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	<title>Economia - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Economia - Portal NDC</title>
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		<title>Petrobras inicia P-79 e reforça produção de petróleo e gás no país</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/petrobras-inicia-p-79-e-reforca-producao-de-petroleo-e-gas-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 14:59:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Campo de Búzios passa a produzir 1,33 milhão de barris por dia A Petrobras informou que, neste feriado de 1º de maio, iniciou a operação da plataforma de produção de petróleo e gás P-79, localizada no Campo de Búzios, na Bacia de Santos, litoral do Sudeste. A empresa ressaltou que conseguiu antecipar o início da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-240198352" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Campo de Búzios passa a produzir 1,33 milhão de barris por dia</p>
<p><strong>A Petrobras informou que, neste feriado de 1º de maio, iniciou a operação da plataforma de produção de petróleo e gás P-79, localizada no Campo de Búzios, na Bacia de Santos, litoral do Sudeste.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1688159&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1688159&amp;o=node" /></p>
<p>A empresa ressaltou que conseguiu antecipar o início da operação em três meses. </p>
<p><strong>A estrutura tem capacidade para produzir 180 mil barris de óleo e de compressão de gás de 7,2 milhões de metros cúbicos (m³) diários. </strong>O navio-plataforma é do tipo FPSO (Floating Production Storage and Offloading, em português, Unidade Flutuante de Produção, Armazenamento e Transferência).</p>
<p>A P-79 é a oitava plataforma em operação no Campo de Búzios. <strong>Com esse reforço, a produção no campo subirá para cerca de 1,33 milhão de barris de óleo por dia.</strong></p>
<p><strong>A operação é planejada para exportar gás para o continente, por meio do gasoduto Rota 3. A operação vai acrescentar até 3 milhões de m³ por dia à oferta de gás no país.</strong></p>
<p>A plataforma terminou de ser construída na Coreia do Sul e chegou ao Brasil em fevereiro. O FPSO já veio do país asiático com uma equipe da Petrobras a bordo, para adiantar os procedimentos de comissionamento (montagem para entrada em operação), de forma a ganhar tempo para o início da produção.</p>
<p>O processo já havia sido feito com a P-78, também localizada no Campo de Búzios, que entrou em operação em dezembro de 2025. </p>
<h2>Búzios</h2>
<p>A P-79 forma o chamado Búzios 8, módulo de produção de petróleo que prevê 14 poços, sendo 8 produtores e 6 injetores (serve para manter a pressão do reservatório e “empurrar” o petróleo em direção aos poços produtores).</p>
<p>Descoberto em 2010, o Campo de Búzios é o maior do país em reservas de petróleo. No ano passado superou a marca de 1 milhão de barris produzidos diariamente.</p>
<p>Búzios está a 180 quilômetros da costa do Rio de Janeiro ─ equivalente a distancia de Brasília a Goiânia. O reservatório fica a 2 mil metros de profundidade &#8211; é como se fosse a altura de 38 estátuas do Cristo Redentor “empilhadas”.</p>
<p>Além da P-79, operam no Campo de Búzios os FPSO P-74, P-75, P-76, P-77, P-78, Almirante Barroso e Almirante Tamandaré.</p>
<p>A Petrobras planeja acrescentar quatro plataformas ao campo nos próximos anos. Três delas já estão em construção (P-80, P-82 e P-83); e a quarta, em licitação.</p>
<p>A produção de óleo e gás em Búzios é por meio de um consórcio, no qual a estatal brasileira é a operadora. As demais empresas são as chinesas CNOOC, CNODC e a Pré-Sal Petróleo S/A (PPSA), estatal federal que representa a União.</p>
<h2>Choque do petróleo</h2>
<p><strong>O início da operação da P-79 acontece em um momento em que o mundo enfrenta um choque no preço do petróleo, motivado pela guerra no Irã. </strong></p>
<p>O conflito no Oriente Médio começou em 28 de fevereiro, quando Estados Unidos e Israel atacaram o Irã. A região concentra países produtores de petróleo e o Estreito de Ormuz, passagem marítima que liga os golfos Pérsico e de Omã, por onde passam 20% da produção mundial de óleo e gás.</p>
<p>Uma das retaliações do Irã é o bloqueio do estreito, que fica ao sul do país. O reflexo observado é o distúrbio na logística da indústria do petróleo, o que tem causado redução da oferta do produto e, consequentemente, aumento de preços no mercado internacional.</p>
<p>O petróleo e seus derivados, como a gasolina e o óleo diesel, são commodities, isto é, mercadorias negociadas a preços internacionais. Isso explica por que os preços sobem até mesmo em países produtores, como o Brasil.</p>
<p>Além disso, o Brasil precisa importar alguns derivados, como o diesel. Cerca de 30% do consumo interno vem do exterior. A Petrobras já manifestou que estuda fazer o país autossuficiente no combustível em até cinco anos. </p>
<p>O governo brasileiro tem tomado iniciativas para conter a escalada dos derivados de petróleo. Entre as ações estão a isenção de cobrança de impostos e subsídio a produtores e importadores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Copom decide Selic em meio a guerra e inflação acelerando</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/copom-decide-selic-em-meio-a-guerra-e-inflacao-acelerando/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Apr 2026 14:51:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Analistas de mercado acreditam na segunda redução seguida de juros Com a guerra no Oriente Médio pressionando o preço dos combustíveis e a inflação, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) faz nesta quarta-feira (29) a terceira reunião do ano. Mesmo com a alta do petróleo, os analistas de mercado acreditam na segunda [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1770245704" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Analistas de mercado acreditam na segunda redução seguida de juros</p>
