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	<title>Meio Ambiente - Portal NDC</title>
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	<title>Meio Ambiente - Portal NDC</title>
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		<title>Floresta destruída no AM leva à proibição de uso de fazenda e bloqueio milionário</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/floresta-destruida-no-am-leva-a-proibicao-de-uso-de-fazenda-e-bloqueio-milionario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 19:01:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[No local, foram identificados 301 hectares desmatados dentro de uma área total de 3,2 mil hectares de floresta nativa derrubada para atividade agropecuária. A Justiça Federal manteve a proibição de uso de uma área desmatada ilegalmente em Lábrea, no sul do Amazonas. A decisão é do Tribunal Regional Federal da...]]></description>
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<p>No local, foram identificados 301 hectares desmatados dentro de uma área total de 3,2 mil hectares de floresta nativa derrubada para atividade agropecuária.<br /><br />A Justiça Federal manteve a proibição de uso de uma área desmatada ilegalmente em Lábrea, no sul do Amazonas. A decisão é do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) e reforça o embargo contra a Fazenda Minas Gerais. No local, foram identificados 301 hectares desmatados dentro de uma área total de 3,2 mil hectares de floresta nativa derrubada para atividade agropecuária.<br /><br />O caso ganhou destaque porque, mesmo após autuação e embargo do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o proprietário continuou a produção agropecuária. Ele também não adotou medidas de recuperação ambiental.<br /><br />A Advocacia-Geral da União (AGU) apresentou provas técnicas, como imagens de satélite e relatórios fotográficos, que mostram a continuidade do dano ambiental.<br /><br />Além de proibir o uso da área, a decisão suspende benefícios fiscais e o acesso a crédito público. A Justiça também determinou o bloqueio de bens e valores dos envolvidos, estimados em R$ 51,5 milhões. O objetivo é garantir a recuperação da área e o pagamento de indenização por danos coletivos.<br /><br />Segundo a AGU, o desmatamento em Lábrea é de grande magnitude e já motivou uma ação civil pública movida pela União e pelo Ibama. A manutenção do embargo reforça a prioridade na proteção da Amazônia e na responsabilização de proprietários que se beneficiam de áreas degradadas.<br /><br /><br /><br /><em>Fonte: G1</em></p>
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		<title>Rios da Amazônia são mapeados em 3D pela primeira vez por órgão público</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/rios-da-amazonia-sao-mapeados-em-3d-pela-primeira-vez-por-orgao-publico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 19:57:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo o pesquisador, o aparelho também permitirá compreender o transporte de sedimentos pelas dunas fluviais, fenômeno ainda pouco conhecido. Pela primeira vez, o fundo dos rios da Amazônia foi mapeado em 3D por um órgão público. A tecnologia, utilizada pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB), permite identificar estruturas submersas, como...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Segundo o pesquisador, o aparelho também permitirá compreender o transporte de sedimentos pelas dunas fluviais, fenômeno ainda pouco conhecido.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="3">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Pela primeira vez, o fundo dos rios da Amazônia foi mapeado em 3D por um órgão público. A tecnologia, utilizada pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB), permite identificar estruturas submersas, como pontes, oleodutos e cabos ópticos, e avaliar riscos para a navegação.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="5">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A operação ocorreu entre 28 de janeiro e 12 de fevereiro. Em 16 dias, técnicos percorreram 1.550 quilômetros na Região Metropolitana de Manaus, avançando pelo Rio Solimões. O trabalhou somou mais de 170 horas embarcadas e resultou no mapeamento de 91 km², com profundidades de até 120 metros.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="6">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O mapeamento foi realizado com um ecobatímetro multifeixe, aparelho usado em estudos oceânicos. Adquirido com recursos da Casa Civil. Agora, o equipamento será aplicado nos rios da Amazônia para apoiar a navegação e reduzir riscos de erosão e assoreamento.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9fmgk">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="9">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">🖥️ Segundo a SGB, <strong>o ecobatímetro multifeixe com </strong><strong><em>backscatter </em></strong><strong>funciona emitindo múltiplos feixes sonoros em direção ao fundo do rio </strong>que retornam com diferentes intensidades, dependendo do tipo de sedimento ou estrutura. O sistema processa os sinais e gera mapas detalhados da topografia subaquática.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6h6gs">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="10">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Em entrevista ao <strong>g1</strong>, o gerente de hidrologia e gestão territorial da Superintendência Regional de Manaus, André Martinelli, explicou que o equipamento vai ajudar a entender a dinâmica fluvial e melhorar a navegação.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-moom">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="38" data-block-id="11">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Esse ecobatímetro vai permitir entender a dinâmica fluvial dos rios amazônicos e melhorar a navegação na região. A ideia é ampliar o monitoramento para outras áreas do estado e tornar esse trabalho perene como política de estado&#8221;, afirmou</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-agms8">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="12">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Martinelli destacou que o aparelho também vai ajudar a estudar o transporte de sedimentos pelas dunas fluviais, fenômeno pouco conhecido. Ele lembrou que os eventos climáticos extremos estão cada vez mais frequentes na Amazônia.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9ac5p">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="37" data-block-id="13">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“Nos últimos anos tivemos grandes cheias, como em 2009, 2012, 2014, 2019 e 2021, além das secas recentes. Esse equipamento é mais uma ferramenta para entender como esses eventos afetam os rios e mensurar seus impactos”, explicou</blockquote>
</div>
</div>
