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	<title>Meio Ambiente - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Meio Ambiente - Portal NDC</title>
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		<title>Da Amazônia à Europa, seca avança e movimenta debates na COP17</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/da-amazonia-a-europa-seca-avanca-e-movimenta-debates-na-cop17/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Aug 2026 19:20:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[Problema ameaça principalmente populações vulneráveis A seca deixou de ser um problema apenas das regiões áridas do planeta e passou a atingir lugares antes considerados menos vulneráveis. Segundo a Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD), a frequência e a duração das secas aumentaram quase 30% desde 2000. Essa face da crise climática será um dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2119974346" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p class="wp-block-paragraph">Problema ameaça principalmente populações vulneráveis</p>
<p>A seca deixou de ser um problema apenas das regiões áridas do planeta e passou a atingir lugares antes considerados menos vulneráveis. Segundo a Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD), <strong>a frequência e a duração das secas aumentaram quase 30% desde 2000</strong>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699615&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699615&amp;o=node" /></p>
<p>Essa face da crise climática será um dos temas centrais da 17ª Conferência das Nações Unidas de Combate à Desertificação (COP17), que acontecerá em Ulaanbaatar, na Mongólia, entre este domingo (17) e 28 de agosto. Para a secretária executiva da UNCCD, Yasmine Fouad, o momento pede urgência na aplicação de soluções concretas nos territórios.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;A questão já não é reconhecer a seca como um risco global, mas agir cedo o suficiente para evitar que seus impactos se espalhem pelas comunidades, economias e fronteiras&#8221;, afirma Fouad em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
</blockquote>
<p>As projeções são de que, até 2050, três em cada quatro pessoas no mundo poderão ser afetadas, enquanto <strong>a demanda global por água deve superar a oferta em até 40% até 2030</strong>.</p>
<p><strong>No Brasil, todas as cinco regiões tiveram registros de seca, com diferentes intensidades, em julho de 2026</strong>. Pelo menos 157 municípios foram classificados em situação de “seca severa”, o que significa que sofreram queda acentuada de umidade no solo e estresse hídrico na vegetação, com perdas na agricultura. </p>
<p>O fenômeno no país é acompanhado pelo <a href="https://monitordesecas.ana.gov.br/mapa?mes=6&amp;ano=2026" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Monitor de Secas</a>, coordenado pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), e por <a href="https://www.gov.br/cemaden/pt-br/assuntos/monitoramento/impactos-seca/monitoramento-de-seca-para-o-brasil/monitoramento-de-secas-e-impactos-no-brasil-2013-julho-2026" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">boletins mensais</a> do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). O coordenador-geral de pesquisa e desenvolvimento do Cemaden, José Antonio Marengo, explica que <strong>o problema deve se intensificar nos próximos meses</strong>.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;O que observamos em todo o país é uma tendência de ressecamento. Vemos a diminuição dos totais de chuvas e o aumento da temperatura. Há um risco de que o desequilíbrio entre precipitação e evaporação leve a situações de agravamento das secas&#8221;, analisa Marengo.</p>
</blockquote>
<h2>Problema global</h2>
<p>Ao redor do mundo, o <a href="https://drought.emergency.copernicus.eu/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Observatório Global da Seca</a> destacou que, em julho, a Europa registrou temperaturas acima da média, com uma onda de calor prolongada. Mas o problema é mais amplo.</p>
<p><strong>As condições de seca se apresentam de forma mais intensa nas seguintes regiões:</strong></p>
<ul>
<li>Europa: Reino Unido, Itália, França, Alemanha, Hungria e Romênia; </li>
<li>África: Sul e Centro do continente, como Sudão, Etiópia, Zâmbia e Magadascar;</li>
<li>Oriente Médio: Irã e Omã;</li>
<li>Ásia: Centro e Sudeste, como Cazaquistão, China e Filipinas.</li>
</ul>
<p>O fenômeno pode assumir diferentes formas, como a seca meteorológica, que ocorre quando as precipitações permanecem abaixo da média durante um período prolongado.</p>
<p>A seca agrícola, por sua vez, reduz a umidade disponível para as plantas e compromete lavouras e pastagens.</p>
<p>Já a seca hidrológica afeta rios, reservatórios e aquíferos, e provoca impactos sobre o abastecimento humano, a geração de energia, a navegação e a biodiversidade.</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered">
<div style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" title="ASA / Divulgação" src="https://imagens.ebc.com.br/_m8zR3Af6CyC62o851lNt2YVa1k=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2026/08/13/51192663383_cacaaab68a_k.jpg?itok=wgS-qGou" alt="Da Amazônia à Europa, seca avança e movimenta debates na COP17. Seca impacta agricultura, alimentação e segurança hídrica no Brasil. Crédito: ASA / Divulgação" width="754" height="501" /><p class="wp-caption-text">Seca impacta agricultura, alimentação e segurança hídrica no Brasil. Crédito: ASA / Divulgação</p></div>
</div>
</div>
<h2>Impacto desigual</h2>
<p><strong>Não dá mais para tratar o problema como algo isolado</strong>, alerta o diretor do Departamento de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), Alexandre Pires.</p>
<blockquote>
<p>“Se pegarmos dados do Cemaden, que faz o monitoramento das secas no Brasil, nos últimos 30 anos, nós tivemos secas severas nas cinco macrorregiões do país”, diz o diretor.</p>
</blockquote>
<p>“É claro que, em determinadas regiões, o problema é mais grave, como é o caso da Região Nordeste e do Norte de Minas Gerais. Entre 2012 e 2017, tivemos uma seca muito impactante no semiárido do ponto de vista das reservas hídricas e da alimentação para os animais”.</p>
<p><strong>A seca costuma atingir com maior intensidade populações que dependem diretamente dos recursos naturais para sobreviver, como indígenas, quilombolas, ribeirinhos, extrativistas, pescadores artesanais e agricultores familiares</strong>.</p>
<p>O caso da Amazônia é emblemático. Com a maior floresta tropical e a maior bacia hidrográfica do planeta, a região passou a enfrentar secas históricas. Em 2023 e 2024, rios de diversos municípios da região atingiram os menores níveis já registrados. Comunidades ficaram isoladas, transporte fluvial foi interrompido, houve dificuldades com o abastecimento de alimentos e de medicamentos.</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered">
<div style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" title="Alex Pazuello/Secom" src="https://imagens.ebc.com.br/WdS9N8ArUra09J6KOhNuZueSTt8=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/53272781150_37a99f7929_o.jpg?itok=Yb0OV1EU" alt="Tefé (AM) 21/10/2023 – Um indigena obserna o leito do rio Amazonas em Tefé (AM) praticamnete seco.
