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	<title>Economia - Portal NDC</title>
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	<title>Economia - Portal NDC</title>
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		<title>Vendas no comércio recuam 1,5% em abril, impactadas por combustíveis</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/vendas-no-comercio-recuam-15-em-abril-impactadas-por-combustiveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 21:39:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Resultado é o pior desde junho de 2022, mostra IBGE O setor de comércio recuou 1,5% na passagem de março para abril, impactado principalmente pela queda nas vendas de combustíveis. O resultado interrompe sequência de três meses de alta e representa o pior resultado desde junho de 2022 (-2,8%). Na comparação com abril de 2025, o comércio subiu 1%. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2457012775" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p class="wp-block-paragraph">Resultado é o pior desde junho de 2022, mostra IBGE</p>
<p><strong>O setor de comércio recuou 1,5% na passagem de março para abril, impactado principalmente pela queda nas vendas de combustíveis. </strong>O resultado interrompe sequência de três meses de alta e representa o pior resultado desde junho de 2022 (-2,8%).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1693485&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1693485&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Na comparação com abril de 2025, o comércio subiu 1%. </strong>A média móvel trimestral, que indica a tendência de comportamento, teve variação nula. No acumulado de 12 meses, o setor de comércio apresenta expansão de 1,5%.</p>
<p><strong>Os dados fazem parte da <a href="https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&amp;id=7230" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Pesquisa Mensal de Comércio</a>, divulgada nesta terça-feira (16) pelo <a href="https://www.ibge.gov.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</a>.</strong></p>
<p>Os resultados anunciados deixam o setor 1,5% abaixo do maior patamar já alcançado, que pertence a março de 2026.</p>
<h2>Influências</h2>
<p>Dos oito grupos de atividades pesquisados pelo IBGE, seis apresentaram recuo nas vendas de março para abril, com destaque negativo para comércio de lubrificantes.</p>
<p><strong>Abril foi o segundo mês influenciado pelo conflito no Oriente Médio, que forçou o aumento do preço de combustíveis em todo o mundo.</strong></p>
<p><strong>Confira o desempenho das atividades:</strong></p>
<ol>
<li>Combustíveis e lubrificantes: -6,2%</li>
<li>Outros artigos de uso pessoal e doméstico: -4,6%</li>
<li>Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação: -4,5%</li>
<li>Móveis e eletrodomésticos: -0,8%</li>
<li>Tecidos, vestuário e calçados: -0,1%</li>
<li>Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria: -0,1%</li>
<li>Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo: 1,3%</li>
<li>Livros, jornais, revistas e papelaria: 1,1%</li>
</ol>
<p><strong>O setor de hiper e supermercados é o que apresenta maior peso em toda a pesquisa, ao representar 56,6% do comércio no país.</strong></p>
<h2>Vendas no atacado</h2>
<p>No comércio varejista ampliado, que inclui atividades de atacado – veículos, motos, partes e peças; material de construção; e produtos alimentícios, bebidas e fumo – o indicador caiu 0,7% de março para abril e marca alta de 1,8% no acumulado de 12 meses.</p>
<h2>Conjunto da economia</h2>
<p>A Pesquisa Mensal de Comércio é a terceira de três levantamentos conjunturais divulgados mensalmente pelo IBGE. <strong>Nos últimos dias, o instituto mostrou que a indústria cresceu 0,7%, sendo o quarto mês seguido de alta na comparação entre meses imediatamente subsequentes e o setor de serviços cresceu 1,2% na passagem de março para abril.</strong> O resultado representou a primeira alta em um intervalo de seis meses.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil</em></p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>OIT aprova acordo por condições decentes a trabalhadores de apps</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/oit-aprova-acordo-por-condicoes-decentes-a-trabalhadores-de-apps/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Jun 2026 22:30:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[São as primeiras regras globais para proteger prestadores de serviço Os estados-membros da Organização Internacional do Trabalho (OIT) aprovaram, nesta sexta-feira (12), um inédito acordo para promover o trabalho decente nas plataformas digitais. A nova Convenção Internacional Sobre o Trabalho Decente na Economia de Plataformas é uma tentativa da OIT de estabelecer um primeiro conjunto de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2719219936" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p class="wp-block-paragraph">São as primeiras regras globais para proteger prestadores de serviço</p>
<p><strong>Os estados-membros da Organização Internacional do Trabalho (OIT) aprovaram, nesta sexta-feira (12), um inédito acordo para promover o trabalho decente nas plataformas digitais.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1693243&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1693243&amp;o=node" /></p>
<p>A nova Convenção Internacional Sobre o Trabalho Decente na Economia de Plataformas é uma tentativa da OIT de estabelecer um <strong>primeiro conjunto de regras mínimas globais para proteger prestadores de serviço contratados por meio de aplicativos digitais</strong> que conectam clientes a profissionais autônomos.</p>