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<figure style="width: 647px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/OJMdlIMU1wwGdaspatORlCoJJpo=/0x0:1280x960/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/I/1/Bx3OeuSjeQoBuTqCqhkw/sgb4.jpeg" sizes="(max-width: 1707px) 648px, 100vw" srcset="https://s2-g1.glbimg.com/pr_u68qFCmmAiYjDE0hjQ1nCJ0U=/0x0:1280x960/1000x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/I/1/Bx3OeuSjeQoBuTqCqhkw/sgb4.jpeg 1000w, https://s2-g1.glbimg.com/OJMdlIMU1wwGdaspatORlCoJJpo=/0x0:1280x960/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/I/1/Bx3OeuSjeQoBuTqCqhkw/sgb4.jpeg 984w, https://s2-g1.glbimg.com/ZTK9EC1hoRTlU4YumQovDWjOLw8=/0x0:1280x960/640x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/I/1/Bx3OeuSjeQoBuTqCqhkw/sgb4.jpeg 640w, https://s2-g1.glbimg.com/nexgkt-MNyTfqVkZrTUr_2JkoXo=/0x0:1280x960/600x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/I/1/Bx3OeuSjeQoBuTqCqhkw/sgb4.jpeg 600w" alt="SGB usa tecnologia inédita para mapear fundo dos rios da Amazônia em 3D — Foto: Foto: Lucas Macedo/g1 AM" width="647" height="485" /><figcaption class="wp-caption-text">SGB usa tecnologia inédita para mapear fundo dos rios da Amazônia em 3D — Foto: Foto: Lucas Macedo/g1 AM</figcaption></figure>
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</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="13" data-block-id="18">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Os primeiros já identificaram estruturas geológicas e avaliam a segurança de infraestruturas submersas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-dk8vo">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="44" data-block-id="19">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“Observamos cabos ópticos, dutos de gás e pilares de pontes. O equipamento permite verificar se estão protegidos ou expostos, além de indicar se há necessidade de manutenção. Isso mostra o quanto ele será útil para a navegação e para a segurança das estruturas”, concluiu</blockquote>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="51" data-block-id="20">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Os dados coletados vão apoiar órgãos públicos federais, estaduais e municipais em decisões relacionadas à segurança da navegação, na proteção de infraestruturas estratégicas — como pontes, gasodutos e cabos de comunicação — e no ordenamento do uso do leito dos rios. Também servirão para pesquisas sobre erosão e transporte de sedimentos.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-fat64">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="19" data-block-id="22">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“A meta é expandir o monitoramento para outras regiões e transformar a iniciativa em política de Estado”, disse Martinelli.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-73naq">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="21" data-block-id="23">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O SGB informou que os resultados consolidados serão divulgados em até dois meses, com artigos científicos, notas técnicas e mapas temáticos.</p>
</div>
</div>
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<figure style="width: 647px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/wCHpnH4igCSkzMIBMQI3NUZH-Ns=/0x0:1200x700/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/0/V/NDkIXJSt2f38Ek3fYAiA/georreferencia.jpg" sizes="(max-width: 1707px) 648px, 100vw" srcset="https://s2-g1.glbimg.com/oZhGYcWsXr7L2ft6CC69Aq880vg=/0x0:1200x700/1000x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/0/V/NDkIXJSt2f38Ek3fYAiA/georreferencia.jpg 1000w, https://s2-g1.glbimg.com/wCHpnH4igCSkzMIBMQI3NUZH-Ns=/0x0:1200x700/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/0/V/NDkIXJSt2f38Ek3fYAiA/georreferencia.jpg 984w, https://s2-g1.glbimg.com/pY_yU4FGeJJpA0FPk-cCkanfwoQ=/0x0:1200x700/640x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/0/V/NDkIXJSt2f38Ek3fYAiA/georreferencia.jpg 640w, https://s2-g1.glbimg.com/S4TFGcrTfEQi_ElxbBl9hYbEP-o=/0x0:1200x700/600x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/0/V/NDkIXJSt2f38Ek3fYAiA/georreferencia.jpg 600w" alt="Segundo o SGB, os resultados consolidados devem ser divulgados em até dois meses, com a produção de artigos científicos, notas técnicas e mapas temáticos. — Foto: Foto: Lucas Macedo/g1 AM" width="647" height="377" /><figcaption class="wp-caption-text">Segundo o SGB, os resultados consolidados devem ser divulgados em até dois meses, com a produção de artigos científicos, notas técnicas e mapas temáticos. — Foto: Foto: Lucas Macedo/g1 AM</figcaption></figure>
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</div>
</div>
</div>
<p class="content-media__description  "> </p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: G1</em></p>
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		<title>Desmatamento no Amazonas cai 56% em janeiro de 2026, aponta Inpe</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/desmatamento-no-amazonas-cai-56-em-janeiro-de-2026-aponta-inpe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Feb 2026 18:51:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados do sistema Deter mostram redução na área desmatada e no número de alertas no estado. A área desmatada no Amazonas caiu 56,4% em janeiro de 2026 na comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O número de alertas de desmatamento...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Dados do sistema Deter mostram redução na área desmatada e no número de alertas no estado.</p>
<div id="chunk-4jatl">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="2">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A <strong>área desmatada no Amazonas caiu 56,4% em janeiro de 2026 na comparação com o mesmo mês do ano passado</strong>, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O número de alertas de desmatamento também diminuiu 42,8% no período.</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-57be8">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="4">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">De acordo com o sistema Deter, do Inpe, foram registrados 722 hectares desmatados em janeiro deste ano, contra 1.656 hectares no mesmo mês de 2025. Já os alertas passaram de 77 para 44.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4p6qa">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="5">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Segundo a série histórica recente, é um dos menores índices para o mês de janeiro. A última vez que o estado registrou área inferior a 722 hectares foi em 2021, quando o desmatamento somou 586 hectares. Em relação aos alertas, o número foi menor em 2023, com 30 registros.</p>