 Foto: Alex Pazuello/Secom" width="754" height="503" /><p class="wp-caption-text">Um indigena observa o leito do Rio Amazonas em Tefé (AM) praticamnete seco, em 2023. Foto: Alex Pazuello/Secom</p></div>
</div>
</div>
<p>Para alertar sobre o tema, a Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) lançou um <a href="https://coiab.org.br/wp-content/uploads/2025/11/Boletim-2023-2025-digital.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">boletim</a> no fim do ano passado em que alerta para os efeitos sobre os povos tradicionais da região.</p>
<p>Segundo o coordenador-geral da Coiab, Toya Manchineri, <strong>secas e queimadas ameaçam os territórios e modos de vida que sustentam o planeta</strong>.</p>
<p>“O que vivenciamos não foi uma estiagem isolada, mas um colapso ambiental em curso”, destacou Toya Manchineri quando o boletim foi lançado.</p>
<blockquote>
<p>“A crise climática se manifesta no cotidiano das comunidades. Quando o rio seca, o peixe desaparece, o barco não chega e a floresta, antes úmida, passa a queimar”.</p>
</blockquote>
<p>No monitoramento recente feito pelo Cemaden, os territórios indígenas afetados pela seca severa passaram de três, em junho, para 17, em julho. O órgão destaca o agravamento do problema nos distritos sanitários especiais indígenas de Alto Rio Negro (AM), Parintins (AM), Kaiapó do Pará (PA), Tocantins (TO) e Araguaia (MT e TO).</p>
<p>Em relação aos assentamentos rurais, houve aumento de duas para 44 áreas afetadas pela seca extrema, e crescimento de 102 para 309 áreas afetadas pela seca severa. Pará, Tocantins, Mato Grosso, Rondônia e Amazonas concentram a maior parte das áreas afetadas.</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered">
<div style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" title="Joédson Alves/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/AuQ4ndpLAg7C9SyRjn-_-aWZ8eY=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/_ja02664.jpg?itok=Hoij0DRz" alt="Porto Jofre (MT) 17/11/2023 – Detalhe de arvores queimadas durante incêndio florestal que atige o Pantanal.
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil" width="754" height="503" /><p class="wp-caption-text">Detalhe de arvores queimadas durante incêndio florestal que atingiu o Pantanal em 2023. Foto: Joédson Alves/Agência Brasil</p></div>
</div>
</div>
<h2>Seca relâmpago</h2>
<p>Além de mudanças na frequência e na intensidade, as secas passaram a apresentar diferenças expressivas também na duração. <strong>Impulsionadas pelo aquecimento global, essas estiagens severas estão mais longas</strong>, explica o pesquisador Humberto Alves Barbosa, coordenador e fundador do Laboratório de Análise e Processamento de Imagens de Satélites (Lapis), da Universidade Federal de Alagoas (Ufal).</p>
<p>Humberto destaca também os impactos identificados mais recentemente de um tipo de seca de curta duração, conhecido como seca-relâmpago.</p>
<p>&#8220;Essas secas costumam ocorrer durante o verão, acompanhadas de aumento do calor, com início rápido e forte intensidade. O fenômeno dura apenas alguns dias ou semanas. Porém, o efeito combinado da redução da cobertura vegetal e do aumento das temperatura durante as secas piora ainda mais a condição de aridez da região&#8221;, explica o pesquisador.</p>
<h2>El Niño</h2>
<p>Preocupações sobre a seca aumentaram este ano, com a previsão de chegada de um El Niño mais intenso do que os anteriores. Caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial, o fenômeno costuma alterar a circulação atmosférica em diferentes partes do planeta e modificar a distribuição das chuvas.</p>
<p>Segundo as <a href="https://wmo.int/resources/publication-series/global-seasonal-climate-update/gscu-aso2026" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">previsões mais recentes da Organização Meteorológica Mundial (OMM)</a>, o El Niño deve ficar mais forte entre agosto e outubro de 2026. O padrão esperado de chuvas indica condições mais secas que o normal principalmente na Índia e partes do sul da Ásia, na Austrália Meridional e Oriental, na América Central e Caribe, no Noroeste da América do Sul e no Norte da Europa.</p>
<p><strong>No Brasil, o fenômeno pode provocar secas mais severas em algumas regiões, alerta o pesquisador Humberto Barbosa.</strong></p>
<p>&#8220;Historicamente, um El Niño de intensidade muito forte está associado à redução das chuvas e ao aumento das temperaturas no Norte, Nordeste e áreas do Centro-Oeste. Ele deve afetar tanto a umidade do solo quanto a vazão dos rios. Estas regiões ficam mais vulneráveis às secas prolongadas ou às secas relâmpagos e às queimadas&#8221;, diz Humberto.</p>
<p>O Programa Mundial de Alimentos (PMA) estima que <strong>a seca e os demais impactos climáticos associados ao El Niño podem agravar significativamente a insegurança alimentar em 45 países</strong>.</p>
<p>A análise mais recente aponta que a população em insegurança alimentar aguda pode aumentar de cerca de 225 milhões para 275 milhões de pessoas, caso os impactos previstos se concretizem. Os maiores aumentos são esperados nas Américas Central e do Sul, no Caribe e no Sul da África.</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered">
<div style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" title="Joédson Alves/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/lY8JfkpuvawCfYnwAQ7Z3fU_ns8=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/08/26/_mg_9090.jpg?itok=PoS-hZ23" alt="Brasília (DF) 26/08/2024- Brasília amanhece encoberta por fumaça de queimadas.