<p><strong>Com a guerra no Oriente Médio pressionando o preço dos combustíveis e a inflação, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) faz nesta quarta-feira (29) a terceira reunião do ano. </strong>Mesmo com a alta do petróleo, os analistas de mercado acreditam na segunda redução seguida de juros.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1687577&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1687577&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Atualmente em 14,75% ao ano, a Selic ficou em 15%, no maior nível em quase 20 anos, de junho de 2025 a março deste ano.</strong></p>
<p>A decisão sobre a Taxa Selic será anunciada no início da noite desta quarta. O Copom estará desfalcado porque o mandato dos diretores de Organização do Sistema Financeiro, Renato Gomes, e de Política Econômica, Paulo Pichetti, expirou no fim de 2025. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva até agora não encaminhou as indicações dos substitutos ao Congresso Nacional.</p>
<p>Na reunião deste mês, haverá mais um desfalque. Na terça-feira (28), o Banco Central anunciou que o diretor de Administração, Rodrigo Teixeira, se ausentará por falecimento de um parente de primeiro grau.</p>
<p>Na ata da reunião de março, o Copom deixou de indicar se continuará a cortar os juros. <strong>Com a Guerra no Oriente Médio,  o BC afirmou que a magnitude e o “ciclo de calibração” (para cima ou para baixo) da Selic serão determinados “ao longo do tempo”, à medida que novas informações forem incorporadas às análises.</strong></p>
<p>Segundo a edição mais recente do boletim Focus, pesquisa semanal com analistas de mercado, a taxa básica deve ser reduzida em 0,25 ponto percentual, para 14,5% ao ano. </p>
<h2>Inflação</h2>
<p>O comportamento da inflação continua uma incógnita. A <strong>prévia da inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) acelerou para 0,89% em abril, pressionada por combustíveis e alimentos.</strong> <strong>No acumulado de 12 meses, o índice acelerou para 4,37%, contra 3,9% em março.</strong></p>
<p><strong>Segundo o último boletim Focus, a estimativa de inflação para 2026 subiu para 4,86%, por causa do conflito no Oriente Médio. Isso representa inflação acima do teto da meta contínua estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Oficialmente, a meta está em 3%, podendo chegar a 4,5% por causa do intervalo de tolerância de 1,5 ponto.</strong></p>
<h2>Taxa Selic</h2>
<p>A taxa básica de juros é usada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve de referência para as demais taxas da economia. Ela é o <strong>principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle.</strong> O BC atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima do valor definido na reunião.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, pretende conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>
<p><strong>Ao reduzir a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.</strong></p>
<p>O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro, são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.</p>
<h2>Meta contínua</h2>
<p>Pelo novo sistema de meta contínua em vigor desde janeiro de 2025, a meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o<strong> limite inferior é 1,5% e o superior é 4,5%.</strong></p>
<p>No modelo de meta contínua, a meta passa ser apurada mês a mês, considerando a inflação acumulada em 12 meses. Em abril de 2026, a inflação desde maio de 2025 é comparada com a meta e o intervalo de tolerância. Em maio de 2026, o procedimento se repete, com apuração a partir de junho de 2025. Dessa forma, a verificação se desloca ao longo do tempo, não ficando mais restrita ao índice fechado de dezembro de cada ano.</p>
<p>No último Relatório de Política Monetária, divulgado no fim de março pelo Banco Central, a autoridade monetária elevou de 3,5% para 3,6% a previsão para o IPCA em 2026, mas a estimativa deve ser revista se a guerra no Oriente Médio se prolongar. A próxima edição do documento, que substituiu o Relatório de Inflação, será divulgada no fim de junho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Reforma tributária expõe desafios em automatização de empresas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/reforma-tributaria-expoe-desafios-em-automatizacao-de-empresas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 20:17:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma tributária:]]></category>
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					<description><![CDATA[Mesmo com tecnologia, companhias ainda dependem de tarefas manuais Os desafios da reforma tributária começam a expor fragilidades na operação fiscal das empresas. A menos de nove meses do início da entrada em vigor do Imposto sobre Valor Adicionado Dual (IVA dual), grande parte das companhias enfrentam processos lentos e dependência de tarefas manuais. Levantamento da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1011545221" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Mesmo com tecnologia, companhias ainda dependem de tarefas manuais</p>
<p>Os desafios da reforma tributária começam a expor fragilidades na operação fiscal das empresas. <strong>A menos de nove meses do início da entrada em vigor do Imposto sobre Valor Adicionado Dual (IVA dual), grande parte das companhias enfrentam processos lentos e dependência de tarefas manuais.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685635&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685635&amp;o=node" /></p>
<p>Levantamento da V360, empresa que ajuda outras companhias a automatizar o pagamento de fornecedores, mostra que 62,2% das empresas levam mais de 20 dias para registrar uma nota fiscal no sistema, enquanto 22,3% ultrapassam 30 dias.</p>
<p>Ao mesmo tempo, 87% das companhias afirmam ter alto nível de automação fiscal, um contraste que evidencia o que especialistas chamam de <strong>“falsa automação”, quando processos são digitais, mas ainda exigem intervenção humana.</strong></p>
<p>Apesar do avanço tecnológico, a adaptação ao novo modelo deve pressionar ainda mais estruturas consideradas pouco eficientes. O dado revela gargalos relevantes justamente no momento em que o país se prepara para mudanças profundas no sistema tributário. </p>
