitora as condições climáticas do Estado, o ciclone causou rajadas de vento de mais de 100 km/h em algumas regiões catarinenses na quarta-feira (11).</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="11">
<div class="content-intertitle">
<h2>Sobre a espécie</h2>
</div>
<p>Presença frequente no litoral catarinense no inverno, o<strong> pinguim-de-Magalhães </strong>(Spheniscus magellanicus) vem à costa brasileira em busca de alimento. A ave geralmente é vista entre junho e setembro.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Esses pinguins vivem em bandos e têm asas que se adaptaram para promover o impulso através da água. Quando jovens, têm uma coloração de penas mais acinzentada. Quando mais velhos é que ganham a plumagem característica, com tons de preto e branco.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Essa espécie vem da Patagônia, no Sul da Argentina, em busca de comida. Esses animais podem atingir a velocidade de 25 km/h enquanto nadam.</p>
</div>
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<p class="content-media__description ">Conheça espécie e percurso de pinguins que chegam a SC — Foto: Ben Ami/NSC</p>
</div>
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<h3 id="google_ads_iframe_/95377733/tvg_G1/Sua_Regiao&gt;Sul&gt;Santa_Catarina_4__container__" style="box-sizing: inherit; margin: auto; padding: 0px; border: 0pt none; font: inherit; vertical-align: initial; max-width: 100%; text-align: left;"><strong>Orientações ao encontrar um animal marinho debilitado:</strong></h3>
</div>
</div>
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<ul class="content-unordered-list">
<li>Caso encontre um mamífero, ave ou tartaruga marinha debilitada ou morta na praia, ligue para o Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) 0800 642 3341;</li>
<li>mantenha distância e ajude a isolar a área;</li>
<li>evite contato dos animais silvestres com bichos de estimação, pois eles podem transmitir doença entre si. Os cachorros também podem atacar;</li>
<li>evite tirar fotos com o uso de flash, nem forneça alimentos ou force o animal a entrar na água.</li>
</ul>
<p>Foto: PMP/ Divulgação</p>
<p>*G1</p>
</div>
</div>
</div>
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