Foto: Joédson Alves/Agência Brasil" width="754" height="503" /><p class="wp-caption-text">Brasília amanhece encoberta por fumaça de queimadas em 2024. Foto: Joédson Alves/Agência Brasil</p></div>
</div>
</div>
<h2>Seca na COP17</h2>
<p>Em vez de concentrar esforços apenas na resposta às emergências, governos têm sido estimulados a investir em monitoramento, sistemas de alerta precoce, recuperação de áreas degradadas, gestão integrada da água e fortalecimento da capacidade de adaptação das populações.</p>
<p>A expectativa é que o tema ganhe força na conferência, prevê o diretor do Departamento de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca.</p>
<p>“Existe hoje um fórum político, a Aliança Internacional para a Resiliência à Seca (IDRA, na sigla em inglês), da qual o Brasil passou a fazer parte em 2024. A expectativa é que essa articulação influencie as negociações e estimule os países a investir mais recursos para enfrentar as secas, porque esse é um problema que precisa ser tratado antes de virar uma emergência ainda maior”, diz Alexandre.</p>
<p>Criada durante a COP27 do Clima, em 2022, a IDRA reúne governos e organizações internacionais. A iniciativa busca fortalecer a cooperação entre os países, ampliar o compartilhamento de informações e incentivar investimentos em ações de adaptação.</p>
<h2>Cobertura na Mongólia</h2>
<p>A <strong>Agência Brasil</strong> vai acompanhar as duas semanas da COP17 da Desertificação diretamente da Mongólia. A viagem é uma parceria com a UNCCD, que selecionou seis repórteres de diferentes continentes com uma bolsa de jornalismo para cobrir o evento.</p>
<p>Nos próximos dias, a <strong>Agência Brasil</strong> publica uma série de matérias com informações sobre a conferência e como os temas debatidos nela afetam o Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</em></p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">64567</post-id>	</item>
		<item>
		<title>RS: Defesa Civil confirma uma morte e cinco feridos após ciclone bomba</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/rs-defesa-civil-confirma-uma-morte-e-cinco-feridos-apos-ciclone-bomba/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 20:41:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[Meteorogista diz que pior já passou e não há mais ameaças para região A Defesa Civil do Estado do Rio Grande do Sul confirmou, nesta sexta-feira (7), que uma pessoa morreu e cinco ficaram feridas após a passagem do ciclone bomba pela região. Até o final da manhã, 118 municípios reportaram danos. A vítima foi um homem que se [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2119974346" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p class="wp-block-paragraph">Meteorogista diz que pior já passou e não há mais ameaças para região</p>
<p><strong>A Defesa Civil do Estado do Rio Grande do Sul confirmou, nesta sexta-feira (7), que uma pessoa morreu e cinco ficaram feridas após a passagem do ciclone bomba pela região. </strong>Até o final da manhã, 118 municípios reportaram danos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699020&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699020&amp;o=node" /></p>
<p>A vítima foi um homem que se acidentou na rodovia estadual RS-124, no município de Montenegro, enquanto trafegava de moto. Não há informações complementares sobre identificação da vítima.</p>
<p>Segundo a diretora do Departamento de Gestão de Risco da Defesa Civil, Ana Maria Hermes, as circunstâncias do acidente ainda não foram confirmadas pelas autoridades locais.</p>
<blockquote>
<p>“A gente ainda não sabe se a árvore caiu no momento em que ele passava ou se já estava caída na estrada e ele bateu”, informa.</p>
</blockquote>
<p>Dos cinco feridos, um é do município de Novo Hamburgo. Ele se enroscou em fios enquanto estava em trânsito, durante o vendaval. Segundo informações da Defesa Civil, o estado de saúde dele exige mais atenção.</p>
<p>Um militar também foi atingido por um estilhaço enquanto estava dentro da viatura em atendimento, no município de Osório. E, em Dom Feliciano, outras três pessoas teriam sofrido ferimentos leves.</p>
<p>De acordo com a diretora Ana Maria, a maior parte dos informes de danos nos municípios ocorreram em decorrência dos ventos. Um número menor de registros tem relação com chuva de granizo.</p>
<p><strong>Saiba mais no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/-XKVgVbXr8M?si=FKte-CA-1H5PVddZ&amp;start=1103" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<h2>Previsão</h2>
<p><strong>As autoridades estaduais informaram ainda que com o afastamento do ciclone da região e a diminuição da frente fria decorrente do fenômeno, não são esperados maiores transtornos nesta sexta-feira.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Podemos ficar mais tranquilos, o ciclone já avançou e não representa mais grandes ameaças para a região”, informou Ana Maria Hermes.</p>
</blockquote>
<p>A Defesa Civil informou ainda que os números continuarão em atualização ao longo do dia, conforme os municípios façam novos informes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Foto: Ari Dias/AEN</em></p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">64461</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Chances do El Niño ser &#8220;muito forte&#8221; no final de 2026 chegam a 81%</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/chances-do-el-nino-ser-muito-forte-no-final-de-2026-chegam-a-81/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 22:20:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=64199</guid>

					<description><![CDATA[Previsão é da agência do clima norte-americana NOAA O El Niño se intensificou e tem 81% de chance de atingir a categoria “muito forte” entre os meses de outubro e dezembro próximos, segundo estimativa publicada nesta quinta-feira (9) pela National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), agência de previsão climática dos Estados Unidos, uma das mais importantes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2119974346" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p class="wp-block-paragraph">Previsão é da agência do clima norte-americana NOAA</p>
<p>O El Niño se intensificou e tem 81% de chance de atingir a categoria “muito forte” entre os meses de outubro e dezembro próximos, <strong>segundo estimativa publicada nesta quinta-feira (9) pela National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA)</strong>, agência de previsão climática dos Estados Unidos, uma das mais importantes do mundo.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696344&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696344&amp;o=node" /></p>
<p>Segundo a NOAA, se a previsão se confirmar, esse pode ser o maior El Niño desde 1950, ano em que começaram a ser feitas as medições.</p>
<p>Havia uma previsão de que o fenômeno pudesse se intensificar ao longo de 2026, mas não se sabia exatamente a intensidade a que poderia chegar. <strong>Esse novo boletim do instituto marca, portanto, uma mudança importante.</strong></p>
<p>O fortalecimento do fenômeno climático tem ainda 97% de chance de perdurar até os meses de março a junho de 2027, quando é primavera no Hemisfério Norte e outono no Hemisfério Sul.</p>
<p>De acordo com o instituto norte-americano, o <strong>El Niño ganhou força no mês de junho, causando uma série de alterações na temperatura de uma grande área da superfície do Oceano Pacífico central e leste</strong>, provocando aumento superior a 1ºC nessas regiões.</p>
<p>Ainda segundo a NOAA, um El Niño mais forte não significa necessariamente que haverá eventos climáticos graves, mas que há uma probabilidade maior de que aconteçam mais tempestades e forte calor em diferentes regiões do planeta.</p>
<p><strong>O El Niño é o fenômeno meteorológico que provoca o aquecimento acima da média da superfície do Pacífico equatorial.</strong> Essa elevação da temperatura causa alterações no ritmo das chuvas e também na circulação dos ventos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</em></p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Floresta destruída no AM leva à proibição de uso de fazenda e bloqueio milionário</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/floresta-destruida-no-am-leva-a-proibicao-de-uso-de-fazenda-e-bloqueio-milionario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 19:01:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=62932</guid>

