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	<title>200 candidatos - Portal NDC</title>
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		<title>Dos cerca de 200 candidatos a governador no Brasil, apenas 34 são mulheres e só três são favoritas em seus estados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Aug 2022 14:24:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[“Foi preciso cinco mandatos para eu ser candidata a governadora. Talvez se eu fosse um homem, antes disso eu já teria chegado”, diz a ex-prefeita de Boa Vista e pré-candidata em Roraima Teresa Surita (MDB). Ela é uma das três únicas mulheres em todos os 26 estados e no Distrito Federal em condição de favoritismo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-296358656" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>“Foi preciso cinco mandatos para eu ser candidata a governadora. Talvez se eu fosse um homem, antes disso eu já teria chegado”, diz a ex-prefeita de Boa Vista e pré-candidata em Roraima Teresa Surita (MDB). Ela é uma das três únicas mulheres em todos os 26 estados e no Distrito Federal em condição de favoritismo nas corridas eleitorais para governador. Ao lado dela, estão a deputada Marília Arraes (Solidariedade-PE) e a governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT).<br /><br />As mulheres são maioria do eleitorado (52,6%) e pouco menos da metade das filiações a partidos(46%), segundo dados deste ano do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Mas só 16 das 32 siglas terão candidatas a governadora.<br /><br />O PL, partido do presidente Jair Bolsonaro — que tenta atrair o voto feminino para sua campanha de reeleição —, não lançou nenhuma mulher para o comando de Executivos estaduais, tampouco outras siglas da base bolsonarista, como PP, Republicanos e PTB. O PSB, partido que ocupa a vice na chapa do ex-presidente Lula (PT) na eleição presidencial, também não. Completam a lista PSD, Cidadania, Rede, Novo, PV, DC, Avante, Patriota, PRTB e Agir.<br /><br />Pré-candidatas, líderes políticas, ativistas e pesquisadoras ouvidas pelo GLOBO atribuem o cenário à falta de representação feminina na mesa de decisões dos partidos. Só seis das 32 siglas são comandadas por mulheres: PT, Podemos, Rede, PMB, PCdoB e PRTB.<br /><br />A maioria das legendas diz haver dificuldade de articular chapas e de encontrar mulheres que queiram concorrer. Dizem que elas preferem os pleitos proporcionais, para deputada estadual ou federal.</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os partidos também afirmam ter pré-candidatas a vice-governadora e senadora. O Cidadania e o PV disseram que, apesar de não terem filiadas na disputa, integram federações com candidatas a governadora. Procurados, PL, Rede, Avante, PTB e Republicanos não se manifestaram.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="7" data-block-id="11">
<h2 class="content-text__container">Representação feminina avança pouco em quatro anos</h2>
<p>Entre os cerca de 200 nomes na corrida aos Executivos estaduais, há 34 pré-candidatas até o momento, segundo levantamento preliminar feito pelo GLOBO. Alguns partidos ainda não fecharam se terão candidatos ou quem será o escolhido. A data limite para o registro de candidaturas é 15 de agosto.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="65" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O número de pré-candidatas neste ano não mostrou grande avanço frente ao de 2018, quando 30 concorreram a governadora. Desde aquele ano está em vigor a norma de que partidos devem reservar ao menos 30% do fundo eleitoral para mulheres. Mesmo assim, a falta de recursos ainda é citada como a principal dificuldade delas — e campanhas majoritárias costumam ser mais caras que as proporcionais.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="17" data-block-id="14">
<p>— Essa escolha de quem concorre ao governo é partidária. E nós, mulheres, temos entrada reduzida. Para os partidos, mulher serve para cumprir os 30% (de candidatura feminina obrigatória) ou para ser vice — diz Larissa Alfino, presidente do Instituto Vamos Juntas, grupo que trabalha para ampliar o acesso feminino na política.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A pré-candidata do PDT ao governo do Amazonas, Carol Braz, é uma das que está esperando o seu partido informar o valor que ela terá para decidir se mantém seu nome na disputa.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="21" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Sem o recurso do partido, é impossível manter uma candidatura. Precisamos de apoio para sermos competitivas — disse Braz.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="64" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Nas últimas duas eleições, só uma governadora foi eleita em cada pleito: Suely Campos (PP) em 2014, em Roraima, e Fátima Bezerra (PT) em 2018, no Rio Grande do Norte. O máximo foi em 2010, quando três venceram a disputa. O Brasil teve a primeira governadora eleita em 1994: Roseana Sarney (PFL) no Maranhão. Mais de 20 anos depois, oito venceram as disputas estaduais.</p>
</div>
<div class="content-ads content-ads--reveal" data-block-type="ads" data-block-id="19">— É um retrato de uma sociedade machista. Esses homens (os governadores) não são capazes de construir políticas públicas que protejam as mulheres. Só nós podemos fazer isso — afirma Maísa Diniz, fundadora do Vote Nelas, iniciativa para aumentar o número de eleitas.</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="54" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No Ceará, a atual governadora, Izolda Cela, foi preterida pelo seu partido, o PDT, que escolheu um homem para representar a sigla. A decisão se baseou em conflitos políticos — devido à proximidade dela com o PT —, mas é a primeira vez desde 2002 que um governador não tenta a reeleição no estado.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="23">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O Ceará é um dos 20 estados, além do Distrito Federal, que nunca elegeu uma governadora. Izolda era vice e assumiu em abril. Ela anunciou sua desfiliação do PDT na semana passada. Procurada pelo GLOBO, não quis se manifestar.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A socióloga Jacqueline Quaresemin, professora de opinião pública na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, aponta a dificuldade das mulheres emplacarem seus nomes nas negociações estaduais entre os partidos.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="25">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— A questão do poder é mais evidente nas majoritárias. Como são cargos executivos, depende de uma grande articulação política. Há toda uma negociação do poder regional.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Foto: Arte O Globo</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Fonte: O Globo</p>
</div>
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