<p>O texto aprovado define o conceito de plataformas digitais de trabalho, bem como o de trabalhadores destes aplicativos. Estabelece diretrizes para garantir os direitos dos trabalhadores, aplicáveis a todas as empresas que operem nos países que ratificarem a adesão à convenção, além de admitir que, embora gere oportunidades de emprego e renda, a modalidade de trabalho também produz desafios socioeconômicos que precisam ser enfrentados em nível mundial.</p>
<p>Os signatários do acordo deverão respeitar e promover, entre o segmento, as liberdades de associação e sindical e o direito à negociação coletiva e às condições de trabalho seguro e saudável, buscando prevenir acidentes de trabalho e doenças ocupacionais. Também devem possibilitar que todo profissional receba ao menos o equivalente a um salário mínimo local, sem levar em conta eventuais gorjetas ou comissões.</p>
<p>Os estados-membros que ratificarem o acordo também se comprometem a adotar as ações necessárias para eliminar, da Economia de Plataformas, as formas de trabalho infantil, degradante e análogo à escravidão e toda forma de discriminação ocupacional. E a promover mecanismos para contestação de decisões e a estabelecer a obrigatoriedade de os trabalhadores serem de alguma forma compensados por eventuais gastos relacionados à prestação do serviço ofertado.</p>
<p>&#8220;Este é um momento histórico”, informou a OIT, ao se referir ao texto aprovado esta manhã, pouco antes do encerramento da Conferência Internacional do Trabalho, em Genebra, na Suíça.</p>
<p>“Esta primeira norma internacional do trabalho sobre a economia de plataformas representa um passo importante para abordar um segmento do mundo do trabalho em rápida evolução”, acrescentou a organização.</p>
<p>O texto aprovado destaca que, diante das especificidades da prestação de serviços intermediada por plataformas digitais, “é desejável a adoção de normas específicas que, com outras normas internacionais, contribuam para tornar realidade o trabalho decente” no segmento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil</em></p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Exportações para Estados Unidos caem 14% em maio</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/exportacoes-para-estados-unidos-caem-14-em-maio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 21:19:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo Mdic, é cedo para falar em mudança estrutural no comércio As exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram 14% em maio na comparação com o mesmo mês de 2025, divulgou nesta quarta-feira (3) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). Desde agosto do ano passado, quando começaram a vigorar as tarifas impostas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-644849436" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p class="wp-block-paragraph">Segundo Mdic, é cedo para falar em mudança estrutural no comércio</p>
<p>As exportações brasileiras para os Estados Unidos caíram 14% em maio na comparação com o mesmo mês de 2025, divulgou nesta quarta-feira (3) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). Desde agosto do ano passado, quando começaram a vigorar as tarifas impostas pelo governo de Donald Trump, as vendas para o mercado estadunidense vêm recuando.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1692256&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1692256&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Apesar da queda, o diretor de Estatísticas e Estudos de Comércio Exterior do Mdic, Herlon Brandão, diz que os números ainda não permitem concluir que houve uma mudança estrutural na relação comercial entre os dois países.</strong></p>
<p>“É cedo para falar de mudança estrutural. Fluxos no comércio exterior levam tempo para se adaptar, depende muito da composição da pauta, tem bens sob encomenda que sofrem choque maior, mas commodities e alimentos não, como é o caso de grande parte do perfil da pauta com Estados Unidos, com petróleo, celulose, combustível, carne, café. Tem um momento de aumento de custo, pode ser que cause retratação do fluxo, mas pode retomar rapidamente”, afirmou Brandão.</p>
<p><strong>Ele ressaltou que o ritmo de redução das exportações para os Estados Unidos tem diminuído nos últimos meses.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Tivemos a maior queda em outubro, de 35%. Em janeiro houve redução de 26%, e essa redução vem se arrefecendo ao longo dos meses: 20% em fevereiro, 10% em março, 10% em abril e 14% em maio”, declarou.</p>
</blockquote>
<h2>Comércio com EUA</h2>
<p>Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Mdic mostram que o comércio bilateral perdeu força em maio.</p>
<p><strong>Os principais números foram:</strong></p>
<ul>
<li>•    Exportações para os EUA: US$ 3,09 bilhões (-14%)</li>
<li>•    Importações dos EUA: US$ 3,21 bilhões (-11%)</li>
<li>•    Déficit comercial em maio: US$ 121 milhões</li>
</ul>
<p><strong>No acumulado de janeiro a maio:</strong></p>
<p>•    Exportações: US$ 14,01 bilhões (-16%)</p>
<p>•    Importações: US$ 15,48 bilhões (-12,6%)</p>
<p>•    Déficit comercial: US$ 1,47 bilhão</p>
<p><strong>A participação dos Estados Unidos nas exportações brasileiras também recuou, passando de 12% em maio de 2025 para 9,7% em maio deste ano.</strong></p>
<h2>China ganha espaço</h2>
<p><strong>Enquanto os embarques para os Estados Unidos diminuíram, a China ampliou sua presença como principal destino das exportações brasileiras.</strong></p>
<p>Em maio, as vendas para o país asiático cresceram 9,5%, alcançando US$ 10,5 bilhões. As importações avançaram 24,2%, para US$ 6,8 bilhões.</p>
<p>O resultado gerou superávit comercial de US$ 3,7 bilhões no mês.</p>