					<description><![CDATA[No local, foram identificados 301 hectares desmatados dentro de uma área total de 3,2 mil hectares de floresta nativa derrubada para atividade agropecuária. A Justiça Federal manteve a proibição de uso de uma área desmatada ilegalmente em Lábrea, no sul do Amazonas. A decisão é do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) e reforça [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2119974346" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p class="wp-block-paragraph">No local, foram identificados 301 hectares desmatados dentro de uma área total de 3,2 mil hectares de floresta nativa derrubada para atividade agropecuária.<br /><br />A Justiça Federal manteve a proibição de uso de uma área desmatada ilegalmente em Lábrea, no sul do Amazonas. A decisão é do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) e reforça o embargo contra a Fazenda Minas Gerais. No local, foram identificados 301 hectares desmatados dentro de uma área total de 3,2 mil hectares de floresta nativa derrubada para atividade agropecuária.<br /><br />O caso ganhou destaque porque, mesmo após autuação e embargo do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o proprietário continuou a produção agropecuária. Ele também não adotou medidas de recuperação ambiental.<br /><br />A Advocacia-Geral da União (AGU) apresentou provas técnicas, como imagens de satélite e relatórios fotográficos, que mostram a continuidade do dano ambiental.<br /><br />Além de proibir o uso da área, a decisão suspende benefícios fiscais e o acesso a crédito público. A Justiça também determinou o bloqueio de bens e valores dos envolvidos, estimados em R$ 51,5 milhões. O objetivo é garantir a recuperação da área e o pagamento de indenização por danos coletivos.<br /><br />Segundo a AGU, o desmatamento em Lábrea é de grande magnitude e já motivou uma ação civil pública movida pela União e pelo Ibama. A manutenção do embargo reforça a prioridade na proteção da Amazônia e na responsabilização de proprietários que se beneficiam de áreas degradadas.<br /><br /><br /><br /><em>Fonte: G1</em></p>
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		<title>Rios da Amazônia são mapeados em 3D pela primeira vez por órgão público</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/rios-da-amazonia-sao-mapeados-em-3d-pela-primeira-vez-por-orgao-publico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 19:57:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=62008</guid>

					<description><![CDATA[Segundo o pesquisador, o aparelho também permitirá compreender o transporte de sedimentos pelas dunas fluviais, fenômeno ainda pouco conhecido. Pela primeira vez, o fundo dos rios da Amazônia foi mapeado em 3D por um órgão público. A tecnologia, utilizada pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB), permite identificar estruturas submersas, como pontes, oleodutos e cabos ópticos, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2119974346" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo o pesquisador, o aparelho também permitirá compreender o transporte de sedimentos pelas dunas fluviais, fenômeno ainda pouco conhecido.</p>
<div id="chunk-69jbb">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="3">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Pela primeira vez, o fundo dos rios da Amazônia foi mapeado em 3D por um órgão público. A tecnologia, utilizada pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB), permite identificar estruturas submersas, como pontes, oleodutos e cabos ópticos, e avaliar riscos para a navegação.</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-bmfjm">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="5">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A operação ocorreu entre 28 de janeiro e 12 de fevereiro. Em 16 dias, técnicos percorreram 1.550 quilômetros na Região Metropolitana de Manaus, avançando pelo Rio Solimões. O trabalhou somou mais de 170 horas embarcadas e resultou no mapeamento de 91 km², com profundidades de até 120 metros.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-dm2n8">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="6">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O mapeamento foi realizado com um ecobatímetro multifeixe, aparelho usado em estudos oceânicos. Adquirido com recursos da Casa Civil. Agora, o equipamento será aplicado nos rios da Amazônia para apoiar a navegação e reduzir riscos de erosão e assoreamento.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9fmgk">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="9">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">🖥️ Segundo a SGB, <strong>o ecobatímetro multifeixe com </strong><strong><em>backscatter </em></strong><strong>funciona emitindo múltiplos feixes sonoros em direção ao fundo do rio </strong>que retornam com diferentes intensidades, dependendo do tipo de sedimento ou estrutura. O sistema processa os sinais e gera mapas detalhados da topografia subaquática.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6h6gs">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="10">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Em entrevista ao <strong>g1</strong>, o gerente de hidrologia e gestão territorial da Superintendência Regional de Manaus, André Martinelli, explicou que o equipamento vai ajudar a entender a dinâmica fluvial e melhorar a navegação.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-moom">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="38" data-block-id="11">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Esse ecobatímetro vai permitir entender a dinâmica fluvial dos rios amazônicos e melhorar a navegação na região. A ideia é ampliar o monitoramento para outras áreas do estado e tornar esse trabalho perene como política de estado&#8221;, afirmou</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-agms8">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="12">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Martinelli destacou que o aparelho também vai ajudar a estudar o transporte de sedimentos pelas dunas fluviais, fenômeno pouco conhecido. Ele lembrou que os eventos climáticos extremos estão cada vez mais frequentes na Amazônia.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9ac5p">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="37" data-block-id="13">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“Nos últimos anos tivemos grandes cheias, como em 2009, 2012, 2014, 2019 e 2021, além das secas recentes. Esse equipamento é mais uma ferramenta para entender como esses eventos afetam os rios e mensurar seus impactos”, explicou</blockquote>
</div>
</div>
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</div>
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<div class=" mc-column  content-media__container">
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<div style="width: 657px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/OJMdlIMU1wwGdaspatORlCoJJpo=/0x0:1280x960/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/I/1/Bx3OeuSjeQoBuTqCqhkw/sgb4.jpeg" sizes="auto, (max-width: 1707px) 648px, 100vw" srcset="https://s2-g1.glbimg.com/pr_u68qFCmmAiYjDE0hjQ1nCJ0U=/0x0:1280x960/1000x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/I/1/Bx3OeuSjeQoBuTqCqhkw/sgb4.jpeg 1000w, https://s2-g1.glbimg.com/OJMdlIMU1wwGdaspatORlCoJJpo=/0x0:1280x960/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/I/1/Bx3OeuSjeQoBuTqCqhkw/sgb4.jpeg 984w, https://s2-g1.glbimg.com/ZTK9EC1hoRTlU4YumQovDWjOLw8=/0x0:1280x960/640x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/I/1/Bx3OeuSjeQoBuTqCqhkw/sgb4.jpeg 640w, https://s2-g1.glbimg.com/nexgkt-MNyTfqVkZrTUr_2JkoXo=/0x0:1280x960/600x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/I/1/Bx3OeuSjeQoBuTqCqhkw/sgb4.jpeg 600w" alt="SGB usa tecnologia inédita para mapear fundo dos rios da Amazônia em 3D — Foto: Foto: Lucas Macedo/g1 AM" width="647" height="485" /><p class="wp-caption-text">SGB usa tecnologia inédita para mapear fundo dos rios da Amazônia em 3D — Foto: Foto: Lucas Macedo/g1 AM</p></div>
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</div>