<div id="chunk-fcvhp">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="8">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Em janeiro de 2026, Humaitá, no sul do estado, concentrou a maior área desmatada, com 265 hectares. Em seguida aparecem Canutama, com 79 hectares, e Apuí, com 69.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-515lh">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="16" data-block-id="9">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">No número de alertas, Borba liderou com seis registros. Canutama e Humaitá tiveram cinco alertas cada.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-21h0b">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="10">
<div class="content-intertitle">
<h2>O que é o Deter</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-1ro00">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="11">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O Deter é um sistema de monitoramento criado pelo Inpe em 2004 para identificar, quase em tempo real, áreas com indícios de desmatamento e degradação na Amazônia. As informações são obtidas por meio de imagens de satélite e servem de base para ações de fiscalização ambiental.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><em>Fonte: G1</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Amazonas concentra 18% das áreas sob risco de desmatamento na Amazônia previsto para 2026, aponta PrevisIA</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/amazonas-concentra-18-das-areas-sob-risco-de-desmatamento-na-amazonia-previsto-para-2026-aponta-previsia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 21:06:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=61749</guid>

					<description><![CDATA[No estado, dois municípios do sul do Amazonas que compõem a região conhecida como Amacro, estão no ranking das 10 cidades na situação mais crítica. O Amazonas aparece entre os estados mais ameaçados pelo desmatamento na Amazônia em 2026. Segundo dados da plataforma de inteligência artificial PrevisIA, 1.000 km² do território...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No estado, dois municípios do sul do Amazonas que compõem a região conhecida como Amacro, estão no ranking das 10 cidades na situação mais crítica.</p>
<div id="chunk-ejph6">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="3">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O Amazonas aparece entre os estados mais ameaçados pelo desmatamento na Amazônia em 2026. Segundo dados da plataforma de inteligência artificial PrevisIA, <strong>1.000 km² do território amazonense estão sob risco de devastação — o que representa 18% de toda a área ameaçada na região.</strong></p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="5">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">No estado, dois municípios do sul do Amazonas que compõem a região conhecida como<strong> Amacro</strong><strong>, </strong>estão no ranking das 10 cidades na situação mais crítica. Os municípios citados são:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3akkj">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="8" data-block-id="6">
<ul class="content-unordered-list" data-mrf-recirculation="Matéria - Leia Também (Lista)">
<li>Apuí<strong> &#8211; 4º lugar</strong></li>
<li>Lábrea<strong> &#8211; 6º lugar</strong></li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-dptro">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="7">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><em>➡️ </em><strong><em>Amacro, fronteira agrícola que avança sobre áreas de floresta. </em></strong><em>O Greenpeace identificou 27 planos de manejo que derrubaram uma área florestal da na junção dos três estados. Segundo o estudo, 16 destes planos estavam dentro de terras públicas federais.</em></p>
</div>
</div>
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</div>
<div id="chunk-b7h7f">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="9">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">No total, a PrevisIA calcula que <strong>1.686 km² da Amazônia estarão sob risco muito alto ou alto em 2026</strong>, o que corresponde a 31% do total. Outros 1.056 km² (20%) aparecem em risco moderado e 2.759 km² (50%) em risco baixo ou muito baixo.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-631kg">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="10">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">No Amazonas, a pressão se concentra em áreas de expansão agrícola e próximas a estradas. Desde 2020, cerca de 95% do desmatamento ocorre a até 5,5 km de uma via de acesso.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4d7cn">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="40" data-block-id="11">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“A análise estadual é fundamental para que os órgãos competentes possam atuar em defesa da floresta. No caso do Amazonas, os municípios de Apuí e Lábrea são estratégicos para conter o avanço da devastação”, afirma Alexandra Alves, pesquisadora do Imazon.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-f6ofb">
<div class="cxm-block-video content-media mc-column " data-block-type="backstage-video" data-block-id="14">
<div class="cxm-block-video__container cxm-block-video__container--fallback ">
<div class="cxm-block-video__caption-container">
<p class="codex-caption codex-caption--small">Depois de 2 anos em queda, desmatamento na Amazônia aumenta no 1º semestre de 2025</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-2gkki">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="8" data-block-id="16">
<div class="content-intertitle">
<h2>Pressão sobre terras indígenas e unidades de conservação</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-687ud">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="17">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Além dos municípios, o Amazonas também possui terras indígenas e unidades de conservação estaduais entre as áreas mais ameaçadas. O levantamento mostra que 357 km² estão sob risco em territórios indígenas e outros 598 km² em unidades de conservação, reforçando a necessidade de atuação local</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-f5m67">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="18">
<div class="content-intertitle">
<h2>O que é a PrevisIA</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-d8oac">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="19">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Lançada em 2021 pelo Imazon em parceria com a Microsoft e o Fundo Vale, a PrevisIA é uma plataforma que utiliza a inteligência artificial para indicar áreas sob risco de desmatamento na Amazônia. E, com isso, fornecer dados para evitá-lo.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-26btc">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="20">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Sua metodologia analisa um conjunto de variáveis como a presença de estradas legais e ilegais, o desmatamento já ocorrido, as classes de territórios, a distância para áreas protegidas, os rios, a topografia, a infraestrutura urbana e informações socioeconômicas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-171d4">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="33" data-block-id="21">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“A ferramenta também possibilita análises municipais, favorecendo a adoção de políticas públicas pelas secretarias de meio ambiente e demais órgãos ligados às prefeituras na proteção da floresta” explica Alexandra Alves, pesquisadora do Imazon.</blockquote>