<p><strong>Nos cinco primeiros meses do ano:</strong></p>
<ul>
<li>Exportações: US$ 43,26 bilhões (+21,8%)</li>
<li>Importações: US$ 30,76 bilhões (+4,1%)</li>
<li>Superávit: US$ 15,5 bilhões</li>
</ul>
<p><strong>A participação chinesa na pauta exportadora brasileira passou de 32,1% para 32,9% no período.</strong></p>
<h2>Petróleo em destaque</h2>
<p>Brandão também atribuiu ao conflito no Oriente Médio o forte avanço das exportações de combustíveis derivados de petróleo pela indústria de transformação.</p>
<p>Segundo ele, os choques de oferta provocados pela guerra elevaram os preços internacionais e impulsionaram o valor exportado pelo Brasil.</p>
<p><strong>Em maio:</strong></p>
<ul>
<li>Exportações de óleos combustíveis cresceram 75,2% em volume;</li>
<li>O valor exportado aumentou 49,8%.</li>
</ul>
<p>As exportações de petróleo bruto, no entanto, registraram queda de 9,3% em valor e retração de 42,1% no volume embarcado em maio na comparação com o mesmo mês do ano passado.</p>
<p><strong>De acordo com o diretor do Mdic, o movimento é pontual e não está relacionado ao imposto de exportação criado pelo governo para o produto.</strong></p>
<blockquote>
<p>“O Brasil é muito competitivo. A questão do imposto de exportação não vai impactar a oferta brasileira para o exterior, ainda mais em um cenário de preços elevados. As empresas continuam produzindo petróleo e os investimentos seguem ocorrendo”, afirmou.</p>
</blockquote>
<p><strong>Como exemplo, Brandão citou a entrada em operação de uma nova plataforma de produção de petróleo em fevereiro deste ano.</strong></p>
<h2>Saldo comercial</h2>
<p>Nos cinco primeiros meses de 2026, o Brasil acumulou superávit comercial de US$ 32,662 bilhões, acima dos US$ 24,33 bilhões registrados no mesmo período do ano passado.</p>
<p>O resultado foi impulsionado principalmente pelo aumento das exportações para a China e pelo desempenho de produtos ligados ao setor de energia e commodities (bens primários com cotação internacional).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">63728</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Brasil rebate EUA e chama investigação comercial de ingerência</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/brasil-rebate-eua-e-chama-investigacao-comercial-de-ingerencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 20:51:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=63700</guid>

					<description><![CDATA[Governo critica apuração e defende Pix e política comercial O governo brasileiro reagiu com dureza à conclusão preliminar da investigação aberta pelos Estados Unidos com base na chamada Seção 301 da legislação comercial norte-americana. Em nota divulgada nesta terça-feira (2), o Palácio do Planalto afirmou que não há justificativa para medidas unilaterais contra o Brasil, contestou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-524383463" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p class="wp-block-paragraph">Governo critica apuração e defende Pix e política comercial</p>
<p>O governo brasileiro reagiu com dureza à conclusão preliminar da investigação aberta pelos Estados Unidos com base na chamada Seção 301 da legislação comercial norte-americana.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1692087&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1692087&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Em nota divulgada nesta terça-feira (2), o Palácio do Planalto afirmou que não há justificativa para medidas unilaterais contra o Brasil, contestou os argumentos apresentados por Washington e classificou a apuração como uma tentativa de interferência em assuntos internos do país.</strong></p>
<p>Segundo o governo, a investigação teria sido motivada por articulações ligadas à família Bolsonaro junto às autoridades americanas. O comunicado também critica iniciativas que, na avaliação do Executivo, buscam prejudicar interesses econômicos brasileiros em meio às negociações comerciais entre os dois países.</p>
<p>&#8220;Essa investigação teve início em 15 de julho de 2025 por provocação da família Bolsonaro e está associada à tentativa de ingerência em temas internos do nosso país, como feito na recente viagem do senador Flávio Bolsonaro a Washington. Essas investidas têm contado com o auxílio de falsos patriotas que usam cargos e funções públicas para conspirar contra os interesses nacionais&#8221;, destacou o comunicado.</p>
<p>Críticas à investigação</p>
<p>O documento foi divulgado após reunião de emergência entre o vice-presidente Geraldo Alckmin e os ministros Márcio Elias Rosa (Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), Sidônio Palmeira (Secretaria de Comunicação Social), Dario Durigan (Fazenda), Bruno Moretti (Planejamento e Orçamento) e José Guimarães (Relações Institucionais). O embaixador Mauricio Lyrio representou o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira.</p>
<p><strong>Na nota, o governo afirma que a investigação não encontra respaldo nos números do comércio bilateral e destaca que os Estados Unidos acumulam superávit nas trocas comerciais com o Brasil há anos.</strong></p>
<p>Dados citados pelo governo apontam que os norte-americanos registraram saldo positivo de US$ 424,5 bilhões no comércio de bens e serviços com o Brasil entre 2011 e 2025. Apenas em 2025, o superávit dos EUA teria sido de US$ 40,5 bilhões quando considerados bens e serviços.</p>
<p>O governo também argumenta que o mercado brasileiro é amplamente aberto aos produtos americanos. Segundo a nota:</p>
<ul>
<li>76% das importações vindas dos EUA entraram no Brasil sem imposto de importação em 2025</li>
<li>Oito dos dez principais produtos comprados dos americanos tiveram tarifa efetiva zero</li>