<div id="chunk-d9841">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="13" data-block-id="18">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Os primeiros já identificaram estruturas geológicas e avaliam a segurança de infraestruturas submersas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-dk8vo">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="44" data-block-id="19">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“Observamos cabos ópticos, dutos de gás e pilares de pontes. O equipamento permite verificar se estão protegidos ou expostos, além de indicar se há necessidade de manutenção. Isso mostra o quanto ele será útil para a navegação e para a segurança das estruturas”, concluiu</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-eoq7c">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="51" data-block-id="20">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Os dados coletados vão apoiar órgãos públicos federais, estaduais e municipais em decisões relacionadas à segurança da navegação, na proteção de infraestruturas estratégicas — como pontes, gasodutos e cabos de comunicação — e no ordenamento do uso do leito dos rios. Também servirão para pesquisas sobre erosão e transporte de sedimentos.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-fat64">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="19" data-block-id="22">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“A meta é expandir o monitoramento para outras regiões e transformar a iniciativa em política de Estado”, disse Martinelli.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-73naq">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="21" data-block-id="23">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O SGB informou que os resultados consolidados serão divulgados em até dois meses, com artigos científicos, notas técnicas e mapas temáticos.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6huk0">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="24">
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<div style="width: 657px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/wCHpnH4igCSkzMIBMQI3NUZH-Ns=/0x0:1200x700/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/0/V/NDkIXJSt2f38Ek3fYAiA/georreferencia.jpg" sizes="auto, (max-width: 1707px) 648px, 100vw" srcset="https://s2-g1.glbimg.com/oZhGYcWsXr7L2ft6CC69Aq880vg=/0x0:1200x700/1000x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/0/V/NDkIXJSt2f38Ek3fYAiA/georreferencia.jpg 1000w, https://s2-g1.glbimg.com/wCHpnH4igCSkzMIBMQI3NUZH-Ns=/0x0:1200x700/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/0/V/NDkIXJSt2f38Ek3fYAiA/georreferencia.jpg 984w, https://s2-g1.glbimg.com/pY_yU4FGeJJpA0FPk-cCkanfwoQ=/0x0:1200x700/640x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/0/V/NDkIXJSt2f38Ek3fYAiA/georreferencia.jpg 640w, https://s2-g1.glbimg.com/S4TFGcrTfEQi_ElxbBl9hYbEP-o=/0x0:1200x700/600x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/0/V/NDkIXJSt2f38Ek3fYAiA/georreferencia.jpg 600w" alt="Segundo o SGB, os resultados consolidados devem ser divulgados em até dois meses, com a produção de artigos científicos, notas técnicas e mapas temáticos. — Foto: Foto: Lucas Macedo/g1 AM" width="647" height="377" /><p class="wp-caption-text">Segundo o SGB, os resultados consolidados devem ser divulgados em até dois meses, com a produção de artigos científicos, notas técnicas e mapas temáticos. — Foto: Foto: Lucas Macedo/g1 AM</p></div>
</figure>
</div>
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</div>
<p class="content-media__description  "> </p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: G1</em></p>
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<div class="block-podcast"> </div>
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</div>
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		<title>Desmatamento no Amazonas cai 56% em janeiro de 2026, aponta Inpe</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/desmatamento-no-amazonas-cai-56-em-janeiro-de-2026-aponta-inpe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Feb 2026 18:51:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=61942</guid>

					<description><![CDATA[Dados do sistema Deter mostram redução na área desmatada e no número de alertas no estado. A área desmatada no Amazonas caiu 56,4% em janeiro de 2026 na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O número de alertas de desmatamento também diminuiu 42,8% no período. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2119974346" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p class="wp-block-paragraph">Dados do sistema Deter mostram redução na área desmatada e no número de alertas no estado.</p>
<div id="chunk-4jatl">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="2">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A <strong>área desmatada no Amazonas caiu 56,4% em janeiro de 2026 na comparação com o mesmo mês do ano passado</strong>, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O número de alertas de desmatamento também diminuiu 42,8% no período.</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-57be8">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="4">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">De acordo com o sistema Deter, do Inpe, foram registrados 722 hectares desmatados em janeiro deste ano, contra 1.656 hectares no mesmo mês de 2025. Já os alertas passaram de 77 para 44.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4p6qa">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="5">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Segundo a série histórica recente, é um dos menores índices para o mês de janeiro. A última vez que o estado registrou área inferior a 722 hectares foi em 2021, quando o desmatamento somou 586 hectares. Em relação aos alertas, o número foi menor em 2023, com 30 registros.</p>
<div id="chunk-fcvhp">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="8">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Em janeiro de 2026, Humaitá, no sul do estado, concentrou a maior área desmatada, com 265 hectares. Em seguida aparecem Canutama, com 79 hectares, e Apuí, com 69.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-515lh">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="16" data-block-id="9">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">No número de alertas, Borba liderou com seis registros. Canutama e Humaitá tiveram cinco alertas cada.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-21h0b">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="10">
<div class="content-intertitle">
<h2>O que é o Deter</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-1ro00">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="11">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O Deter é um sistema de monitoramento criado pelo Inpe em 2004 para identificar, quase em tempo real, áreas com indícios de desmatamento e degradação na Amazônia. As informações são obtidas por meio de imagens de satélite e servem de base para ações de fiscalização ambiental.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><em>Fonte: G1</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">61942</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Amazonas concentra 18% das áreas sob risco de desmatamento na Amazônia previsto para 2026, aponta PrevisIA</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/amazonas-concentra-18-das-areas-sob-risco-de-desmatamento-na-amazonia-previsto-para-2026-aponta-previsia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 21:06:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=61749</guid>

					<description><![CDATA[No estado, dois municípios do sul do Amazonas que compõem a região conhecida como Amacro, estão no ranking das 10 cidades na situação mais crítica. O Amazonas aparece entre os estados mais ameaçados pelo desmatamento na Amazônia em 2026. Segundo dados da plataforma de inteligência artificial PrevisIA, 1.000 km² do território amazonense estão sob risco de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2119974346" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p class="wp-block-paragraph">No estado, dois municípios do sul do Amazonas que compõem a região conhecida como Amacro, estão no ranking das 10 cidades na situação mais crítica.</p>