</div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: G1</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">61749</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Nova lei de licenciamento ambiental ameaça Unidades de Conservação e a biodiversidade no AM, apontam especialistas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/nova-lei-de-licenciamento-ambiental-ameaca-unidades-de-conservacao-e-a-biodiversidade-no-am-apontam-especialistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2026 16:51:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=61430</guid>

					<description><![CDATA[Com a nova regra, que entra em vigor a partir de fevereiro, áreas ainda em processo de regularização podem ser exploradas sem análise prévia dos órgãos ambientais. A nova Lei Geral do Licenciamento Ambiental, prevista para entrar em vigor no país a partir de fevereiro, dispensa a necessidade de licença...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com a nova regra, que entra em vigor a partir de fevereiro, áreas ainda em processo de regularização podem ser exploradas sem análise prévia dos órgãos ambientais.<br /><br />A nova Lei Geral do Licenciamento Ambiental, prevista para entrar em vigor no país a partir de fevereiro, dispensa a necessidade de licença para atividades como pecuária extensiva e cultivo de lavouras, mesmo em propriedades que ainda não tiveram o Cadastro Ambiental Rural (CAR) homologados no Amazonas. Ao g1 especialistas alertaram que a medida fragiliza a fiscalização e ameaça a biodiversidade.<br /><br />Com a nova regra, áreas ainda em processo de regularização podem ser exploradas sem análise prévia dos órgãos ambientais. Na prática, isso significa que produtores podem expandir áreas de gado, soja e milho sem passar por etapas de análise que antes eram obrigatórias, o que, segundo especialistas, cria um cenário de insegurança jurídica e favorece práticas ilegais.<br /><br />A dispensa de licenciamento reduz a capacidade de monitoramento do Estado e amplia o risco de desmatamento em regiões sensíveis, colocando em xeque a proteção de espécies ameaçadas e a integridade dos corredores ecológicos que garantem a conectividade da floresta.</p>
<div id="chunk-6ajhf">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="9">
<div class="content-intertitle">
<h2>📜 O que mudou?</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-ohbt">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="60" data-block-id="10">
<ul class="content-unordered-list" data-mrf-recirculation="Matéria - Leia Também (Lista)">
<li>Antes da lei, empreendimentos agropecuários com mais de mil hectares ou localizados em áreas sensíveis, como Unidades de Conservação (UCs), precisavam apresentar Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e Relatório de Impacto Ambiental (Rima).</li>
<li>Agora, o artigo 9º da nova legislação estabelece a dispensa de licenciamento para pecuária intensiva de pequeno porte, pecuária extensiva e semi-intensiva, cultivo agrícola e pesquisas agropecuárias.</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-6k0s7">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="11">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tentou vetar justamente o trecho que liberava licenciamento para imóveis não homologados, mas o Congresso derrubou o veto junto com outros 51 pontos.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-dkh75">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="12">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">No Amazonas, os efeitos podem ser significativos. <strong>O estado concentra 100 Unidades de Conservação, maior número da Amazônia Legal, e possui mais de 11 mil registros de CARs em áreas protegidas, muitos ainda sem homologação</strong>. Entre as regiões mais vulneráveis estão:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-d848e">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="30" data-block-id="13">
<ul class="content-unordered-list" data-mrf-recirculation="Matéria - Leia Também (Lista)">
<li><strong>🌳 Área de Proteção Ambiental Tapuruquara, com quase 18 mil km² &#8211; localizada em </strong><strong>Santa Isabel do Rio Negro</strong></li>
<li><strong>🌳Floresta Estadual Sucunduri, com 17 mil km² &#8211; localizada em </strong><strong>Apuí</strong></li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-24epe"> </div>
<div id="chunk-em63i">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="15">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Por meio de nota, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio) alertou que a nova lei representa um grave retrocesso na legislação atual, flexibilizando todas as etapas do licenciamento ambiental, com redução de instrumentos e normas, dispensa de estudos e monitoramento de impactos e diminuição do poder da fiscalização por parte dos órgãos públicos</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ha10">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="52" data-block-id="16">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;A ausência de autorização por parte do ICMBio pode trazer ainda prejuízos à segurança jurídica dos projetos, uma vez que podem ser licenciados empreendimentos que comprometam os atributos protegidos ou sejam incompatíveis com as unidades de conservação – exigindo, nestes casos, a futura adoção de medidas cabíveis&#8221;, diz um trecho da nota.</blockquote>
<div id="chunk-9uh38">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="20">
<div class="content-intertitle">