<p><strong>A pesquisa ouviu 355 profissionais de médias e grandes empresas, a maioria com alto volume operacional. Do total de companhias pesquisadas, 63% processam mais de 10 mil notas fiscais por mês.</strong></p>
<h2>Automação parcial e atrasos</h2>
<p>Na prática, a automação ainda é incompleta. <strong>Embora 61% das empresas consigam capturar notas fiscais automaticamente, apenas 49% fazem o registro no sistema sem ação manual.</strong></p>
<p>Isso acontece porque o Enterprise Resource Planning (ERP) depende de integrações e validações adicionais para funcionar plenamente no ambiente tributário brasileiro. Traduzido como Recurso de Planejamento Empresarial em português, o ERP funciona como espécie de cérebro para empresas.</p>
<blockquote>
<p>“Muitas empresas acreditam que estão automatizadas, mas ainda dependem de pessoas para validar dados e concluir processos”, afirma o presidente-executivo (CEO) da V360, Izaias Miguel. “O documento entra automaticamente, mas ainda precisa de ajustes e conferências antes de seguir no sistema.”</p>
</blockquote>
<h2>Riscos operacionais</h2>
<p>O estudo também aponta falhas na validação das notas fiscais. Apenas 48% das empresas fazem conferência completa; comparando itens, valores e quantidades com pedidos de compra.</p>
<p>Outras 44% realizam checagens parciais, enquanto 8% ainda operam de forma totalmente manual.</p>
<p>Esse cenário aumenta riscos como pagamentos indevidos, erros fiscais e perda de controle interno, especialmente em empresas com grande volume de fornecedores.</p>
<p>“O tempo entre a emissão e o registro da nota é um termômetro claro de eficiência. Quando leva semanas, há acúmulo de exceções e retrabalho”, diz Miguel.</p>
<h2>Pressão com a reforma</h2>
<p>A chegada do novo modelo tributário tende a agravar esse cenário. As empresas terão de adaptar sistemas para operar com regras antigas e novas simultaneamente, além de lidar com tributos como o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), tributos que comporão o IVA Dual.</p>
<p>Na avaliação do CEO da V360, o principal desafio não está apenas em entender a reforma, mas em executá-la dentro de estruturas complexas e pouco integradas.</p>
<p>“O estudo mostra fragilidades importantes nos processos de validação: menos da metade das empresas fazem uma checagem completa das notas fiscais contra pedidos de compra, enquanto o restante opera com validações parciais ou manuais. Esse cenário aumenta o risco de erro”, diz Miguel.</p>
<h2>Fase de testes</h2>
<p>Em 2026, a reforma tributária está em forma de <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/reforma-tributaria-entra-em-fase-de-testes-em-2026" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">testes</a>, com as empresas cobrando uma alíquota simbólica de 0,9% de CBS e 0,1% de IBS que serão deduzidas dos tributos atuais.<strong> A partir de 2027, os cinco tributos sobre o consumo serão gradualmente extintos, enquanto as alíquotas de CBS e de IBS subirão.</strong></p>
<p>Mesmo com alíquotas simbólicas, as obrigações acessórias são imediatas. As empresas deverão destacar a CBS e o IBS nas notas fiscais, preencher novos campos obrigatórios e informar corretamente a classificação fiscal de produtos e serviços. <strong>Em dezembro, a Receita Federal suspendeu as multas por falta da discriminação dos dois novos tributos nas notas fiscais até o quarto mês seguinte à regulamentação da CBS e do IBS.</strong></p>
<p>Segundo Miguel, nesse cenário, a automação deixa de ser apenas uma ferramenta operacional e passa a ser estratégica.</p>
<blockquote>
<p>“Empresas mais eficientes tendem a ganhar agilidade para lidar com as mudanças, enquanto aquelas com processos fragmentados podem enfrentar mais custos, erros e dificuldades de adaptação”, diz.</p>
</blockquote>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Zona Franca fatura R$ 37,2 bilhões no primeiro bimestre</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/zona-franca-fatura-r-372-bilhoes-no-primeiro-bimestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 20:09:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Resultado ficou abaixo 0,38% dos R$ 37,3 bilhões registrados no mesmo período do ano passado No primeiro bimestre de 2026, o Polo Industrial de Manaus (PIM) registrou faturamento de R$ 37,2 bilhões, o que indica uma estabilidade na comparação com o mesmo período de 2025 (R$ 37,37 bilhões). Em dólar, o faturamento global nos dois [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3938875454" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Resultado ficou abaixo 0,38% dos R$ 37,3 bilhões registrados no mesmo período do ano passado</p>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">No primeiro bimestre de 2026, o Polo Industrial de Manaus (PIM) registrou faturamento de R$ 37,2 bilhões, o que indica uma estabilidade na comparação com o mesmo período de 2025 (R$ 37,37 bilhões). Em dólar, o faturamento global nos dois primeiros meses do ano somou US$ 6,73 bilhões.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Nas exportações, o PIM obteve resultados favoráveis nos dois primeiros meses de 2026. Apenas em fevereiro, as vendas externas somaram US$ 51,38 milhões, apontando um ligeiro crescimento de 0,59% frente a fevereiro de 2025 (US$ 51,08 milhões). No acumulado do bimestre, o avanço foi ainda mais expressivo, com um balanço de US$ 125,29 milhões em exportações, o que representa um salto de 27,28% em relação aos US$ 98,44 milhões registrados no mesmo período do ano anterior.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Com relação aos números de mão de obra, as fábricas do PIM encerraram fevereiro de 2026 com 128.985 trabalhadores empregados, entre diretos, temporários e terceirizados, com a média mensal de empregos diretos nos dois primeiros meses do ano permanecendo robusta, registrando 129.254 postos de trabalho.