<li>A alíquota média aplicada aos produtos dos EUA foi de 3,1%</li>
</ul>
<h2>Defesa do Pix</h2>
<p><strong>Um dos principais pontos contestados pelo Brasil é a inclusão do PIX entre os temas investigados.</strong></p>
<p>O governo afirma que o sistema de pagamentos instantâneos é uma infraestrutura pública administrada pelo Banco Central do Brasil e que tem regras aplicadas de forma igual para empresas nacionais e estrangeiras.</p>
<p>Segundo a nota, não existe qualquer restrição às grandes empresas de tecnologia dos Estados Unidos no mercado brasileiro e companhias americanas participam normalmente do ecossistema de pagamentos digitais do país.</p>
<h2>Respostas ponto a ponto</h2>
<p>O governo também rebateu outras alegações levantadas pelos Estados Unidos durante a investigação.</p>
<p><strong>Em relação aos acordos comerciais do Mercosul, o Brasil sustenta que as preferências concedidas a países como México e Índia não prejudicam exportadores americanos.</strong></p>
<p><strong>Sobre corrupção, o Executivo afirma que o país possui legislação robusta e participa dos principais mecanismos internacionais de combate a práticas ilícitas.</strong></p>
<p><strong>Na área de propriedade intelectual, o governo argumenta que os próprios Estados Unidos são os maiores beneficiários do sistema brasileiro, respondendo por cerca de 30% dos pedidos de patente registrados no país.</strong></p>
<h2>Etanol e açúcar</h2>
<p>Outro tema abordado é o comércio de biocombustíveis.</p>
<p>O Brasil afirma que o programa nacional de biocombustíveis permite a participação de produtores estrangeiros em igualdade de condições. O governo também destaca que os EUA cobram tarifa de 12,5% sobre o etanol brasileiro.</p>
<p>Em contrapartida, argumenta que o açúcar brasileiro enfrenta barreiras mais elevadas no mercado americano. Fora de uma pequena cota de importação, o produto está sujeito a uma tarifa equivalente a cerca de 80%.</p>
<h2>Meio ambiente</h2>
<p>A nota também responde às críticas relacionadas ao desmatamento.</p>
<p><strong>Segundo o governo, o país mantém a meta de zerar o desmatamento até 2030 e afirma que a devastação na Amazônia Legal caiu cerca de 50% em comparação com 2022.</strong></p>
<p>Além disso, dados recentes indicariam que o desmatamento em todos os biomas brasileiros atingiu em 2025 o menor nível dos últimos sete anos.</p>
<h2>Negociação em curso</h2>
<p>Apesar das críticas, o governo informou que as negociações com Washington continuam.</p>
<p>De acordo com o comunicado, os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump acertaram, durante encontro realizado em maio, a continuidade das conversas para tentar encerrar a investigação antes de sua conclusão, prevista para 15 de julho.</p>
<p>O Brasil também afirmou que poderá recorrer aos mecanismos previstos na Lei de Reciprocidade Econômica caso considere que medidas adotadas pelos Estados Unidos sejam incompatíveis com as regras do comércio internacional.</p>
<h2>O que é a Seção 301</h2>
<p>A Seção 301 é um instrumento da legislação comercial dos Estados Unidos que permite ao governo americano investigar práticas consideradas injustas ou discriminatórias por outros países e, eventualmente, impor tarifas ou sanções comerciais.</p>
<p>A conclusão preliminar divulgada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) ainda não significa a adoção automática de medidas contra o Brasil. A decisão final deve ser anunciada após o encerramento do processo de investigação.</p>
<p><strong>Saiba mais no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil</strong></p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="https://www.youtube.com/embed/rDLkVC8Tu8w?si=8EGxXMd0Uw4PDCY-&amp;start=894" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Petrobras ajusta preços do diesel em R$ 1,12</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/petrobras-ajusta-precos-do-diesel-em-r-112/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 20:41:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Estatal aprovou adesão à subvenção adotada pelo governo federal O Conselho de Administração da Petrobras, em reunião nesta segunda-feira (1°), aprovou a adesão da companhia à subvenção econômica aos produtores e importadores de óleo diesel de uso rodoviário no país, no valor de R$ 1,12 por litro comercializado, instituída pela Medida Provisória (MP) nº 1.363, de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3451723359" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p class="wp-block-paragraph">Estatal aprovou adesão à subvenção adotada pelo governo federal</p>
<p>O Conselho de Administração da Petrobras, em reunião nesta segunda-feira (1°), aprovou a adesão da companhia à subvenção econômica aos produtores e importadores de óleo diesel de uso rodoviário no país, no valor de R$ 1,12 por litro comercializado, instituída pela <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2026/mpv/mpv1363.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Medida Provisória (MP) nº 1.363</a>, de 30 de maio. A a implementação será a partir desta terça-feira (2).<br /><br /><strong>Ao mesmo tempo em que anunciou a adesão à subvenção econômica, oferecendo um desconto de R$ 1,12 por litro, a Petrobras comunicou um reajuste de R$ 1,12 por litro. Dessa forma, os preços de venda da Petrobras para as distribuidoras não serão alterados. </strong>O<strong> </strong>preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras é R$ 3,30 por litro.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1692059&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1692059&amp;o=node" /></p>