<h2><strong>O que dizem os especialistas</strong></h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-al0e1">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="21">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A recente mudança na legislação de licenciamento ambiental preocupa especialistas da região. Para o advogado e doutorando em ciências ambientais pela Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Raimundo Albuquerque, <strong><span class="highlight highlighted">a dispensa de licença para o setor agropecuário abre brechas que podem acelerar o avanço do desmatamento sobre áreas sensíveis da floresta.</span></strong></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-87uu0">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="37" data-block-id="22">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“Com a dispensa para o setor agropecuário, esse controle deixa de existir. Ocupantes irregulares conseguem inscrever áreas invadidas no Cadastro Ambiental Rural e alegam estar em regularização, o que impede os fiscais de embargar desmatamentos imediatos”, explica.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-amug5">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="23">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Segundo ele, antes da alteração, o processo de licenciamento exigia um cruzamento espacial que identificava sobreposições com Unidades de Conservação (UCs). Esse filtro funcionava como barreira preventiva.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6p983">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="24">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O especialista alerta que a medida pode intensificar a pressão sobre regiões já vulneráveis no sul do Amazonas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-560m">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="38" data-block-id="25">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“A dispensa de licenciamento funciona como combustível jurídico do desmatamento em municípios como Apuí, Humaitá e Lábrea. Sem barreira preventiva, a proteção formal perde força e as áreas conservadas passam a ser lentamente corroídas por práticas ilegais”, afirma.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-92s80">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="26">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Ele destaca ainda o chamado “efeito de borda”, fenômeno que ocorre quando o entorno das UCs é degradado, tornando o ambiente mais seco e quente, o que acelera a perda de biodiversidade.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ekip5">
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</div>
<div id="chunk-odhf">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="28">
<div id="chunk-7b9vn">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="30">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">De acordo com o doutor em Ciência do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia, Antônio Norte, a flexibilização do licenciamento ambiental para atividades agropecuárias pode comprometer instrumentos essenciais de fiscalização e aumentar os riscos para espécies ameaçadas na Amazônia.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-cesm5">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="23" data-block-id="31">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“O desmonte resulta na perda de instrumentos técnicos como inventários florestais e estudos hidrológicos, que antes eram exigidos antes de qualquer intervenção”, explica.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-aic12">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="32">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Com a dispensa, surge uma “presunção de legalidade” que dificulta a atuação dos fiscais. “Agora o fiscal precisa produzir provas complexas em campo para derrubar o autolicenciamento declaratório do infrator, uma tarefa que demanda tempo, recursos e expertise técnica nem sempre disponíveis”, afirma.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-7a6c7">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="33">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O especialista afirma que os impactos imediatos da flexibilização também preocupam os corredores ecológicos estratégicos, como o Mosaico do Apuí, que podem deixar de cumprir sua função de conectividade, tornando-se barreiras.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3rb83">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="29" data-block-id="34">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“Primatas como o zogue-zogue e o macaco-aranha-de-cara-preta enfrentam risco iminente de extinção local por dependerem de dossel florestal contínuo, hoje cada vez mais fragmentado pela expansão de pastagens”, alerta</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-6642r">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="35">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Para mitigar os riscos trazidos, principalmente Artigo 9º, Norte defende medidas mais rigorosas de controle. “É preciso exigir que o CAR esteja de fato homologado antes de dispensar o licenciamento. A mera inscrição não pode servir de salvo-conduto para atividades ilegais”, ressalta.</p>
</div>
</div>
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</div>
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<div class=" mc-column  content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box"> </div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<h2> </h2>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: G1</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">61430</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Indígenas pedem ao STF derrubada de licenciamento ambiental especial</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/indigenas-pedem-ao-stf-derrubada-de-licenciamento-ambiental-especial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Dec 2025 16:40:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[A ação pede a interrupção imediata dos efeitos das normas até o julgamento do mérito A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e o PSOL acionaram o Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira (29 de dezembro), para suspender leis que alteram o licenciamento ambiental no país. O questionamento recai...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A ação pede a interrupção imediata dos efeitos das normas até o julgamento do mérito<br /><br />A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) e o PSOL acionaram o Supremo Tribunal Federal (STF), nesta segunda-feira (29 de dezembro), para suspender leis que alteram o licenciamento ambiental no país.<br /><br />O questionamento recai sobre a Lei Geral do Licenciamento Ambiental e a Lei 15.300/2025, que instituiu a Licença Ambiental Especial (LAE), um modelo de licenciamento acelerado para obras consideradas estratégicas.<br /><br />Segundo a petição, as novas regras flexibilizam etapas essenciais do licenciamento de atividades com alto potencial de impacto, como obras viárias, projetos de energia, mineração e empreendimentos agropecuários.<br /><br />“É o maior retrocesso ambiental dos últimos 40 anos e um dos maiores ataques aos povos indígenas desde a redemocratização”, afirmou o coordenador jurídico da Apib, Ricardo Terena.<br /><br />Ele também aponta risco direto às comunidades tradicionais.<br /><br />“O enfraquecimento da Funai, a desconsideração de terras indígenas não homologadas e a violação do direito à consulta livre, prévia e informada colocam em risco os povos indígenas e os biomas protegidos por eles”, disse.<br /><br />A ação pede que o STF declare a inconstitucionalidade de dispositivos que permitem o autolicenciamento e a concessão da LAE por decisão política.<br /><br />O texto foi articulado pelo Observatório do Clima e conta com o apoio de organizações ambientais e de direitos humanos.<br /><br /><br /><br /><em>Fonte: BNC Amazonas</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">60662</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Sete anos depois, Brumadinho ainda vive adoecimento e insegurança</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/sete-anos-depois-brumadinho-ainda-vive-adoecimento-e-inseguranca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Dec 2025 15:48:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=59980</guid>