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"><strong>Segmentos e Produtos</strong></p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Os subsetores com maior participação no faturamento global do PIM no acumulado até fevereiro foram Duas Rodas (20,82%), Bens de Informática (18,85%) e Eletroeletrônico (15,91%). Outros destaques de participação incluíram os setores Químico (12,16%), Termoplástico (9,14%), Metalúrgico (8,87%) e Mecânico (8,59%).</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Na análise de crescimento dos subsetores, o grande destaque do primeiro bimestre foi o segmento de Bebidas, que registrou uma alta expressiva de 43,64% em seu faturamento. Os segmentos Químico (+15,25%), Termoplástico (+11,11%), Metalúrgico (+7,84%), Eletroeletrônico &#8211; exceto Bens de Informática (+5,20%) e Duas Rodas (+5,13%), entre outros, também apresentaram balanços positivos na comparação com 2025.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Entre os principais produtos fabricados no PIM no primeiro bimestre de 2026, o destaque de maior crescimento percentual ficou por conta dos aparelhos telefônicos (incluindo porteiros eletrônicos), com 38.922 unidades produzidas, um aumento de 21,63% em relação a 2025. Em volume absoluto, a produção de telefones celulares atingiu a expressiva marca de 1.817.314 unidades (crescimento de 7,34%), enquanto o Polo de Duas Rodas fabricou um total de 379.046 motocicletas, motonetas e ciclomotores, consolidando um aumento de 5,52% frente ao mesmo período do ano passado.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"><strong>Perspectivas</strong></p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">O superintendente da Suframa, Leopoldo Montenegro, avaliou os indicadores do primeiro bimestre como um reflexo de um período de estabilização natural do PIM, mas destacou a força das exportações e a capacidade de retenção de empregos da indústria local.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cMbhQX"><cite class="styled__Cite-sc-fdx3oi-9 cPUegM">&#8220;Manter uma média de mais de 129 mil trabalhadores ativos demonstra a capacidade e força estrutural do nosso polo. Além disso, o salto de mais de 27% nas exportações acumuladas prova que as indústrias da Zona Franca de Manaus continuam altamente competitivas no cenário internacional. Tudo isso só evidencia que o PIM segue forte, diversificado e plenamente preparado para expandir seus resultados ao longo de 2026&#8221;, avaliou Montenegro.</cite></div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"> </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty"> </div>
<div> </div>
<div><em>Fonte: Acrítica </em></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mesmo com guerra, Ipea prevê crescimento de 1,8% do PIB</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mesmo-com-guerra-ipea-preve-crescimento-de-18-do-pib/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 22:43:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ipea]]></category>
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					<description><![CDATA[Estimativa para 2027 é de crescimento de 2% A economia brasileira vai crescer 1,8% neste ano. A previsão é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), órgão ligado ao Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO). A previsão positiva da taxa do Produto Interno Bruto (PIB, soma  dos bens e serviços produzidos no país) não ignora [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4098044955" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Estimativa para 2027 é de crescimento de 2%</p>
<p>A economia brasileira vai crescer 1,8% neste ano. A previsão é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), órgão ligado ao Ministério do Planejamento e Orçamento (MPO).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685418&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685418&amp;o=node" /></p>
<p><strong>A previsão positiva da taxa do Produto Interno Bruto (PIB, soma  dos bens e serviços produzidos no país) não ignora a guerra iniciada em 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irã, em consequência das incertezas provocadas e o decorrente aumento do preço internacional do petróleo.</strong></p>
<p>Mesmo admitindo que “o mundo se encontra no momento de maior tensão geopolítica desde o fim da Guerra Fria [1947-1991], o Ipea vê “motivos para moderado otimismo”, conforme assinala a Carta de Conjuntura nº 70 publicada nesta quinta-feira (9).</p>
<blockquote>
<p>“A elevada incerteza no cenário externo contrasta, entretanto, com a relativa rigidez de algumas dinâmicas que vêm caracterizando a economia brasileira há alguns anos – notadamente, o crescimento rápido e contínuo da renda disponível das famílias e do volume de crédito disponibilizado pelo sistema financeiro nacional”, pondera o estudo.</p>
</blockquote>
<p>No Brasil, o consumo das famílias, influenciado pelo aumento real do salário mínimo, é “um dos maiores motores da economia”, conforme descreve o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), responsável pelo cálculo do PIB, e também ligado ao MPO. </p>
<p>O mencionado “crédito disponibilizado” pode viabilizar investimentos privados, outro fator de crescimento do PIB.</p>
<p><strong>Além do consumo e dos investimentos, a conta do crescimento do PIB considera as despesas do Estado e o saldo entre exportações e importações.</strong></p>
<h2>Gasto e receita</h2>
<p>Segundo o Ipea, o Estado seguirá a política do novo arcabouço fiscal “caracterizada pela combinação de elevação dos gastos públicos de natureza social e crescimento das receitas públicas, decorrências diretas, no caso dos gastos, da política de valorização do salário mínimo e da reindexação dos gastos com saúde à receita corrente líquida da União.”</p>
<p><strong>Quanto ao comércio exterior, o Ipea aponta que esse se beneficiará de “políticas fiscais expansionistas” por causa dos investimentos em inteligência artificial e em razão dos gastos com armamentos, ocasionados pelo conflito no Oriente Médio.</strong></p>
<p>O instituto lembra que “a eclosão da guerra na Ucrânia [em fevereiro de 2022] não impediu, por exemplo, que o comércio mundial crescesse 5,8%” naquele ano.</p>