<div id="chunk-ejph6">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="3">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O Amazonas aparece entre os estados mais ameaçados pelo desmatamento na Amazônia em 2026. Segundo dados da plataforma de inteligência artificial PrevisIA, <strong>1.000 km² do território amazonense estão sob risco de devastação — o que representa 18% de toda a área ameaçada na região.</strong></p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-dvqr1">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="5">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">No estado, dois municípios do sul do Amazonas que compõem a região conhecida como<strong> Amacro</strong><strong>, </strong>estão no ranking das 10 cidades na situação mais crítica. Os municípios citados são:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3akkj">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="8" data-block-id="6">
<ul class="content-unordered-list" data-mrf-recirculation="Matéria - Leia Também (Lista)">
<li>Apuí<strong> &#8211; 4º lugar</strong></li>
<li>Lábrea<strong> &#8211; 6º lugar</strong></li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-dptro">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="7">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><em>➡️ </em><strong><em>Amacro, fronteira agrícola que avança sobre áreas de floresta. </em></strong><em>O Greenpeace identificou 27 planos de manejo que derrubaram uma área florestal da na junção dos três estados. Segundo o estudo, 16 destes planos estavam dentro de terras públicas federais.</em></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-c0ii0">
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</div>
<div id="chunk-b7h7f">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="9">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">No total, a PrevisIA calcula que <strong>1.686 km² da Amazônia estarão sob risco muito alto ou alto em 2026</strong>, o que corresponde a 31% do total. Outros 1.056 km² (20%) aparecem em risco moderado e 2.759 km² (50%) em risco baixo ou muito baixo.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-631kg">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="10">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">No Amazonas, a pressão se concentra em áreas de expansão agrícola e próximas a estradas. Desde 2020, cerca de 95% do desmatamento ocorre a até 5,5 km de uma via de acesso.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4d7cn">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="40" data-block-id="11">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“A análise estadual é fundamental para que os órgãos competentes possam atuar em defesa da floresta. No caso do Amazonas, os municípios de Apuí e Lábrea são estratégicos para conter o avanço da devastação”, afirma Alexandra Alves, pesquisadora do Imazon.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-f6ofb">
<div class="cxm-block-video content-media mc-column " data-block-type="backstage-video" data-block-id="14">
<div class="cxm-block-video__container cxm-block-video__container--fallback ">
<div class="cxm-block-video__caption-container">
<p class="codex-caption codex-caption--small">Depois de 2 anos em queda, desmatamento na Amazônia aumenta no 1º semestre de 2025</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-2gkki">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="8" data-block-id="16">
<div class="content-intertitle">
<h2>Pressão sobre terras indígenas e unidades de conservação</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-687ud">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="17">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Além dos municípios, o Amazonas também possui terras indígenas e unidades de conservação estaduais entre as áreas mais ameaçadas. O levantamento mostra que 357 km² estão sob risco em territórios indígenas e outros 598 km² em unidades de conservação, reforçando a necessidade de atuação local</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-f5m67">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="18">
<div class="content-intertitle">
<h2>O que é a PrevisIA</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-d8oac">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="19">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Lançada em 2021 pelo Imazon em parceria com a Microsoft e o Fundo Vale, a PrevisIA é uma plataforma que utiliza a inteligência artificial para indicar áreas sob risco de desmatamento na Amazônia. E, com isso, fornecer dados para evitá-lo.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-26btc">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="20">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Sua metodologia analisa um conjunto de variáveis como a presença de estradas legais e ilegais, o desmatamento já ocorrido, as classes de territórios, a distância para áreas protegidas, os rios, a topografia, a infraestrutura urbana e informações socioeconômicas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-171d4">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="33" data-block-id="21">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“A ferramenta também possibilita análises municipais, favorecendo a adoção de políticas públicas pelas secretarias de meio ambiente e demais órgãos ligados às prefeituras na proteção da floresta” explica Alexandra Alves, pesquisadora do Imazon.</blockquote>
</div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: G1</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">61749</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Nova lei de licenciamento ambiental ameaça Unidades de Conservação e a biodiversidade no AM, apontam especialistas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/nova-lei-de-licenciamento-ambiental-ameaca-unidades-de-conservacao-e-a-biodiversidade-no-am-apontam-especialistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 16:51:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=61430</guid>

					<description><![CDATA[Com a nova regra, que entra em vigor a partir de fevereiro, áreas ainda em processo de regularização podem ser exploradas sem análise prévia dos órgãos ambientais. A nova Lei Geral do Licenciamento Ambiental, prevista para entrar em vigor no país a partir de fevereiro, dispensa a necessidade de licença para atividades como pecuária extensiva [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2119974346" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p class="wp-block-paragraph">Com a nova regra, que entra em vigor a partir de fevereiro, áreas ainda em processo de regularização podem ser exploradas sem análise prévia dos órgãos ambientais.<br /><br />A nova Lei Geral do Licenciamento Ambiental, prevista para entrar em vigor no país a partir de fevereiro, dispensa a necessidade de licença para atividades como pecuária extensiva e cultivo de lavouras, mesmo em propriedades que ainda não tiveram o Cadastro Ambiental Rural (CAR) homologados no Amazonas. Ao g1 especialistas alertaram que a medida fragiliza a fiscalização e ameaça a biodiversidade.<br /><br />Com a nova regra, áreas ainda em processo de regularização podem ser exploradas sem análise prévia dos órgãos ambientais. Na prática, isso significa que produtores podem expandir áreas de gado, soja e milho sem passar por etapas de análise que antes eram obrigatórias, o que, segundo especialistas, cria um cenário de insegurança jurídica e favorece práticas ilegais.<br /><br />A dispensa de licenciamento reduz a capacidade de monitoramento do Estado e amplia o risco de desmatamento em regiões sensíveis, colocando em xeque a proteção de espécies ameaçadas e a integridade dos corredores ecológicos que garantem a conectividade da floresta.</p>
<div id="chunk-6ajhf">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="9">
<div class="content-intertitle">
<h2>📜 O que mudou?</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-ohbt">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="60" data-block-id="10">
<ul class="content-unordered-list" data-mrf-recirculation="Matéria - Leia Também (Lista)">
<li>Antes da lei, empreendimentos agropecuários com mais de mil hectares ou localizados em áreas sensíveis, como Unidades de Conservação (UCs), precisavam apresentar Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e Relatório de Impacto Ambiental (Rima).</li>