					<description><![CDATA[Estudo da UFMG aponta danos ambientais e perdas econômicas duradouras Daqui a pouco menos de dois meses, o rompimento da barragem de rejeitos Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, Minas Gerais, vai completar sete anos. Na tragédia 272 pessoas morreram, outras ficaram desaparecidas e rios e comunidades sofreram impactos causados...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Estudo da UFMG aponta danos ambientais e perdas econômicas duradouras</p>
<p><strong>Daqui a pouco menos de dois meses, o rompimento da barragem de rejeitos Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, Minas Gerais, vai completar sete anos. Na tragédia 272 pessoas morreram, outras ficaram desaparecidas e rios e comunidades sofreram impactos causados por um desastre socioambiental sem precedentes. A Vale era a responsável pela barragem.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1671099&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1671099&amp;o=node" /></p>
<p>Um estudo da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), feito por pesquisadores do Projeto Brumadinho, indica que 70% dos domicílios do município relataram algum tipo de adoecimento físico ou mental, o que indica que os impactos sobre a saúde continuam estruturais e persistentes até hoje.</p>
<p>Sintomas como estresse, insônia, ansiedade, hipertensão e episódios depressivos continuam recorrentes, enquanto 52% dos adultos passaram por tratamento psicológico ou psiquiátrico desde a tragédia.</p>
<p><strong>O cenário também envolve piora de doenças crônicas e aumento da demanda por acompanhamento especializado. Ao mesmo tempo, 76% dos domicílios enfrentam dificuldades para acessar consultas, exames e tratamentos, em meio a uma rede pública pressionada pelo volume de atendimentos e pelas mudanças na mobilidade local.</strong></p>
<h2>Contaminação</h2>
<p>A insegurança sanitária marca a rotina. Segundo o levantamento, 77% das famílias vivem com medo constante de contaminação dos alimentos.</p>
<blockquote>
<p>“Recebemos a pesquisa com muita tristeza, pois ela confirma que a população de Brumadinho continua sofrendo. Temos relatos de familiares que desenvolveram diabetes, lúpus, câncer, dermatites crônicas e problemas de coração, além do crescimento do uso de ansiolíticos que também é visível”, diz Nayara Porto, presidente da Associação dos Familiares de Vítimas e Atingidos pelo Rompimento da Barragem Mina Córrego do Feijão (Avabrum).</p>
</blockquote>
<p>O estudo aponta a permanência de metais pesados &#8211;  manganês, arsênio, chumbo, mercúrio e cádmio &#8211; em diferentes matrizes ambientais. A água permanece como principal vetor de risco: 85% dos domicílios relatam impactos no uso dos copos d’água, enquanto 75% afirmam que o fornecimento e a qualidade estão comprometidos.</p>
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<figure style="width: 754px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/gQCNsElcq_ppObhx6f8pxBzDJB4=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/protesto-brumadinho_mcamgo_abr_25012024-12.jpg?itok=66pPzrNs" alt="Brasília (DF), 25/01/2024 - Cruzes são colocadas em frente ao Congresso Nacional para lembrar as vítimas do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho.  Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil" width="754" height="503" /><figcaption class="wp-caption-text">Tragédia em Brumadinho matou 272 pessoas. População pede justiça &#8211; Foto &#8211; Marcelo Camargo/Agência Brasil</figcaption></figure>
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<p>A chamada “lama invisível”, conceito que traduz a desconfiança sobre o consumo de bens produzidos em Brumadinho, ainda está presente no cotidiano. Para Josiane Melo, diretora da Avabrum, o território continua marcado pela instabilidade.</p>
<p><strong>“É inadmissível conviver com insegurança hídrica, adoecimento e medo tantos anos depois [do desastre]. O estudo só comprova que a vida não voltou ao lugar”, diz Josiane.</strong></p>
<h2>Perdas</h2>
<p><strong>As perdas econômicas também são expressivas. Segundo o professor Ricardo Machado Ruiz, um dos autores do estudo, Brumadinho poderia perder entre R$ 7 bilhões e R$ 9 bilhões de Produto Interno Bruto (PIB) no longo prazo sem o acordo firmado em 2021. Com a aplicação dos recursos, o prejuízo estimado cai para algo entre R$ 4,2 bilhões e R$ 5,4 bilhões, mas não desaparece.</strong></p>
<p>O pesquisador explica que a mineração desempenhava papel central na economia local e que, após o rompimento, a estrutura produtiva passou a depender da reparação, que absorveu trabalhadores e reduziu efeitos imediatos, mas enfraqueceu pequenos negócios e atividades informais. O futuro, afirma, depende de diversificação econômica.</p>
<blockquote>
<p>“Se nada for feito para substituir aquela atividade mineradora, ainda restará essa perda bilionária dentro do município”, finaliza Ruiz.</p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Estudo aponta irregularidade em 37% dos processos de mineração no país</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/estudo-aponta-irregularidade-em-37-dos-processos-de-mineracao-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Dec 2025 16:09:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Nacional de Mineração]]></category>
		<category><![CDATA[ANM]]></category>
		<category><![CDATA[MapBiomas]]></category>
		<category><![CDATA[mineração]]></category>
		<category><![CDATA[Monitor da Mineração]]></category>
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					<description><![CDATA[De 257.591 processos, 95.740 apresentam alguma inconsistência No Brasil, há 257.591 processos minerários em atividade, dos quais 95.740, o equivalente a 37%, apresentam algum tipo de inconsistência, de acordo com o Monitor da Mineração do MapBiomas, plataforma lançada nesta terça-feira (2). A ferramenta consolida dados de mais de 80 anos de processos da...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>De 257.591 processos, 95.740 apresentam alguma inconsistência</p>