<h2>Quadriênios</h2>
<p><strong>No ano passado, o Ipea acertou a previsão de crescimento do PIB, de 2,3%.</strong> Se a projeção do instituto se confirmar este ano, o somatório do período 2023-2026 será de 10,7%, índice maior que os dois quadriênios anteriores.</p>
<p>Nesse caso, o resultado seria cinco pontos percentuais acima do PIB do quadriênio anterior (total de 5,7% entre 2019 e 2022), e 0,8 ponto percentual acima do PIB total entre 2015 e 2018 (9,9%). </p>
<p>A estimativa do Ipea para o PIB de 2027 é de crescimento de 2%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Governo avalia uso do FGTS para quitar dívidas, diz Durigan</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/governo-avalia-uso-do-fgts-para-quitar-dividas-diz-durigan/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 19:22:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Medida pode integrar pacote de crédito em estudo A equipe econômica avalia permitir o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para quitação de dívidas, como parte de um novo pacote de crédito em elaboração. A informação foi confirmada nesta terça-feira (7) pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan. Segundo o ministro, a proposta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4279724905" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Medida pode integrar pacote de crédito em estudo</p>
<p><strong>A equipe econômica avalia permitir o uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para quitação de dívidas, como parte de um novo pacote de crédito em elaboração.</strong> <strong>A informação foi confirmada nesta terça-feira (7) pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1685061&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1685061&amp;o=node" /></p>
<p>Segundo o ministro, a proposta está em discussão conjunta com o Ministério do Trabalho e Emprego, comandado por Luiz Marinho, que demonstra preocupação com possíveis impactos sobre o fundo.</p>
<p>Durigan afirmou que o uso do FGTS ainda está em análise e não há definição sobre o formato da medida. <strong>“Se acharmos que é razoável para financiamento de dívidas, isso vai ser admitido”, disse, após reunião com parlamentares do PT na Câmara.</strong></p>
<h2>Pacote contra endividamento</h2>
<p>O plano em estudo pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem como foco reduzir o endividamento das famílias e ampliar o acesso ao crédito. A <strong>proposta deve atender principalmente pessoas de baixa renda, trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEIs) e pequenas empresas.</strong></p>
<p>Entre as medidas analisadas está a concessão de garantia da União para renegociação de dívidas, o que pode facilitar a <strong>obtenção de melhores condições de pagamento, como juros mais baixos.</strong></p>
<p><strong>O programa também pode prever descontos de até 80% sobre o valor total das dívidas, além de incluir débitos como cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal.</strong></p>
<h2>Restrições e alcance</h2>
<p>Outra frente em discussão é a criação de restrições para apostas <em>online</em> (<em>bets</em>) para beneficiários do programa, como forma de evitar novo endividamento.</p>
<p><strong>A proposta também deve contemplar pessoas com contas em dia, mas com alto comprometimento da renda, permitindo a migração para linhas de crédito mais baratas.</strong></p>
<p>Apesar do avanço nas discussões, o pacote ainda não foi fechado. <strong>A expectativa do governo é anunciar as medidas nos próximos dias.</strong></p>
<h2>Inadimplência</h2>
<p>O debate ocorre em meio a um cenário de alto endividamento no país. <strong>Dados recentes apontam que mais de 80% das famílias brasileiras têm algum tipo de dívida, sendo que quase um terço está com pagamentos em atraso.</strong></p>
<p>O governo tem dialogado com bancos, <em>fintechs</em> e instituições financeiras para viabilizar o programa, que deve ter formato mais simples do que iniciativas anteriores de renegociação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">62949</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Oxfam estima em US$ 3,55 tri riqueza escondida em paraísos fiscais</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/oxfam-estima-em-us-355-tri-riqueza-escondida-em-paraisos-fiscais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 16:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=62915</guid>

					<description><![CDATA[Fortuna de mais ricos supera riqueza da metade mais pobre da população A quantidade de riqueza não tributada escondida no exterior, em paraísos fiscais, pelo 0,1% mais rico supera toda a riqueza da metade mais pobre da humanidade, que corresponde a 4,1 bilhões de pessoas. A conclusão é da Oxfam, a partir de análise realizada no contexto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-656706032" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Fortuna de mais ricos supera riqueza da metade mais pobre da população</p>
<p><strong>A quantidade de riqueza não tributada escondida no exterior, em paraísos fiscais, pelo 0,1% mais rico supera toda a riqueza da metade mais pobre da humanidade, que corresponde a 4,1 bilhões de pessoas. </strong>A conclusão é da Oxfam, a partir de análise realizada no contexto dos dez anos do escândalo conhecido como Panama Papers, em 31 de março deste ano.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1684782&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1684782&amp;o=node" /></p>
<p>À época, o Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ, sigla em inglês) fez uma investigação sobre a indústria de empresas <em>offshore</em>. Esse tipo de empresa pode ser usada para esconder dinheiro e dificultar o rastreamento de seus verdadeiros donos. Milhões de <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2016-04/entenda-o-que-e-investigacao-jornalistica-panama-papers" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">documentos vazados foram esmiuçados</a> por mais de 370 jornalistas de 76 países.</p>