<p>“Diante do caráter facultativo e do potencial benefício, entende-se que essa adesão é compatível com o interesse da companhia e preserva a flexibilidade da Petrobras na implementação da sua estratégia comercial”, explica a estatal.</p>
<p><strong>A adesão à nova subvenção é complementar à adesão anteriormente autorizada pela <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2026/mpv/mpv1358.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Medida Provisória nº 1.358/2026</a>, de 13 de maio.</strong>  </p>
<p>A estatal disse que mantém sua estratégia comercial levando em consideração sua participação no mercado, a otimização dos seus ativos de refino e a rentabilidade de maneira sustentável, evitando o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações internacionais e da taxa de câmbio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência  Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Contas públicas têm superávit primário de R$ 24,6 bilhões em abril</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/contas-publicas-tem-superavit-primario-de-r-246-bilhoes-em-abril/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 17:25:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Na comparação com abril de 2025, houve aumento no saldo Com arrecadação recorde e superávit no governo federal, as contas públicas fecharam o mês de abril com saldo positivo. O setor público consolidado – formado por União, estados, municípios e empresas estatais – registrou superávit primário de R$ 24,6 bilhões no mês passado. Na comparação com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-362235952" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p class="wp-block-paragraph">Na comparação com abril de 2025, houve aumento no saldo</p>
<p>Com arrecadação recorde e superávit no governo federal, as contas públicas fecharam o mês de abril com saldo positivo. <strong>O setor público consolidado – formado por União, estados, municípios e empresas estatais – registrou superávit primário de R$ 24,6 bilhões no mês passado.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691515&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691515&amp;o=node" /></p>
<p>Na comparação com abril de 2025, houve aumento no saldo; naquele mês, o resultado das contas foi de R$ 14,2 bilhões positivo.</p>
<p><strong>As <a href="https://www.bcb.gov.br/estatisticas/estatisticasfiscais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">estatísticas fiscais</a> foram divulgadas nesta sexta-feira (29) pelo Banco Central (BC). O resultado primário representa a diferença entre as receitas e despesas, desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública.</strong></p>
<p>Apesar do resultado do mês passado, em 12 meses encerrados em abril, o setor público consolidado foi deficitário em R$ 126,6 bilhões, 0,97% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país).</p>
<p><strong>Em 2025, as contas públicas fecharam o ano com déficit primário de R$ 55 bilhões, 0,43% do PIB.</strong></p>
<h2>Níveis de governo</h2>
<p><strong>Com arrecadação recorde em abril último, a conta do Governo Central teve superávit de R$ 26,1 bilhões ante resultado negativo de R$ 16,2 bilhões em abril de 2025.</strong></p>
<p>O montante difere do resultado divulgado nesta quinta-feira (30) pelo Tesouro Nacional, de superávit de R$ 25,2 bilhões, porque o BC usa uma metodologia diferente, que leva em conta a variação da dívida dos entes públicos.</p>
<p><strong>Os governos regionais &#8211; estaduais e municipais &#8211; tiveram resultado positivo de R$ 329 milhões em abril passado contra déficit R$ 659 milhões no mesmo mês de 2025, impulsionando o superávit das contas públicas.</strong></p>
<p>Em sentido contrário, as empresas estatais federais, estaduais e municipais &#8211; excluídas dos grupos Petrobras e Eletrobras – contribuíram para a reduzir o superávit das contas consolidadas, com o resultado negativo de R$ 1,8 bilhão em abril. No mesmo mês de 2025, houve déficit de R$ 1,4 bilhão nessas entidades.</p>
<p>Os gastos com juros ficaram em R$ 84,8 bilhões no mês passado. <strong>Com isso, o resultado nominal das contas públicas – formado pelo resultado primário e os juros – ficou em déficit de R$ 60,1 bilhões contra o resultado negativo de R$ 55,5 bilhões em igual mês de 2025.</strong></p>
<p>Em 12 meses encerrados em abril, o setor público acumula déficit R$ 1,2 trilhão, ou 9,41% do PIB. O resultado nominal é levado em conta pelas agências de classificação de risco ao analisar o endividamento de um país, indicador observado por investidores.</p>
<h2>Dívida pública</h2>
<p><strong>A dívida líquida do setor público &#8211; balanço entre o total de créditos e débitos dos governos federal, estaduais e municipais &#8211; chegou a R$ 8,8 trilhões em abril, o que corresponde a 67,4% do PIB, aumento de 0,6 ponto percentual do PIB no mês.</strong></p>
<p>O aumento se deve, sobretudo, ao impacto dos juros nominais apropriados e à apreciação cambial de 4,4% em abril, compensado pelo superávit primário do mês, pela variação do PIB nominal e por demais ajustes da dívida externa líquida. Como o país é credor em moeda estrangeira, um aumento do dólar significa aumento da dívida líquida.</p>
<p><strong>No mês passado, a dívida bruta do governo geral (DBGG) &#8211; que contabiliza apenas os passivos dos governos federal, estaduais e municipais &#8211; chegou a R$ 10,4 trilhões ou 80,4%, aumento de 0,4 ponto percentual do PIB observado no mês anterior.</strong></p>
<p>Assim como o resultado nominal, a dívida bruta é usada para traçar comparações internacionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>China suspende três frigoríficos brasileiros após irregularidades</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/china-suspende-tres-frigorificos-brasileiros-apos-irregularidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 21:18:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