<p>No Brasil, há<strong> 257.591 processos minerários em atividade, dos quais 95.740, o equivalente a 37%, apresentam algum tipo de inconsistência,</strong> de acordo com o Monitor da Mineração do MapBiomas, plataforma lançada nesta terça-feira (2). A ferramenta consolida dados de mais de 80 anos de processos da Agência Nacional de Mineração (ANM) e permite o cruzamento com o histórico da área minerada a partir de mapas anuais de cobertura e uso da terra no país.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1670315&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1670315&amp;o=node" /></p>
<p>De acordo com o coordenador da equipe Mineração do MapBiomas, César Diniz, o Monitor reúne e organiza dados dispersos, destaca situações atípicas e apresenta as informações de forma clara, compreensível e com acesso gratuito, tanto para órgãos de fiscalização e controle, quanto para jornalistas, pesquisadores e sociedade civil organizada.</p>
<blockquote>
<p>“Sua finalidade é apoiar o Poder Público na ampliação da transparência e no aprimoramento dos processos relacionados à produção, à comercialização e à aquisição de produtos oriundos das atividades minerárias”, explica.</p>
</blockquote>
<p>Os dados detalhados na plataforma apontam que a maior parte dos processos inconsistentes apresenta problemas com a <strong>permissão</strong>. <strong>São 84.466 processos, ou 33% do total, que não possuem concessão de lavra, registro de extração, licenciamento, permissão de lavra garimpeira ou autorização de pesquisa com guia de utilização válida.</strong></p>
<p>“Se o processo não está em nenhuma dessas etapas, qualquer extração ali identificada é considerada irregular por falta de título minerário apto, caracterizando o processo como portador de um sinal de mineração em fase inapropriada”, afirma Diniz.</p>
<p>Há também <strong>7.738 processos, ou 3% do total, que atuam em territórios onde a atividade é proibida por lei</strong>, como terras indígenas, unidades de conservação de proteção integral, reservas extrativistas (Resex) e reservas particulares do patrimônio natural (RPPN).</p>
<p>Em um total de 3.536 processos, foi identificada a sobreposição de inconsistência, com problemas no processo e também no local de atuação da atividade de mineração.</p>
<h2>Estados</h2>
<p>No recorte por estado, Minas Gerais, Bahia e Pará são as unidades da federação com maior número de processos minerários no país, representado 20,4%, 11,5% e 9,2% respectivamente. Nos dois primeiros estados, a autorização para pesquisa é o tipo de processo que prevalece, enquanto no Pará o requerimento de lavra garimpeira é o processo mais comum.</p>
<p>Apesar de Minas Gerais possuir o maior número de processos, a <strong>Bahia é o estado com mais inconsistência processual, irregularidade presente em mais da metade (53%) dos registros no sistema da ANM.</strong></p>
<p>Já o estado do Pará apresentou proporcionalmente a maior quantidade de processos com inconsistência temporal, representando 4,19% dos registros do estado. São casos em que a extração mineral ocorreu antes do período de vigência de uma autorização ou quando, apesar da autorização adequada, é criada, por exemplo, uma unidade de conservação de uso restrito ou um território indígena, após a concessão da licença.</p>
<p>Também no Pará há o maior percentual (4,83%) de processos que apresentam sinais de extração minerária além dos seus limites territoriais.</p>
<h2>Inadimplência</h2>
<p>O recolhimento da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais – valor pago aos municípios, estados e à União para compensar os impactos da atividade nos territórios – também pode ser acompanhado pela plataforma. Nos casos em que há obrigatoriedade do tributo, <strong>um recorte dos últimos seis meses aponta inadimplência em 56,4% dos processos</strong>.</p>
<p>Além da visualização de estatísticas como número, fase e distribuição dos processos de mineração, é possível aplicar filtros para realizar recortes ou cruzar dados. O Monitor da Mineração também permite a geração de um laudo por processo, com oito indicadores que incluem os dados puros, um resumo de cruzamento de dados, imagens de satélite, com mosaicos anuais e fontes dos dados.</p>
<p>“Com mais clareza e acessibilidade, todos conseguem identificar irregularidades mais rapidamente, acompanhar a evolução dos processos e atuar de forma mais eficiente no enfrentamento de práticas ilegais no setor mineral”, conclui César Diniz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>COP30: rascunho de carta final tem propostas para limitar aquecimento</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/cop30-rascunho-de-carta-final-tem-propostas-para-limitar-aquecimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 16:31:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[Documento inclui ações concretas para clima e justiça ambiental O rascunho da carta final da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) reúne uma série de recomendações para acelerar a ação climática global e tentar limitar o aquecimento do planeta a 1,5°C. O texto reforça que a meta estabelecida...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Documento inclui ações concretas para clima e justiça ambiental</p>
<p>O rascunho da carta final da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30) reúne uma série de recomendações para acelerar a ação climática global e tentar limitar o aquecimento do planeta a 1,5°C. O texto reforça que a meta estabelecida no Acordo de Paris, em 2015, permanece “viva”, mas exige esforços definidos por calendários e mecanismos de implementação, sobretudo no que diz respeito ao fim dos combustíveis fósseis.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1668597&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1668597&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Governos, sociedade civil, povos originários e especialistas apontam que, para romper ciclos de desigualdade e destruição ambiental, é preciso combinar ciência, justiça climática, financiamento adequado e participação efetiva de quem vive nos territórios mais afetados.</strong></p>
<p>O documento destaca que a COP30 deve entregar um acordo que coloque o mundo “no rumo de emissões líquidas zero” até meados do século, alinhado ao horizonte científico do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês). Para isso, defende que países avancem com trajetórias claras de redução na produção e uso de combustíveis fósseis, incluindo metas para eliminação progressiva do carvão e diminuição substancial do petróleo e gás. A proposta inclui mecanismos de cooperação internacional para garantir uma transição justa em regiões dependentes desses setores.</p>
<p><strong>O texto reforça que limitar o aquecimento a 1,5°C depende de novo pacto global baseado em equidade</strong>. Em especial, destaca que países historicamente responsáveis pelas emissões precisam aumentar suas metas e prover recursos financeiros acessíveis e adequados.</p>