<p><strong>A Oxfam estima que US$ 3,55 trilhões em riqueza não tributada foram escondidos em paraísos fiscais e contas não declaradas em 2024.</strong> “Esse valor supera o PIB [Produto Interno Bruto] da França e é mais que o dobro do PIB combinado dos 44 países menos desenvolvidos do mundo”, divulgou a organização.</p>
<p><strong>Desse total estimado, o 0,1% mais rico detém aproximadamente 80% de toda a riqueza <em>offshore</em> não tributada, o que equivale a cerca de US$ 2,84 trilhões. Uma década depois do escândalo, os super-ricos continuam a usar estruturas <em>offshore</em> para sonegar impostos e ocultar ativos.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Os Panama Papers levantaram o véu sobre um mundo sombrio onde os mais ricos movimentam silenciosamente fortunas imensas para além do alcance dos impostos e da fiscalização. Dez anos depois, os super-ricos continuam escondendo verdadeiros oceanos de riqueza em cofres <em>offshore</em>”, diz, em nota, o coordenador de Tributação da Oxfam Internacional, Christian Hallum.</p>
</blockquote>
<p><strong>Segundo a organização, há urgente necessidade de uma ação internacional coordenada para tributar a riqueza extrema e acabar com o uso de paraísos fiscais</strong>. Hallum ressalta que a situação envolve poder e impunidade. “Quando milionários e bilionários escondem trilhões de dólares em paraísos fiscais <em>offshore</em>, eles se colocam acima das obrigações que regem o resto da sociedade.”</p>
<blockquote>
<p>“As consequências são tão previsíveis quanto devastadoras: vemos nossos hospitais públicos e escolas privados de recursos, nosso tecido social dilacerado pela crescente desigualdade e as pessoas comuns forçadas a arcar com os custos de um sistema projetado para enriquecer um pequeno grupo”, acrescenta a organização.</p>
</blockquote>
<p>A Oxfam menciona que, embora tenham sido feitos progressos na redução da riqueza<em> offshore</em> não tributada, ela segue persistentemente alta, em aproximadamente 3,2% do PIB global.<br /><br /><a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029VaoRTgrInlqYLSk59B2M" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">&gt;&gt; Siga o canal da<strong> Agência Brasil </strong>no WhatsApp</a></p>
<p>No entanto, esse progresso também continua desigual entre os países. “A maioria dos países do Sul Global está excluída do sistema de Troca Automática de Informações (AEOI, na sigla em inglês), apesar da necessidade urgente de receita tributária”, destaca a Oxfam, acrescentando que pesquisadores atribuem ao AEOI a redução da parcela não tributada da riqueza <em>offshore</em> nos últimos anos.</p>
<blockquote>
<p>“O que os Panama Papers revelaram há dez anos continua atual no Brasil: há uma arquitetura global que protege grandes fortunas enquanto a maioria da população paga proporcionalmente mais impostos. Justiça fiscal passa necessariamente por tributar os super-ricos”, defende, em nota, a diretora executiva da Oxfam Brasil, Viviana Santiago.</p>
</blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Ibaneis pede R$ 4 bi a Fundo Garantidor de Créditos para socorrer BRB</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ibaneis-pede-r-4-bi-a-fundo-garantidor-de-creditos-para-socorrer-brb/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 20:39:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=62774</guid>

					<description><![CDATA[Governo do DF oferece imóveis e estatais como garantias O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, pediu um empréstimo de R$ 4 bilhões ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para reforçar o capital do Banco de Brasília (BRB). O pedido foi formalizado por carta enviada ao fundo, com o objetivo de garantir a continuidade de serviços [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2479372421" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Governo do DF oferece imóveis e estatais como garantias</p>
<p>O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, pediu um empréstimo de R$ 4 bilhões ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para <strong>reforçar o capital do Banco de Brasília (BRB).</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1683961&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1683961&amp;o=node" /></p>
<p>O pedido foi formalizado por carta enviada ao fundo, com o objetivo de garantir a continuidade de serviços financeiros, apoiar políticas públicas e preservar a liquidez da instituição.</p>
<p><strong>A operação prevê carência de um ano e seis meses, com pagamentos semestrais.</strong> A remuneração deve seguir o CDI acrescido de spread, conforme condições a serem definidas pelo FGC.</p>
<p>O modelo inclui tanto reforço de capital quanto eventual linha de liquidez, em formato ainda sujeito a ajustes entre as partes.</p>
<h2>Garantias</h2>
<p>Para viabilizar o crédito, o Governo do Distrito Federal propôs como garantias participações acionárias em empresas públicas, como a Caesb (Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal), o BRB (Banco de Brasília) e a CEB (Companhia Energética de Brasília), além de nove imóveis públicos autorizados em lei.</p>
<p><strong>Parte desses ativos, porém, enfrenta questionamentos.</strong> A área conhecida como Serrinha do Paranoá, por exemplo, teve o uso de garantias suspenso pela Justiça local, mas cabe recurso. </p>
<p>Outro ponto de controvérsia é o Centrad, complexo administrativo sem uso há mais de uma década e envolvido em disputa judicial.</p>
<h2>Objetivo do aporte</h2>
<p>O Governo do Distrito Federal classifica a operação como “estruturante” e afirma que o objetivo é recompor indicadores exigidos pela regulação bancária, como o Índice de Basileia, que mede a solidez das instituições financeiras.</p>
<p><strong>Entre os resultados esperados estão:</strong></p>
<ul>
<li> expansão da carteira de crédito;</li>
<li> financiamento de infraestrutura e habitação;</li>
<li> apoio a micro e pequenas empresas;</li>
<li> estímulo à economia local e à arrecadação.</li>
</ul>