<li>Agora, o artigo 9º da nova legislação estabelece a dispensa de licenciamento para pecuária intensiva de pequeno porte, pecuária extensiva e semi-intensiva, cultivo agrícola e pesquisas agropecuárias.</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-6k0s7">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="11">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tentou vetar justamente o trecho que liberava licenciamento para imóveis não homologados, mas o Congresso derrubou o veto junto com outros 51 pontos.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-dkh75">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="12">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">No Amazonas, os efeitos podem ser significativos. <strong>O estado concentra 100 Unidades de Conservação, maior número da Amazônia Legal, e possui mais de 11 mil registros de CARs em áreas protegidas, muitos ainda sem homologação</strong>. Entre as regiões mais vulneráveis estão:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-d848e">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="30" data-block-id="13">
<ul class="content-unordered-list" data-mrf-recirculation="Matéria - Leia Também (Lista)">
<li><strong>🌳 Área de Proteção Ambiental Tapuruquara, com quase 18 mil km² &#8211; localizada em </strong><strong>Santa Isabel do Rio Negro</strong></li>
<li><strong>🌳Floresta Estadual Sucunduri, com 17 mil km² &#8211; localizada em </strong><strong>Apuí</strong></li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-24epe"> </div>
<div id="chunk-em63i">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="15">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Por meio de nota, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio) alertou que a nova lei representa um grave retrocesso na legislação atual, flexibilizando todas as etapas do licenciamento ambiental, com redução de instrumentos e normas, dispensa de estudos e monitoramento de impactos e diminuição do poder da fiscalização por parte dos órgãos públicos</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ha10">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="52" data-block-id="16">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;A ausência de autorização por parte do ICMBio pode trazer ainda prejuízos à segurança jurídica dos projetos, uma vez que podem ser licenciados empreendimentos que comprometam os atributos protegidos ou sejam incompatíveis com as unidades de conservação – exigindo, nestes casos, a futura adoção de medidas cabíveis&#8221;, diz um trecho da nota.</blockquote>
<div id="chunk-9uh38">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="20">
<div class="content-intertitle">
<h2><strong>O que dizem os especialistas</strong></h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-al0e1">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="21">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A recente mudança na legislação de licenciamento ambiental preocupa especialistas da região. Para o advogado e doutorando em ciências ambientais pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Raimundo Albuquerque, <strong><span class="highlight highlighted">a dispensa de licença para o setor agropecuário abre brechas que podem acelerar o avanço do desmatamento sobre áreas sensíveis da floresta.</span></strong></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-87uu0">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="37" data-block-id="22">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“Com a dispensa para o setor agropecuário, esse controle deixa de existir. Ocupantes irregulares conseguem inscrever áreas invadidas no Cadastro Ambiental Rural e alegam estar em regularização, o que impede os fiscais de embargar desmatamentos imediatos”, explica.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-amug5">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="23">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Segundo ele, antes da alteração, o processo de licenciamento exigia um cruzamento espacial que identificava sobreposições com Unidades de Conservação (UCs). Esse filtro funcionava como barreira preventiva.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6p983">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="24">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O especialista alerta que a medida pode intensificar a pressão sobre regiões já vulneráveis no sul do Amazonas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-560m">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="38" data-block-id="25">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“A dispensa de licenciamento funciona como combustível jurídico do desmatamento em municípios como Apuí, Humaitá e Lábrea. Sem barreira preventiva, a proteção formal perde força e as áreas conservadas passam a ser lentamente corroídas por práticas ilegais”, afirma.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-92s80">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="26">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Ele destaca ainda o chamado “efeito de borda”, fenômeno que ocorre quando o entorno das UCs é degradado, tornando o ambiente mais seco e quente, o que acelera a perda de biodiversidade.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ekip5">
<div class="content-ads content-ads--reveal" data-block-type="ads" data-block-id="27"> </div>
</div>
<div id="chunk-odhf">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="28">
<div id="chunk-7b9vn">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="30">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">De acordo com o doutor em Ciência do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia, Antônio Norte, a flexibilização do licenciamento ambiental para atividades agropecuárias pode comprometer instrumentos essenciais de fiscalização e aumentar os riscos para espécies ameaçadas na Amazônia.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-cesm5">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="23" data-block-id="31">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“O desmonte resulta na perda de instrumentos técnicos como inventários florestais e estudos hidrológicos, que antes eram exigidos antes de qualquer intervenção”, explica.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-aic12">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="32">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Com a dispensa, surge uma “presunção de legalidade” que dificulta a atuação dos fiscais. “Agora o fiscal precisa produzir provas complexas em campo para derrubar o autolicenciamento declaratório do infrator, uma tarefa que demanda tempo, recursos e expertise técnica nem sempre disponíveis”, afirma.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-7a6c7">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="33">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O especialista afirma que os impactos imediatos da flexibilização também preocupam os corredores ecológicos estratégicos, como o Mosaico do Apuí, que podem deixar de cumprir sua função de conectividade, tornando-se barreiras.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3rb83">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="29" data-block-id="34">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“Primatas como o zogue-zogue e o macaco-aranha-de-cara-preta enfrentam risco iminente de extinção local por dependerem de dossel florestal contínuo, hoje cada vez mais fragmentado pela expansão de pastagens”, alerta</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-6642r">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="35">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Para mitigar os riscos trazidos, principalmente Artigo 9º, Norte defende medidas mais rigorosas de controle. “É preciso exigir que o CAR esteja de fato homologado antes de dispensar o licenciamento. A mera inscrição não pode servir de salvo-conduto para atividades ilegais”, ressalta.</p>
</div>
</div>
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</div>
<div id="chunk-aeo12">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="37">