<p>A ampliação do financiamento climático é tratada como prioridade, incluindo mecanismos para adaptação, mitigação, perdas e danos, e apoio a iniciativas locais lideradas por povos indígenas e comunidades tradicionais. O rascunho indica que &#8220;sem financiamento previsível e suficiente, não há como tornar viável a transição que o planeta exige&#8221;.</p>
<p><strong>O documento também aponta que a COP30 deve fortalecer o recém-criado Fundo de Perdas e Danos.</strong> O objetivo é garantir que comunidades atingidas por eventos extremos — como secas, enchentes e desastres induzidos pelo clima — tenham acesso simplificado e direto aos recursos.</p>
<p>O texto observa que regimes de financiamento atuais são lentos, burocráticos e incompatíveis com a magnitude dos impactos que já ocorrem no mundo. A COP30, segundo o rascunho, deve avançar para “um sistema de proteção global que reconheça que perdas e danos já são parte da realidade climática”.</p>
<p><strong>A adaptação climática, segundo o documento, precisa ocupar o mesmo espaço político da mitigação (termo para redução de emissão de gases do efeito estufa).</strong> A proposta de Belém sugere a construção de um quadro global mais robusto, com métricas claras para medir progresso e instrumentos que orientem investimentos estratégicos em infraestrutura resiliente, segurança hídrica, saúde, sistemas alimentares, proteção costeira e redução de riscos de desastres. O texto indica que as políticas de adaptação devem priorizar regiões vulneráveis e incorporar conhecimentos tradicionais.</p>
<p>O rascunho dedica atenção especial aos povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais, destacando que suas contribuições são essenciais para manter florestas em pé, proteger a biodiversidade e fortalecer a resiliência climática. O documento propõe ampliar a participação desses grupos nos espaços formais da Organização das Nações Unidas (ONU) e reforça que decisões climáticas não podem ignorar seus direitos territoriais. Entre as diretrizes, afirma que &#8220;a consulta livre, prévia e informada deve ser respeitada como princípio inegociável e como pilar da justiça climática&#8221;.</p>
<p>Clique aqui e acompanhe mais sobre o assunto na <strong>TV Brasil</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/8JsHXMgPTg4?si=pZXHylhc9yahCoa1&amp;start=130" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p><strong>Outro ponto enfatizado é o papel estratégico das transições energéticas justas. O documento propõe expandir investimentos em energias renováveis, redes de transmissão e sistemas descentralizados de acesso à energia, especialmente em regiões como a Amazônia</strong>. O texto também destaca a necessidade de apoio aos trabalhadores e às regiões cujo sustento depende da cadeia fóssil, para garantir que a transição reduza desigualdades.</p>
<p>A agenda de comércio internacional também surge como elemento-chave da transição. O texto recomenda maior coerência entre comércio, clima e biodiversidade, para assegurar que fluxos comerciais não incentivem desmatamento, exploração predatória de recursos naturais ou violações socioambientais. Aponta ainda que políticas comerciais devem apoiar países em desenvolvimento a acessar mercados sustentáveis, tecnologias limpas e oportunidades de valor agregado.</p>
<p><strong>O documento inclui orientações sobre sistemas alimentares, agricultura sustentável, restauração ecológica, soluções baseadas na natureza e financiamento verde.</strong> Para os redatores do rascunho, a COP30 precisa demonstrar que o multilateralismo ainda é capaz de responder à emergência climática, especialmente num contexto de forte pressão por resultados concretos. Afirma que “não é mais possível adiar ações estruturantes”, conclamando países a assumir compromissos que possam ser traduzidos em políticas públicas reais.</p>
<p><strong>Segundo o relatório, Belém deve marcar uma virada de página para o regime climático global. </strong>A cidade que simboliza a floresta amazônica e abriga povos guardiões de biodiversidade é vista como o palco ideal para reafirmar que a crise climática só pode ser enfrentada com justiça, equidade e participação popular. A COP30 é apresentada como oportunidade histórica para “reconstruir a relação do mundo com a natureza” e garantir um futuro seguro e digno para todas as gerações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Noruega anuncia US$ 3 bi para fundo de florestas do governo Lula</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/noruega-anuncia-us-3-bi-para-fundo-de-florestas-do-governo-lula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 21:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[Valor deverá ser pago em dez anos; trata-se do primeiro anúncio feito em Belém durante a Cúpula de Líderes, evento que antecede a COP30Como a CNN mostrou, a adesão ao TFF é um dos termômetros de sucesso do governo para a COP. O fundo foi formulado pelo Ministério de Meio...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Valor deverá ser pago em dez anos; trata-se do primeiro anúncio feito em Belém durante a Cúpula de Líderes, evento que antecede a COP30<br />Como a CNN mostrou, a adesão ao TFF é um dos termômetros de sucesso do governo para a COP.<br /><br />O fundo foi formulado pelo Ministério de Meio Ambiente, desenhado pela Fazenda e é vendido ao mundo pelo Ministérios das Relações Exteriores. Ele remunera países que conservam suas florestas tropicais.<br /><br />Os governos soberanos aportam cerca de US$ 25 bilhões. Esse capital reduziria o risco e atrairia até US$ 100 bilhões de investidores institucionais e fundos privados. O total de US$ 125 bilhões é investido em mercados financeiros. O rendimento anual, estimado em cerca de US$ 4 bilhões, é distribuído aos países que preservam suas florestas.<br /><br />A CNN mostrou mais cedo que mesmo em movimentos próximos ao governo, há resistência ao TFFF. Um grupo de mais de cem organizações fazem um abaixo-assinado em Belém intitulado “Não ao TFFF, sim ao direito das florestas”<br />A Noruega anunciou na tarde desta quinta-feira (6), o aporte de US$ 3 bilhões, que deverá ser pago em dez anos, para o Fundo Florestas Tropicais para Sempre, ou TFFF, na sigla em inglês (Tropical Forest Forever Facility). A informação foi confirmada à CNN pelo Ministério da Fazenda.<br /><br />Anúncio foi feito em Belém durante a Cúpula do Líderes, evento que antecede a COP 30.<br /><br />Com o aporte, o governo brasileiro já tem US$ 5 bilhões garantidos para o TFFF, uma das principais apostas do governo brasileiro para a COP. O Brasil já colocou U$ 1 bilhão e a Indonédia anunciou o aporte de outro 1 US$ bilhão.<br /><br />O objetivo do governo é chegar a US$ 25 bilhões, mas a Fazenda considera que se obtiver US$ 10 bilhões durante o evento será um bom resultado.<br /><br /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: CNN</p>
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