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	<title>2021-2022 - Portal NDC</title>
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		<title>Justiça investiga Militares por assédio sexual cometido em hospital da PM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Sep 2023 20:01:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[O capitão Moisés Alves Nunes e a soldado Dayane Angélica Pereira, da Polícia Militar do Paraná (PM-PR), estão sendo investigados na Justiça Militar por assédio e importunação sexual cometidos dentro do Hospital da PM (HPM), em Curitiba. Entre as vítimas, estão estagiárias. A informação consta em denúncia do Ministério Público do Paraná (MP-PR), obtida com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2245583632" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>O capitão Moisés Alves Nunes e a soldado Dayane Angélica Pereira, da Polícia Militar do Paraná (PM-PR), estão sendo investigados na Justiça Militar por assédio e importunação sexual cometidos dentro do Hospital da PM (HPM), em Curitiba. Entre as vítimas, estão estagiárias.</p>
<p>A informação consta em denúncia do Ministério Público do Paraná (MP-PR), obtida com exclusividade pelo g1. O caso tramita sob sigilo.</p>
<p>De acordo com o documento, os crimes aconteciam de formas distintas. Em alguns casos, os militares abordavam as vítimas com convites para sexo em grupo. Em outros, as vítimas eram tocadas sem consentimento e incomodadas com mensagens inconvenientes, segundo a denúncia.</p>
<p>À época dos crimes, segundo o MP, uma das vítimas era menor de idade, com 17 anos.</p>
<p>A denúncia aponta que os crimes investigados foram cometidos entre abril de 2021 e outubro de 2022. A apuração começou a partir de denúncia à Corregedoria da Polícia Militar.</p>
<p>A reportagem não conseguiu localizar a defesa dos policiais investigados. Em nota, a Polícia Militar (PM-PR) afirmou que investigou, encaminhou para o Ministério Público o caso e que não concorda com desvio de conduta. Leia mais abaixo.</p>
<h3>Investigação</h3>
<p>Conforme o documento, em um dos casos, o capitão Nunes convidou a vítima para fazer sexo com ele e o soldado Dayane.</p>
<p>A denúncia afirma que ela recusou, mas ele insistiu e, em certa ocasião, chegou a dizer que &#8220;já fazia isso há muitos anos no hospital, e nunca ninguém tinha descoberto&#8221;, cita o documento.</p>
<p>Frente a recusa da vítima, ela contou que passou a ser perseguida pelos policiais, especialmente pela soldado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: G1</p>
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