<p><strong>A iniciativa ocorre em meio a dificuldades fiscais do DF.</strong> O governo local recorre ao FGC após encerrar 2025 com déficit de cerca de R$ 1 bilhão e sem capacidade de obter garantia do Tesouro Nacional para operações de crédito.</p>
<p>No caso do BRB, a situação também é pressionada por perdas associadas a ativos problemáticos e pela necessidade de elevar provisões, estimadas em bilhões de reais.</p>
<h2>Negociação</h2>
<p><strong>O processo ainda está em fase inicial e depende da análise do FGC quanto à viabilidade, risco e adequação às regras do fundo.</strong></p>
<p>O Palácio do Buriti informou que prepara documentos como plano de negócios, plano de capital e diagnóstico financeiro, além de uma proposta detalhada de garantias e cronograma de implementação.</p>
<p>A liberação dos recursos dependerá da avaliação da capacidade de pagamento e da consistência dos ativos oferecidos.</p>
<h2>Banco Master</h2>
<p><strong>Investigações indicam que o Banco de Brasília adquiriu R$ 12,2 bilhões em créditos considerados irregulares do Banco Master.</strong> A instituição afirma, contudo, que conseguiu recuperar parte desses recursos.</p>
<p>Atualmente, a necessidade de provisões do BRB gira em torno de R$ 8,8 bilhões, mas uma auditoria forense independente estima um impacto maior, de até R$ 13,3 bilhões, relacionado a operações com indícios de falta de lastro. </p>
<p><strong>O banco também enfrenta dificuldades para divulgar os resultados de 2025 dentro do prazo, até o fim deste mês</strong>, e o Banco Central tem resistido a conceder a prorrogação.</p>
<p>Sem publicar balanços desde o segundo trimestre do ano passado, o BRB pode sofrer punições do BC se não publicar os resultados de 2025. <strong>Entre as sanções possíveis, estão a intervenção pelo Banco Central, a federalização (absorção por um banco federal) ou, em caso extremo de falta de caixa, a liquidação extrajudicial.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">62774</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Governo zera tarifa de 191 eletrônicos que tiveram aumento de imposto</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/governo-zera-tarifa-de-191-eletronicos-que-tiveram-aumento-de-imposto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Mar 2026 21:53:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=62738</guid>

					<description><![CDATA[Remédios e insumos industriais também tiveram alíquota zerada Cerca de 200 produtos eletrônicos e de informática que tiveram o Imposto de Importação elevado em fevereiro terão a alíquota zerada por quatro meses, decidiu nesta quinta-feira (26) o Comitê-Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex).  A decisão busca reduzir custos para a indústria [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2037676012" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Remédios e insumos industriais também tiveram alíquota zerada</p>
<p>Cerca de 200 produtos eletrônicos e de informática que tiveram o Imposto de Importação elevado em fevereiro terão a alíquota zerada por quatro meses, decidiu nesta quinta-feira (26) o Comitê-Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex). <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1683778&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1683778&amp;o=node" /></p>
<p>A decisão busca reduzir custos para a indústria e garantir o abastecimento de itens sem produção nacional equivalente.</p>
<p><strong>Na reunião desta quinta, a Camex zerou a alíquota de 970 produtos.</strong> Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), 779 contavam com concessões anteriores, renovadas em decisão considerada rotineira pela pasta.</p>
<p>Os 191 itens restantes fazem parte de uma reversão das tarifas elevadas neste ano para mais de 1,2 mil produtos eletrônicos, que incluíam smartphones, itens de informática e componentes eletrônicos. Em fevereiro, o governo havia zerado a cobrança para 105 desses itens.</p>
<h2>Critério técnico</h2>
<p>De acordo com o Mdic, <strong>a redução foi concedida após pedidos de empresas que alegaram ausência de produção nacional ou oferta insuficiente no mercado interno</strong>. As solicitações passam por análise do governo, com prazo de até quatro meses para decisão definitiva.</p>
<p>O período para novos pedidos segue aberto até 30 de março, o que permite novas revisões na lista de produtos beneficiados.</p>
<h2>Outros setores</h2>
<p>A Camex também zerou a tarifa de importação para diversos produtos de outros setores considerados estratégicos. Entre eles, estão medicamentos utilizados no tratamento de doenças como diabetes, Alzheimer, Parkinson e esquizofrenia.</p>
<p>Também foram contemplados insumos agrícolas, como fungicidas e inseticidas, além de itens usados na indústria têxtil, nutrição hospitalar e até lúpulo para a fabricação de cerveja.</p>
<h2>Impacto econômico</h2>
<p>Segundo o governo, a iniciativa busca reduzir custos de produção, conter pressões inflacionárias e evitar gargalos no abastecimento, especialmente em setores dependentes de insumos importados.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a medida reequilibra decisões anteriores de elevação tarifária, adotadas como forma de estimular a produção nacional, mas que acabaram gerando demandas por revisão por parte do setor produtivo.</p>
<h2>Antidumping</h2>
<p><strong>A Camex também decidiu aplicar tarifa antidumping definitiva, por cinco anos, para etanolaminas (composto usado em cosméticos como tinturas e alisadores de cabelo) da China e de resinas de polietileno (tipo de plástico) produzidas nos Estados Unidos e no Canadá.</strong></p>
<p>Prática regulamentada pela Organização Mundial do Comércio (OMC), a imposição de sobretaxas antidumping ocorre quando um país consegue comprovar que produtos estão sendo importados com preços abaixo do custo de produção, prejudicando a indústria nacional.</p>
<p>Em relação ao polietileno, a Camex, apesar da aplicação definitiva do direito antidumping, decidiu fixar a sobretaxa nos níveis provisórios que vigoraram nos últimos seis meses.</p>