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					<description><![CDATA[Embargo atinge unidades da JBS, PrimaFoods e Frialto A China suspendeu temporariamente as exportações de três frigoríficos brasileiros após identificar irregularidades sanitárias em cargas de carne bovina enviadas ao país. A medida atinge unidades da JBS, da PrimaFoods e da Frialto e foi confirmada pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec). Foram suspensas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1971093350" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p class="wp-block-paragraph">Embargo atinge unidades da JBS, PrimaFoods e Frialto<br /><br />A China suspendeu temporariamente as exportações de três frigoríficos brasileiros após identificar irregularidades sanitárias em cargas de carne bovina enviadas ao país.<br /><br />A medida atinge unidades da JBS, da PrimaFoods e da Frialto e foi confirmada pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).<br /><br />Foram suspensas a unidade da JBS em Pontes e Lacerda (MT), a planta da PrimaFoods em Araguari (MG) e o frigorífico da Frialto em Matupá (MT). Segundo a Abiec, o embargo tem caráter preventivo e temporário, enquanto as empresas adotam medidas para rastrear a origem das cargas e corrigir os problemas apontados pelas autoridades chinesas.<br /><br />Irregularidades sanitárias<br />A Frialto informou que a fiscalização chinesa identificou a presença do hormônio sintético acetato de medroxiprogesterona em uma das cargas exportadas pela empresa.<br /><br />Após a suspensão, a companhia reduziu em 40% a produção da unidade de Matupá e passou a direcionar parte da carne para outros mercados, como Estados Unidos, México, União Europeia e países árabes e asiáticos.<br /><br />A empresa também afirmou ter iniciado uma investigação técnica dos lotes envolvidos e disse esperar a retomada das operações antes do início do ciclo de exportações da cota chinesa de 2027. Segundo a Frialto, a suspensão ocorre em um momento em que o Brasil já se aproxima do limite da cota de exportação para 2026, o que naturalmente reduziria os embarques no segundo semestre.<br /><br />A Abiec afirmou que o Brasil possui um dos sistemas de controle sanitário mais rigorosos do mundo, com monitoramento permanente da cadeia produtiva e fiscalização do Serviço de Inspeção Federal (SIF). As cargas questionadas pela China, segundo a entidade, estão sendo tratadas conforme os protocolos sanitários firmados entre os dois países.<br /><br />O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Embaixada da China no Brasil não se manifestaram.<br /><br />Liberação<br />A suspensão acontece na mesma semana em que a China autorizou a retomada das exportações de outras três plantas brasileiras que estavam embargadas desde março de 2025. Na quarta-feira (20), a China reabilitou as unidades da JBS em Mozarlândia (GO), da Frisa em Nanuque (MG) e da Bon-Mart Frigorífico em Presidente Prudente (SP).<br /><br />Na ocasião, a Abiec comemorou a decisão e afirmou que a retomada reforça a confiança das autoridades chinesas no sistema sanitário brasileiro e na qualidade da carne bovina produzida no país. A entidade também destacou a atuação do Ministério da Agricultura e Pecuária nas negociações conduzidas diretamente em Pequim para restabelecer as habilitações.<br /><br />O Brasil possui mais de 100 frigoríficos habilitados para exportar carne bovina para a China, principal destino internacional do produto brasileiro.<br /><br /><br /><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Fazenda eleva para 4,5% estimativa de inflação com guerra e petróleo</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/fazenda-eleva-para-45-estimativa-de-inflacao-com-guerra-e-petroleo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 23:51:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Fazenda]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeção para crescimento do PIB em 2026 foi mantida em 2,3% O Ministério da Fazenda elevou de 3,7% para 4,5% a projeção de inflação para este ano, levando a estimativa oficial ao limite máximo da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A revisão consta no Boletim Macrofiscal, divulgado nesta segunda-feira (18) pela Secretaria de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3840977735" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p class="wp-block-paragraph">Projeção para crescimento do PIB em 2026 foi mantida em 2,3%<br /><br />O Ministério da Fazenda elevou de 3,7% para 4,5% a projeção de inflação para este ano, levando a estimativa oficial ao limite máximo da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A revisão consta no Boletim Macrofiscal, divulgado nesta segunda-feira (18) pela Secretaria de Política Econômica (SPE), e reflete os impactos da guerra no Oriente Médio sobre os preços internacionais do petróleo. A estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) foi mantida em 2,3% neste ano e em 2,6% para 2027.<br /><br />O documento traz previsões para a economia que orientam a elaboração do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas. Previsto para ser enviado ao Congresso na sexta-feira (22), o relatório orienta a execução do Orçamento federal, com indicações de bloqueios (cortes para cumprir os limites de gastos) e contingenciamentos (congelamento de recursos para cumprir a meta de superávit primário).</p>
<h2>Inflação revisada</h2>
<p>Segundo a equipe econômica,<strong> a principal pressão veio da disparada do petróleo no mercado internacional, que ultrapassou os US$ 110 por barril em meio às tensões no Golfo Pérsico.</strong></p>