<div class=" mc-column  content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box"> </div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<h2> </h2>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: G1</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">61430</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Indígenas pedem ao STF derrubada de licenciamento ambiental especial</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/indigenas-pedem-ao-stf-derrubada-de-licenciamento-ambiental-especial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Dec 2025 16:40:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=60662</guid>

					<description><![CDATA[A ação pede a interrupção imediata dos efeitos das normas até o julgamento do mérito A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e o PSOL acionaram o Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira (29 de dezembro), para suspender leis que alteram o licenciamento ambiental no país. O questionamento recai sobre a Lei Geral do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2119974346" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p class="wp-block-paragraph">A ação pede a interrupção imediata dos efeitos das normas até o julgamento do mérito<br /><br />A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e o PSOL acionaram o Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira (29 de dezembro), para suspender leis que alteram o licenciamento ambiental no país.<br /><br />O questionamento recai sobre a Lei Geral do Licenciamento Ambiental e a Lei 15.300/2025, que instituiu a Licença Ambiental Especial (LAE), um modelo de licenciamento acelerado para obras consideradas estratégicas.<br /><br />Segundo a petição, as novas regras flexibilizam etapas essenciais do licenciamento de atividades com alto potencial de impacto, como obras viárias, projetos de energia, mineração e empreendimentos agropecuários.<br /><br />“É o maior retrocesso ambiental dos últimos 40 anos e um dos maiores ataques aos povos indígenas desde a redemocratização”, afirmou o coordenador jurídico da Apib, Ricardo Terena.<br /><br />Ele também aponta risco direto às comunidades tradicionais.<br /><br />“O enfraquecimento da Funai, a desconsideração de terras indígenas não homologadas e a violação do direito à consulta livre, prévia e informada colocam em risco os povos indígenas e os biomas protegidos por eles”, disse.<br /><br />A ação pede que o STF declare a inconstitucionalidade de dispositivos que permitem o autolicenciamento e a concessão da LAE por decisão política.<br /><br />O texto foi articulado pelo Observatório do Clima e conta com o apoio de organizações ambientais e de direitos humanos.<br /><br /><br /><br /><em>Fonte: BNC Amazonas</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">60662</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Sete anos depois, Brumadinho ainda vive adoecimento e insegurança</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/sete-anos-depois-brumadinho-ainda-vive-adoecimento-e-inseguranca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Dec 2025 15:48:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=59980</guid>

					<description><![CDATA[Estudo da UFMG aponta danos ambientais e perdas econômicas duradouras Daqui a pouco menos de dois meses, o rompimento da barragem de rejeitos Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, Minas Gerais, vai completar sete anos. Na tragédia 272 pessoas morreram, outras ficaram desaparecidas e rios e comunidades sofreram impactos causados por um desastre socioambiental sem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2119974346" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p class="wp-block-paragraph">Estudo da UFMG aponta danos ambientais e perdas econômicas duradouras</p>
<p><strong>Daqui a pouco menos de dois meses, o rompimento da barragem de rejeitos Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, Minas Gerais, vai completar sete anos. Na tragédia 272 pessoas morreram, outras ficaram desaparecidas e rios e comunidades sofreram impactos causados por um desastre socioambiental sem precedentes. A Vale era a responsável pela barragem.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1671099&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1671099&amp;o=node" /></p>
<p>Um estudo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), feito por pesquisadores do Projeto Brumadinho, indica que 70% dos domicílios do município relataram algum tipo de adoecimento físico ou mental, o que indica que os impactos sobre a saúde continuam estruturais e persistentes até hoje.</p>
<p>Sintomas como estresse, insônia, ansiedade, hipertensão e episódios depressivos continuam recorrentes, enquanto 52% dos adultos passaram por tratamento psicológico ou psiquiátrico desde a tragédia.</p>
<p><strong>O cenário também envolve piora de doenças crônicas e aumento da demanda por acompanhamento especializado. Ao mesmo tempo, 76% dos domicílios enfrentam dificuldades para acessar consultas, exames e tratamentos, em meio a uma rede pública pressionada pelo volume de atendimentos e pelas mudanças na mobilidade local.</strong></p>
<h2>Contaminação</h2>
<p>A insegurança sanitária marca a rotina. Segundo o levantamento, 77% das famílias vivem com medo constante de contaminação dos alimentos.</p>
<blockquote>
<p>“Recebemos a pesquisa com muita tristeza, pois ela confirma que a população de Brumadinho continua sofrendo. Temos relatos de familiares que desenvolveram diabetes, lúpus, câncer, dermatites crônicas e problemas de coração, além do crescimento do uso de ansiolíticos que também é visível”, diz Nayara Porto, presidente da Associação dos Familiares de Vítimas e Atingidos pelo Rompimento da Barragem Mina Córrego do Feijão (Avabrum).</p>
</blockquote>
<p>O estudo aponta a permanência de metais pesados &#8211;  manganês, arsênio, chumbo, mercúrio e cádmio &#8211; em diferentes matrizes ambientais. A água permanece como principal vetor de risco: 85% dos domicílios relatam impactos no uso dos copos d’água, enquanto 75% afirmam que o fornecimento e a qualidade estão comprometidos.</p>
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<div style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/gQCNsElcq_ppObhx6f8pxBzDJB4=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/protesto-brumadinho_mcamgo_abr_25012024-12.jpg?itok=66pPzrNs" alt="Brasília (DF), 25/01/2024 - Cruzes são colocadas em frente ao Congresso Nacional para lembrar as vítimas do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho.  Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil" width="754" height="503" /><p class="wp-caption-text">Tragédia em Brumadinho matou 272 pessoas. População pede justiça &#8211; Foto &#8211; Marcelo Camargo/Agência Brasil</p></div>
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<p>A chamada “lama invisível”, conceito que traduz a desconfiança sobre o consumo de bens produzidos em Brumadinho, ainda está presente no cotidiano. Para Josiane Melo, diretora da Avabrum, o território continua marcado pela instabilidade.</p>
<p><strong>“É inadmissível conviver com insegurança hídrica, adoecimento e medo tantos anos depois [do desastre]. O estudo só comprova que a vida não voltou ao lugar”, diz Josiane.</strong></p>
<h2>Perdas</h2>
<p><strong>As perdas econômicas também são expressivas. Segundo o professor Ricardo Machado Ruiz, um dos autores do estudo, Brumadinho poderia perder entre R$ 7 bilhões e R$ 9 bilhões de Produto Interno Bruto (PIB) no longo prazo sem o acordo firmado em 2021. Com a aplicação dos recursos, o prejuízo estimado cai para algo entre R$ 4,2 bilhões e R$ 5,4 bilhões, mas não desaparece.</strong></p>
<p>O pesquisador explica que a mineração desempenhava papel central na economia local e que, após o rompimento, a estrutura produtiva passou a depender da reparação, que absorveu trabalhadores e reduziu efeitos imediatos, mas enfraqueceu pequenos negócios e atividades informais. O futuro, afirma, depende de diversificação econômica.</p>
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<p>“Se nada for feito para substituir aquela atividade mineradora, ainda restará essa perda bilionária dentro do município”, finaliza Ruiz.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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