<p>Segundo o Mdic, a redução não traz impacto adicional para as etapas posteriores da cadeia produtiva, o que atende ao interesse público porque o produto é bastante usado na fabricação de embalagens, de brinquedos e de produtos industriais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">62738</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Ata do Copom: BC não indica mais cortes na taxa de juros</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ata-do-copom-bc-nao-indica-mais-cortes-na-taxa-de-juros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 18:05:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[COPOM]]></category>
		<category><![CDATA[taxa de juros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=62705</guid>

					<description><![CDATA[Ata da reunião da semana passada foi divulgada nesta terça O Banco Central (BC) não indicou um novo corte na taxa Selic, os juros básicos da economia. Em meio às tensões em torno da guerra no Oriente Médio, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC afirmou que a magnitude e o “ciclo de calibração” [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-420450684" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Ata da reunião da semana passada foi divulgada nesta terça</p>
<p>O Banco Central (BC) não indicou um novo corte na taxa Selic, os juros básicos da economia. Em meio às tensões em torno da guerra no Oriente Médio, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC afirmou que a magnitude e o “ciclo de calibração” (para cima ou para baixo) da Selic serão determinados “ao longo do tempo”, à medida que novas informações forem incorporadas às análises.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1683284&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1683284&amp;o=node" /></p>
<p><strong>As informações estão na ata da reunião do Copom da semana passada, divulgada nesta terça-feira (24). Na ocasião, o colegiado reduziu os juros em de 0,25 ponto percentual, para 14,75% ao ano.</strong></p>
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<p>“Essa decisão é compatível com o cenário atual, no qual a duração e extensão dos conflitos geopolíticos, assim como sinais mistos sobre o ritmo de desaceleração da atividade econômica e seus efeitos sobre o nível de preços, dificultam a identificação de tendências claras”, diz a ata.</p>
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<p><strong>Antes da escalada do conflito no Irã, a expectativa predominante era de um corte de 0,5 ponto percentual na taxa. Para o Copom, a atual conjuntura exige “perseverança, firmeza e serenidade” na condução da política monetária e uma restrição maior e por mais tempo do que seria apropriado antes.</strong></p>
<p>“As expectativas de inflação, medidas por diferentes instrumentos e obtidas de diferentes grupos de agentes, que seguiam em trajetória de declínio, subiram após o início dos conflitos no Oriente Médio, permanecendo acima da meta de inflação em todos os horizontes. Foi ressaltado que o custo de desinflação sobre o nível de atividade ao longo do tempo é maior em ambientes com expectativas desancoradas”, explicou o BC.</p>
<p><strong>“No cenário atual, caracterizado por forte aumento da incerteza, o Comitê reafirma serenidade e cautela na condução da política monetária</strong>, de forma que os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo do tempo [principalmente de commodities, como o petróleo]”, diz a ata.</p>
<p>A taxa básica de juros serve de referência para as demais taxas da economia e é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle.</p>
<p>Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5%, e o superior, 4,5%. Para este ano, a previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; referência oficial da inflação no país – subiu para 4,17%, de acordo com o último boletim do BC.</p>
<p><strong>Os analistas também estimam que a Selic termine 2026 em 12,5% ao ano.</strong></p>
<p>Desde junho do ano passado, a Selic estava em 15% ao ano. A última vez em que o Copom reduziu os juros foi em maio de 2024, quando a Selic passou de 10,75% para 10,5% ao ano. Em setembro do mesmo ano, a taxa começou a ser elevada, até chegar aos 15% ao ano.</p>
<h2>Cenários</h2>
<p>De acordo com ata divulgada hoje, até o início dos conflitos, as leituras indicavam algum arrefecimento da inflação e crescimento econômico compatível com a política monetária em curso. Por isso, na reunião de janeiro, o Copom julgou adequado sinalizar o início de um ciclo de calibração da taxa básica de juros, ainda que mantendo seu caráter restritivo.</p>
<p>Mas a incerteza com relação ao cenário externo se elevou consideravelmente, avaliou o colegiado.</p>
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<p>&#8220;Além do agravamento das tensões geopolíticas, novas incertezas com relação à política econômica dos Estados Unidos colaboraram para tornar esse cenário ainda mais incerto”, diz a ata.</p>
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<p><strong>Sobre o ambiente doméstico, o Copom reafirma que a saúde das contas públicas também é fator determinante para o sucesso do controle da inflação</strong>. Segundo o BC, a política fiscal não apenas estimula a demanda no curto prazo, mas molda a confiança dos investidores na sustentabilidade da dívida brasileira.</p>
<p>O Copom enfatizou que uma política fiscal contracíclica — aquela que ajuda a equilibrar a economia em momentos de euforia ou retração — é essencial para reduzir o &#8220;prêmio de risco&#8221;. Quando o mercado percebe incerteza sobre o pagamento da dívida pública, exige juros mais altos para emprestar dinheiro ao país.</p>
<p>“O esmorecimento no esforço de reformas estruturais e disciplina fiscal, o aumento de crédito direcionado e as incertezas sobre a estabilização da dívida pública têm o potencial de elevar a taxa de juros neutra da economia, com impactos deletérios sobre a potência da política monetária e, consequentemente, sobre o custo de desinflação em termos de atividade”, explicou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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