<p>“A perspectiva de maior inflação no ano reflete, principalmente, desdobramentos do conflito no Oriente Médio sobre os preços do petróleo e seus derivados”, informa a Secretaria de Política Econômica no relatório.</p>
<p>O governo afirmou, porém, que parte desse impacto deverá ser amenizada pela valorização do real e por medidas adotadas para reduzir o repasse dos combustíveis ao consumidor.</p>
<p>“Parte do impacto do choque nos preços do petróleo será contrabalanceada pelos efeitos do real mais apreciado, e por medidas mitigatórias adotadas pelo Governo Federal”, destacou o documento.</p>
<p>Com a revisão,<strong> a projeção oficial ficou exatamente no teto do sistema de metas contínuas de inflação, que estabelece centro de 3% e intervalo de tolerância entre 1,5% e 4,5%.</strong></p>
<p><strong>Para 2027, a estimativa de inflação também foi elevada, passando de 3% para 3,5%.</strong></p>
<h2>PIB mantido</h2>
<p>Apesar da deterioração do cenário inflacionário, <strong>o Ministério da Fazenda manteve em 2,3% a projeção de crescimento econômico para este ano. Para 2027, a expectativa também foi preservada em 2,6%</strong>, patamar que a equipe econômica projeta para os anos seguintes.</p>
<p>A avaliação da equipe econômica é de que o ritmo da atividade deverá desacelerar nos próximos trimestres em razão dos efeitos da política monetária restritiva, mas com retomada gradual no fim do ano.</p>
<p>“No primeiro trimestre, a projeção agregada também foi preservada, embora com alterações de composição: a indústria passou a contribuir menos, os serviços ganharam participação e a agropecuária manteve sua contribuição”, informa a SPE.</p>
<p>O governo prevê desaceleração mais forte nos segundo e terceiro trimestres, seguida de recuperação parcial da indústria no fim do ano.</p>
<h2>Mercado diverge</h2>
<p>As estimativas do governo seguem mais otimistas do que as do mercado financeiro. Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal com instituições financeiras divulgada pelo Banco Central, os analistas projetam inflação de 4,92% neste ano e crescimento econômico de 1,85%.</p>
<p>A Secretaria de Política Econômica afirmou que acompanha os riscos internacionais, mas destacou a resiliência do mercado de trabalho brasileiro como fator de sustentação da atividade.</p>
<h2>Ganho de arrecadação</h2>
<p>A alta do petróleo também deverá reforçar as receitas do governo federal. De acordo com cálculos da Secretaria de Política Econômica, o choque nos preços da <em>commodity</em> pode elevar a arrecadação em cerca de R$ 8,5 bilhões por mês.</p>
<p>O cálculo considera receitas provenientes de <em>royalties</em>, dividendos, Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ), Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) e Imposto de Exportação ligados ao setor petrolífero.</p>
<p>“O ganho arrecadatório viabiliza uma resposta fiscal firme e responsável, aliada da política monetária e do compromisso com a consolidação em curso”, destaca a SPE.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">63522</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Caixa já renegociou R$ 820 milhões no novo Desenrola Brasil</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/caixa-ja-renegociou-r-820-milhoes-no-novo-desenrola-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 18:39:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=63497</guid>

					<description><![CDATA[Programa foi lançado no dia 4 de maio pelo governo federal O presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Vieira, informou nesta sexta-feira (15) na capital paulista, que o banco já renegociou R$ 820 milhões em dívidas do novo Desenrola Brasil. O programa foi lançado no dia 4 de maio pelo governo federal LINK 1  e busca [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1586227750" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p class="wp-block-paragraph">Programa foi lançado no dia 4 de maio pelo governo federal</p>
<p>O presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Vieira, informou nesta sexta-feira (15) na capital paulista, que o <strong>banco já renegociou R$ 820 milhões em dívidas do novo Desenrola Brasil</strong>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1689588&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1689588&amp;o=node" /></p>
<p>O programa foi lançado no dia 4 de maio pelo governo federal LINK 1  e busca ajudar famílias, estudantes e pequenos empreendedores a renegociar dívidas, limpar o nome e recuperar o acesso ao crédito. </p>
<p><strong>A nova fase da iniciativa terá duração de 90 dias e prevê descontos de até 90%, juros reduzidos e a possibilidade de uso do FGTS para abatimento de débitos.</strong></p>
<p>Nesta semana, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, já havia informado que o programa Desenrola 2.0 estava perto de atingir R$ 1 bilhão em débitos renegociados.</p>
<p>Em entrevista coletiva concedida nesta manhã para apresentação do balanço trimestral do banco, Vieira destacou que ainda há um “gap” para o uso do saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) no programa, ou seja, o fundo ainda não vem sendo utilizado nessas negociações com a Caixa. Mas, segundo a diretoria do banco, o uso do fundo para <strong>essa finalidade deverá ser iniciado em breve, a partir do dia 25 de maio</strong>.</p>
<h2>Ataques cibernéticos</h2>
<p>Ao anunciar o balanço da instituição, <strong>Vieira disse que o banco teve um prejuízo no ano passado de cerca R$ 20 milhões com o aplicativo Caixa Tem</strong>, segundo ele provocado por fraudes relacionadas a ataques cibernéticos.</p>
<p>Por causa disso, informou, o banco vem reforçando os investimentos em tecnologia. Só neste ano, a expectativa é de que esses investimentos somem R$ 5,9 bilhões. </p>
<p><strong>“Nós estamos agora com praticamente zero de ataques no Caixa Tem”, disse Vieira.</strong></p>
<h2>Inadimplência</h2>
<p>A Caixa Econômica Federal registrou um lucro líquido recorrente de R$ 3,5 bilhões no primeiro trimestre do ano, queda de 34,4% em relação ao mesmo período do ano passado. </p>
<p>O resultado, que consta no balanço divulgado na noite de quinta-feira (14), foi impactado pelo forte aumento das provisões para perdas com crédito, que mais do que dobraram no período, em meio às novas regras regulatórias do Banco Central (BC) para cobertura de risco de inadimplência.</p>
<p>Apesar da queda no lucro, a <strong>Caixa manteve crescimento da carteira de crédito, puxado principalmente pelo financiamento imobiliário</strong>, segmento no qual o banco segue líder no país. A carteira de crédito totalizou R$ 1,4 trilhão.</p>
<p><strong>A inadimplência encerrou o trimestre em 3,71%.</strong> Segundo a diretoria do banco, embora a Caixa esteja tranquila quanto aos níveis de inadimplência para as carteiras de crédito imobiliário e comercial pessoa física e pessoa jurídica, o setor do agro ainda traz alguma cautela e preocupação.</p>
<p>&#8220;Nós temos uma expectativa de que, ainda este ano, tenhamos impactos na nossa ‌provisão relacionados ao agro&#8221;, ‌disse Henriete Sartori, vice-presidente de Riscos da Caixa. </p>
<p><strong>&#8220;O cenário não é simples, mas nós já percebemos um arrefecimento da curva de crescimento [da inadimplência]”, completou.</strong></p>
<p>Atualmente, disse Sartori, o agro representa 5% da carteira total da Caixa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Como declaro poupança, renda fixa e variável no Imposto de Renda?</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/como-declaro-poupanca-renda-fixa-e-variavel-no-imposto-de-renda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 May 2026 18:07:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=63434</guid>

					<description><![CDATA[Todos os investimentos devem ser informados em Bens e Direitos Na hora da declaração do Imposto de Renda, o tema &#8220;Investimentos” sempre gera dúvidas. O Tira-Dúvidas do IR 2026 explica como declarar poupança, investimentos em renda fixa e investimentos em variável para a Receita Federal. Renda fixa e poupança  Esses investimentos só precisam ser declarados por quem já é obrigado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2053742316" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p class="wp-block-paragraph">Todos os investimentos devem ser informados em Bens e Direitos</p>
<p>Na hora da declaração do Imposto de Renda, o tema &#8220;Investimentos” sempre gera dúvidas. O <strong>Tira-Dúvidas do IR 2026 </strong>explica como declarar poupança, investimentos em renda fixa e investimentos em variável para a Receita Federal.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1688923&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1688923&amp;o=node" /></p>
<h2>Renda fixa e poupança </h2>
<p><strong>Esses investimentos só precisam ser declarados por quem já é obrigado a entregar a declaração. </strong></p>
<blockquote>
<p>&#8220;É fundamental declarar todos os rendimentos e saldos de aplicações financeiras na sua declaração de Imposto de Renda. Utilize os informes de rendimento fornecidos pelas instituições financeiras como base para o preenchimento da sua declaração. Quem tem aplicativo, é possível conseguir esses informes pelo aplicativo, ou então acessando diretamente no banco&#8221;, explica o professor Alessandro Pereira Alves, da UFRRJ.</p>
</blockquote>
<p>Todos os investimentos devem ser informados na ficha de Bens e Direitos. </p>
<p>Aplicações como<strong> poupança, LCI, LCA, CRI e CRA são isentas de Imposto de Renda</strong>. </p>
<blockquote>
<p>&#8220;Para rendimentos com tributação isenta de IR, vai lá, acesse a ficha de rendimentos isentos e não tributáveis, clica em novo, clica lá, por exemplo, &#8216;rendimentos de caderneta de poupança&#8217;, informe o CNPJ e o valor total recebido&#8221;, orienta o professor Luiz Carlos Benner, da PUC do Paraná.</p>
</blockquote>
<p>Já<strong> investimentos como CDB têm tributação sobre os lucros</strong>.</p>
<p>&#8220;Para os rendimentos tributados exclusivamente na fonte, vá na ficha de rendimentos sujeitos à tributação exclusiva e definitiva, clique em novo, escolha lá o código &#8216;rendimentos de aplicação financeira&#8217; e informe o CNPJ e o nome da fonte pagadora&#8221;, aponta.</p>
<h2>Renda variável</h2>
<p>Na renda variável — como ações, fundos e ETFs — <strong>a declaração tem regras específicas</strong>. </p>
<p>“Uma vez investido nesses ativos, o primeiro ponto que a Receita solicita é que você informe os saldos desses ativos na ficha de Bens e Direitos. É importante declarar o valor da aquisição, ou seja, não o valor de mercado, mas o custo da aquisição daquele ativo. O contribuinte tem que declarar os rendimentos. Então, dentro da ficha de Rendimentos Isentos e Não Tributáveis, ou seja, para aqueles lucros com ações até R$ 20 mil por mês, ou dividendos. Pode ser que, dentro desses investimentos em ações, as empresas paguem dividendos e ainda paguem juros sobre capital próprio. Então, na ficha de Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva/Definitiva, o contribuinte tem que declarar também os juros sobre capital próprio”, explica Hugo Dias Amaro, da PUC do Paraná.</p>
<p>As alíquotas variam conforme o tipo de investimento e os valores, podendo chegar a 20%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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